Foram encontradas 31.154 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3721503 Noções de Informática
No uso dos recursos do Word do pacote MS Office 2013 BR (x64) em um microcomputador Intel com sistema operacional Windows 11 BR, um funcionário da prefeitura de Nobres precisa aplicar alinhamento centralizado ao título de um texto que está sendo digitado. Para isso, ele deve selecionar o título e executar um atalho de teclado ou, como alternativa, pressionar um ícone existente na “Faixa de Opções”, dentre os exibidos quando se aciona a guia “Página Inicial” na “Barra de Menu”. O atalho de teclado e o ícone são, respectivamente:
Alternativas
Q3721502 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O município de Nobres tem como uma de suas principais atividades econômicas a extração e o beneficiamento de calcário, devido à grande presença desse mineral na região. O calcário extraído de Nobres é importante para a:
Alternativas
Q3721501 Geografia
Um dos elementos socioeconômicos marcantes perceptíveis no setor primário da economia do município de Nobres é a:
Alternativas
Q3721500 Direito Administrativo
Gael é engenheiro agrônomo celetista em cargo científico contratado efetivo pela Petrobras S/A por meio de concurso público. Após atingir dez anos, considerando sua carga horária de plantão compatível, resolveu prestar concurso público para engenheiro ambiental organizado pelo município de Nobres/MT. Caso seja aprovado: 
Alternativas
Q3721499 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
Ao município de Nobres/MT, conforme disposto na Lei Orgânica, é vedado celebrar contrato com empresas que comprovadamente:
Alternativas
Q3721498 Direito Eleitoral
Gael foi eleito prefeito de Nobres/MT e reeleito posteriormente com grande apoio popular. Liam, irmão de Gael, resolve se candidatar ao cargo de prefeito na eleição subsequente, uma vez que contará com grande apoio político. Nesse caso, a candidatura deverá ser:
Alternativas
Q3721497 Matemática

Uma roda de raio de 40 cm gira 15 vezes sobre uma rua plana. Nessas condições, podemos dizer que a distância percorrida é igual a:


(Considere π = 3,14)

Alternativas
Q3721496 Matemática
Em um triângulo retângulo, os catetos medem 15 cm e 20 cm. A altura relativa à hipotenusa é igual a:
Alternativas
Q3721495 Matemática Financeira
Caio aplicou certa quantia por 8 meses a uma taxa de juros simples de 1,5% ao mês, obtendo um montante de R$ 9.600,00. Sabendo que o valor dos juros recebidos equivale a 25% do capital aplicado, conclui-se que o valor aplicado foi de:
Alternativas
Q3721494 Matemática
Um cone circular reto tem 4 cm de raio da base e 6 cm de altura. Assim, o volume do cone, em mL, é igual a:
Alternativas
Q3721493 Física
A altura, em metros, de um projétil lançado verticalmente para cima é dada por h(t) = – 5t2 + 20t + 1, onde t é medido em segundos. Dessa forma, podemos garantir que a altura máxima do projétil será:
Alternativas
Q3721492 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

É possível que um país de ‘não leitores’ contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância” (6º parágrafo). A oração em destaque pode ser classificada como:
Alternativas
Q3721491 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

“Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção” (4º parágrafo). Nesse trecho, a vírgula foi empregada para isolar:
Alternativas
Q3721490 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

“Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral” (2º parágrafo). O conectivo em destaque tem valor:
Alternativas
Q3721489 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

Pelas suas características composicionais, o texto anterior é um exemplo de:
Alternativas
Q3721488 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

O texto sugere que há uma relação entre o uso da internet no tempo livre e o hábito de leitura de livros no Brasil. Essa relação pode ser sintetizada na ideia de que:
Alternativas
Q3695801 Direito Financeiro
Nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC nº 101/2000), o Tribunal de Contas deve emitir parecer prévio conclusivo sobre as contas prestadas anualmente pelo Chefe do Poder Executivo municipal. Nos municípios com população superior a 200.000 mil habitantes, o prazo para a emissão desse parecer é de:
Alternativas
Q3695800 Direito Constitucional
Segundo a Constituição Federal, o controle externo das contas públicas deve ser exercido pelo:
Alternativas
Q3695799 Direito Financeiro
A reincidência no descumprimento de limites fiscais por um ente federativo sinaliza risco à gestão das finanças públicas. Nesse cenário, a principal ação de controle direto que o Tribunal de Contas pode adotar para assegurar o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) é:
Alternativas
Q3695798 Direito Financeiro
A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece regras e limites para as despesas públicas. O limite da Receita Corrente Líquida (RCL) que exige monitoramento, divulgação e planejamento preventivo, mas não obriga redução imediata da despesa com pessoal, é denominado:
Alternativas
Respostas
5781: D
5782: C
5783: B
5784: A
5785: D
5786: B
5787: A
5788: D
5789: X
5790: A
5791: B
5792: A
5793: C
5794: B
5795: D
5796: D
5797: B
5798: A
5799: C
5800: D