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“O componente mais óbvio de uma teoria do currículo tem a ver com a questão do conhecimento e da verdade. Afinal, supõe-se que a questão central da teorização curricular é o ‘que deve ser ensinado?’, o que, por sua vez, remete à questão mais ampla ‘o que constitui conhecimento válido ou verdadeiro?’ Tradicionalmente, essa última pergunta tem sido respondida remetendo-se a teorias do conhecimento ou a epistemologias no sentido estrito, isto é, a teorias que adotam, de uma forma ou outra, uma concepção do conhecimento como representação (‘verdadeira’), como correspondência ou adequação a alguma suposta e pré-existente realidade, a alguma presumida coisa-em-si” (SILVA, Tomas Tadeu. Dr. Nietzsche, curriculista: com uma pequena ajuda do professor Deleuze. In: Reunião anual da anped, 24. Programa e resumos. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação, 2001).
( ) Na concepção metafísica ou positivista, o currículo é a experiência do encontro com um composto de conhecimentos fixos e imutáveis, organizados de modo que sejam transmitidos, além do conhecimento, certos valores sociais.
( ) O currículo também pode ser entendido como o Plano Pedagógico que orienta as ações das instituições e, por ser formulado no início do ano letivo, está isento de acompanhamento e avaliação.
( ) De acordo com o Art. 26-A da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar.
( ) De acordo com a proposta curricular do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), o termo “currículo” é resultante de um processo histórico-social liberto de conflitos, rupturas e contradições, vinculado aos contextos sociais, econômicos, culturais e políticos de uma dada sociedade.
( ) Desde seu nascimento, a criança insere-se num universo histórico-cultural, ou seja, em meio a uma trama de processos e conflitos sociais. Já o currículo pode ser entendido como um artefato social, um dispositivo subjetivante, que influencia a experiência de quem aprende.
I. O currículo pode contribuir com a formação do olhar através da realidade contemporânea, por meio do estudo histórico.
II. O currículo por ser construído a partir da realidade de cada escola, não precisa abrir-se para uma visão pluralista.
III. O currículo precisa estar articulado à compreensão da cultura visual de forma flexível, não elegendo conteúdos hegemônicos.
IV. O currículo, em seu caráter político, toma o conhecimento escolar como uma seleção particular desvinculada de interesses de certos grupos.
V. O currículo na história tradicional é visto como a intervenção racional na aula.
I. Visam à autonomia emancipatória das crianças.
II. São embasados na análise do processo de aquisição cognitiva das crianças.
III. Devem ocorrer de maneira processual e contínua.
IV. São baseados em indicadores classificatórios de desempenho motor e cognitivo.
V. Têm caráter diagnóstico a fim de orientar decisões do professor.
( ) A criança se exprime naturalmente, tanto do ponto de vista verbal como plástico ou corporal, sempre motivada pelo desejo da descoberta.
( ) Considerar a expressividade da criança pelo ângulo de seu desejo de descoberta significa entendê-la dentro de um processo de inter-relação com os outros e com a ambiência.
( ) A expressão infantil é a mobilização para o exterior de manifestações interiorizadas.
( ) A criança em atividade fabuladora não consegue participar ativamente do processo de criação e precisa ser conduzida pelo adulto.
( ) Sentir, fantasiar, perceber, imaginar e representar fazem parte do universo infantil e devem ser considerados durante o ensino da arte.
( ) O ensino da Arte na Educação Infantil deve considerar as especificidades da criança, seus repertórios e as interações do ensino com brincadeiras.
( ) O ensino da Arte na Educação Infantil deve limitar o uso de imagens da arte, pois as crianças só conseguem entender parte dos códigos visuais.
( ) O ensino da Arte na Educação Infantil é puramente prático, pois as crianças não conseguem assimilar a amplitude das imagens provenientes da história da arte.
( ) O ensino da Arte na Educação Infantil é puramente prático e sensorial, principalmente pela especificidade da faixa etária, que não precisa de propostas de leitura de imagem.
( ) O ensino da Arte na Educação Infantil visa ser algo prático, funcional e que prepare a criança para o manuseio de materiais no Ensino Fundamental.
“A cultura visual examina como as experiências cotidianas com o universo visual – dos vídeos às obras de arte – produzem, criam e disputam significados” (RANGEL, Susana. As infâncias nas tramas da cultura visual. In: MARTINS, Raimundo; TOURINHO, Irene. Cultura Visual e Infância: quando as imagens invadem a escola. Santa Maria: Ed. da UFSM, 2010).
I. Viktor Lowenfeld não considera a interferência de imagens externas para a produção infantil.
II. Georges Henri Luquet não considera que a compreensão da criança sobre o desenho esteja desassociada do sistema de significações da linguagem.
III. O uso de imagens da mídia como estímulo visual, comum durante a Escola Tradicional, auxilia o processo de desenvolvimento do desenho infantil.
IV. Para Rosa Iavelberg, o desenho cultivado compreende simultaneamente conhecimento técnico e fazer expressivo.
V. Na Escola Tecnicista, o ensino do desenho é pautado pelo rigor acadêmico e cânone clássico.
( ) Atividades lúdicas estão previstas no ensino das Artes Visuais, pois estimulam a imaginação e a criação, elementos básicos dessa Disciplina.
( ) Atividades lúdicas geram processos de contextualização e apreciação estética, além de construções expressivas, mesmo que sem a mediação sistemática de um professor de Artes Visuais.
( ) Atividades lúdicas devem ser devidamente demarcadas para que as crianças não as confundam com atividades das aulas de Artes Visuais.
( ) Atividades lúdicas geram processos de contextualização e apreciação estética, além de construções expressivas, desde que mediadas pelo professor de Artes Visuais.
( ) Atividades lúdicas não integram o programa do ensino de Artes Visuais na Educação Infantil, embora estimulem a imaginação e a criação, elementos básicos dessa Disciplina.
I. A ampliação da experiência da criança contribui diretamente para a sua atividade criadora.
II. A ampliação da experiência da criança não contribui diretamente para a sua atividade criadora.
III. Crianças pequenas desenham o que conhecem e não o que veem.
IV. Quanto maior a diversidade de experiências, maior a capacidade imaginativa e criadora da criança.
V. O desenvolvimento do desenho infantil ocorre de modo natural e espontâneo, sem interferência do contexto social.
I. A lei de diretrizes orçamentárias disporá também sobre critérios e forma de limitação de empenho.
II. Caso seja verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira.
III. É garantida a aplicação das disponibilidades de caixa dos regimes de previdência social, geral e próprio dos servidores públicos em títulos da dívida pública estadual e municipal, bem como em ações e outros papéis relativos às empresas controladas pelo respectivo ente da Federação.
I. A instância superior a que a discente apresentar recurso deverá proferir sua decisão no prazo de trinta dias.
II. Passados seis dias a contar da data em que tomou ciência da decisão do Colegiado, a discente não mais poderá interpor o recurso.
III. A instância imediatamente superior à qual a discente deve apresentar o recurso é o Departamento ao qual o curso está vinculado.
I. A Administração Superior efetivar-se-á por intermédio, dentre outros, de Órgãos Executivos Centrais, como as Diretorias de Unidades e Chefias de Departamento.
II. O Conselho Universitário é o órgão máximo deliberativo e normativo da Universidade, sendo composto, entre outros membros, por representantes da comunidade externa indicados: pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina – FAPESC; pela Secretaria de Estado da Educação – SED; pelos sindicatos ou federações patronais de Santa Catarina; e pelos sindicatos ou federações de trabalhadores de Santa Catarina.
III. A Reitoria será exercida pelo reitor, eleito nos termos da legislação vigente, para um mandato de quatro anos, não sendo permitida recondução.
I. Havendo erro na forma de tratamento empregada nas comunicações, deve-se negar a realização de ato administrativo e devolver o documento para as devidas correções.
II. Quando necessário, o pronome de tratamento é flexionado para o feminino e para o plural.
III. No caso de a correspondência ser dirigida à pessoa de agente público específico, poderá constar o pronome de tratamento e o nome do destinatário.
IV. O pronome de tratamento “vossa excelência” deve ser utilizado para ministros de Estado.
V. O pronome de tratamento utilizado para o Presidente da República é Senhor.
I. A violência no trabalho pode ser expressa por meio de comentários depreciativos, constrangimentos e humilhações.
II. Violências indiretas frequentes e prolongadas, como isolamento e recusa na comunicação, são caracterizadas como barreiras à comunicação e não como assédio moral no trabalho.
III. Provocar a remoção de um servidor para outro local de trabalho pode ser um dos objetivos e uma das consequências do assédio moral.
IV. O assédio moral sempre é intencional e percebido pelo agressor.
V. Zombar de origens, nacionalidade, crenças religiosas ou convicções políticas são exemplos de atentado contra a dignidade.
Conclusão I – o principal objetivo dos integrantes do setor é compartilhar informações e tomar decisões para ajudar cada membro em seu desempenho na área de responsabilidade;
Conclusão II – os integrantes não chegam a se engajar em um trabalho coletivo que requeira esforço conjunto, sendo que o desempenho do setor é resultante do somatório das contribuições individuais de seus membros; e
Conclusão III – as habilidades de cada membro do setor são complementares entre si.
Considerando o tema “trabalho em equipe” e o texto anterior, assinale a alternativa que indica qual(is) da(s) conclusão(ões) de L. corresponde(m) à(s) característica(s) com potencial para que os membros do novo setor deixem de atuar como grupo para atuar como uma equipe de trabalho: