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Quem foi Carl Sagan, o cientista que desvendou o cosmos e combateu a desinformação
Por Redação National Geographic Brasil

(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/12/quem-foi-carl-sagan-o-cientista-quedesvendou-o-cosmos-e-combateu-a-desinformacao – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) Carl Sagan a escreveu em colaboração com sua esposa, Ann Druyan.
( ) Calcula-se que tenha sido transmitida em cerca de 60 países, alcançando um público superior a 500 milhões de espectadores.
( ) Sua produção evitou o uso de recursos audiovisuais e manteve uma abordagem técnica, o que dificultou a compreensão dos conceitos científicos pelo grande público.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Quem foi Carl Sagan, o cientista que desvendou o cosmos e combateu a desinformação
Por Redação National Geographic Brasil

(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/12/quem-foi-carl-sagan-o-cientista-quedesvendou-o-cosmos-e-combateu-a-desinformacao – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quem foi Carl Sagan, o cientista que desvendou o cosmos e combateu a desinformação
Por Redação National Geographic Brasil

(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/12/quem-foi-carl-sagan-o-cientista-quedesvendou-o-cosmos-e-combateu-a-desinformacao – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Além de ser um escritor cujo intuito era a divulgação científica, Carl Sagan participou da Apollo como astronauta, investigando as atmosferas de outros planetas do sistema solar.
II. O livro “Cosmos” foi campeão de vendas durante vários meses.
III. O trabalho de Carl Sagan e de Ann Druyan ainda serve como inspiração para outras obras audiovisuais.
Quais estão corretas?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)
Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.
Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos.
Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.
Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.
Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.
No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.
Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
Isso é particularmente relevante em investigações clínicas "que" buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos.
Em relação ao valor morfossintático do termo destacado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)
Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.
Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos.
Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.
Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.
Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.
No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.
Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
O CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se "expanda" ainda mais nos próximos anos.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Em relação à regência do verbo destacado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Em relação à concordância nominal no período, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
( ) “Antissocial” admite escrita com ou sem hífen.
( ) “Autoescola” escreve-se sem hífen.
( ) “Micro-ondas” escreve-se com hífen.
I. “Fazem dois anos que não o vejo.” está correto.
II. “Havia muitas pessoas na sala.” está correto.
III. “Devem existir problemas.” está correto.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) “Segue anexa a declaração.” está correto.
( ) “Seguem anexos os documentos.” está errado.
( ) “Segue anexo os documentos.” está correto.
I. “Pão-duro” admite plural apenas no primeiro elemento.
II. “Surdo-mudo” admite plural nos dois elementos.
III. O adjetivo “azul-marinho” é invariável.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) Em “Não fui à reunião porque estava doente.”, o uso de porque está correto, introduzindo explicação.
( ) Em “Queria sair, mais estava chovendo.”, o emprego de mais está correto, indicando oposição.
( ) Em “Por quê ninguém o avisou antes?”, o uso de por quê está correto, introduzindo frase interrogatória.
O pronome oblíquo “te” deveria estar em posição enclítica ao verbo. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que a colocação do pronome foi realizada de forma CORRETA.
I. “[...] Chama os amigos de testemunhas do passado. [...]” (2º parágrafo).
II. “[...] Diz que eles são nosso espelho. [...]” (2º parágrafo).
III. “[...] O ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.” (2º parágrafo).
I. Segundo o texto, reconhece-se os amigos, especialmente, quando de apertos e dificuldades.
II. O ditado popular que sintetiza as ideias do texto é: “Amigos, amigos, negócios à parte”.
III. Para a autora, em amizades recentes ainda não há certeza se, de fato, os amigos conseguem enfrentar adversidades juntos.
Está CORRETO o que se afirma: