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Mendes et al. (Ensino colaborativo como apoio à inclusão escolar: unindo esforços entre educação comum e especial, 2014), com base em Argueles, Hughes & Schumm (2000), apresentam os sete fatores considerados importantes para o sucesso do ensino colaborativo.
Considerando a definição dos fatores para o sucesso do coensino, a definição correta para o sucesso do tempo para o planejamento em comum é a de que o tempo para o planejamento em comum é
As autoras Lydia Marques e Enicéia Mendes (2021), no livro O aluno com deficiência visual cortical (DVC): teoria e prática, discutem a educação desse aluno, esclarecendo que esse processo demanda a consideração de três princípios.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente esses três princípios.
Sobre o ensino da orientação, Mazzaro (em Machado et al., Orientação e mobilidade: conhecimentos básicos para a inclusão do deficiente visual, 2003) assinala que, primeiramente, deve-se ensinar ao aluno com deficiência visual que o processo de orientação tem como princípio três questões básicas.
Assinale a alternativa que expressa sequencialmente essas questões conforme o autor.
Aciem, Rocha e Rodrigues, em Educação inclusiva: aspectos político-sociais e práticos (Sala e Aciem, 2014), citando Ortega (2003), apresentam características observadas na fala de crianças cegas.
Uma dessas características é aquela em que as crianças cegas
Leia, a seguir, o excerto sobre o AEE no processo de inclusão:
No atendimento educacional especializado, o professor identifica, elabora e organiza _________________. De oferta obrigatória, cabe atuar __________________________.
(Ropoli et al., A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: a escola comum inclusiva, 2010. Adaptado)
As lacunas são preenchidas, correta e respectivamente, por:
Helena, 9 anos, é cega e ingressou no 4º ano. A escola tem AEE duas vezes por semana. Nas primeiras semanas, há barreiras: materiais só visuais, pouca descrição oral e tarefas dependentes de cópia do quadro. A família quer colaborar.
À luz da escola comum inclusiva (Ropoli et al., A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar, 2010), qual é a ação pedagógica mais adequada e tempestiva para garantir participação e aprendizagem de Helena?
No fascículo A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar (MEC, 2010), são apresentadas concepções de docentes sobre a educação de estudantes cegos, o que revela diferentes compreensões sobre suas possibilidades de aprendizagem.
Um dos participantes do curso tinha a concepção de que
Domingues et al., no texto “Características da baixa visão” (em A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar, 2010), discutem o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) como apoio ao aluno com baixa visão e ao professor do AEE.
Considerando essas orientações, para o uso das TICs na produção de materiais e nas atividades propostas, os autores indicam
Na obra Diferenças e preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas, Aquino (1998) analisa o papel da escola frente à diversidade humana e social.
Conforme o pensamento do autor, é correto afirmar que
Amaral, em Diferenças e preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas (Aquino, 1998), descreve o estereótipo do “herói” no chamado “deplorável trio” (herói, vítima e vilão).
De acordo com a autora, o “herói” seria
Maria Lúcia Amiralian (2004), no artigo “Sou cego ou enxergo? As questões da baixa visão”, indica que parece não existir uma compreensão clara do que sejam pessoas com baixa visão. Em sua pesquisa, qualitativa, ela analisou fenômenos específicos desse grupo.
Assinale a alternativa que está em consonância com um dos fenômenos citados pela autora.
Masini (2014), na obra O perceber de quem está na escola sem dispor da visão, apresenta um breve delineamento histórico, apresentando instituições que foram criadas para atendimento à pessoa com deficiência visual.
Assinale a alternativa que corresponde ao nome original da primeira instituição voltada a esse público no Brasil.
Masini (2014), na obra O perceber de quem está na escola sem dispor da visão, discute os aspectos necessários para que o educador desenvolva um trabalho de qualidade com estudantes com deficiência visual. A autora ressalta a importância de o educador estar atento a determinados pontos em sua prática pedagógica.
Um desses pontos consiste em
Mariana é uma criança cega matriculada em escola regular. A professora percebe que ela interage e aprende de forma distinta das crianças que enxergam, com uso prioritário de audição e tato para explorar objetos.
Considerando esse contexto e os apontamentos de Amorim e Alves (A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização, 2008), assinale a alternativa que descreve corretamente uma consequência da ausência da visão.
Em A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização (Célia Amorim e Maria Glicélia Alves, 2008), as autoras afirmam que, normalmente, quando a criança cega é bem estimulada e recebe o apoio necessário nos primeiros anos de vida, chega aos 3 ou 4 anos com um desenvolvimento próximo ao da criança que enxerga.
Nessa fase, segundo as autoras, quanto ao motor amplo e ao desenvolvimento da criança cega, um dos principais critérios a serem observados é o de que a criança
Em Atendimento Educacional Especializado: deficiência visual (MEC, 2007), na seção “Quando falta a visão”, as autoras apresentam recomendações acerca da baixa visão.
Entre essas recomendações, está
No documento Atendimento Educacional Especializado: deficiência visual (MEC, 2007), as autoras – Elizabet Dias de Sá, Izilda Maria de Campos e Myriam Beatriz Campolina Silva – destacam que a linguagem, a comunicação e as múltiplas formas de expressão cultural e artística envolvem imagens e apelos visuais cada vez mais complexos e sofisticados.
Diante dessa realidade, as autoras propõem uma reflexão sobre as propostas pedagógicas inclusivas voltadas a estudantes cegos e com baixa visão, indicando que é necessário