Foram encontradas 10.284 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3509347 Matemática
Um cozinheiro está fazendo uma sobremesa. Ele precisa despejar o doce, que está em forma líquida, em uma forma de vidro, cuja base é um retângulo de medidas 50 cm por 30 cm, e a altura é reta em relação à base, medindo 10 cm. Sabe-se também que 1.000 cm³ equivalem a 1 litro.

Com relação à situação anterior, quantos litros de doce cabem na forma descrita? 
Alternativas
Q3509346 Matemática
A tampa de uma caixa d’água é perfeitamente circular, e seu diâmetro mede 2 m. Qual é a área dessa tampa em metros quadrados (m²), aproximada por número inteiro?  
Alternativas
Q3509345 Matemática
Uma professora escreve na lousa cinco números inteiros, dos quais o menor é o número 3, e o maior é o número 10. A professora dá à turma cinco minutos para que calculem a média simples desses cinco números. Ao terminar o tempo dado, ela pergunta a uma aluna qual a média simples encontrada por ela, e a aluna responde que encontrou o valor 7.

Com relação à situação descrita, supondo que a aluna esteja correta, uma possibilidade para os números escritos na lousa pela professora é:
Alternativas
Q3509344 Matemática
Quanto é o dobro de R$ 113,00, menos R$ 1,20? 
Alternativas
Q3509343 Matemática
Uma loja está anunciando uma camisa por R$ 100,00 e oferece ao cliente um desconto de 10% sobre o preço anunciado desse item seguido de um acréscimo, como taxa de serviço, de 10% sobre o novo preço da camisa. Qual o valor final da camisa? 
Alternativas
Q3509342 Matemática
Quanto é 15% de 150?
Alternativas
Q3509341 Português
Leia o trecho a seguir:

1 em cada 10 mortes poderia ser evitada com 75 minutos de atividade física por semana, aponta pesquisa
Júlia Putini
    A meta estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é praticar ao menos 150 minutos de atividade física por semana. No entanto, uma pesquisa sugere que fazer metade disso é o suficiente para evitar uma em cada dez mortes por todos os tipos de doenças.
    Publicada no British Journal of Sports Medicine, o estudo indica que apenas 75 minutos semanais de prática de exercícios em intensidade moderada reduz os riscos de morte precoce por quaisquer causas.

Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2023/03/02/1-em-cada-10-mortes-poderia-ser-evitada-com-75-minutos-de-atividade-fisica-por-semana-apontapesquisa.ghtml. Adaptado.

De acordo com o trecho, o estudo publicado no British Journal of Sports Medicine: 
Alternativas
Q3509340 Português
Leia o seguinte trecho:

“As músicas tocam dez vezes por turno, e tem uma para cada momento: para a chegada dos alunos, na troca dos professores, no recreio e para a volta para a sala de aula.”

A palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:  
Alternativas
Q3509339 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Estudantes de SP criam cadeira de rodas para cães com deficiência

Isadora Moraes

    Ao ________ que muitos cães não conseguem se locomover por conta de doenças ou lesões traumáticas, formandos do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) desenvolveram uma cadeira de rodas de baixo custo e alta qualidade para cachorros.
    “O objetivo foi de incluir esses animais na sociedade. Porque muitos tutores relataram que os cães que utilizam a cadeira de rodas convencional de alumínio acabam assustando outros bichos, devido ao barulho que o material faz quando entra em contato com o solo”, diz Victor Scaramal Monteiro de Souza em entrevista ao Vida de bicho. Ele desenvolveu o projeto ao lado dos colegas Eduardo Louzada Bicudo, Gabriel Francisco Medeiros Rossi e Lucas Kyoji Higa.
    Para a fabricação, os integrantes consideraram a escolha de um material resistente e que suportasse variações climáticas. “Diferentemente da grande maioria das cadeiras disponíveis no mercado feitas de alumínio, optamos por filamentos em 3D PETG”, afirma Victor.
    Esse material é composto por polímeros termoplásticos, produzidos na forma de um fio contínuo, que ________ uma impressora 3D. Ele então é derretido e expelido por uma máquina, sendo impresso no formato indicado pelos estudantes.
    Os benefícios desse filamento em relação ao alumínio ________: maior conforto e durabilidade, baixo custo para aquisição e redução do número de peças que compõem a cadeira. O produto ainda acompanha um colete que traz estabilidade para a cadeira, oferecendo mais segurança durante a locomoção do cachorro.
    E não para por aí! Os estudantes ainda pensaram na estética da cadeira. “As cores roxo e laranja claro remetem à alegria e bem-estar, tirando a sensação de tristeza que se passa quando falamos em cachorros com problemas pélvicos”, diz Victor.
    O formando ainda revela que, a princípio, a cadeira não está à venda, mas que o grupo não descarta a possibilidade de comercialização no futuro. “Já até fizemos um plano de negócios, caso ela seja colocada no mercado”, finaliza.


