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Q3843632 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
O prefeito de Itumbiara, visando à melhoria da infraestrutura urbana, decide realizar os seguintes atos, sem prévia autorização da Câmara Municipal, acreditando serem de sua competência privativa. Como Procurador da Câmara Municipal de Itumbiara, assinale, a seguir, o único ato que prescinde de prévia aprovação ou autorização do Legislativo.
Alternativas
Q3843631 Português
O Direito aos direitos humanos


    Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente. Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos. Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo, essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.

    Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:

    “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”

    Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.

    Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.

    Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios, especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.

    A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante para tantos jovens. 

    Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu redor em um lugar mais justo e humano.


(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
“Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para disseminar o conhecimento [...]” (1º§). Sobre a oração “que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para disseminar o conhecimento”, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3843630 Português
O Direito aos direitos humanos


    Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente. Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos. Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo, essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.

    Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:

    “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”

    Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.

    Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.

    Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios, especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.

    A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante para tantos jovens. 

    Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu redor em um lugar mais justo e humano.


(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
“A disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a compreenderem seus direitos, [...]” (6º§). Quanto à regência do verbo “ajudar”, assinale a afirmativa correta.
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Q3843629 Português
O Direito aos direitos humanos


    Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente. Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos. Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo, essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.

    Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:

    “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”

    Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.

    Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.

    Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios, especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.

    A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante para tantos jovens. 

    Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu redor em um lugar mais justo e humano.


(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
No trecho “Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo [...]” (8º§), a expressão “não apenas… mas também” tem a seguinte função:
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Q3843628 Português
O Direito aos direitos humanos


    Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente. Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos. Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo, essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.

    Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:

    “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”

    Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.

    Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.

    Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios, especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.

    A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante para tantos jovens. 

    Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu redor em um lugar mais justo e humano.


(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
No trecho “Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos seres humanos que são inalienáveis [...]” (5º§), o termo “inalienáveis” deve ser interpretado como:
Alternativas
Q3843627 Português
O Direito aos direitos humanos


    Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente. Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos. Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo, essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.

    Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:

    “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”

    Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.

    Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.

    Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios, especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.

    A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante para tantos jovens. 

    Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu redor em um lugar mais justo e humano.


(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
Considerando o texto “O Direito aos direitos humanos”, é correto afirmar que a ideia central nele apresentada consiste em:
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Q3817023 Fonoaudiologia

A deglutição é uma função complexa que se caracteriza por uma sucessão de fenômenos coordenados e inter-relacionados, com o objetivo da transferência de forma segura do bolo alimentar da cavidade oral ao estômago. Considerando as fases da deglutição, assinale a afirmativa correta.

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Q3817022 Fonoaudiologia

Paciente, sexo feminino, 29 anos, professora, diante do quadro de disfonia persistente, procurou ajuda profissional. Refere não ser etilista e tabagista. Foi avaliada pelo otorrinolaringologista que, durante laringoscopia, foram observados nódulos bilaterais e fenda glótica dupla. A avaliação fonoaudiológica evidenciou qualidade vocal rouco-soprosa, ataque vocal brusco, perda da potência da voz com o uso e incoordenação pneumofonoarticulatória. Considerando o caso, melhor representa o tipo de disfonia apresentado: 

Alternativas
Q3817021 Fonoaudiologia

A Triagem Auditiva Neonatal (TAN) faz parte de um conjunto de ações que devem ser realizadas para a atenção integral à saúde auditiva na infância: triagem, monitoramento e acompanhamento do desenvolvimento da audição e da linguagem, diagnóstico e (re)habilitação. Considerando que a avaliação das emissões otoacústicas evocadas é um método simples, fácil, rápido e eficaz, sendo a principal ferramenta nos protocolos de triagem auditiva em bebês sem indicadores de risco, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q3817020 Fonoaudiologia

A avaliação vocal tem o objetivo de descrever o perfil vocal de um indivíduo e verificar a influência do comportamento vocal na gênese da disfonia, contribuindo para o diagnóstico diferencial e o estabelecimento de condutas terapêuticas. Considerando alguns aspectos importantes para melhor compreensão da função vocal no processo de avaliação, analise as afirmativas a seguir.



