Questões de Concurso
Sobre português para psicólogo
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Texto 1
Leia com atenção a tradução feita por Paloma Vidal do poema de Tamara Kamenszain no livro O eco da minha mãe:
Não posso narrar.
Que pretérito me serviria
se minha mãe já não me tece?
Desencaminhada então eu me detenho
ante um estado de coisas presente demais:
ser a descuidada que cuida dela
enquanto outros a descuidam por mim.
São pessoas que me sobram
e a gramática se torna um escândalo
quando ela que esqueceu as palavras
adianta seu bebê furioso
a fim de dizer tudo
mesmo que nada se entenda.
KAMENSZAIN, Tamara. O gueto / O eco da minha mãe. Tradução de Paloma Vidal e Carlito Azevedo. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: 7Letras, 2012. p. 77.
“Ser a descuidada que cuida dela
enquanto outros a descuidam por mim.”
Assinale a alternativa correta em relação ao verso.
Texto 1
Leia com atenção a tradução feita por Paloma Vidal do poema de Tamara Kamenszain no livro O eco da minha mãe:
Não posso narrar.
Que pretérito me serviria
se minha mãe já não me tece?
Desencaminhada então eu me detenho
ante um estado de coisas presente demais:
ser a descuidada que cuida dela
enquanto outros a descuidam por mim.
São pessoas que me sobram
e a gramática se torna um escândalo
quando ela que esqueceu as palavras
adianta seu bebê furioso
a fim de dizer tudo
mesmo que nada se entenda.
KAMENSZAIN, Tamara. O gueto / O eco da minha mãe. Tradução de Paloma Vidal e Carlito Azevedo. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: 7Letras, 2012. p. 77.
Texto 1
Leia com atenção a tradução feita por Paloma Vidal do poema de Tamara Kamenszain no livro O eco da minha mãe:
Não posso narrar.
Que pretérito me serviria
se minha mãe já não me tece?
Desencaminhada então eu me detenho
ante um estado de coisas presente demais:
ser a descuidada que cuida dela
enquanto outros a descuidam por mim.
São pessoas que me sobram
e a gramática se torna um escândalo
quando ela que esqueceu as palavras
adianta seu bebê furioso
a fim de dizer tudo
mesmo que nada se entenda.
KAMENSZAIN, Tamara. O gueto / O eco da minha mãe. Tradução de Paloma Vidal e Carlito Azevedo. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: 7Letras, 2012. p. 77.
Texto 1
Leia com atenção a tradução feita por Paloma Vidal do poema de Tamara Kamenszain no livro O eco da minha mãe:
Não posso narrar.
Que pretérito me serviria
se minha mãe já não me tece?
Desencaminhada então eu me detenho
ante um estado de coisas presente demais:
ser a descuidada que cuida dela
enquanto outros a descuidam por mim.
São pessoas que me sobram
e a gramática se torna um escândalo
quando ela que esqueceu as palavras
adianta seu bebê furioso
a fim de dizer tudo
mesmo que nada se entenda.
KAMENSZAIN, Tamara. O gueto / O eco da minha mãe. Tradução de Paloma Vidal e Carlito Azevedo. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: 7Letras, 2012. p. 77.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Em relação aos recursos expressivos da linguagem, o trecho acima exemplifica o uso de:
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se, nesta frase:
Nesse contexto, assinale a alternativa cuja palavra em destaque NÃO foi acentuada seguindo essa regra:
I.Ao revelar a descoberta tardia do sentido da canção da infância, o narrador expõe uma contradição entre experiência estética e compreensão racional, sugerindo que a linguagem musical transcende os limites do entendimento literal.
II.O vínculo entre a canção "Africa", do Toto, e a memória afetiva da infância permite inferir que a música opera como mecanismo de evocação emocional, ainda que seu conteúdo semântico seja desconhecido pelo sujeito.
III.A crítica velada às canções com "letras de abobrinha" denuncia uma visão elitista da produção musical popular, sugerindo que o apreço musical legítimo requer sofisticação lírica e maturidade interpretativa.
IV.A menção à canção "Como nossos pais", associada à dor compreendida apenas com o tempo, sugere que a profundidade poética de certos textos musicais exige a vivência do sofrimento para que se revele por completo.
É correto o que se afirma em: