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Q3538756 Direito Civil
A alienação fiduciária regulada pelo Código Civil
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Q3538755 Direito Civil
Fernando contratou José para pintar sua residência e estipulou que realizaria o pagamento quando o serviço estivesse esteticamente de seu agrado. De acordo com o Código Civil, tal estipulação constitui
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Q3538754 Direito Civil
Pedro e Juan simularam um empréstimo a fim de prejudicar interesse de terceiro. De acordo com o Código Civil, tal negócio é
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Q3538751 Direito Constitucional
O artigo 225 da Constituição da República consagra, em seu texto, o princípio do desenvolvimento sustentável e o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público
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Q3538750 Administração Pública
Durante a implantação de um laboratório de inovação no âmbito do Poder Judiciário, uma equipe foi encarregada de estruturar um projeto para o redesenho de serviços de atendimento ao público. Para estimular a geração de soluções centradas no usuário, foi decidido adotar uma abordagem metodológica fundamentada na colaboração multidisciplinar, no entendimento empático dos usuários e na prototipagem rápida de soluções. Considerando os conceitos de redes de inovação, laboratórios de inovação e metodológias aplicáveis, essa abordagem corresponde a utilização prática do principio de 
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Q3538747 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Resolução nº 401, do CNJ, dispõe sobre o desenvolvimento de diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência nos órgãos do Poder Judiciário e de seus serviços auxiliares, e regulamenta o funcionamento de unidades de acessibilidade e inclusão. Especificamente sobre as unidades de acessibilidade e inclusão:
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Q3538746 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
É assegurado à pessoa com deficiência visual acompanhada de cão-guia o direito de ingressar e de permanecer com o animal em todos os meios de transporte e em estabelecimentos abertos ao público, de uso público e privados de uso coletivo, desde que observadas as condições impostas pela Lei nº 11.126/2005. Acerca do tema, 
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Q3538745 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Os parques públicos, possuidores não só de belas paisagens vegetais, como de equipamentos de lazer e brinquedos, constituem grande atrativo à população. A Lei nº 10.098/2000 exige que uma porcentagem minima de cada brinquedo e equipamento de lazer existentes em vias públicas, parques e demais espaços de uso público devem ser adaptados e identificados, tanto quanto tecnicamente possível, para possibilitar sua utilização por pessoas com deficiência, inclusive visual, ou com mobilidade reduzida. A porcentagem mínima mencionada e que deve ser observada, portanto, nos parques públicos corresponde a
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Q3538743 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

[Autobiografia de um historiador]

    Não escrevi esta minha biografia com o espirito de confissão tão vendável hoje em dia, em parte porque a única justificativa para essa viagem em torno do ego é a genialidade - não sou nem um santo Agostinho nem um Rousseau -e em parte porque nenhum autobiógrafo vivo seria capaz de contar sua verdade particular sobre as coisas que envolvem outras pessoas vivas sem ferir injustificavelmente os sentimentos de algumas delas.
    Este livro também não é uma apologia da vida do autor. Se o leitor não quiser entender o século XX, deve ler as autobiografias daqueles que sejustificam a si mesmos, advogados de sua própria defesa, e as de seu reverso, os pecadores arrependidos.
    Estes escritos não são a história do mundo ilustrada pelas experiéncias de um indivíduo, mas a história do mundo dando forma às experiëncias de um indivíduo, ou melhor, oferecendo uma gama de escolhas sempre limitadas, com as quais os homens fazem suas vidas, não nas circunstâncias escolhidas por eles, e sim nas circunstâncias diretamente proporcionadas pelo mundo em volta deles.
    Busquei juntar meus temas de modo coerente, com alguma racionalização histórica. Outros historiadores poderão interessar-se por esse aspecto mais profissional do meu livro. Espero, entretanto, que os demais o leiam como uma introdução ao extraordinário século XX, como um relato que é também o itinerário de um ser humano cuja vida não poderia ter ocorrido em outro século.

 (Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos interessantes. Trad. S. Duarte. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 10-12)
Considere as seguintes afirmações:
I. Sendo historiador, ele escreveu uma autobiografia.
II. Sua autobiografia tem interesse histórico.
III. Sua autobiografia inscreve-se no século XX.
Essas afirmações estão articuladas com correção e coerência neste período único: 
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Q3538742 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

[Autobiografia de um historiador]

    Não escrevi esta minha biografia com o espirito de confissão tão vendável hoje em dia, em parte porque a única justificativa para essa viagem em torno do ego é a genialidade - não sou nem um santo Agostinho nem um Rousseau -e em parte porque nenhum autobiógrafo vivo seria capaz de contar sua verdade particular sobre as coisas que envolvem outras pessoas vivas sem ferir injustificavelmente os sentimentos de algumas delas.
    Este livro também não é uma apologia da vida do autor. Se o leitor não quiser entender o século XX, deve ler as autobiografias daqueles que sejustificam a si mesmos, advogados de sua própria defesa, e as de seu reverso, os pecadores arrependidos.
    Estes escritos não são a história do mundo ilustrada pelas experiéncias de um indivíduo, mas a história do mundo dando forma às experiëncias de um indivíduo, ou melhor, oferecendo uma gama de escolhas sempre limitadas, com as quais os homens fazem suas vidas, não nas circunstâncias escolhidas por eles, e sim nas circunstâncias diretamente proporcionadas pelo mundo em volta deles.
    Busquei juntar meus temas de modo coerente, com alguma racionalização histórica. Outros historiadores poderão interessar-se por esse aspecto mais profissional do meu livro. Espero, entretanto, que os demais o leiam como uma introdução ao extraordinário século XX, como um relato que é também o itinerário de um ser humano cuja vida não poderia ter ocorrido em outro século.

 (Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos interessantes. Trad. S. Duarte. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 10-12)
Estes escritos não constituem uma história do mundo, embora a levem em conta.
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, as formas verbais deverão ficar, na ordem dada,
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Q3538741 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

[Autobiografia de um historiador]

    Não escrevi esta minha biografia com o espirito de confissão tão vendável hoje em dia, em parte porque a única justificativa para essa viagem em torno do ego é a genialidade - não sou nem um santo Agostinho nem um Rousseau -e em parte porque nenhum autobiógrafo vivo seria capaz de contar sua verdade particular sobre as coisas que envolvem outras pessoas vivas sem ferir injustificavelmente os sentimentos de algumas delas.
    Este livro também não é uma apologia da vida do autor. Se o leitor não quiser entender o século XX, deve ler as autobiografias daqueles que sejustificam a si mesmos, advogados de sua própria defesa, e as de seu reverso, os pecadores arrependidos.
    Estes escritos não são a história do mundo ilustrada pelas experiéncias de um indivíduo, mas a história do mundo dando forma às experiëncias de um indivíduo, ou melhor, oferecendo uma gama de escolhas sempre limitadas, com as quais os homens fazem suas vidas, não nas circunstâncias escolhidas por eles, e sim nas circunstâncias diretamente proporcionadas pelo mundo em volta deles.
    Busquei juntar meus temas de modo coerente, com alguma racionalização histórica. Outros historiadores poderão interessar-se por esse aspecto mais profissional do meu livro. Espero, entretanto, que os demais o leiam como uma introdução ao extraordinário século XX, como um relato que é também o itinerário de um ser humano cuja vida não poderia ter ocorrido em outro século.

 (Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos interessantes. Trad. S. Duarte. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 10-12)
Os tempos e os modos das formas verbais estão adequadamente articulados na frase:
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Q3538740 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

[Autobiografia de um historiador]

    Não escrevi esta minha biografia com o espirito de confissão tão vendável hoje em dia, em parte porque a única justificativa para essa viagem em torno do ego é a genialidade - não sou nem um santo Agostinho nem um Rousseau -e em parte porque nenhum autobiógrafo vivo seria capaz de contar sua verdade particular sobre as coisas que envolvem outras pessoas vivas sem ferir injustificavelmente os sentimentos de algumas delas.
    Este livro também não é uma apologia da vida do autor. Se o leitor não quiser entender o século XX, deve ler as autobiografias daqueles que sejustificam a si mesmos, advogados de sua própria defesa, e as de seu reverso, os pecadores arrependidos.
    Estes escritos não são a história do mundo ilustrada pelas experiéncias de um indivíduo, mas a história do mundo dando forma às experiëncias de um indivíduo, ou melhor, oferecendo uma gama de escolhas sempre limitadas, com as quais os homens fazem suas vidas, não nas circunstâncias escolhidas por eles, e sim nas circunstâncias diretamente proporcionadas pelo mundo em volta deles.
    Busquei juntar meus temas de modo coerente, com alguma racionalização histórica. Outros historiadores poderão interessar-se por esse aspecto mais profissional do meu livro. Espero, entretanto, que os demais o leiam como uma introdução ao extraordinário século XX, como um relato que é também o itinerário de um ser humano cuja vida não poderia ter ocorrido em outro século.

 (Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos interessantes. Trad. S. Duarte. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 10-12)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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Q3538739 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

[Autobiografia de um historiador]

    Não escrevi esta minha biografia com o espirito de confissão tão vendável hoje em dia, em parte porque a única justificativa para essa viagem em torno do ego é a genialidade - não sou nem um santo Agostinho nem um Rousseau -e em parte porque nenhum autobiógrafo vivo seria capaz de contar sua verdade particular sobre as coisas que envolvem outras pessoas vivas sem ferir injustificavelmente os sentimentos de algumas delas.
    Este livro também não é uma apologia da vida do autor. Se o leitor não quiser entender o século XX, deve ler as autobiografias daqueles que sejustificam a si mesmos, advogados de sua própria defesa, e as de seu reverso, os pecadores arrependidos.
    Estes escritos não são a história do mundo ilustrada pelas experiéncias de um indivíduo, mas a história do mundo dando forma às experiëncias de um indivíduo, ou melhor, oferecendo uma gama de escolhas sempre limitadas, com as quais os homens fazem suas vidas, não nas circunstâncias escolhidas por eles, e sim nas circunstâncias diretamente proporcionadas pelo mundo em volta deles.
    Busquei juntar meus temas de modo coerente, com alguma racionalização histórica. Outros historiadores poderão interessar-se por esse aspecto mais profissional do meu livro. Espero, entretanto, que os demais o leiam como uma introdução ao extraordinário século XX, como um relato que é também o itinerário de um ser humano cuja vida não poderia ter ocorrido em outro século.

 (Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos interessantes. Trad. S. Duarte. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 10-12)
Contrastando com os vários alertas sobre o que sua autobiografia não é, não pode ou não deseja ser, há no texto um reconhecimento afirmativo do autor quanto 
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Q3538738 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Nosso cérebro e os sistemas digitais

    O cérebro humano não opera comо ит сотрutador digital, mas isso não impede que esses nossos computadores orgânicos sejam programados por sinais externos. Muito pelo contrário! E preciso considerar os graves riscos que a humanidade enfrentará nos próximos anos, em decorréncia da nossa interação e da nossa dependência cada vez maior em relação aos sistemas digitais, estabelecendo uma verdadeira simbiose que pode afetar profundamente o cérebro, por meio do fenômeno da plasticidade neural.
   Basicamente, a convivência contínua com computadores pode afetar a forma como o cérebro funciona e, no limite, nos transformar em meros zumbis orgânicos. De acordo com a minha estimativa, essa transformação pode ocorrer muito mais depressa do que imaginamos. Esse cenário se manifestará quão mais rapidamente o nosso cérebro for ludibriado, convencendo-se de que recompensas maiores seriam auferidas se ele cessasse de expressar os atributos mais celebrados e únicos da condição humana.
    Que atributos seriam esses? Eles incluem a imensa criatividade e a intuição, a inteligéncia bem como a compaixão, a empatia pelo próximo e a busca de um fim benéfico comum. Em troca, o cérebro optaria pela produção de comportamentos mais eficientes e produtivos, seguindo as rígidas normas impostas pela modernidade, que nos condenariam a uma existência primordialmente virtual onde -de acordo com a falsa utopia dominante dos nossos tempos - poderíamos nos defender melhor das frustrações e das dores cotidianas advindas do mundo real.
  Na verdade, esse seria o caminho mais rápido para nos transformarmos em simples autômatos controlados por um sistema ditatorial e por um tipo de economia divorciada da promoção do bem-estar geral. 

(Adaptado de: NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 21)
A supressão da vírgula implicará alteração de sentido na frase: 
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Q3538737 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Nosso cérebro e os sistemas digitais

    O cérebro humano não opera comо ит сотрutador digital, mas isso não impede que esses nossos computadores orgânicos sejam programados por sinais externos. Muito pelo contrário! E preciso considerar os graves riscos que a humanidade enfrentará nos próximos anos, em decorréncia da nossa interação e da nossa dependência cada vez maior em relação aos sistemas digitais, estabelecendo uma verdadeira simbiose que pode afetar profundamente o cérebro, por meio do fenômeno da plasticidade neural.
   Basicamente, a convivência contínua com computadores pode afetar a forma como o cérebro funciona e, no limite, nos transformar em meros zumbis orgânicos. De acordo com a minha estimativa, essa transformação pode ocorrer muito mais depressa do que imaginamos. Esse cenário se manifestará quão mais rapidamente o nosso cérebro for ludibriado, convencendo-se de que recompensas maiores seriam auferidas se ele cessasse de expressar os atributos mais celebrados e únicos da condição humana.
    Que atributos seriam esses? Eles incluem a imensa criatividade e a intuição, a inteligéncia bem como a compaixão, a empatia pelo próximo e a busca de um fim benéfico comum. Em troca, o cérebro optaria pela produção de comportamentos mais eficientes e produtivos, seguindo as rígidas normas impostas pela modernidade, que nos condenariam a uma existência primordialmente virtual onde -de acordo com a falsa utopia dominante dos nossos tempos - poderíamos nos defender melhor das frustrações e das dores cotidianas advindas do mundo real.
  Na verdade, esse seria o caminho mais rápido para nos transformarmos em simples autômatos controlados por um sistema ditatorial e por um tipo de economia divorciada da promoção do bem-estar geral. 

(Adaptado de: NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 21)
É regular o emprego do elemento sublinhado na seguinte construção:
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Q3538736 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Nosso cérebro e os sistemas digitais

    O cérebro humano não opera comо ит сотрutador digital, mas isso não impede que esses nossos computadores orgânicos sejam programados por sinais externos. Muito pelo contrário! E preciso considerar os graves riscos que a humanidade enfrentará nos próximos anos, em decorréncia da nossa interação e da nossa dependência cada vez maior em relação aos sistemas digitais, estabelecendo uma verdadeira simbiose que pode afetar profundamente o cérebro, por meio do fenômeno da plasticidade neural.
   Basicamente, a convivência contínua com computadores pode afetar a forma como o cérebro funciona e, no limite, nos transformar em meros zumbis orgânicos. De acordo com a minha estimativa, essa transformação pode ocorrer muito mais depressa do que imaginamos. Esse cenário se manifestará quão mais rapidamente o nosso cérebro for ludibriado, convencendo-se de que recompensas maiores seriam auferidas se ele cessasse de expressar os atributos mais celebrados e únicos da condição humana.
    Que atributos seriam esses? Eles incluem a imensa criatividade e a intuição, a inteligéncia bem como a compaixão, a empatia pelo próximo e a busca de um fim benéfico comum. Em troca, o cérebro optaria pela produção de comportamentos mais eficientes e produtivos, seguindo as rígidas normas impostas pela modernidade, que nos condenariam a uma existência primordialmente virtual onde -de acordo com a falsa utopia dominante dos nossos tempos - poderíamos nos defender melhor das frustrações e das dores cotidianas advindas do mundo real.
  Na verdade, esse seria o caminho mais rápido para nos transformarmos em simples autômatos controlados por um sistema ditatorial e por um tipo de economia divorciada da promoção do bem-estar geral. 

(Adaptado de: NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 21)
As normas de concordância verbal encontram-se bem observadas na frase:
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Q3538735 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Nosso cérebro e os sistemas digitais

    O cérebro humano não opera comо ит сотрutador digital, mas isso não impede que esses nossos computadores orgânicos sejam programados por sinais externos. Muito pelo contrário! E preciso considerar os graves riscos que a humanidade enfrentará nos próximos anos, em decorréncia da nossa interação e da nossa dependência cada vez maior em relação aos sistemas digitais, estabelecendo uma verdadeira simbiose que pode afetar profundamente o cérebro, por meio do fenômeno da plasticidade neural.
   Basicamente, a convivência contínua com computadores pode afetar a forma como o cérebro funciona e, no limite, nos transformar em meros zumbis orgânicos. De acordo com a minha estimativa, essa transformação pode ocorrer muito mais depressa do que imaginamos. Esse cenário se manifestará quão mais rapidamente o nosso cérebro for ludibriado, convencendo-se de que recompensas maiores seriam auferidas se ele cessasse de expressar os atributos mais celebrados e únicos da condição humana.
    Que atributos seriam esses? Eles incluem a imensa criatividade e a intuição, a inteligéncia bem como a compaixão, a empatia pelo próximo e a busca de um fim benéfico comum. Em troca, o cérebro optaria pela produção de comportamentos mais eficientes e produtivos, seguindo as rígidas normas impostas pela modernidade, que nos condenariam a uma existência primordialmente virtual onde -de acordo com a falsa utopia dominante dos nossos tempos - poderíamos nos defender melhor das frustrações e das dores cotidianas advindas do mundo real.
  Na verdade, esse seria o caminho mais rápido para nos transformarmos em simples autômatos controlados por um sistema ditatorial e por um tipo de economia divorciada da promoção do bem-estar geral. 

(Adaptado de: NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 21)
Estão indicadas uma causa e sua consequência, nesta ordem, na relação entre os seguintes segmentos: 
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Q3538734 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Nosso cérebro e os sistemas digitais

    O cérebro humano não opera comо ит сотрutador digital, mas isso não impede que esses nossos computadores orgânicos sejam programados por sinais externos. Muito pelo contrário! E preciso considerar os graves riscos que a humanidade enfrentará nos próximos anos, em decorréncia da nossa interação e da nossa dependência cada vez maior em relação aos sistemas digitais, estabelecendo uma verdadeira simbiose que pode afetar profundamente o cérebro, por meio do fenômeno da plasticidade neural.
   Basicamente, a convivência contínua com computadores pode afetar a forma como o cérebro funciona e, no limite, nos transformar em meros zumbis orgânicos. De acordo com a minha estimativa, essa transformação pode ocorrer muito mais depressa do que imaginamos. Esse cenário se manifestará quão mais rapidamente o nosso cérebro for ludibriado, convencendo-se de que recompensas maiores seriam auferidas se ele cessasse de expressar os atributos mais celebrados e únicos da condição humana.
    Que atributos seriam esses? Eles incluem a imensa criatividade e a intuição, a inteligéncia bem como a compaixão, a empatia pelo próximo e a busca de um fim benéfico comum. Em troca, o cérebro optaria pela produção de comportamentos mais eficientes e produtivos, seguindo as rígidas normas impostas pela modernidade, que nos condenariam a uma existência primordialmente virtual onde -de acordo com a falsa utopia dominante dos nossos tempos - poderíamos nos defender melhor das frustrações e das dores cotidianas advindas do mundo real.
  Na verdade, esse seria o caminho mais rápido para nos transformarmos em simples autômatos controlados por um sistema ditatorial e por um tipo de economia divorciada da promoção do bem-estar geral. 

(Adaptado de: NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 21)
Considerando os riscos que a humanidade enfrentará nos próximos anos da nossa era digital, o autor lembra que
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Q3538653 Segurança da Informação
O Art. 11 da Portaria CNJ nº 253/2020 estabelece que o acesso aos microsserviços deverá ser protegido com mecanismos de autenticação e autorização 
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Q3538652 Engenharia de Software
O Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão de Processos e Documentos do Poder Judiciário (MoReq-Jus) 2ª edição, parte dos normativos da Plataforma Digital do Poder Judiciário PDPJ-Br, estabelece diretrizes para o desenvolvimento e a manutenção de sistemas judiciais. Dentre os princípios e diretrizes, o MoReq-Jus
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Respostas
2921: B
2922: A
2923: B
2924: B
2925: E
2926: A
2927: B
2928: E
2929: E
2930: A
2931: B
2932: D
2933: C
2934: A
2935: E
2936: D
2937: B
2938: C
2939: A
2940: E