Questões de Concurso Comentadas para cetro

Questões Discursivas

Foram encontradas 5.025 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q694220 Direito Penal
Acerca do conceito de servidor público do Código Penal, analise as assertivas abaixo.
I. O crime é funcional próprio quando, faltando a qualidade de agente público, o fato passa a ser considerado um indiferente penal, ou seja, a prática por pessoa não considerada servidor público implica uma atipicidade absoluta.
II. O Código Penal traz aumento de pena de terça parte quando os autores dos crimes funcionais forem ocupantes de cargo em comissão, função de direção ou assessoramento de órgão da Administração Direta, sociedade de economia mista, empresa pública e fundação pública, mas não quando o agente for servidor de autarquia.
III. Para o Código Penal, os empregados públicos não podem ser considerados funcionários públicos para fins penais.

É correto o que se afirma em
Alternativas
Q694219 Direito Constitucional
Assinale a alternativa que, conforme a Constituição Federal e sua interpretação jurisprudencial, apresenta uma resposta em consonância com os direitos e garantias fundamentais.
Alternativas
Q694218 Direito Constitucional
Conforme as disposições constitucionais sobre o meio ambiente, analise as assertivas abaixo.
I. Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com a solução técnica exigida pelo órgão público competente na forma da lei.
II. As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores pessoas físicas a sanções penais e administrativas independentemente da obrigação de reparar os danos causados, mas não as pessoas jurídicas devido a sua natureza jurídica.
III. São patrimônio nacional, conforme a Constituição Federal, a Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-grossense e a Zona Costeira.
IV. São indisponíveis as terras devolutas ou arrecadadas pelos Estados, por ações discriminatórias, necessárias à proteção dos ecossistemas naturais.
É correto o que se afirma em
Alternativas
Q694217 Direito Constitucional
Assinale a alternativa que apresenta um direito constitucionalmente assegurado aos trabalhadores.
Alternativas
Q694216 Direito Constitucional
Acerca da fiscalização contábil, financeira e orçamentária, conforme previsto na Constituição Federal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q694215 Direito Constitucional
Sobre o direito à saúde previsto na Constituição Federal, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q694214 Direito Constitucional
Constituem monopólio da União, exceto
Alternativas
Q694213 Direito Administrativo
Correlacione a característica com a respectiva forma de invalidação dos atos administrativos e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q694211 Direito Sanitário
Leia o trecho abaixo, em relação à Lei nº 6.259, Artigo 8º, a respeito da notificação compulsória de doenças, e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas. É dever de todo cidadão comunicar à autoridade sanitária local a ocorrência de fato, comprovado ou presumível, de caso de doença _________, sendo obrigatória a médicos e outros profissionais de saúde no exercício da profissão, bem como aos responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos e particulares de __________ e ensino a notificação de casos suspeitos ou confirmados das doenças relacionadas em conformidade com o artigo 7º.
Alternativas
Q694209 Direito Sanitário
De acordo com a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, assinale a alternativa que não apresenta uma responsabilidade estadual na educação na saúde.
Alternativas
Q694208 Direito Sanitário
São objetivos específicos da Política Nacional de Promoção à Saúde, exceto:
Alternativas
Q694207 Direito Sanitário
Em relação ao Pacto pela Saúde, analise as assertivas abaixo.
I. A elaboração e implantação da Política Nacional de Promoção da Saúde deve enfatizar a adoção de hábitos saudáveis por parte da população.
II. Mostrar a saúde como direito de cidadania e o SUS como sistema público universal garantidor desse direito é uma das prioridades do Pacto em Defesa do SUS.
III. O Pacto de Gestão do SUS tem como objetivo centralizar as atribuições do Ministério da Saúde, excluindo de responsabilidade os Estados e os municípios, bem como a burocratização dos processos normativos.
É correto o que se afirma em
Alternativas
Q694190 Português

Leia a oração abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.


Agora __ pouco, eu __ vi __ esquerda daquela esquina.

Alternativas
Q694188 Português

Leia a oração abaixo.


Depois de muito sofrimento, ele finalmente descansou.


Assinale a alternativa que apresenta a mesma figura de linguagem da oração acima.

Alternativas
Q694187 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à ocorrência ou não do acento indicativo da crase, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q694186 Português

Leia a oração abaixo.


Tenho confiança em você.


Assinale a alternativa cujo termo destacado não exerce a mesma função sintática que “em você”.

Alternativas
Q694185 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação às concordâncias verbal e nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q694183 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa cuja palavra destacada está correta em relação ao contexto e ao sinônimo dentro dos parênteses.
Alternativas
Q694181 Português

    Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Você reconhece quem teve uma festa de criança em casa no dia anterior. Alguma coisa no rosto. A expressão de quem chegou à terrível conclusão de que Herodes talvez tivesse razão.

    – Que respiração ofegante o senhor tem!

    – Foi de tanto encher balão.

     – Que dificuldade o senhor tem para caminhar!

    – Foi de tanto levar canelada tentando apartar briga.

    – Como suas mãos estão trêmulas!

    – Foi de tanto me controlar para não esgoelar ninguém!

    Respeito e consideração para quem teve uma festa de criança em casa no dia anterior.

    O pai e a mãe estão atirados num sofá, um para cada lado. Semiconscientes. Já é noite, mas a festa ainda não acabou. Sobram três crianças que não param de correr pela casa.

    – Tenho uma ideia – diz o pai.

    – Qual é?

    – Vamos mandar eles brincarem no meio da rua. Esta hora tem bastante movimento.

    – Não seja malvado. Daqui a pouco eles vão embora.

    – Quando? Essas três foram as primeiras a chegar. Acho que os pais deixaram elas aqui e fugiram para o exterior. 

    Uma menina cruza a sala na corrida. Quando chegou, tinha o vestido mais engomado da festa. Depois de três banhos de guaraná e uma batalha de brigadeiro, parece uma veterana das trincheiras.

    – Essa aí é a pior – diz o pai, num sussurro dramático.

    – Essa baixinha! É um terror!

    – Coitadinha. É a Cândida.

    – Cândida?! É uma terrorista!

    – Sshhh. – De onde é que saiu essa figura?

    – É uma colega do Paulinho.

    – E aquele ranhento que não para de comer?

    – É o Chico. Também é colega.

    – Será que não alimentam ele em casa? E o outro, o que está pulando de cima da mesa?

    – É o Paulinho! Você não reconhece o seu próprio filho?

    – Ele está coberto de chocolate.

    – É que ele teve uma luta de brigadeiros com a Cândida...

    – E perdeu, claro. A Cândida é imbatível. Guerra de brigadeiros, jiu-jítsu, vôlei com balão, hipismo com cachorro. Ela foi a única que conseguiu montar no Atlas.

    – Por falar nisso, onde é que anda o Atlas?

     – Fugiu de casa, lógico. Era o que eu devia ter feito.

    – Ora, é só uma vez por ano...

    – Você precisava me lembrar? Pensar que daqui a um ano tem outra...

    – Você não pode falar. Você também gosta de fazer festa no seu aniversário.

    – Mas nós somos finos. Nenhuma festa teve guerra de chocolate. Nos embebedamos como pessoas civilizadas.

    – Ah é? E o anão com o trombone?

    – Essa história você inventou. Não havia nenhum anão com um trombone.

    – Ah, não? A Araci é que sabe dessa história. Só que ela foi embora no mesmo dia. O Chico se aproxima.

    – Tem mais cachorro, quente?

    – Não, meu filho. Acabou.

    – Brigadeiro?

    – Também acabou, Chico. 

    – Dá uma lambida na cabeça do Paulinho

    – sugere o pai, sob um olhar de reprimenda da mãe.

    – Puxa, não tem mais nada?

    – diz Chico. E se afasta, desconsolado.

    – E ainda reclama, o filho da mãe!

    – Shhh.

    – Bom, você eu não sei, mas eu...

    – Você o quê?

    – Vou tomar meu banho, se é que ainda tenho forças para ligar um chuveiro, e ver televisão na cama.

    – E quando chegarem os pais?

    – Que pais?

    – Os pais da Cândida e dos outros, ora.

    – O que é que eu tenho com eles?

    – Quando eles chegarem, você tem que receber.

    – Ah, não.

    – Ah, sim!

    – Mais essa? 

    Batem na porta. O pai vai abrir, esbravejando sem palavras. É um casal que se identifica como os pais da Cândida.

    – Entrem, entrem.

    – Nós só viemos buscar a...

    – Não, entrem. A Cândida não vai querer sair agora. Ela é um encanto. Meu bem, os pais da Cândida. Sentem, sentem.

    O pai esfrega as mãos, subitamente reanimado.

    – Quem sabe uma cervejinha? Querida, vá buscar.

    Como Araci se foi, a própria mãe – que se ocupou com a festa desde de manhã cedo, que mal se aguenta em pé, que podia matar o marido – vai buscar a cerveja. Pisando nos embrulhos de doces, nos copos de papelão e nos balões estourados que cobrem o chão e que ela mesma terá que limpar no dia seguinte. Respeito e comiseração para as mães que tiveram festa de criança em casa, no dia seguinte.

    Enquanto isso o pai acaba de abrir a porta para os pais do Chico e os manda entrar, entusiasmado com a ideia de começar sua própria festa.

    – Querida, mais cerveja!

Luis Fernando Veríssimo. In: comédias da vida privada – 101 crônicas escolhidas. P. 223-225. 

Leia o trecho abaixo, retirado do texto e, em seguida, assinale a alternativa que não apresenta alteração de sentido ou prejuízo semântico.


“Já é noite, mas a festa ainda não acabou.”

Alternativas
Q694179 Português

    Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Você reconhece quem teve uma festa de criança em casa no dia anterior. Alguma coisa no rosto. A expressão de quem chegou à terrível conclusão de que Herodes talvez tivesse razão.

    – Que respiração ofegante o senhor tem!

    – Foi de tanto encher balão.