Disponível em: https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2022/10/estudantes-de-sp-criam-cadeira-de-rodas-para-caes-com-deficiencia.ghtml. Adaptado. 
De acordo com o texto, os desenvolvedores da cadeira de rodas:
Alternativas
Q3509338 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Estudantes de SP criam cadeira de rodas para cães com deficiência

Isadora Moraes

    Ao ________ que muitos cães não conseguem se locomover por conta de doenças ou lesões traumáticas, formandos do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) desenvolveram uma cadeira de rodas de baixo custo e alta qualidade para cachorros.
    “O objetivo foi de incluir esses animais na sociedade. Porque muitos tutores relataram que os cães que utilizam a cadeira de rodas convencional de alumínio acabam assustando outros bichos, devido ao barulho que o material faz quando entra em contato com o solo”, diz Victor Scaramal Monteiro de Souza em entrevista ao Vida de bicho. Ele desenvolveu o projeto ao lado dos colegas Eduardo Louzada Bicudo, Gabriel Francisco Medeiros Rossi e Lucas Kyoji Higa.
    Para a fabricação, os integrantes consideraram a escolha de um material resistente e que suportasse variações climáticas. “Diferentemente da grande maioria das cadeiras disponíveis no mercado feitas de alumínio, optamos por filamentos em 3D PETG”, afirma Victor.
    Esse material é composto por polímeros termoplásticos, produzidos na forma de um fio contínuo, que ________ uma impressora 3D. Ele então é derretido e expelido por uma máquina, sendo impresso no formato indicado pelos estudantes.
    Os benefícios desse filamento em relação ao alumínio ________: maior conforto e durabilidade, baixo custo para aquisição e redução do número de peças que compõem a cadeira. O produto ainda acompanha um colete que traz estabilidade para a cadeira, oferecendo mais segurança durante a locomoção do cachorro.
    E não para por aí! Os estudantes ainda pensaram na estética da cadeira. “As cores roxo e laranja claro remetem à alegria e bem-estar, tirando a sensação de tristeza que se passa quando falamos em cachorros com problemas pélvicos”, diz Victor.
    O formando ainda revela que, a princípio, a cadeira não está à venda, mas que o grupo não descarta a possibilidade de comercialização no futuro. “Já até fizemos um plano de negócios, caso ela seja colocada no mercado”, finaliza.


Disponível em: https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2022/10/estudantes-de-sp-criam-cadeira-de-rodas-para-caes-com-deficiencia.ghtml. Adaptado. 
De acordo com o texto, considere os seguintes itens:

1. Baixo custo
2. Resistência
3. Conforto
4. Durabilidade

É/São benefício(s) da cadeira de rodas desenvolvida pelos estudantes do IMT:  
Alternativas
Q3509337 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Estudantes de SP criam cadeira de rodas para cães com deficiência

