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A avaliação e o monitoramento de ações culturais são fundamentais para acompanhar o desempenho dos mesmos. Etapa relevante de um planejamento estratégico, é, muitas vezes, não formulada. Para Cunha (2018, p. 167), “quando falamos de monitoramento e de avaliação de programas e projetos, precisamos estabelecer indicadores de várias naturezas que sejam capazes de abarcar a diversidade de nossas atividades e de traduzir a realidade das instituições culturais. O primeiro passo é sabermos o que queremos e quais ferramentas teremos para analisar os processos cotidianos (como questões financeiras, de tempo, de uso de recursos, de desenvolvimento das atividades e de público); e, em seguida, medir o alcance de nossas metas e resultados. [...] Assim, o registro de informações é fundamental para que possamos ter dados comparativos que demonstrem a evolução de determinados processos desejados”.
CUNHA, Maria Helena. Planejamento estratégico de projetos e programas culturais. São Paulo: Ed.
SENAC, 2018, p. 167. [Fragmento]
São exemplos de indicadores de ações culturais:
A acessibilidade é um dos quesitos fundamentais para garantir democratização e inclusão de acesso a eventos culturais. Sobre o tema, Cunha (2018) ressalta que “esse é um ponto fundamental a ser discutido durante a elaboração de projetos. Não se trata apenas de demonstrar a sua capacidade de permitir acesso às pessoas com necessidades especiais (sejam elas motoras, auditivas, visuais, intelectuais e/ou mentais) para cumprir uma exigência da legislação, mas, sim, de garantir e facilitar o acesso de mais pessoas ao produto cultural disponível como direito. Mais do que desempenhar um papel social, é vislumbrá-lo como um perfil de público específico de cultura que precisa de determinadas medidas para ter o seu acesso garantido”.
CUNHA, Maria Helena. Planejamento estratégico de projetos e programas culturais. São Paulo: Ed. SENAC, 2018, p. 145. [Fragmento]
Sobre a acessibilidade cultural, é correto afirmar que
Teixeira Coelho (2001), ao desenvolver a ideia de ação cultural, a define como um conjunto de atividades destinadas a viabilizar acesso a bens culturais. Segundo esse autor: “no tipo de organização social que temos, a dinâmica cultural pode ser entendida e descrita nos termos do modelo de todo sistema de produção do qual o sistema de produção cultural é variante. Esse sistema apresenta quatro clássicas fases: 1. a produção propriamente dita do bem cultural; 2. Sua distribuição aos pontos onde pode vir a entrar em contato com seu eventual destinatário; 3. a troca do bem (em nosso regime sua troca por dinheiro) [...]; 4. a fase última, a do seu consumo ou uso efetivo desse bem. São esses os setores em que pode intervir a ação cultural – que se transformará numa política de ação cultural quando dizer respeito a todos eles coordenadamente e de modo a totalizá-los numa entidade”.
COELHO, Teixeira. O que é ação cultural? São Paulo: Brasiliense, 2001, p. 74. [Fragmento]
Com base nessa visão integrada de ação cultural apresentada pelo autor, é correto afirmar que
Ao desenvolver a escrita de um projeto cultural, o produtor deve saber justificar a importância desse projeto. Segundo Daniele Sampaio (2021, p.57), “A ‘Justificativa’ é o espaço onde efetivamente se poderá responder por que o projeto é relevante: para si, para os públicos, para o financiador – para ficar no tripé mais evidente. Faça uma lista de razões. Depois, procure responder quais são as suas motivações artísticas, sociais, ambientais e/ou comerciais. Qual a importância na trajetória artística do proponente? Em que contexto sociocultural pretende-se realizar o projeto? De que maneira o projeto pode contribuir para este contexto? A proposta estabelece diálogo com os desafios contemporâneos?”
SAMPAIO, Daniele. Elaboração de projetos para o desenvolvimento de agentes e agendas. Belo Horizonte: Ed. Javali, 2021, p. 57. [Fragmento]
Levando-se em consideração as orientações apresentadas pela autora nesse texto, é correto afirmar que
I. encontra-se na forma indissociada em solos ácidos.
II. é o primeiro elemento mais abundante na crosta terrestre.
III. apresenta alto potencial de liberação em solos arenosos.
IV. é absorvido de forma rápida nas monocotiledôneas.
Estão corretas, as afirmativas
I. Não influencia a salinização do solo.
II. É recomendada para locais frios, quando transparente.
III. Tende a aumentar a amplitude térmica.
IV. Controla melhor plantas daninhas quando preto.
Estão corretas, as afirmativas
( ) Os coloides inorgânicos do solo são formados, principalmente, por argilominerais, óxidos de ferro e alumínio, enquanto os coloides orgânicos derivam da matéria orgânica e do húmus.
( ) A capacidade de troca catiônica (CTC) ocorre devido ao excesso de cargas positivas nos coloides, atraindo íons negativos como sulfato (SO₄²⁻) e nitrato (NO₃⁻).
( ) A maioria dos solos apresenta predominância de cargas negativas nos coloides, o que justifica a maior importância da CTC em comparação à CTA (capacidade de troca aniônica).
( ) O húmus, formado a partir da decomposição da matéria orgânica, é composto apenas por substâncias húmicas, sem características coloidais.
A sequência correta é:
( ) Os fungos entomopatogênicos como Metarhizium anisopliae são usados para o controle de pragas em diferentes culturas no Brasil.
( ) Os biofertilizantes possuem ação fertiprotetora em plantas cultivadas, porém sem ação inseticida e/ou de repelência.
( ) Extrato de Nim (Azadirachta indica) possui ação inseticida sobre um número limitado de insetos pragas.
( ) Bactérias como Bacillus thuringiensis são usadas para o controle de lagartas desfolhadoras.
Assinale a alternativa com a sequência correta.