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Q4357804 Português
A era da abundância de inteligência


    Em julho, a OpenAI publicou um relato incomum: admitiu ter suspendido temporariamente o uso interno de um de seus modelos mais avançados após observar comportamentos imprevistos, e descreveu como reconstruiu seus sistemas de segurança a partir do episódio. Meses antes, OpenAI e Anthropic, concorrentes diretas, haviam avaliado publicamente os modelos uma da outra em testes de alinhamento. Quando os próprios criadores de uma tecnologia passam a discutir abertamente novas formas de controle e supervisão, a mensagem não é de alarme, e sim de escala. Não estamos diante de mais uma onda de novidades tecnológicas, mas de uma transformação histórica.
        
    Pela primeira vez na história da humanidade, a inteligência deixou de ser um recurso escasso. A Revolução Agrícola democratizou a produção de alimentos, a Revolução Industrial multiplicou a força física humana, a internet democratizou o acesso à informação e a inteligência artificial dá o passo seguinte: democratiza capacidades intelectuais! Durante milênios, a inteligência especializada foi privilégio de poucos, do escriba ao advogado, do engenheiro ao médico. Hoje, milhões de pessoas produzem textos, programam, analisam documentos, traduzem idiomas e resolvem problemas complexos em segundos, com o apoio de sistemas inteligentes. É o que chamo de Era da Abundância de Inteligência.

    Não se trata de substituir o especialista, mas de ampliar o alcance de cada pessoa que pensa, cria e decide e essa abundância terá seu impacto mais profundo sobre uma geração que ainda nem chegou à escola! Chamo essas crianças de “IA Born”: nascerão e crescerão em um mundo onde a inteligência artificial sempre existiu, assim como os nativos digitais jamais conheceram um mundo sem internet. Essa geração não vai “aprender IA”, ela simplesmente viverá em um ambiente onde a inteligência estará presente em praticamente toda atividade intelectual, tão invisível e onipresente quanto a eletricidade e isso mudará por completo sua forma de aprender, trabalhar, criar e tomar decisões.

    Aqui surge o paradoxo que deveria nos tirar o sono. Enquanto a transformação avança em ritmo acelerado, continuamos formando crianças segundo um modelo educacional concebido para um mundo em que o conhecimento era raro. Boa parte da escola ainda opera sobre pressupostos do século XIX: memorizar, repetir, responder corretamente, trabalhar sozinho, evitar consulta, desconfiar de ferramentas externas. O mundo profissional, enquanto isso, valoriza exatamente o oposto: formular boas perguntas, pensar criticamente, criar, colaborar, atravessar disciplinas, resolver problemas inéditos e, cada vez mais, usar ferramentas inteligentes com julgamento, sabendo validar respostas em vez de apenas aceitá-las. O conhecimento continua essencial, pois sem repertório não há pensamento crítico. Mas memorizar deixou de ser o principal diferencial competitivo.

    O desafio, porém, não se encerra na escola. Nós, pais, teremos uma responsabilidade igualmente decisiva: criar filhos emocionalmente estáveis e menos ansiosos em um mundo veloz, de estímulos constantes e acesso instantâneo a tudo. Uma geração acostumada a respostas imediatas precisará aprender, em casa, o valor da paciência, da frustração bem vivida, do tédio criativo e do tempo longe das telas. De pouco adiantará formar mentes brilhantes, se não formarmos também emoções sólidas! O equilíbrio emocional será tão importante quanto a competência intelectual para viver e prosperar nesse novo cenário.

    Porque toda abundância cria novas carências. Quando a inteligência se torna acessível a todos, o que passa a ser raro e valioso é justamente aquilo que a máquina não entrega: julgamento, ética, criatividade, curiosidade, imaginação, empatia, responsabilidade e visão estratégica. A capacidade de formular a pergunta certa vale mais do que a de recitar a resposta pronta e o discernimento para identificar quando a IA está certa e quando está errada torna-se, talvez, a competência definidora do profissional deste século.

    A pergunta, então, é inevitável: estamos preparando nossos filhos para o passado ou para o futuro? Continuamos ensinando habilidades que eram fundamentais quando a informação era escassa, mas que deixarão de representar vantagem em um mundo de inteligência abundante? Não se trata de ensinar as pessoas a utilizar a inteligência artificial, pois essa é a parte fácil e as ferramentas mudarão muitas vezes. O verdadeiro desafio do século XXI é preparar a primeira geração que jamais conhecerá um mundo sem ela. A educação precisará ir além de formar pessoas que sabem responder. Terá de formar pessoas capazes de decidir, interpretar, criar e liderar sistemas inteligentes, e não de competir com eles.

    A inteligência artificial não é apenas mais uma inovação. Ela inaugura uma nova etapa da civilização, comparável à agricultura, à máquina a vapor e à internet, talvez até maior. A grande pergunta não é se a IA substituirá pessoas, mas sim: que competências continuarão sendo exclusivamente humanas quando a inteligência deixar de ser um recurso escasso? A maior responsabilidade da nossa geração não é construir inteligências artificiais cada vez mais poderosas, mas sim, preparar seres humanos, a começar pelas crianças que já estão nascendo, capazes de usá-las com sabedoria e serenidade!


(Por Diego Teixeira. Disponível em: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigosl. Acesso em: julho de 2026.)
A expressão “Era da Abundância de Inteligência”, utilizada no título e retomada no 2º§, sintetiza a ideia de que a inteligência artificial:
Alternativas
Q4357803 Português
A era da abundância de inteligência


    Em julho, a OpenAI publicou um relato incomum: admitiu ter suspendido temporariamente o uso interno de um de seus modelos mais avançados após observar comportamentos imprevistos, e descreveu como reconstruiu seus sistemas de segurança a partir do episódio. Meses antes, OpenAI e Anthropic, concorrentes diretas, haviam avaliado publicamente os modelos uma da outra em testes de alinhamento. Quando os próprios criadores de uma tecnologia passam a discutir abertamente novas formas de controle e supervisão, a mensagem não é de alarme, e sim de escala. Não estamos diante de mais uma onda de novidades tecnológicas, mas de uma transformação histórica.
        
    Pela primeira vez na história da humanidade, a inteligência deixou de ser um recurso escasso. A Revolução Agrícola democratizou a produção de alimentos, a Revolução Industrial multiplicou a força física humana, a internet democratizou o acesso à informação e a inteligência artificial dá o passo seguinte: democratiza capacidades intelectuais! Durante milênios, a inteligência especializada foi privilégio de poucos, do escriba ao advogado, do engenheiro ao médico. Hoje, milhões de pessoas produzem textos, programam, analisam documentos, traduzem idiomas e resolvem problemas complexos em segundos, com o apoio de sistemas inteligentes. É o que chamo de Era da Abundância de Inteligência.

    Não se trata de substituir o especialista, mas de ampliar o alcance de cada pessoa que pensa, cria e decide e essa abundância terá seu impacto mais profundo sobre uma geração que ainda nem chegou à escola! Chamo essas crianças de “IA Born”: nascerão e crescerão em um mundo onde a inteligência artificial sempre existiu, assim como os nativos digitais jamais conheceram um mundo sem internet. Essa geração não vai “aprender IA”, ela simplesmente viverá em um ambiente onde a inteligência estará presente em praticamente toda atividade intelectual, tão invisível e onipresente quanto a eletricidade e isso mudará por completo sua forma de aprender, trabalhar, criar e tomar decisões.

    Aqui surge o paradoxo que deveria nos tirar o sono. Enquanto a transformação avança em ritmo acelerado, continuamos formando crianças segundo um modelo educacional concebido para um mundo em que o conhecimento era raro. Boa parte da escola ainda opera sobre pressupostos do século XIX: memorizar, repetir, responder corretamente, trabalhar sozinho, evitar consulta, desconfiar de ferramentas externas. O mundo profissional, enquanto isso, valoriza exatamente o oposto: formular boas perguntas, pensar criticamente, criar, colaborar, atravessar disciplinas, resolver problemas inéditos e, cada vez mais, usar ferramentas inteligentes com julgamento, sabendo validar respostas em vez de apenas aceitá-las. O conhecimento continua essencial, pois sem repertório não há pensamento crítico. Mas memorizar deixou de ser o principal diferencial competitivo.

