Questões de Concurso
Sobre farmácia
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Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017.
De acordo com a Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017, Anexo XXVII (Política Nacional de Medicamentos - PNM), é CORRETO afirmar que a definição acima corresponde à/ao:
Sobre especificidade e potência dos fármacos, é CORRETO afirmar que:
Fonte: Brunton, L.L; Hilal-Dandan R; Knollmann BC. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019.
Além dessas indicações, é CORRETO afirmar que um uso off-label frequente deste fármaco, devido às suas propriedades farmacológicas, ocorre para situações de:
Sobre as ações preliminares de transformação, marque a alternativa CORRETA.
Acerca da atuação ideal dos conservantes em uma formulação, é CORRETO afirmar que:
Em um hospital privado, a direção administrativa decide reduzir custos e determina que o farmacêutico responsável técnico esteja presente apenas em parte do horário de funcionamento da farmácia hospitalar, mantendo técnicos de farmácia nos demais turnos. O farmacêutico, ciente da decisão, permanece vinculado formalmente ao serviço, assina documentos técnicos e não comunica o fato ao Conselho Regional de Farmácia.
À luz da Lei nº 13.021/2014 e do Código de Ética Farmacêutica, a situação descrita caracteriza que o farmacêutico
Um paciente de 68 anos, internado por pneumonia adquirida na comunidade, apresenta histórico de insuficiência renal crônica estágio 3, diabetes mellitus tipo 2 e fibrilação atrial em uso regular de varfarina. Durante a internação, é prescrita terapia antimicrobiana com levofloxacino intravenoso, na dose padrão. Após 72 horas, o paciente apresenta elevação progressiva do INR, sem alterações relevantes na dieta ou na dose do anticoagulante.
Nesse caso, o farmacêutico deve
O farmacêutico clínico de um hospital realiza busca ativa de eventos adversos relacionados a medicamentos por meio da metodologia de triggers. Durante a revisão de prontuários, identifica a prescrição de naloxona em um paciente internado na UTI. No prontuário, constam registros de depressão respiratória nas últimas horas, necessidade de ventilação não invasiva e ajuste recente da dose da morfina. Não há evidências de hipoxemia prévia, doença pulmonar descompensada ou uso concomitante recente de outros depressores do sistema nervoso central.
Considerando a metodologia dos triggers (rastreadores) e a análise de possíveis variáveis de confundimento, a interpretação do farmacêutico baseia-se
Uma paciente com diagnóstico recente de câncer metastático procura um hospital habilitado no SUS após ter recebido, no setor privado, a recomendação de uso de um medicamento oncológico recém-aprovado pela Anvisa, ainda não incorporado ao SUS. Durante o atendimento, surgem dúvidas quanto às diferenças nos critérios de acesso entre os dois sistemas.
Considerando a organização da atenção oncológica no Brasil, a situação descrita relaciona-se diretamente ao fato de que
Em um hospital de alta complexidade, a farmácia hospitalar enfrenta atraso na liberação de quimioterápicos antineoplásicos. Diante da pressão assistencial, a coordenação de enfermagem propõe que enfermeiros realizem a reconstituição e diluição desses medicamentos na unidade de internação, argumentando que a equipe já manipula outras medicações intravenosas e possui treinamento técnico.
À luz da legislação profissional e das normas sanitárias aplicáveis, a análise dessa situação fundamenta-se no entendimento de que a manipulação de quimioterápicos antineoplásicos
Em um hospital universitário, reações adversas são notificadas após a introdução de um novo medicamento no formulário terapêutico. As notificações incluem eventos com diferentes níveis de gravidade, ocorridos em pacientes com múltiplas comorbidades e uso concomitante de vários fármacos. A farmácia hospitalar integra essas informações às ações de farmacovigilância institucional.
Nesse contexto, a análise de causalidade é incorporada ao processo por permitir
Durante a avaliação de um medicamento utilizado em ambiente hospitalar, o farmacêutico clínico analisa dados pré-clínicos e clínicos para subsidiar decisões relacionadas à monitorização terapêutica e à segurança do uso. Observa-se que a dose eficaz para 50% da população (DE₅₀) é próxima da dose tóxica para 50% dos indivíduos (DT₅₀), sendo que eventos adversos graves foram descritos mesmo em doses pouco acima daquelas necessárias para o efeito terapêutico.
Considerando os conceitos de índice terapêutico e margem de segurança, essa situação indica que o medicamento
Em um hospital universitário, a equipe de farmacovigilância avalia reações adversas notificadas em pacientes com polifarmácia, doenças graves e evolução clínica complexa. Durante a análise, observa-se que, em diversos casos, não há reexposição ao medicamento suspeito, os dados laboratoriais são incompletos e o evento pode ser explicado por condições clínicas concomitantes. Diante desse cenário, a escolha e a interpretação dos algoritmos de causalidade utilizados tornamse centrais para a qualificação das notificações.
Considerando as características do algoritmo de Naranjo e do sistema WHO-UMC, a análise desses casos deve reconhecer que
Em uma farmácia hospitalar, ocorre o derramamento de um quimioterápico antineoplásico durante o preparo. O farmacêutico responsável técnico decide não acionar o protocolo institucional, não registrar o incidente e autoriza a limpeza da área sem uso do kit específico, apesar de conhecer as normas vigentes. O episódio é posteriormente identificado em inspeção sanitária, com relato de exposição ocupacional de trabalhadores.
À luz do Código de Ética do Farmacêutico (Resolução CFF nº 724/2022), a conduta do farmacêutico caracteriza a ocorrência de