Foram encontradas 3.598 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Fassman, Paula & Suzanne Tavares. Gallery 1. Oxford University Press: England, 2006. Adaptado.
De acordo com o boletim escolar, durante o semestre, no quesito comportamento, o aluno Charles foi, muitas vezes, considerado
Dan Phillips likes to help people. He builds houses for artists and other low-income people in Huntsville, Texas, in the United States. One house, the “tree house”, is in a large tree in the forest. It has windows on the floor! It also has a small kitchen. The bed is on the upstairs floor. There is a woodburning stove from an old ship in the living room. Phillips teaches people how to build houses with recycled materials.
Richards, Jack C. Interchange Intro. Cambridge University Press: UK, 2012. Adaptado.
De acordo com o texto, a casa construída por Dan Phillips tem
Foley, Mark & Hall, Diane. New Total English. Pearson: London, 2011. Adaptado.
As perguntas correspondentes às frases “Carmen Lopes is thirty-two years old.” e “Brian Winter makes furniture in wood and metal.” são, respectivamente,
Soars, Liz; Soars, John. Headway - Beginner. Oxford University Press: England, 2019. Adaptado.
Na mensagem de Louise para Dom, ela aborda vários aspectos da viagem de férias em Dubai, entre os quais se incluem
Jessica: Where in England are you from?
Charles: We´re from here, from Oxford.
Jim: Oxford´s a beautiful city!
Rachel: Yes, it is. Are you on holiday?
Jim: No, we aren´t, we´re on business. But today´s a free day.
Jessica: Yes, we´re tourists today! Ooh. What´s that?
Jim: Oh… Are they your dogs?
Charles: Yeah, they are. Sit. Sit!
Jessica: They´re very nice. But I´m not very good with dogs.
Jim: Look! A free table. Over there.
Jessica: Nice to meet you. Have a nice day.
Charles: Thanks. Nice to meet you, too.
Rachel: Bye. Good dogs, good dogs.
Oxenden, Clive et all. English File Beginners. Oxford University Press: England, 2018. Adaptado.
Depreende-se do diálogo que


TEXTO PARA A QUESTÃO
Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades.
Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos.
Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural.
A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.
Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado.
São vários os significados da palavra crônica. Todos, porém, implicam a noção de tempo, presente no próprio termo, que procede do grego chronos. Um leitor atual pode não se dar conta desse vínculo de origem que faz dela uma forma do tempo e da memória, um meio de representação temporal dos eventos passados, um registro da vida escoada. Mas a crônica sempre tece a continuidade do gesto humano na tela do tempo.
Lembrar e escrever: trata-se de um relato em permanente relação com o tempo, de onde tira, como memória escrita, sua matéria principal, o que fica do vivido – uma definição que se poderia aplicar igualmente ao discurso da história, a que um dia ela deu lugar. Assim, a princípio ela foi crônica histórica, como a medieval: uma narração de fatos históricos segundo uma ordem cronológica, conforme dizem os dicionários, e por essa via se tornou uma precursora da historiografia moderna. Enquanto gênero, a crônica supõe uma sociedade para a qual importa experiência progressiva do tempo, um passado que se possa concatenar significativamente, a história, enfim, e não apenas um tempo cíclico e repetitivo, implicado noutra forma de narrativa – o mito. Presa ao calendário dos feitos humanos e não às façanhas dos deuses, a crônica pode constituir o testemunho de uma vida, o documento de toda uma época ou um meio de se inscrever a história no texto.
https://cronicabrasileira.org.br/artes-da-cronica/15103/fragmentos-sobrea-cronica. Fragmentos sobre a crônica Davi Arrigucci. Acesso em 03/03/2024. Adaptado.
Considere o trecho retirado do texto:
“Enquanto gênero, a crônica supõe uma sociedade para a qual importa experiência progressiva do tempo, um passado que se possa concatenar significativamente, a história, enfim, e não apenas um tempo cíclico e repetitivo, implicado noutra forma de narrativa – o mito. ” (3º parágrafo).
Mantendo-se, em linhas gerais, o sentido original, o trecho selecionado está reescrito de forma resumida em:
I. Tipos de departamentalização
1. por função
2. por clientes
3. por processos
4. geográfica
5. por projetos
II. Definição
( ) divisão em que colaboradores são responsáveis por uma etapa específica da produção.
( ) divisão por especialização profissional, como financeiro, marketing, jurídico, operações.
( ) divisão em que cada equipe de trabalho é responsável por determinada área de atuação.
( ) divisão que leva em consideração o tipo dos destinatários da atividade.
( ) divisão em que profissionais de diferentes áreas e expertises são reunidos para cuidarem de iniciativas específicas.
Assinale a alternativa que indica a ordem correta das definições constantes da coluna II:
A afirmação apresentada está
Considere o conceito de Kotler e analise as afirmações a seguir:
I. O marketing é um processo gerencial que visa identificar e satisfazer as necessidades das pessoas através da troca de produtos ou serviços.
II. O marketing é um conceito baseado e focado nos relacionamentos e trocas humanas, e não no desenvolvimento de negócios.
III. Os mercados se preocupam somente com as trocas humanas, enquanto o marketing é uma atividade que estuda somente os desejos humanos.
Estão corretas as afirmações contidas em