Isadora Moraes

    Ao ________ que muitos cães não conseguem se locomover por conta de doenças ou lesões traumáticas, formandos do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) desenvolveram uma cadeira de rodas de baixo custo e alta qualidade para cachorros.
    “O objetivo foi de incluir esses animais na sociedade. Porque muitos tutores relataram que os cães que utilizam a cadeira de rodas convencional de alumínio acabam assustando outros bichos, devido ao barulho que o material faz quando entra em contato com o solo”, diz Victor Scaramal Monteiro de Souza em entrevista ao Vida de bicho. Ele desenvolveu o projeto ao lado dos colegas Eduardo Louzada Bicudo, Gabriel Francisco Medeiros Rossi e Lucas Kyoji Higa.
    Para a fabricação, os integrantes consideraram a escolha de um material resistente e que suportasse variações climáticas. “Diferentemente da grande maioria das cadeiras disponíveis no mercado feitas de alumínio, optamos por filamentos em 3D PETG”, afirma Victor.
    Esse material é composto por polímeros termoplásticos, produzidos na forma de um fio contínuo, que ________ uma impressora 3D. Ele então é derretido e expelido por uma máquina, sendo impresso no formato indicado pelos estudantes.
    Os benefícios desse filamento em relação ao alumínio ________: maior conforto e durabilidade, baixo custo para aquisição e redução do número de peças que compõem a cadeira. O produto ainda acompanha um colete que traz estabilidade para a cadeira, oferecendo mais segurança durante a locomoção do cachorro.
    E não para por aí! Os estudantes ainda pensaram na estética da cadeira. “As cores roxo e laranja claro remetem à alegria e bem-estar, tirando a sensação de tristeza que se passa quando falamos em cachorros com problemas pélvicos”, diz Victor.
    O formando ainda revela que, a princípio, a cadeira não está à venda, mas que o grupo não descarta a possibilidade de comercialização no futuro. “Já até fizemos um plano de negócios, caso ela seja colocada no mercado”, finaliza.


Disponível em: https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2022/10/estudantes-de-sp-criam-cadeira-de-rodas-para-caes-com-deficiencia.ghtml. Adaptado. 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
Alternativas
Q3509336 Português
Leia o texto a seguir.

Retratos fantasmas é escolhido para representar o Brasil no Oscar de 2024
     A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais anunciou nesta terça-feira (12) o filme Retratos fantasmas, de Kleber Mendonça Filho, como o representante do Brasil na disputa por uma vaga ao Oscar de Melhor Filme Internacional em 2024.
    Competiam pelo posto Estranho caminho, de Guto Parente; Noites alienígenas, de Sergio Carvalho; Nosso sonho – a história de Claudinho e Buchecha, de Eduardo Albergaria; Pedágio, de Carolina Markowicz; e Urubus, de Claudio Borrelli.
    “Foi uma reunião democrática, representativa, em uma comissão ampla. A diversidade e a qualidade dos filmes nos levaram a três horas de debate até chegarmos ao título escolhido”, disse Ilda Santiago, presidente da comissão de seleção, por meio de nota.
    Retratos fantasmas traz o centro do Recife como personagem principal, revisitado por meio dos grandes cinemas que serviram como espaços de convívio durante o século XX.
    A escolha como representante brasileiro ao Oscar não significa que o filme já garantiu uma indicação ao prêmio. Cada país aponta uma obra como sua representante para a disputa. O Oscar, então, analisa essas indicações e faz uma pré-seleção, a ser divulgada em 21 de dezembro.
    O anúncio oficial dos filmes que de fato concorrerão ao principal prêmio do cinema mundial ocorrerá em 23 de janeiro de 2024. Já a cerimônia está marcada para 10 de março.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/cultura/retratos-fantasmas-e-escolhido-para-representar-o-brasil-no-oscar-de-2024/. Adaptado.

De acordo com o texto, o filme Retratos fantasmas: 
Alternativas
Q3509335 Português
Leia o trecho a seguir:

De acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2021, uma em cada duas pessoas é etarista, ou seja, tem preconceito contra os mais velhos. Um levantamento feito pela Universidade de Michigan corrobora a tese, ao informar que 80% das pessoas acima dos 50 anos já experimentaram algum tipo de ageísmo, outra expressão para esse tipo de preconceito.

Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/08/22/e-possivel-educar-as-pessoas-contra-o-etarismo.ghtml. Adaptado.

Com base no trecho, as expressões “etarismo”, “preconceito contra os mais velhos” e “ageísmo”: 
Alternativas
Q3509334 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Hospitais com jardins que ajudam a curar

Mariza Tavares

    A não ser quando se trata de visitar um bebê recém-nascido numa maternidade, qualquer ida a um hospital, com raras exceções, está longe de significar uma experiência agradável. É por isso que vem ganhando corpo a ideia dos jardins terapêuticos, que ajudam a curar: espaços onde pacientes, familiares e as equipes de saúde podem apreciar a natureza, relaxar e recarregar as baterias.
    Disparados na frente, enchem os olhos os projetos em hospitais infantis. O Boston Children’s Hospital tem jardins internos e externos, mas o principal fica no topo e pode ser utilizado para sessões de fisioterapia e até por crianças impossibilitadas de sair do leito. No centro, numa pequena elevação, o gramado convida a relaxar e olhar o céu. No St. Louis Children’s Hospital, o terraço dispõe de laguinho, muitas plantas e flores, área para contação de histórias e teatro de marionetes. Para driblar o frio da cidade, o Chicago Lurie Children’s Hospital criou um espaço no 23.º andar que, apesar de fechado, aproveita ao máximo a luz natural.
    As boas iniciativas não se restringem ao púbico infantil. No Boston Medical Center, o terraço foi transformado em horta, que fornece produtos fresquíssimos para o consumo dos pacientes e também para as lanchonetes da instituição. A “fazenda” conta ainda com uma colmeia e oferece visitas guiadas e trabalho para voluntários.
    No sul de Los Angeles, o Martin Luther King Jr. Community Hospital se orgulha do seu “Jardim Azul”, ao lado do espaço de meditação, aproveitando o efeito calmante da cor. Seu idealizador é o arquiteto Dan Corson, que usou 33 tons de azuis no projeto: do cascalho que forra os canteiros a plantas cujas folhas apresentam essa tonalidade.
    Clare Cooper Marcus, professora emérita da Universidade da Califórnia, é autora de Paisagens terapêuticas e uma referência internacional sobre o assunto. Sua fórmula para os jardins terapêuticos inclui ênfase na acessibilidade e distrações: fontes, esculturas, áreas ensolaradas e de sombra, assim como lugares mais reservados para quem quer ficar sozinho.


Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/07/30/hospitais-com-jardins-que-ajudam-a-curar.ghtml. Adaptado.  
De acordo com o texto, considere as seguintes afirmativas:

1. Os projetos dos hospitais infantis são os que mais chamam atenção.
2. Os pacientes devem ser tratados em jardins em vez de hospitais.
3. Clare Cooper Marcus é a criadora dos hospitais com jardins terapêuticos.
4. Os jardins terapêuticos são espaços agradáveis para pacientes e familiares nos hospitais.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3509333 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Hospitais com jardins que ajudam a curar

Mariza Tavares

    A não ser quando se trata de visitar um bebê recém-nascido numa maternidade, qualquer ida a um hospital, com raras exceções, está longe de significar uma experiência agradável. É por isso que vem ganhando corpo a ideia dos jardins terapêuticos, que ajudam a curar: espaços onde pacientes, familiares e as equipes de saúde podem apreciar a natureza, relaxar e recarregar as baterias.
    Disparados na frente, enchem os olhos os projetos em hospitais infantis. O Boston Children’s Hospital tem jardins internos e externos, mas o principal fica no topo e pode ser utilizado para sessões de fisioterapia e até por crianças impossibilitadas de sair do leito. No centro, numa pequena elevação, o gramado convida a relaxar e olhar o céu. No St. Louis Children’s Hospital, o terraço dispõe de laguinho, muitas plantas e flores, área para contação de histórias e teatro de marionetes. Para driblar o frio da cidade, o Chicago Lurie Children’s Hospital criou um espaço no 23.º andar que, apesar de fechado, aproveita ao máximo a luz natural.
    As boas iniciativas não se restringem ao púbico infantil. No Boston Medical Center, o terraço foi transformado em horta, que fornece produtos fresquíssimos para o consumo dos pacientes e também para as lanchonetes da instituição. A “fazenda” conta ainda com uma colmeia e oferece visitas guiadas e trabalho para voluntários.
    No sul de Los Angeles, o Martin Luther King Jr. Community Hospital se orgulha do seu “Jardim Azul”, ao lado do espaço de meditação, aproveitando o efeito calmante da cor. Seu idealizador é o arquiteto Dan Corson, que usou 33 tons de azuis no projeto: do cascalho que forra os canteiros a plantas cujas folhas apresentam essa tonalidade.
    Clare Cooper Marcus, professora emérita da Universidade da Califórnia, é autora de Paisagens terapêuticas e uma referência internacional sobre o assunto. Sua fórmula para os jardins terapêuticos inclui ênfase na acessibilidade e distrações: fontes, esculturas, áreas ensolaradas e de sombra, assim como lugares mais reservados para quem quer ficar sozinho.


Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/07/30/hospitais-com-jardins-que-ajudam-a-curar.ghtml. Adaptado.  
As expressões “a não ser” e “não se restringem ao”, destacadas no texto, podem ser substituídas, respectivamente, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3509332 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Hospitais com jardins que ajudam a curar

Mariza Tavares

    A não ser quando se trata de visitar um bebê recém-nascido numa maternidade, qualquer ida a um hospital, com raras exceções, está longe de significar uma experiência agradável. É por isso que vem ganhando corpo a ideia dos jardins terapêuticos, que ajudam a curar: espaços onde pacientes, familiares e as equipes de saúde podem apreciar a natureza, relaxar e recarregar as baterias.
    Disparados na frente, enchem os olhos os projetos em hospitais infantis. O Boston Children’s Hospital tem jardins internos e externos, mas o principal fica no topo e pode ser utilizado para sessões de fisioterapia e até por crianças impossibilitadas de sair do leito. No centro, numa pequena elevação, o gramado convida a relaxar e olhar o céu. No St. Louis Children’s Hospital, o terraço dispõe de laguinho, muitas plantas e flores, área para contação de histórias e teatro de marionetes. Para driblar o frio da cidade, o Chicago Lurie Children’s Hospital criou um espaço no 23.º andar que, apesar de fechado, aproveita ao máximo a luz natural.
    As boas iniciativas não se restringem ao púbico infantil. No Boston Medical Center, o terraço foi transformado em horta, que fornece produtos fresquíssimos para o consumo dos pacientes e também para as lanchonetes da instituição. A “fazenda” conta ainda com uma colmeia e oferece visitas guiadas e trabalho para voluntários.
    No sul de Los Angeles, o Martin Luther King Jr. Community Hospital se orgulha do seu “Jardim Azul”, ao lado do espaço de meditação, aproveitando o efeito calmante da cor. Seu idealizador é o arquiteto Dan Corson, que usou 33 tons de azuis no projeto: do cascalho que forra os canteiros a plantas cujas folhas apresentam essa tonalidade.
    Clare Cooper Marcus, professora emérita da Universidade da Califórnia, é autora de Paisagens terapêuticas e uma referência internacional sobre o assunto. Sua fórmula para os jardins terapêuticos inclui ênfase na acessibilidade e distrações: fontes, esculturas, áreas ensolaradas e de sombra, assim como lugares mais reservados para quem quer ficar sozinho.


Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/07/30/hospitais-com-jardins-que-ajudam-a-curar.ghtml. Adaptado.  
O texto menciona vários elementos presentes nos jardins de tais hospitais. Qual elemento NÃO é citado? 
Alternativas
Q3509331 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Hospitais com jardins que ajudam a curar

Mariza Tavares

    A não ser quando se trata de visitar um bebê recém-nascido numa maternidade, qualquer ida a um hospital, com raras exceções, está longe de significar uma experiência agradável. É por isso que vem ganhando corpo a ideia dos jardins terapêuticos, que ajudam a curar: espaços onde pacientes, familiares e as equipes de saúde podem apreciar a natureza, relaxar e recarregar as baterias.
    Disparados na frente, enchem os olhos os projetos em hospitais infantis. O Boston Children’s Hospital tem jardins internos e externos, mas o principal fica no topo e pode ser utilizado para sessões de fisioterapia e até por crianças impossibilitadas de sair do leito. No centro, numa pequena elevação, o gramado convida a relaxar e olhar o céu. No St. Louis Children’s Hospital, o terraço dispõe de laguinho, muitas plantas e flores, área para contação de histórias e teatro de marionetes. Para driblar o frio da cidade, o Chicago Lurie Children’s Hospital criou um espaço no 23.º andar que, apesar de fechado, aproveita ao máximo a luz natural.
    As boas iniciativas não se restringem ao púbico infantil. No Boston Medical Center, o terraço foi transformado em horta, que fornece produtos fresquíssimos para o consumo dos pacientes e também para as lanchonetes da instituição. A “fazenda” conta ainda com uma colmeia e oferece visitas guiadas e trabalho para voluntários.
    No sul de Los Angeles, o Martin Luther King Jr. Community Hospital se orgulha do seu “Jardim Azul”, ao lado do espaço de meditação, aproveitando o efeito calmante da cor. Seu idealizador é o arquiteto Dan Corson, que usou 33 tons de azuis no projeto: do cascalho que forra os canteiros a plantas cujas folhas apresentam essa tonalidade.
    Clare Cooper Marcus, professora emérita da Universidade da Califórnia, é autora de Paisagens terapêuticas e uma referência internacional sobre o assunto. Sua fórmula para os jardins terapêuticos inclui ênfase na acessibilidade e distrações: fontes, esculturas, áreas ensolaradas e de sombra, assim como lugares mais reservados para quem quer ficar sozinho.


Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/07/30/hospitais-com-jardins-que-ajudam-a-curar.ghtml. Adaptado.  
De acordo com o texto, os jardins em hospitais foram projetados com o objetivo de: 
Alternativas
Q3509330 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Mito ou morte? Extinção das abelhas seria apocalipse para humanos?

    Você já deve ter ouvido falar que se as abelhas sumissem, nós, seres humanos, também sumiríamos da Terra. Mas ______? Qual é o real impacto que a vida das abelhas tem no ciclo de vida da natureza? Ecoa conversou com dois pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e eles dizem que não, a situação não seria tão fatídica assim. Não seria o fim de nossa vida, mas, de certa forma, seria o fim de como a nossa vida é hoje. Sem as abelhas muitas coisas poderiam ser alteradas, produtos ficariam mais caros e até mesmo o chocolate poderia desaparecer.
    As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta, possibilitando que haja a formação dos frutos e sementes e a consequente reprodução das espécies vegetais. Alguns frutos que dependem quase totalmente da polinização animal são a maçã, o maracujá e o cacau. “Se as abelhas forem extintas, podemos ter a redução e até mesmo o sumiço dessas frutas. Ou vai ser caro demais ou não vai ser mais possível obtê-las”, diz Maria Teresa Rego Lopes, pesquisadora da Embrapa. Ou seja, sim, sem as abelhas o cacau pode desaparecer e, com ele, o chocolate!
    Quem também depende das abelhas para sobreviver são as matas nativas, mesmo que indiretamente. Maria Teresa afirma que, conforme estudos, a dependência dessas plantas pode ser superior a 90% em alguns ecossistemas. Quando se trata de plantas cultivadas, o déficit na produção pode ser enorme, dependendo do grau de dependência da cultura. Por exemplo, cerca de 30% das principais culturas mundiais poderia sofrer redução de 40% a 90% na produção se faltassem polinizadores.
    Isso sem contar que, muitas vezes, a planta depende desses insetos para se reproduzir. A alfafa, por exemplo, é fornecida como alimento a animais que depois serão consumidos por seres humanos. “Se as abelhas sumirem, haverá um grande desequilíbrio em toda a cadeia alimentar e no ciclo de vida da natureza”, diz a pesquisadora.
    O engenheiro ambiental, pesquisador da Embrapa e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A), Décio Gazzoni, explica que existem outros agentes polinizadores, como pequenos mamíferos, algumas aves, morcegos e o próprio vento, mas as abelhas são a espécie mais eficiente. Mundialmente, a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) conta com 128 países signatários em busca das melhores práticas de uso sustentável da natureza e conservação do ecossistema. Eles produzem ainda informações para fomentar a decisão em políticas públicas. Diversos órgãos do governo têm legislação para o manejo das abelhas. Elas estão em esfera estadual, municipal, e nacional, pelo Ministério do Meio Ambiente/Ibama e o da Agricultura.
    Dentro dessas diretrizes, estão as regras para uso de agrotóxicos de maneira controlada e seguindo as instruções da bula, de modo que sua aplicação ocorra nos horários em que esses insetos não estejam fazendo a polinização no local. O pesquisador avalia que estamos pagando um preço enorme com as alterações climáticas ocasionadas por agressões dos seres humanos na natureza. “Precisamos entender a importância desses insetos na natureza e aprender a coexistir com eles.”


Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2023/07/09/e-verdade-que-o-fim-das-abelhas-seria-o-fim-tambem-da-nossa-vida.htm. Adaptado. 
Releia o trecho a seguir:

“As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta […]”.

A expressão destacada introduz:
Alternativas
Q3509329 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Mito ou morte? Extinção das abelhas seria apocalipse para humanos?

    Você já deve ter ouvido falar que se as abelhas sumissem, nós, seres humanos, também sumiríamos da Terra. Mas ______? Qual é o real impacto que a vida das abelhas tem no ciclo de vida da natureza? Ecoa conversou com dois pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e eles dizem que não, a situação não seria tão fatídica assim. Não seria o fim de nossa vida, mas, de certa forma, seria o fim de como a nossa vida é hoje. Sem as abelhas muitas coisas poderiam ser alteradas, produtos ficariam mais caros e até mesmo o chocolate poderia desaparecer.
    As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta, possibilitando que haja a formação dos frutos e sementes e a consequente reprodução das espécies vegetais. Alguns frutos que dependem quase totalmente da polinização animal são a maçã, o maracujá e o cacau. “Se as abelhas forem extintas, podemos ter a redução e até mesmo o sumiço dessas frutas. Ou vai ser caro demais ou não vai ser mais possível obtê-las”, diz Maria Teresa Rego Lopes, pesquisadora da Embrapa. Ou seja, sim, sem as abelhas o cacau pode desaparecer e, com ele, o chocolate!
    Quem também depende das abelhas para sobreviver são as matas nativas, mesmo que indiretamente. Maria Teresa afirma que, conforme estudos, a dependência dessas plantas pode ser superior a 90% em alguns ecossistemas. Quando se trata de plantas cultivadas, o déficit na produção pode ser enorme, dependendo do grau de dependência da cultura. Por exemplo, cerca de 30% das principais culturas mundiais poderia sofrer redução de 40% a 90% na produção se faltassem polinizadores.
    Isso sem contar que, muitas vezes, a planta depende desses insetos para se reproduzir. A alfafa, por exemplo, é fornecida como alimento a animais que depois serão consumidos por seres humanos. “Se as abelhas sumirem, haverá um grande desequilíbrio em toda a cadeia alimentar e no ciclo de vida da natureza”, diz a pesquisadora.
    O engenheiro ambiental, pesquisador da Embrapa e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A), Décio Gazzoni, explica que existem outros agentes polinizadores, como pequenos mamíferos, algumas aves, morcegos e o próprio vento, mas as abelhas são a espécie mais eficiente. Mundialmente, a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) conta com 128 países signatários em busca das melhores práticas de uso sustentável da natureza e conservação do ecossistema. Eles produzem ainda informações para fomentar a decisão em políticas públicas. Diversos órgãos do governo têm legislação para o manejo das abelhas. Elas estão em esfera estadual, municipal, e nacional, pelo Ministério do Meio Ambiente/Ibama e o da Agricultura.
    Dentro dessas diretrizes, estão as regras para uso de agrotóxicos de maneira controlada e seguindo as instruções da bula, de modo que sua aplicação ocorra nos horários em que esses insetos não estejam fazendo a polinização no local. O pesquisador avalia que estamos pagando um preço enorme com as alterações climáticas ocasionadas por agressões dos seres humanos na natureza. “Precisamos entender a importância desses insetos na natureza e aprender a coexistir com eles.”


Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2023/07/09/e-verdade-que-o-fim-das-abelhas-seria-o-fim-tambem-da-nossa-vida.htm. Adaptado. 
De acordo com o texto, as possíveis consequências da extinção das abelhas são: 
Alternativas
Q3509328 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Mito ou morte? Extinção das abelhas seria apocalipse para humanos?

    Você já deve ter ouvido falar que se as abelhas sumissem, nós, seres humanos, também sumiríamos da Terra. Mas ______? Qual é o real impacto que a vida das abelhas tem no ciclo de vida da natureza? Ecoa conversou com dois pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e eles dizem que não, a situação não seria tão fatídica assim. Não seria o fim de nossa vida, mas, de certa forma, seria o fim de como a nossa vida é hoje. Sem as abelhas muitas coisas poderiam ser alteradas, produtos ficariam mais caros e até mesmo o chocolate poderia desaparecer.
    As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta, possibilitando que haja a formação dos frutos e sementes e a consequente reprodução das espécies vegetais. Alguns frutos que dependem quase totalmente da polinização animal são a maçã, o maracujá e o cacau. “Se as abelhas forem extintas, podemos ter a redução e até mesmo o sumiço dessas frutas. Ou vai ser caro demais ou não vai ser mais possível obtê-las”, diz Maria Teresa Rego Lopes, pesquisadora da Embrapa. Ou seja, sim, sem as abelhas o cacau pode desaparecer e, com ele, o chocolate!
    Quem também depende das abelhas para sobreviver são as matas nativas, mesmo que indiretamente. Maria Teresa afirma que, conforme estudos, a dependência dessas plantas pode ser superior a 90% em alguns ecossistemas. Quando se trata de plantas cultivadas, o déficit na produção pode ser enorme, dependendo do grau de dependência da cultura. Por exemplo, cerca de 30% das principais culturas mundiais poderia sofrer redução de 40% a 90% na produção se faltassem polinizadores.
    Isso sem contar que, muitas vezes, a planta depende desses insetos para se reproduzir. A alfafa, por exemplo, é fornecida como alimento a animais que depois serão consumidos por seres humanos. “Se as abelhas sumirem, haverá um grande desequilíbrio em toda a cadeia alimentar e no ciclo de vida da natureza”, diz a pesquisadora.
    O engenheiro ambiental, pesquisador da Embrapa e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A), Décio Gazzoni, explica que existem outros agentes polinizadores, como pequenos mamíferos, algumas aves, morcegos e o próprio vento, mas as abelhas são a espécie mais eficiente. Mundialmente, a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) conta com 128 países signatários em busca das melhores práticas de uso sustentável da natureza e conservação do ecossistema. Eles produzem ainda informações para fomentar a decisão em políticas públicas. Diversos órgãos do governo têm legislação para o manejo das abelhas. Elas estão em esfera estadual, municipal, e nacional, pelo Ministério do Meio Ambiente/Ibama e o da Agricultura.
    Dentro dessas diretrizes, estão as regras para uso de agrotóxicos de maneira controlada e seguindo as instruções da bula, de modo que sua aplicação ocorra nos horários em que esses insetos não estejam fazendo a polinização no local. O pesquisador avalia que estamos pagando um preço enorme com as alterações climáticas ocasionadas por agressões dos seres humanos na natureza. “Precisamos entender a importância desses insetos na natureza e aprender a coexistir com eles.”


Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2023/07/09/e-verdade-que-o-fim-das-abelhas-seria-o-fim-tambem-da-nossa-vida.htm. Adaptado. 
Em relação ao texto, considere as seguintes afirmativas:

1. A expressão “dessas plantas”, destacada no texto, retoma “matas nativas”.
2. O termo “Elas”, destacado no texto, refere-se a “abelhas”.
3. São usados pelo autor em substituição a “Décio Gazzoni”: engenheiro ambiental e pesquisador.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
261: B
262: D
263: C
264: B
265: E
266: C
267: E
268: E
269: C
270: E
271: D
272: E
273: C
274: B
275: A
276: B
277: D
278: A
279: B
280: C