Foram encontradas 6.579 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
“A profissão de Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais (TILS) foi reconhecida pela Lei no 12.319/2010 (...). O processo de interpretação, apesar de parecer simples, é bem complexo. Estamos ouvindo uma informação linear e estruturada em uma determinada ordem sintática e precisamos que ela seja reconstruída de maneira visual, seguindo outra ordem sintática e sem prejuízo às ideias apresentadas na informação inicial” (DE CICCO, 2016). Nesse contexto, o TILS:
“Somos surdos, mas não somos todos os mesmos surdos” (DE CICCO, 2016). Existem diferentes sistemas de classificações da surdez. Quanto à classificação comunicativa, assinale a afirmativa INCORRETA.
A Norma Brasileira NBR 15290 segue os preceitos do Desenho Universal e estabelece diretrizes específicas para que a televisão, como um veículo de comunicação, seja considerada acessível. Selecione a única diretriz INCORRETA.
A Norma Brasileira NBR 15599/2008 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) determina parâmetros para prestação de serviços referindo-se, especificamente, a uma das dimensões de acessibilidade, qual seja:
Para concorrer a recursos pelos editais da Lei Rouanet, as empresas interessadas devem seguir as orientações do Ministério da Cultura, o qual sugere breve descrição das medidas a serem adotadas para favorecer a acessibilidade a pessoas com deficiência em projetos culturais. Estão listados a seguir diversos exemplos de recursos de acessibilidade, EXCETO:
A audiodescrição (AD) ao vivo é um recurso de Tecnologia Assistiva também utilizado em eventos acadêmicos. Para a atividade, Tavares (2013) recomenda a utilização de uma cabine acústica e de equipamentos de transmissão e recepção:
Em sua grande maioria, os acervos das universidades brasileiras não têm acessibilidade comunicacional. Considerando que Adaptações Razoáveis são “as modificações e os ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional ou indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que as pessoas com deficiência possam gozar ou exercer, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos humanos e liberdades fundamentais” (ONU, 2006), objetivando tornar os conteúdos acessíveis e acessáveis para pessoas com deficiência visual, uma possibilidade seria:
Seguindo o que preconiza o conceito de Desenho Universal na Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, para que um filme seja acessível tanto para pessoas com deficiência visual quanto para pessoas com deficiência auditiva, respectivamente, deve ser elaborado com os seguintes recursos de Tecnologia Assistiva:
Como um recurso de Tecnologia Assistiva, a audiodescrição oportuniza:
Em artigo no qual discorre sobre as dimensões da acessibilidade, Sassaki (2009) especifica que, para garantir o pleno acesso à educação a pessoas cegas e com baixa visão, as instituições de ensino devem levar em conta, quanto ao aspecto comunicacional:
No livro “Ensaio sobre a cegueira”, o escritor José Saramago destaca o impacto e as transformações ocorridas no cotidiano das pessoas acometidas por aquela tipologia de deficiência. No Brasil, o Decreto nº 3.298/99, estabelece que uma pessoa acometida pela cegueira:
De acordo com os estudos de Mattoso (2012, p. 23-24), a partir das definições estabelecidas pela Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006) e pelo Programa Vision 2020 da Organização Mundial de Saúde, pessoas com deficiência visual são:
Os anos de 2012 e de 2016 marcaram significativamente a história da democratização do acesso à educação no Brasil, em função da promulgação das Leis nº 12.711 e nº 13.409, que garantiram, respectivamente:
No ano de 1998, nos Estados Unidos, James Charlton publicou um livro relacionando o lema “Nada sobre nós, sem nós” às pessoas com deficiência. Em 2007, no Brasil, o consultor Romeu Kazumi Sassaki, por meio de uma abordagem histórica em artigo publicado na Revista Nacional de Reabilitação, relacionou o tema a quatro eras de práticas sociais, quais sejam: a da exclusão, da segregação, da integração e da inclusão. Em se tratando de pessoas com deficiência, atualmente, este lema está relacionado:
TEXTO 2
O texto adiante é um fragmento do artigo Intelectuais negros e a identidade brasileira, publicado por Jonas Soares de Souza na revista Campo & Cidade. Leia-o, atentamente, e responda às questões 5, 6 e 7.
Machado de Assis
INTELECTUAIS NEGROS E A IDENTIDADE BRASILEIRA
“Neto de escrava liberta, Joaquim Maria Machado de Assis é o mais famoso e universal dos escritores brasileiros. Mulato de origem humilde, o autor de Dom Casmurro foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras e, hoje, é reconhecido como escritor de primeira linha da literatura mundial. Alguns intelectuais contemporâneos de Machado de Assis, no entanto, tentavam sublimar suas origens étnicas e o passado humilde para incorporá- lo de corpo e alma ao universo dos brancos.
O escritor Joaquim Nabuco, por exemplo, em uma carta de 1908 adverte o crítico José Veríssimo por ter se referido a Machado como ‘mulato’, em artigo de homenagem ao escritor recém-falecido. ‘Machado para mim era um branco, e creio que por tal se tomava; quando houvesse sangue estranho, isto em nada afetava a sua perfeita caracterização caucásica. Eu pelo menos só via nele o grego’.
Na literatura sobre relações raciais no Brasil existe um consenso de que a integração dos descendentes de africanos à sociedade deu-se pela via do “embranquecimento”, ou pelo que um sociólogo chama de ‘válvula de escape do mulato’, como no caso de Machado de Assis. O “embranquecimento” pode ser entendido como o processo pelo qual indivíduos negros, principalmente intelectuais, eram assimilados às elites nacionais brasileiras. Isso significava uma escalada da pobreza e subordinação baseada no preconceito de cor e na origem escrava em direção ao domínio de classe e cultura das elites predominantemente brancas. (...)”
Quanto à tipologia textual, pode-se afirmar que no terceiro e último parágrafo do texto dado predomina:
TEXTO 2
O texto adiante é um fragmento do artigo Intelectuais negros e a identidade brasileira, publicado por Jonas Soares de Souza na revista Campo & Cidade. Leia-o, atentamente, e responda às questões 5, 6 e 7.
Machado de Assis
INTELECTUAIS NEGROS E A IDENTIDADE BRASILEIRA
“Neto de escrava liberta, Joaquim Maria Machado de Assis é o mais famoso e universal dos escritores brasileiros. Mulato de origem humilde, o autor de Dom Casmurro foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras e, hoje, é reconhecido como escritor de primeira linha da literatura mundial. Alguns intelectuais contemporâneos de Machado de Assis, no entanto, tentavam sublimar suas origens étnicas e o passado humilde para incorporá- lo de corpo e alma ao universo dos brancos.
O escritor Joaquim Nabuco, por exemplo, em uma carta de 1908 adverte o crítico José Veríssimo por ter se referido a Machado como ‘mulato’, em artigo de homenagem ao escritor recém-falecido. ‘Machado para mim era um branco, e creio que por tal se tomava; quando houvesse sangue estranho, isto em nada afetava a sua perfeita caracterização caucásica. Eu pelo menos só via nele o grego’.
Na literatura sobre relações raciais no Brasil existe um consenso de que a integração dos descendentes de africanos à sociedade deu-se pela via do “embranquecimento”, ou pelo que um sociólogo chama de ‘válvula de escape do mulato’, como no caso de Machado de Assis. O “embranquecimento” pode ser entendido como o processo pelo qual indivíduos negros, principalmente intelectuais, eram assimilados às elites nacionais brasileiras. Isso significava uma escalada da pobreza e subordinação baseada no preconceito de cor e na origem escrava em direção ao domínio de classe e cultura das elites predominantemente brancas. (...)”
Dentre as alternativas a seguir, assinale a afirmativa correta.