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Q3454161 Redação Oficial

Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com base no Manual de Redação da Presidência da República. 


Cada parágrafo de um expediente oficial deve ser numerado, ainda que o documento apresente um único parágrafo. 

Alternativas
Q3454160 Redação Oficial

Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com base no Manual de Redação da Presidência da República. 


A redação oficial deve atender sempre ao interesse pessoal dos cidadãos. 

Alternativas
Q3454153 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
Em “Dentre as atividades em curso destacam-se as ações” (segundo período do quarto parágrafo), o agente da ação de destacar não está determinado na oração.
Alternativas
Q3454149 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
No segmento “o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal” (segundo parágrafo), cada um dos três termos preposicionados é empregado sintaticamente para completar o sentido do substantivo imediatamente anterior. 
Alternativas
Q3454148 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
Mantém a correção gramatical e a coerência a troca da expressão “se refere às” (primeiro período do sexto parágrafo) por trata-se das. 
Alternativas
Q3451698 Conhecimentos Bancários
Nos últimos anos, a pauta da sustentabilidade tem ganhado grande relevância no mundo dos investimentos, levando ao crescimento dos chamados investimentos ESG (Environmental, Social and Governance). O conceito de ESG (Ambiental, Social e Governança) representa um conjunto de práticas adotadas por empresas para minimizar impactos ambientais, promover responsabilidade social e garantir uma gestão corporativa ética e transparente. Investidores estão cada vez mais priorizando ativos alinhados a esses princípios, pois empresas sustentáveis tendem a ser mais resilientes a riscos e mais atrativas a longo prazo. Dessa forma, fundos e produtos financeiros baseados em ESG avaliam não apenas o desempenho financeiro, mas também fatores como emissões de carbono, diversidade no quadro de funcionários e transparência na gestão. No entanto, apesar do crescimento desse mercado, desafios como o greenwashing (práticas enganosas de sustentabilidade) ainda são um obstáculo para investidores.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3451697 Conhecimentos Bancários
Nos últimos anos, as criptomoedas revolucionaram o setor financeiro, trazendo novos conceitos como descentralizaçãoblockchain e finanças digitais. Diferente das moedas tradicionais (como o real ou o dólar), as criptomoedas não são emitidas por bancos centrais, mas sim registradas em redes descentralizadas, baseadas em tecnologia blockchain, garantindo segurança, transparência e imutabilidade das transações. Além disso, a inovação financeira impulsionada por esses ativos trouxe novas oportunidades, como contratos inteligentes, tokens digitais e finanças descentralizadas (DeFi), permitindo que usuários realizem transações sem a necessidade de intermediários, como bancos e corretoras. Entretanto, devido à sua alta volatilidade, regulação incerta e riscos tecnológicos, as criptomoedas ainda são vistas com cautela por parte de governos e investidores tradicionais.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3451696 Conhecimentos Bancários
O mercado de ações é um dos principais ambientes para captação de recursos por empresas e para investidores que buscam rentabilidade a longo prazo. Ao comprar ações, um investidor se torna sócio da empresa e pode lucrar com a valorização dos papéis e com a distribuição de dividendos. Além das ações, existem diversos ativos de risco, como criptomoedas, fundos imobiliários e derivativos, que apresentam maior volatilidade e incerteza, mas também podem proporcionar retornos mais elevados. O desempenho desses ativos é influenciado por fatores como política monetária, crescimento econômico, resultados corporativos e eventos globais.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta: 
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Q3451695 Economia
A inflação e o crescimento econômico são dois fenômenos interligados que influenciam diretamente o bem-estar da população e a estabilidade dos mercados. A inflação ocorre quando há um aumento generalizado e sustentado dos preços dos bens e serviços em uma economia. Já o crescimento econômico é medido pelo aumento da produção de bens e serviços, geralmente representado pela variação do Produto Interno Bruto (PIB).
Os governos e bancos centrais utilizam diversas políticas para equilibrar esses fatores, pois inflação excessiva pode corroer o poder de compra da população, enquanto um crescimento econômico baixo pode levar ao desemprego e à recessão.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3451694 Conhecimentos Bancários
A política monetária é um dos principais instrumentos utilizados pelos Bancos Centrais para regular a economia de um país. Por meio do controle da oferta de moeda e das taxas de juros, busca-se equilibrar fatores como inflação, crescimento econômico e estabilidade financeira. No Brasil, essa função é desempenhada pelo Banco Central, que define a Taxa Selic como referência para os juros da economia. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta sobre a relação entre política monetária e taxas de juros: 
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Q3451693 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
From paragraph 8, one can conclude that
Alternativas
Q3451692 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
In the fragment of paragraph 7 “While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks.” (paragraph 7), the word “while” indicates: 
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Q3451691 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
In the excerpt of paragraph 3 “and harness machine learning and natural language processing to automate”, the term harness can be replaced, with no change in meaning, by
Alternativas
Q3451690 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
In the sentence of paragraph 1 “For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.”, the pronoun it refers to
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Q3451689 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
The main purpose of the text is to: 
Alternativas
Q3451688 Matemática Financeira
Uma dívida de R$ 20.000,00 é paga com juros de 2% ao mês, em 10 meses, pelo sistema de amortização constante (SAC). O valor pago da última parcela é:
Alternativas
Q3451687 Matemática Financeira
Para um capital de R$ 18.000,00, aplicado à taxa anual de 18%, chegar ao montante de R$ 19.096,20, é necessário que fique aplicado por um período de: (considere: 1,0152 = 1,030)
Alternativas
Q3451686 Matemática
Daniel recebe o salário líquido de R$ 5.800,00 pelos seus trabalhos. Sabendo-se que o desconto do imposto de renda, na fonte, é de 27,5%, o valor bruto do salário de Daniel é:
Alternativas
Q3451685 Matemática Financeira
As taxas de juros podem ser classificadas como: Nominal, Efetiva, Real, Proporcional e Equivalente. Em relação a essas taxas, analise as alternativas e marque a incorreta:
Alternativas
Q3451684 Matemática Financeira
Qual é, respectivamente, o juro simples e o juro composto gerados pelo capital de R$ 100.000,00, aplicado à taxa simples de 12 % a.a. e pelo prazo de 3 meses?
Alternativas
Respostas
1461: E
1462: E
1463: C
1464: E
1465: E
1466: C
1467: B
1468: C
1469: A
1470: C
1471: E
1472: C
1473: A
1474: C
1475: B
1476: B
1477: D
1478: A
1479: E
1480: C