Questões de Concurso Comentadas para qconcursos

Foram encontradas 3.229 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3454160 Redação Oficial

Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com base no Manual de Redação da Presidência da República. 


A redação oficial deve atender sempre ao interesse pessoal dos cidadãos. 

Alternativas
Q3454155 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, poderia ser incluída a palavra quaisquer imediatamente antes de “atividades” (primeiro período do sexto parágrafo).
Alternativas
Q3454153 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
Em “Dentre as atividades em curso destacam-se as ações” (segundo período do quarto parágrafo), o agente da ação de destacar não está determinado na oração.
Alternativas
Q3454149 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
No segmento “o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal” (segundo parágrafo), cada um dos três termos preposicionados é empregado sintaticamente para completar o sentido do substantivo imediatamente anterior. 
Alternativas
Q3454148 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
Mantém a correção gramatical e a coerência a troca da expressão “se refere às” (primeiro período do sexto parágrafo) por trata-se das. 
Alternativas
Q3451698 Conhecimentos Bancários
Nos últimos anos, a pauta da sustentabilidade tem ganhado grande relevância no mundo dos investimentos, levando ao crescimento dos chamados investimentos ESG (Environmental, Social and Governance). O conceito de ESG (Ambiental, Social e Governança) representa um conjunto de práticas adotadas por empresas para minimizar impactos ambientais, promover responsabilidade social e garantir uma gestão corporativa ética e transparente. Investidores estão cada vez mais priorizando ativos alinhados a esses princípios, pois empresas sustentáveis tendem a ser mais resilientes a riscos e mais atrativas a longo prazo. Dessa forma, fundos e produtos financeiros baseados em ESG avaliam não apenas o desempenho financeiro, mas também fatores como emissões de carbono, diversidade no quadro de funcionários e transparência na gestão. No entanto, apesar do crescimento desse mercado, desafios como o greenwashing (práticas enganosas de sustentabilidade) ainda são um obstáculo para investidores.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3451697 Conhecimentos Bancários
Nos últimos anos, as criptomoedas revolucionaram o setor financeiro, trazendo novos conceitos como descentralizaçãoblockchain e finanças digitais. Diferente das moedas tradicionais (como o real ou o dólar), as criptomoedas não são emitidas por bancos centrais, mas sim registradas em redes descentralizadas, baseadas em tecnologia blockchain, garantindo segurança, transparência e imutabilidade das transações. Além disso, a inovação financeira impulsionada por esses ativos trouxe novas oportunidades, como contratos inteligentes, tokens digitais e finanças descentralizadas (DeFi), permitindo que usuários realizem transações sem a necessidade de intermediários, como bancos e corretoras. Entretanto, devido à sua alta volatilidade, regulação incerta e riscos tecnológicos, as criptomoedas ainda são vistas com cautela por parte de governos e investidores tradicionais.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3451696 Conhecimentos Bancários
O mercado de ações é um dos principais ambientes para captação de recursos por empresas e para investidores que buscam rentabilidade a longo prazo. Ao comprar ações, um investidor se torna sócio da empresa e pode lucrar com a valorização dos papéis e com a distribuição de dividendos. Além das ações, existem diversos ativos de risco, como criptomoedas, fundos imobiliários e derivativos, que apresentam maior volatilidade e incerteza, mas também podem proporcionar retornos mais elevados. O desempenho desses ativos é influenciado por fatores como política monetária, crescimento econômico, resultados corporativos e eventos globais.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3451694 Conhecimentos Bancários
A política monetária é um dos principais instrumentos utilizados pelos Bancos Centrais para regular a economia de um país. Por meio do controle da oferta de moeda e das taxas de juros, busca-se equilibrar fatores como inflação, crescimento econômico e estabilidade financeira. No Brasil, essa função é desempenhada pelo Banco Central, que define a Taxa Selic como referência para os juros da economia. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta sobre a relação entre política monetária e taxas de juros: 
Alternativas
Q3451693 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
From paragraph 8, one can conclude that
Alternativas
Q3451692 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
In the fragment of paragraph 7 “While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks.” (paragraph 7), the word “while” indicates: 
Alternativas
Q3451691 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
In the excerpt of paragraph 3 “and harness machine learning and natural language processing to automate”, the term harness can be replaced, with no change in meaning, by
Alternativas
Q3451690 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
In the sentence of paragraph 1 “For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.”, the pronoun it refers to
Alternativas
Q3451689 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
The main purpose of the text is to: 
Alternativas
Q3451683 Direito Penal
A conduta denominada de "lavagem de dinheiro" ou "lavagem de capitais" é tipificada pela Ordem Jurídica Brasileira e encontra previsão detalhada na Lei nº 9.613/1998. Segundo previsão expressa deste Diploma Legal, são efeitos da condenação, além dos previstos no Código Penal: 
Alternativas
Q3451681 Direito Civil
Determinado cliente de instituição financeira intenta adquirir um imóvel financiado. O gerente de tal instituição financeira sugere a adoção do contrato de alienação fiduciária em garantia. O cliente fica em dúvida em relação à sugestão do gerente, pois detém a informação de que a alienação fiduciária em garantia não se aplica a bens imóveis. Sobre a alienação fiduciária, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3451680 Direito Financeiro
Investidores discutem o papel da CVM no SFN. Um deles alega que a CVM regula apenas ações de empresas estatais. Qual é a abrangência real da CVM no mercado financeiro?
Alternativas
Q3451678 Conhecimentos Bancários
Em uma audiência pública, discutiu-se se o CMN é o único órgão normativo do SFN, no que toca aos mercados de crédito, câmbio, monetário e valores mobiliários. Um especialista mencionou que outros entes também emitem normas setoriais. Quais órgãos, além do CMN, possuem competência normativa no âmbito dos mercados de crédito, câmbio, monetário e valores mobiliários?
Alternativas
Q3451677 Conhecimentos Bancários
A Lei Complementar nº. 179, de 2021, atribui ao Banco Central a missão prioritária de garantir a estabilidade econômica. Qual dessas funções é considerada a principal razão de existência do BCB, segundo tal diploma legal?
Alternativas
Q3451675 Conhecimentos Bancários
Um empresário busca um empréstimo perante uma instituição financeira e recebe a informação de que será necessário apresentar uma fiança conferida por outra instituição financeira (ou seja, a concessão do empréstimo resta condicionada à fiança bancária). Com base na legislação do SFN, como a fiança bancária é classificada e regulamentada?
Alternativas
Respostas
1321: E
1322: E
1323: C
1324: E
1325: E
1326: C
1327: B
1328: C
1329: C
1330: E
1331: C
1332: A
1333: C
1334: B
1335: C
1336: A
1337: E
1338: D
1339: B
1340: B