Questões de Concurso
Para funcab
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I. Um site deve ter todo seu conteúdo acessível em, em média, 2 cliques.
II. Se um link ainda não está pronto, recomenda-se inserir frases como “em construção”.
III. Menus devem ser de fácil visualização e simples de navegar.
IV. Cadastros devem ser os mais completos possíveis.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Achei engraçadinhas as histórias antagônicas desses dois sinais gráficos. Um, o trema, está desaparecendo; aliás, oficialmente já desapareceu. O outro, a arroba, está no auge de sua popularidade. Do primeiro recebi, enviado por um amigo, uma sentida despedida. “Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças, por mais de 450 anos. Fui expulso pra sempre do dicionário.” Suas queixas não poupam o cedilha, que teria sido a favor de sua expulsão – “aquele Ç ... que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra”. E um conformado desabafo: “A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, “kkk” pra cá, “www” pra lá.” O estranho é não haver referência à arroba, muito mais em voga do que as letras citadas. Calcula- se que a @ – esse a com uma perna esticada fazendo quase um círculo – anda hoje em três bilhões de endereços eletrônicos, o que ainda é pouco, considerando que não é possível passar um e-mail sem ela. Antes, apenas como medida, ainda tinha uma utilidade, pelo menos para os comerciantes e estivadores dos armazéns do cais do porto, já que servia para indicar a unidade de peso equivalente a 15 quilos. É curiosa e vertiginosa a carreira de sucesso da @, que nem existia nas primeiras máquinas de escrever. Conta-se que foi em 1971, graças ao engenheiro americano Ray Tomlinson, que ela começou a ganhar destaque, e por acaso. Encarregado do projeto que seria o precursor da internet, Ray precisava de um símbolo que ligasse o usuário do correio eletrônico ao domínio. Aí, olhando para um teclado, caiu de amores pela @, depois que seu coração balançou entre o ponto de exclamação e a vírgula. A partir dos anos 90, com a massificação da internet, a arroba passou a ser provavelmente o símbolo gráfico mais popular do universo. Os e-mails podem viver sem tremas, sem pontos de exclamação, de interrogação, til, cedilha, reticências, mas nunca sem aquele sinalzinho que aparece em cima do 2 e precisa ser acionado apertando-se a tecla Shift. E mais: além de popularidade, ganhou prestígio. Em 2010, o Museu de Arte Moderna de Nova York adquiriu o símbolo @ para a sua coleção de designer. “Uma aquisição que nos deixa orgulhosos”, anunciou o MOMA em seu site. Agora mesmo é que a @ está se achando. (VENTURA, Zuenir, O Globo, 06/04/2013)
Apenas uma das frases abaixo está correta quanto à concordância verbal. Assinale-a.
As tentativas estatais para conter a obesidade são inspiradas no sucesso das medidas para desestimular o hábito de fumar. No Brasil, duas décadas depois da primeira lei que proíbe o cigarro em lugares fechados, a porcentagem da população que fuma caiu de 35%, em 1989, para 17% em 2010. Outras medidas, como a restrição à propaganda de tabaco, o aumento dos impostos e a proibição de aditivos no fumo, também ajudaram. Nos Estados Unidos, desde que o governo dobrou os impostos sobre os maços, em 2009, mais de 3 milhões de americanos abandonaram o hábito. Já a eficiência das fotos de doenças relacionadas ao fumo, estampadas pela primeira vez em maços de cigarros no Canada, em 2001, é mais questionável. Apesar de a ideia ter sido copiada por 62 países, inclusive o Brasil, estudos mostram que as imagens servem no máximo para tornar a população mais consciente dos problemas de saúde que o cigarro pode acarretar, mas pouco ou nenhum impacto tiveram na redução do número de fumantes.
A mais recente inovação da campanha contra o fumo foi feita na Austrália. O país instituiu a primeira lei que cria os “maços genéricos”. Desde o início deste mês, as embalagens passaram a ser da mesma cor, todas verdes, e os nomes aparecem na mesma letra padronizada. O objetivo é minimizar o apelo da marca, das cores e do design sobre os consumidores. A medida foi contestada pelos fabricantes com o argumento de que a simplicidade nos rótulos pode encorajar o mercado negro. Outro problema das embalagens sem atrativos visuais é que elas fecham a porta de entrada para novas marcas e, portanto, desestimulam a concorrência. “Com isso, as grandes marcas serão beneficiadas”, diz Darryl Jayson, vice-presidente da Associação dos Comerciantes de Tabaco, nos Estados Unidos. A Inglaterra, a Nova Zelândia e alguns países da União Europeia estudam implementar leis semelhantes.
(FISCH, Tamara. A marca sumiu dos maços. Revista Veja. Ed. Abril, ed. 2299, n. 50, p.112, 12 dez. 2012.)
A conjunção destacada em: “... fecham a porta de entrada para novas marcas e, PORTANTO, desestimulam a concorrência.” exprime ideia de: