Foram encontradas 11.696 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3853417 Engenharia Ambiental e Sanitária
O lançamento de efluentes tratados em corpos hídricos receptores deve obedecer aos padrões de qualidade estabelecidos pela legislação federal para garantir a manutenção da classe do rio e a proteção da vida aquática. Considerando a Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) nº 430/2011, que dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3853411 Português
Os sinais de pontuação e os sinais gráficos auxiliares da escrita são utilizados na linguagem escrita para conferir clareza, coesão e coerência ao texto, esclarecendo sentidos ambíguos e facilitando a leitura e a compreensão. A vírgula, por exemplo, possui diversas funções, sendo uma delas a de separar aposto explicativo. Com base nisso, analise o uso desse sinal com essa função nos enunciados a seguir:

I.Carlos, professor do Ensino Médio, está doente.

II.Alan Turing, matemático britânico, era um gênio.

III.O homem, um turista inglês, entrou no banco.

IV.O homem, nervoso, entrou na pizzaria da minha mãe.

É correto afirmar que a vírgula serviu para separar aposto explicativo em:

Alternativas
Q3853410 Português
O texto_______ constitui um gênero textual com o objetivo de ensinar ou instruir o leitor, isto é, de transmitir conhecimento. Dessa forma, esses textos podem apresentar termos técnicos e explicações sobre determinado assunto. Os livros escolares são um exemplo desse gênero.

Sua elaboração é conceitual, priorizando a clareza e a necessidade do leitor de entender o conteúdo apresentado.

Com base nos tipos textuais, preencha a lacuna com a classificação correta do texto em questão.

Alternativas
Q3853409 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã


Otto Lara Resende


Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com

"Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos)."

O verbo "ir" rege preposição e, por isso, pode exigir o uso de crase, a depender do contexto de emprego.

Com base nisso, observe o uso desse sinal no enunciado acima e analise as afirmativas:

I.A crase antes de "Califórnia" ocorre devido a fusão da preposição exigida pelo verbo 'ir' com o artigo feminino que antecede o nome do lugar, que admite artigo.

II.O emprego da crase antes de "Oakland" é facultativo, o que justifica a sua ausência.

III.Houve falha na construção "a Oakland", pois a crase é obrigatória por se tratar de locução adverbial feminina.

IV.A crase ocorre obrigatoriamente antes de qualquer nome geográfico feminino, por isso houve falha na ausência da crase antes de "Oakland".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3853408 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã


Otto Lara Resende


Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com

"Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles."


O vocábulo "puxa" está grafado corretamente com "x". Agora, analise as grafias dos vocábulos escritos com essa mesma letra nos enunciados a seguir:


I.O pescador organizou cada apetrexo antes de iniciar a jornada no rio.


II.Foi preciso atarraxar bem os parafusos para garantir a segurança da estrutura.


III.O repuxo da fonte chamou a atenção dos visitantes da praça.


IV.É crime pixar muros e prédios públicos, pois essa prática degrada o patrimônio urbano.


É correto afirmar que os vocábulos grafados corretamente com "x" encontram-se nos enunciados:


Alternativas
Q3853407 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã


Otto Lara Resende


Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com

Considerando a crônica de Otto Lara Resende, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.


(__)A narrativa é totalmente objetiva e factual.


(__)Apenas fatos científicos são importantes na narrativa.


(__)O progresso material e tecnológico não necessariamente aumenta o valor afetivo ou simbólico das coisas.


(__)O autor utiliza o humor para criar distanciamento crítico e destacar contradições da vida moderna.


A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:

         

Alternativas
Q3853406 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã


Otto Lara Resende


Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com

"Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância."

A partir do trecho e do texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3853404 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã


Otto Lara Resende


Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com

"Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland."

Considerando o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3853403 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã


Otto Lara Resende


Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com

"Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar."

Sobre a observação do narrador em relação à Teresa e Caetana, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3853402 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã


Otto Lara Resende


Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com

A coerência assegura que as ideias de um texto relacionem de forma lógica e consistente, mantendo a unidade temática e o sentido global da mensagem. Com base nos mecanismos de coerência e coesão textual, analise as afirmativas a seguir:


I.Por se tratar de uma crônica, os acontecimentos são apresentados de forma totalmente aleatória, sem qualquer organização temática ou relação de sentido entre passado e presente.


II.Há marcas de coesão referencial, com emprego de pronomes e substantivos que retomam elementos citados.


III.Há marcadores de tempo que ajudam a situar os fatos, como em "Em 2013...", "ontem", "Até que".


IV.Há o uso de recursos que evitam repetições desnecessárias, preservando o sentido, assim como o emprego de paralelismo e de repetições intencionais para produzir efeito estilístico.


É correto o que se afirma em:  

 

Alternativas
Q3853129 Biologia
De acordo com a composição química dos seres vivos, a matéria viva é formada pelos mesmos tipos de átomos que a matéria não viva, porém apresenta uma organização específica que resulta na formação de moléculas orgânicas fundamentais à vida. Considerando essas informações, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3853128 Direito Ambiental
As sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente estão expressas na Lei Federal n° 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), segundo o Art. 29 é um crime contra o meio ambiente: matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Dentre os crimes abaixo cometidos, assinale a alternativa CORRETA sobre aquele que incorre no mesmo tipo de crime daquele descrito acima.

Alternativas
Q3853127 Direito Ambiental
De acordo com a Lei Federal nº 6.938/1981, que institui a Política Nacional do Meio Ambiente, o Art. 6º estabelece que os órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, bem como as fundações instituídas pelo Poder Público responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, integram o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA). Considerando a organização e as atribuições desses órgãos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3853126 Biologia
Atualmente, compreende-se que um gene é um segmento de Ácido Desoxirribonucleico (DNA) que contém as informações necessárias para a síntese de proteínas, constituindo a base da expressão gênica. Sobre esse processo, analise os itens a seguir:

I.A expressão gênica envolve dois processos fundamentais: a transcrição, em que o DNA é utilizado como molde para a produção de RNA, e a tradução, em que o Ácido Ribonucleico (RNA) orienta a síntese de proteínas.

II.A ativação dos genes pode variar conforme o tipo de célula, o tecido ou o estágio de desenvolvimento do organismo.

III.Todos os genes presentes no DNA são expressos em todas as células, em todos os momentos.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3853125 Direito Ambiental
O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), Lei Federal n° 9.985/2000, estabelece critérios e normas para a criação, implantação e gestão das unidades de conservação. As zonas de amortecimento são conceituadas como áreas do entorno de uma unidade de conservação, onde as atividades humanas estão sujeitas a normas e restrições específicas, com o propósito de minimizar os impactos negativos sobre a unidade. Segundo o Art. 25, no que tange às unidades de conservação deverem possuir uma zona de amortecimento e, quando conveniente, corredores ecológicos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3853124 Biologia

Os seres vivos estão entre as estruturas mais complexas existentes. Em uma única célula viva, em um espaço extremamente reduzido, podem estar presentes cerca de 35 dos 89 elementos químicos encontrados na natureza. Essa elevada concentração e organização de elementos não ocorre em sistemas não vivos. Além disso, nos organismos, esses elementos formam milhares de diferentes substâncias orgânicas, que se organizam de maneira altamente estruturada. Essa organização resulta na formação das células, que são reconhecidas como as unidades básicas e essenciais da vida.


Fonte: Lopes, Sônia. Bio: volume único. São Paulo: Saraiva, 2004.


Sobre esse assunto, julgue os itens a seguir:


I.A célula procariótica tem o mesmo nível de complexidade da eucariótica, entretanto, em seu interior, geralmente não há compartimentos membranosos.


II.A célula eucariótica apresenta um compartimento especial, o núcleo, no qual se localiza o material genético que constitui os genes, já nas células procarióticas, o material hereditário encontra-se livre no conteúdo celular.


A partir da análise dos itens, assinale a opção CORRETA.


Alternativas
Q3853123 Biologia

O desenvolvimento embrionário, denominado embriogênese (do grego génesis, origem, criação), apresenta variações entre as espécies animais, mas em todas é possível reconhecer três fases fundamentais: segmentação (ou clivagem), gastrulação e organogênese. Na fase em que o zigoto sofre divisões mitóticas rápidas e sucessivas, formando um conjunto compacto de células chamadas blastômeros. Esse conjunto, que se assemelha a uma pequena amora, recebe o nome de mórula.


Fonte: Amabis, J. M.; Martho, G. Biologia moderna. São Paulo: Moderna, 2016.


O texto refere-se à etapa da embriogênese denominada:



Alternativas
Q3853122 Meio Ambiente
A Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída pela Lei Federal nº 9.433/1997, que cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, estabelece, em seu Art. 12, quais usos dos recursos hídricos estão sujeitos à outorga do Poder Público.

Sobre esses usos, analise os itens a seguir:

I.A utilização da água para fins recreacionais, como pesque-e-pague e pedalinhos, está sujeita à outorga.

II.A extração de água de aquífero subterrâneo para consumo final ou como insumo em processo produtivo está sujeita à outorga.

III.O lançamento de esgotos e outros resíduos líquidos ou gasosos, tratados ou não, em corpos d'água, com a finalidade de diluição, transporte ou disposição final, está sujeito à outorga.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3853116 Português
O texto_______ constitui um gênero textual com o objetivo de ensinar ou instruir o leitor, isto é, de transmitir conhecimento. Dessa forma, esses textos podem apresentar termos técnicos e explicações sobre determinado assunto. Os livros escolares são um exemplo desse gênero.

Sua elaboração é conceitual, priorizando a clareza e a necessidade do leitor de entender o conteúdo apresentado.

Com base nos tipos textuais, preencha a lacuna com a classificação correta do texto em questão.
Alternativas
Q3853115 Português
Os sinais de pontuação e os sinais gráficos auxiliares da escrita são utilizados na linguagem escrita para conferir clareza, coesão e coerência ao texto, esclarecendo sentidos ambíguos e facilitando a leitura e a compreensão. A vírgula, por exemplo, possui diversas funções, sendo uma delas a de separar aposto explicativo. Com base nisso, analise o uso desse sinal com essa função nos enunciados a seguir:

I.Carlos, professor do Ensino Médio, está doente.

II.Alan Turing, matemático britânico, era um gênio.

III.O homem, um turista inglês, entrou no banco.

IV.O homem, nervoso, entrou na pizzaria da minha mãe.

É correto afirmar que a vírgula serviu para separar aposto explicativo em:
Alternativas
Respostas
21: B
22: B
23: A
24: D
25: C
26: A
27: B
28: B
29: E
30: C
31: E
32: A
33: A
34: C
35: B
36: E
37: E
38: B
39: B
40: E