I. A qualidade vocal pode ser definida como o conjunto de características que identificam uma voz.


II. O sistema de ressonância é o conjunto de elementos do aparelho fonador que guardam íntima relação entre si, sem influência na moldagem e projeção do som no espaço.


III. O ataque vocal é a maneira como se inicia o som e está relacionado com a configuração glótica no momento da emissão; pode ser isocrônico, brusco ou soproso.


IV. A coordenação pneumofonoarticulatória é o resultado da interrelação harmônica das forças expiratórias, mioelásticas de laringe e musculares da articulação.



Está correto o que se afirma apenas em

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Q3817019 Fonoaudiologia

A imitanciometria é um dos exames que compõe a bateria audiológica básica, importante para o diagnóstico diferencial na avaliação auditiva infantil, pois avalia as condições anatomofisiopatológicas da orelha média. Os dois principais testes da imitanciometria são a timpanometria e a testagem dos reflexos acústicos. Sendo assim, considere uma criança, 8 anos de idade, encaminhada pelo médico otorrinolaringologista com suspeita de otite média. Os achados imitanciométricos mais prováveis para esse caso são:

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Q3817018 Fonoaudiologia

O desenvolvimento da linguagem na criança é resultado de modificações quantitativas e qualitativas na compreensão e produção verbal. Diversas teorias buscam explicar como funciona a aquisição da linguagem, considerando as influências que circundam esse complexo processo. Considerando as teorias de aquisição da linguagem, assinale a afirmativa INCORRETA.

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Q3817017 Fonoaudiologia

Paciente, sexo masculino, 30 anos, motorista de ônibus, iniciou quadro de fraqueza associada à dificuldade de deambular e falta de equilíbrio há, aproximadamente, seis anos. Possui história familiar positiva, com pai, tio e irmão com sintomas semelhantes. Acompanhado pelo serviço de genética, foi diagnosticado com Doença de Machado-Joseph – doença autossômica dominante neurodegenerativa de início tardio, que envolve predominantemente os sistemas cerebelar, piramidal, extrapiramidal, dos neurônios motor e oculomotor. Foi avaliado pelo fonoaudodiólogo, que observou falta de contração coordenada dos músculos para articulação da fala, excesso de altura assistemática, tremor vocal, consoantes imprecisas, distorção nas vogais, fonemas e intervalos prolongados, velocidade de fala lenta, limitações na prosódia, interrupção articulatória irregular e acentuação excessiva sem diferenciação da sílaba tônica ou do elemento frasal mais importante. Considerando a avaliação, a mais provável hipótese diagnóstica fonoaudiológica é uma disartria do tipo:

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Q3817016 Fonoaudiologia

Paciente, sexo masculino, 70 anos, professor universitário aposentado, apresentou quadro de AVC, evoluindo com sequelas como hemiparesia à direita e dificuldade de comunicação. A avaliação fonoaudiológica evidenciou ausência de fluência verbal, compreensão preservada, repetição e nomeação comprometidas, presença de agramatismos e dificuldade para a produção de frases. Considerando o caso, a mais provável hipótese diagnóstica fonoaudiológica se trata da afasia: 

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Q3817015 Fonoaudiologia
Paciente, sexo feminino, 20 anos, apresentou quadro de abolição das rugas frontais à direita, rebaixamento da ponta de sobrancelha, desvio e depressão da comissura labial, abolição do sulco nasolabial e ausência de fechamento ocular à direita. Além disso, seguiu com dificuldade na produção de fonemas bilabiais, bem como com queixa de escape anterior de líquidos e alimentos e de acúmulo de alimento em região de vestíbulo oral à direita. Na avaliação foi evidenciado comprometimento importante da mímica facial em hemiface direita. Considerando o quadro apresentado, corresponde ao nervo craniano comprometido:
Alternativas
Q3817014 Fonoaudiologia
A disfagia é caracterizada por alterações no processo de alimentação, desde a captação até a recepção do alimento, líquido ou saliva no estômago, podendo comprometer a saúde pulmonar, o estado nutricional e de hidratação do indivíduo. Diante do exposto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3816903 Fisioterapia
A aplicação da ergonomia individualizada em ambientes ocupacionais tem se mostrado uma abordagem eficaz para a prevenção de distúrbios musculoesqueléticos, especialmente entre trabalhadores submetidos a tarefas repetitivas ou fisicamente exigentes. Com o uso de tecnologias como a captura de movimento e a avaliação da força de preensão manual, torna-se possível adaptar os postos de trabalho de forma personalizada, respeitando a amplitude de movimento articular e a força muscular de cada indivíduo. Essa estratégia permite ao fisioterapeuta desempenhar um papel essencial na análise biomecânica e na proposição de medidas técnicas, organizacionais e pessoais, promovendo segurança, funcionalidade e bem-estar no ambiente laboral. O principal objetivo da aplicação da ergonomia individualizada no ambiente de trabalho é:
Alternativas
Q3816902 Fisioterapia
Cláudio, 56 anos, bancário aposentado, foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) há dezoito meses, com início em membro superior direito. Atualmente, apresenta fraqueza muscular distal acentuada, atrofia, espasticidade leve e dificuldade progressiva nas atividades de vida diária, especialmente aquelas que exigem destreza manual, como abotoar camisas ou manusear utensílios. Está em acompanhamento com equipe multidisciplinar e foi encaminhado para fisioterapia. Durante a avaliação fisioterapêutica, foram observadas alterações de tônus, fadiga precoce, diminuição da força de pinça e dificuldades para executar tarefas de manipulação fina. O plano terapêutico inclui exercícios individualizados, orientações para o uso de dispositivos assistivos e estratégias de conservação de energia. Em pacientes com ELA, o principal objetivo da fisioterapia no manejo da função manual é:
Alternativas
Q3816901 Fisioterapia
Roberto, 42 anos, foi vítima de um acidente automobilístico grave que resultou em amputação transfemoral do membro inferior esquerdo. Após período hospitalar e cicatrização da ferida cirúrgica, foi encaminhado para reabilitação com a equipe multidisciplinar. Apresentava boa cognição, motivação para o uso de prótese e desejo de retomar sua vida laboral e atividades esportivas. A avaliação funcional inicial foi realizada por meio do Amputee Mobility Predictor e, com base no seu desempenho e no risco de quedas, foi prescrita uma prótese com joelho. O fisioterapeuta iniciou o treinamento com ênfase em equilíbrio, marcha, resistência cardiovascular e independência nas atividades de vida diária, seguindo as diretrizes clínicas para maximizar o desempenho funcional e prevenir complicações. A avaliação funcional de indivíduos com amputação de membro inferior deverá incluir:
Alternativas
Q3816900 Fisioterapia
Carlos, 38 anos, analista de sistemas, trabalha há mais de dez anos em regime predominantemente sedentário, com carga horária de oito a dez horas diárias sentado diante de um computador. Nos últimos oito meses, apresenta episódios recorrentes de dor lombar não específica, sem irradiação, piorando ao final do expediente e melhorando aos finais de semana. Não há histórico de doenças reumatológicas, neurológicas ou ortopédicas. Ele relata rigidez matinal leve e dificuldade para manter boa postura ao longo do dia. Motivado a melhorar sua condição, aceita participar de um programa de fisioterapia funcional e proprioceptiva progressiva no ambiente de trabalho. Entre as alterações musculoesqueléticas frequentemente associadas à dor lombar crônica em trabalhadores sedentários, destaca-se:  
Alternativas
Respostas
1141: D
1142: C
1143: C
1144: D
1145: A
1146: D
1147: A
1148: D
1149: C
1150: D
1151: A
1152: A
1153: B
1154: A
1155: C
1156: B
1157: D
1158: C
1159: D
1160: D