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Questões de Concurso Comentadas para vunesp

Questões Discursivas

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Q4200826 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Suponha que Marina é professora do 7o ano do Ensino Fundamental e, na sua classe, há um casal de irmãos gêmeos, João e Maria, que têm 12 anos de idade. Há cerca de um mês, Marina começou a suspeitar que esses irmãos são vítimas de maus-tratos, pois comumente chegam à escola com marcas arroxeadas nos braços e com uniformes sujos, além de nitidamente sofrerem de desnutrição. No entanto, com receio de se envolver em assuntos familiares, a professora decidiu permanecer inerte e não fazer nenhuma comunicação às autoridades competentes.

Com base na situação hipotética e no disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é correto afirmar:
Alternativas
Q4200825 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Tereza é aluna da rede pública de ensino, tem 03 (três) anos de idade e foi diagnosticada com altas habilidades.


Com base na Lei no 13.257/2016, que trata de políticas públicas voltadas para a primeira infância, é correto afirmar que Tereza

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Q4200824 Pedagogia
Fábio, educador, foi designado para realizar uma palestra relacionada ao planejamento do ano pedagógico, oportunidade em que deverá abordar pontos centrais da educação básica, na forma prevista na Lei no 9.394/1996, que trata das diretrizes e bases da educação nacional. Na cartilha que será distribuída entre os participantes do encontro, ele elaborará um resumo contendo cinco pontos de atenção importantes que precisam ser considerados pelos educadores no exercício de seu trabalho.

Com base na situação hipotética e na Lei no 9.394/1996, é correto inserir nessa cartilha e afirmar na palestra que
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Q4200823 Pedagogia
Simone é professora da rede pública de ensino municipal e, durante encontro com profissionais da educação de outras cidades, foi informada da expansão gradativa da gestão democrática do ensino público na educação básica, mediante a adoção de uma série de políticas, que precisam ser implantadas nas escolas em função de mudanças promovidas, no ano de 2023, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

A respeito do assunto, com base na Lei no 9.394/1996, Simone pode concluir corretamente que
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Q4200822 Direito Constitucional
A respeito das normas constitucionais que tratam da Educação, assinale a alternativa correta.
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Q4200821 Pedagogia
Em 2022, foi publicado o documento Computação: complemento à BNCC.
Levando esse documento em consideração, assinale a alternativa correta.
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Q4200820 Pedagogia
Martins (in Facci; Abrantes; Martins, 2016) explica, sobre o pensamento de Vigotski: “Para esse autor, os conceitos científicos formam-se na tensão problematizadora de uma vasta gama de atividades que colocam o pensamento em curso. Daí que o ensino de conceitos científicos não possa ser concebido como ações isoladas, casuais no processo didático, mas como expressão do próprio processo de desenvolvimento psíquico da criança articulado ao processo de transmissão de conhecimentos”.

Assim, para a autora, é correto concluir que, em função das ideias desenvolvidas por Vigotski,
Alternativas
Q4200819 Pedagogia
Sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE), Ropoli (2010) explica que ele deve
Alternativas
Q4200818 Pedagogia
Lerner (2002) entende como necessário “fazer da escola um âmbito onde (...) ler e escrever sejam instrumentos poderosos que permitem repensar o mundo e reorganizar o próprio pensamento (...). O necessário é, em suma, preservar o sentido do objeto de ensino para o sujeito da aprendizagem, o necessário é preservar na escola o sentido que a leitura e a escrita têm como __________  (...)”.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do excerto.
Alternativas
Q4200817 Pedagogia
O Currículo Jundiaiense dedica um de seus volumes à Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Assinale a alternativa correta em relação às escolhas feitas quando de sua elaboração.
Alternativas
Q4200816 Pedagogia
O Guia de Aprendizagem ao Ar Livre em Jundiaí (Jundiaí, 2021) destaca os territórios educativos como conceito relevante na organização de uma escola que contribua para a formação integral da criança.
Um dos elementos que compõem os territórios educativos é descrito assim: “Processos naturais e sociais que ocorrem no território: eventos climáticos, festas, rituais, enfim, processos que caracterizam formas de uso do território”. Trata-se
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Q4200815 Pedagogia
A Agenda 2030 para um desenvolvimento sustentável (BRASIL/ONU, 2015) é um importante documento de compromisso global com metas comuns entre todos os países. Entre os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), o de número 4 diz respeito diretamente à educação.
Assinale a alternativa que formula corretamente esse ODS.
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Q4200814 Pedagogia
Uma importante categoria na organização da Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2017) é a de Campos de Experiência.

É correto afirmar que esse arranjo curricular
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Q4200813 Pedagogia
Borba (in Brasil, 2007) reflete sobre o lugar da brincadeira nas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental.
A partir do pensamento de Vygotsky, a autora compreende que o brincar envolve
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Q4200812 Pedagogia
Sobre o ensino de linguagem verbal, Bräkling (2012) entende ser necessário organizar o trabalho em sala de aula de acordo com modalidades organizativas: os projetos (de leitura, escuta e produção de textos), as sequências de atividades e as atividades independentes.
Os dois critérios fundamentais para classificar as atividades em uma dessas modalidades são
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Q4200801 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização

        Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?

    A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.

    É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, na qual há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.

    Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.

    Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um “miniadulto”, mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.


(Miruna Kayano Genoino, 24.08.2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado.)
Leia a frase a seguir:

Quando expostas __________ referências estéticas próprias do mundo adulto, as crianças __________ um tipo de comportamento incompatível _________ construção de suas identidades.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q4200800 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização

        Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?

    A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.

    É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, na qual há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.

    Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.

    Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um “miniadulto”, mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.


(Miruna Kayano Genoino, 24.08.2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado.)
Considere as seguintes passagens:

•  Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização. (4o parágrafo)
•  ... envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. (5o parágrafo)

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q4200799 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização

        Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?

    A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.

    É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, na qual há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.

    Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.

    Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um “miniadulto”, mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.


(Miruna Kayano Genoino, 24.08.2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado.)
Considerando-se o sentido e a regência verbal, em conformidade com a norma-padrão, na frase do 2o parágrafo – A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos... –, o trecho destacado pode ser substituído por:
Alternativas
Q4200798 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização

        Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?

    A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.

    É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, na qual há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.

    Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.

    Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um “miniadulto”, mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.


(Miruna Kayano Genoino, 24.08.2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado.)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Q4200797 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização

        Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?

    A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.

    É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, na qual há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.

    Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.

    Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um “miniadulto”, mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.


(Miruna Kayano Genoino, 24.08.2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado.)
Na passagem do 1o parágrafo – O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. –, a informação destacada, tomada em relação à informação anterior, tem a função de
Alternativas
Respostas
3801: C
3802: D
3803: D
3804: A
3805: B
3806: B
3807: C
3808: C
3809: A
3810: E
3811: E
3812: D
3813: B
3814: A
3815: D
3816: E
3817: A
3818: B
3819: C
3820: A