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MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. São Paulo: Cortez Editora, 2003.
Nessa perspectiva, segundo a autora:
I - Através de nossos corpos aprendemos subliminar e inconscientemente (caso não tenhamos aprendido a ter uma postura crítica diante da vida) quem somos, o que querem de nós, por que estamos neste mundo e como devemos nos comportar diante de suas demandas.
II - Conceitos e regras sobre gênero, raça, etnia, classe social etc. estão/são incorporados durante nosso processo de ensino-aprendizado sem que muitas vezes nos demos conta daquilo que estamos construindo ou até mesmo (re)produzindo.
III - Nossos corpos são "projetos comunitários" quanto à forma, peso, postura, saúde etc. e raramente somos incentivados a arriscar, a tentar o novo, a variar nossos movimentos ou até mesmo a descobrir nossas próprias vozes neles contidas
IV - A dança pode contribuir na desconstrução do corpo utópico ou corpo dócil, conceito elaborado por Michel Foucault, que consiste na ideia de adequar o corpo ao ambiente para melhor atender as demandas e convenções sociais.
Estão corretas apenas as afirmações
1 - Dança de rua e de salão, e a grande alucinação do carnaval pernambucano. Trata-se de uma marcha de ritmo sincopado, violento e frenético, que é a sua característica principal. É uma marcha, com andamento semelhante ao da marchinha carioca (...)”.
2 - Dança popular muito preferida durante o século XIX no nordeste do Brasil. A partir de 1946 o grande sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga divulgou pelas estações de rádio do Rio de Janeiro, modificando-o com a inconsciente influência local dos sambas e das congas cubanas. Conserva as células rítmicas e melódicas visíveis dos cocos.
3 - Bailado dos marujos ou marujada e ainda chegança dos marujos ou barca, nalguns Estados do Norte e do Nordeste. No sul, é baile em que se bailam várias danças regionais. Em São Paulo dizem de uma dança aproximada do cateretê. (...) É sempre um auto popular, já tradicional na primeira década do século XIX, convergência de cantigas brasileiras e xácaras portuguesas.
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. Rio de Janeiro. Ediouro, s.d.
a - Fandango b - Frevo c - Baião
Relacione as descrições dos movimentos musicais aos nomes correspondentes:
1 - Movimento musical que teve lugar a partir de 1967. Absorveu vários gêneros musicais, como samba, bolero, frevo, música de vanguarda e o pop-rock nacional e internacional, e incorporou a utilização da guitarra elétrica. Estabeleceu uma interlocução com a poesia concreta paulistana.
2 - Inicialmente o termo que nomeou o movimento referia-se a um jeito de cantar e tocar, até tornar-se sinônimo de um dos gêneros musicais brasileiros mais conhecidos em todo o mundo. Recebeu críticas pela forte influência norte-americana, traduzida nos acordes dissonantes comuns ao jazz.
3 - Surge não como um gênero musical e sim como uma abrasileirada forma de tocar alguns gêneros musicais e danças da época, que assimilamos e reproduzimos com aspectos endógenos. Os instrumentos, de origens europeias, foram ganhando contornos brasileiros na técnica de execução. A clarineta, o violão, o saxofone, o bandolim ou o cavaquinho eram executados inconfundivelmente com o sotaque brasileiro, ainda que em gêneros musicais estrangeiros.
ALBIN, Ricardo Cravo. O Livro de Ouro da MPB. (Ediouro, 2003).
Dicionário Cravo Albin da Música Brasileira https://dicionariompb.com.br/
a - Bossa Nova
b - Choro
c - Tropicália
Assinale a alternativa que apresenta as relações corretas.
PROENÇA, Graça. História da Arte. (Ática, 2011).
A respeito da teoria antropofágica, segundo a autora, pode-se dizer corretamente que:
I - Propunha que os artistas brasileiros conhecessem os movimentos estéticos modernos europeus, se apropriassem deles e criassem uma arte com feição brasileira.
II - Rejeitava completamente as tendências europeias, voltando-se exclusivamente para aspectos das manifestações culturais dos povos nativos.
III - Não ecoou para além dos anos 20, teve pouca influência na produção artística brasileira, chegando a ser ridicularizada décadas depois pelos tropicalistas.
IV - Partia da compreensão da miscigenação como traço da identidade do Brasil e pretendia “devorar” técnicas artísticas e aspectos de outras culturas para criar uma arte originalmente brasileira.
Estão corretas apenas as afirmações
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas corretamente.
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
Analise os itens a seguir:
I - A arte romana é menos idealizada e intelectual que a arte clássica grega; e mais secular e funcional.
II - Porque copiaram maciçamente a estatuária grega para atender a mania de arte helênica, os romanos não conseguiram desenvolver gradualmente um estilo próprio.
III - As inovações na engenharia e na arquitetura romanas provaram ser revolucionárias e permitiram, pela primeira vez, cobrir enormes espaços fechados sem a necessidade de suportes internos.
IV - Em geral, a escultura romana é menos literal que a grega. Feitas em cera, essas imagens pouco realísticas eram minimamente factuais, e essa tradição influenciou os escultores romanos.
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
Nessa perspectiva, segundo a autora, pode-se afirmar corretamente que
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da préhistória ao pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
Na perspectiva da autora, é INCORRETO afirmar que
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979.
Nessa perspectiva, segundo a autora, é INCORRETO afirmar que:
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979.
Nessa perspectiva, segundo a autora, pode-se afirmar corretamente que:
I - Apesar da compreensão de que todos são capazes de atuar, em teatro, o talento ou comportamento talentoso é condição inegociável para a aprendizagem.
II - É muito possível que o que é chamado comportamento talentoso seja simplesmente uma maior capacidade individual para experienciar.
III - É no aumento da capacidade individual para experienciar que a infinita potencialidade de uma personalidade pode ser evocada.
IV - Experienciar é penetrar no ambiente, é envolver-se total e organicamente com ele. Isto significa envolvimento em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo.
Estão corretas as afirmações apenas:
BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1998.
Nessa perspectiva, segundo o autor, é INCORRETO afirmar que
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
Assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente.
O autor refere-se
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
O autor refere-se
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
Dentre os elementos básicos da música, se acham:
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
Nessa perspectiva, segundo a autora, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir:
( ) É necessária a defesa de guetos culturais que favoreçam as manifestações artísticas populares e a oferta de acesso a códigos eruditos.
( ) É necessário conhecer os códigos da cultura erudita, ser versado neles, mas tais códigos continuarão como conhecimento exterior a não ser que o indivíduo tenha dominado as referências culturais de sua própria classe social.
( ) A mobilidade social depende da interrelação entre os códigos culturais das diferentes classes sociais e o entendimento do mundo depende de uma ampla visão que integre o erudito e o popular.
( ) Para conseguir compreender a arte de sua própria comunidade com maior profundidade, é fundamental que o estudante seja apresentado à complexidade dos códigos da arte erudita.
A sequência correta para preenchimento dos parênteses, de cima para baixo e:
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
Nessa perspectiva, segundo a autora
I - A interculturalidade, ou seja, a interação entre as diferentes culturas deveria ser o objetivo da Arte-Educação interessada no desenvolvimento cultural.
II - Hoje, no que diz respeito à cultura local, pode-se constatar que o nível erudito dessa cultura é preterido em relação às culturas de classes sociais economicamente desfavorecidas.
III - É necessário que a escola forneça um conhecimento sobre a cultura local, a cultura de vários grupos que caracterizam a nação e a cultura de outras nações.
IV - A diversidade cultural deve ser entendida como tema transversal entre a disciplina de Arte e as demais, privilegiando a cultura da comunidade na qual a escola se insere.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmação(ões)