     – Que dificuldade o senhor tem para caminhar!

    – Foi de tanto levar canelada tentando apartar briga.

    – Como suas mãos estão trêmulas!

    – Foi de tanto me controlar para não esgoelar ninguém!

    Respeito e consideração para quem teve uma festa de criança em casa no dia anterior.

    O pai e a mãe estão atirados num sofá, um para cada lado. Semiconscientes. Já é noite, mas a festa ainda não acabou. Sobram três crianças que não param de correr pela casa.

    – Tenho uma ideia – diz o pai.

    – Qual é?

    – Vamos mandar eles brincarem no meio da rua. Esta hora tem bastante movimento.

    – Não seja malvado. Daqui a pouco eles vão embora.

    – Quando? Essas três foram as primeiras a chegar. Acho que os pais deixaram elas aqui e fugiram para o exterior. 

    Uma menina cruza a sala na corrida. Quando chegou, tinha o vestido mais engomado da festa. Depois de três banhos de guaraná e uma batalha de brigadeiro, parece uma veterana das trincheiras.

    – Essa aí é a pior – diz o pai, num sussurro dramático.

    – Essa baixinha! É um terror!

    – Coitadinha. É a Cândida.

    – Cândida?! É uma terrorista!

    – Sshhh. – De onde é que saiu essa figura?

    – É uma colega do Paulinho.

    – E aquele ranhento que não para de comer?

    – É o Chico. Também é colega.

    – Será que não alimentam ele em casa? E o outro, o que está pulando de cima da mesa?

    – É o Paulinho! Você não reconhece o seu próprio filho?

    – Ele está coberto de chocolate.

    – É que ele teve uma luta de brigadeiros com a Cândida...

    – E perdeu, claro. A Cândida é imbatível. Guerra de brigadeiros, jiu-jítsu, vôlei com balão, hipismo com cachorro. Ela foi a única que conseguiu montar no Atlas.

    – Por falar nisso, onde é que anda o Atlas?

     – Fugiu de casa, lógico. Era o que eu devia ter feito.

    – Ora, é só uma vez por ano...

    – Você precisava me lembrar? Pensar que daqui a um ano tem outra...

    – Você não pode falar. Você também gosta de fazer festa no seu aniversário.

    – Mas nós somos finos. Nenhuma festa teve guerra de chocolate. Nos embebedamos como pessoas civilizadas.

    – Ah é? E o anão com o trombone?

    – Essa história você inventou. Não havia nenhum anão com um trombone.

    – Ah, não? A Araci é que sabe dessa história. Só que ela foi embora no mesmo dia. O Chico se aproxima.

    – Tem mais cachorro, quente?

    – Não, meu filho. Acabou.

    – Brigadeiro?

    – Também acabou, Chico. 

    – Dá uma lambida na cabeça do Paulinho

    – sugere o pai, sob um olhar de reprimenda da mãe.

    – Puxa, não tem mais nada?

    – diz Chico. E se afasta, desconsolado.

    – E ainda reclama, o filho da mãe!

    – Shhh.

    – Bom, você eu não sei, mas eu...

    – Você o quê?

    – Vou tomar meu banho, se é que ainda tenho forças para ligar um chuveiro, e ver televisão na cama.

    – E quando chegarem os pais?

    – Que pais?

    – Os pais da Cândida e dos outros, ora.

    – O que é que eu tenho com eles?

    – Quando eles chegarem, você tem que receber.

    – Ah, não.

    – Ah, sim!

    – Mais essa? 

    Batem na porta. O pai vai abrir, esbravejando sem palavras. É um casal que se identifica como os pais da Cândida.

    – Entrem, entrem.

    – Nós só viemos buscar a...

    – Não, entrem. A Cândida não vai querer sair agora. Ela é um encanto. Meu bem, os pais da Cândida. Sentem, sentem.

    O pai esfrega as mãos, subitamente reanimado.

    – Quem sabe uma cervejinha? Querida, vá buscar.

    Como Araci se foi, a própria mãe – que se ocupou com a festa desde de manhã cedo, que mal se aguenta em pé, que podia matar o marido – vai buscar a cerveja. Pisando nos embrulhos de doces, nos copos de papelão e nos balões estourados que cobrem o chão e que ela mesma terá que limpar no dia seguinte. Respeito e comiseração para as mães que tiveram festa de criança em casa, no dia seguinte.

    Enquanto isso o pai acaba de abrir a porta para os pais do Chico e os manda entrar, entusiasmado com a ideia de começar sua própria festa.

    – Querida, mais cerveja!

Luis Fernando Veríssimo. In: comédias da vida privada – 101 crônicas escolhidas. P. 223-225. 

Leia o trecho abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra destacada.


“(...) sob um olhar de reprimenda da mãe.”

Alternativas
Respostas
4401: B
4402: E
4403: B
4404: D
4405: A
4406: E
4407: E
4408: D
4409: A
4410: A
4411: D
4412: C
4413: A
4414: D
4415: E
4416: D
4417: E
4418: C
4419: E
4420: E