    O desafio, porém, não se encerra na escola. Nós, pais, teremos uma responsabilidade igualmente decisiva: criar filhos emocionalmente estáveis e menos ansiosos em um mundo veloz, de estímulos constantes e acesso instantâneo a tudo. Uma geração acostumada a respostas imediatas precisará aprender, em casa, o valor da paciência, da frustração bem vivida, do tédio criativo e do tempo longe das telas. De pouco adiantará formar mentes brilhantes, se não formarmos também emoções sólidas! O equilíbrio emocional será tão importante quanto a competência intelectual para viver e prosperar nesse novo cenário.

    Porque toda abundância cria novas carências. Quando a inteligência se torna acessível a todos, o que passa a ser raro e valioso é justamente aquilo que a máquina não entrega: julgamento, ética, criatividade, curiosidade, imaginação, empatia, responsabilidade e visão estratégica. A capacidade de formular a pergunta certa vale mais do que a de recitar a resposta pronta e o discernimento para identificar quando a IA está certa e quando está errada torna-se, talvez, a competência definidora do profissional deste século.

    A pergunta, então, é inevitável: estamos preparando nossos filhos para o passado ou para o futuro? Continuamos ensinando habilidades que eram fundamentais quando a informação era escassa, mas que deixarão de representar vantagem em um mundo de inteligência abundante? Não se trata de ensinar as pessoas a utilizar a inteligência artificial, pois essa é a parte fácil e as ferramentas mudarão muitas vezes. O verdadeiro desafio do século XXI é preparar a primeira geração que jamais conhecerá um mundo sem ela. A educação precisará ir além de formar pessoas que sabem responder. Terá de formar pessoas capazes de decidir, interpretar, criar e liderar sistemas inteligentes, e não de competir com eles.

    A inteligência artificial não é apenas mais uma inovação. Ela inaugura uma nova etapa da civilização, comparável à agricultura, à máquina a vapor e à internet, talvez até maior. A grande pergunta não é se a IA substituirá pessoas, mas sim: que competências continuarão sendo exclusivamente humanas quando a inteligência deixar de ser um recurso escasso? A maior responsabilidade da nossa geração não é construir inteligências artificiais cada vez mais poderosas, mas sim, preparar seres humanos, a começar pelas crianças que já estão nascendo, capazes de usá-las com sabedoria e serenidade!


(Por Diego Teixeira. Disponível em: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigosl. Acesso em: julho de 2026.)
No 1º§ do texto, a referência à avaliação pública dos modelos e ao debate sobre mecanismos de controle permite inferir que:
Alternativas
Q4357261 Enfermagem
De acordo com o Protocolo SAMU 192 – Emergências Clínicas (BC5 – PCR/RCP em adultos), quando houver suspeita ou o paciente se enquadrar nos critérios de inclusão (inconsciente, respiração ausente ou em gasping, sem pulso central palpável), a conduta preconizada deve ser, EXCETO: 
Alternativas
Q4357260 Noções de Primeiros Socorros
Os protocolos de Suporte Básico de Vida (SBV) do SAMU 192 para Emergências Clínicas são diretrizes padronizadas pelo Ministério da Saúde para o atendimento pré-hospitalar. Eles estão elencados em 5 eixos fundamentais de avaliação e intervenção.

Entre os eixos mencionados nas alternativas abaixo, assinale aquela que apresenta uma descrição INCORRETA:
Alternativas
Q4357259 Saúde Pública
Segundo o Manual de Condutas e Procedimentos Operacionais do SAMU, as equipes, por atuarem em serviço ininterrupto e diante da imprevisibilidade das urgências, podem deslocar-se com a ambulância para refeições, para oficinas quando o conserto da viatura for rápido (inferior a __________) e para questões administrativas determinadas pelo órgão empregador, desde que permaneçam à disposição da Central de Regulação das Urgências (CRU) durante todo o horário de serviço.

Assinale a alternativa que completa a lacuna do enunciado CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q4357258 Legislação de Trânsito
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro: “Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga. O trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito.” Esse dispositivo legal integra a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de ________, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro.

Deste modo, assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna acima:
Alternativas
Q4357102 Enfermagem
Uma equipe do Suporte Básico de Vida (SBV) do SAMU é acionada para atender uma gestante de 34 semanas que apresentou episódio de crise convulsiva tônico-clônica generalizada em sua residência. Ao chegar ao local, a equipe encontra a paciente no período pós-ictal (sonolenta, mas responsiva a estímulos verbais), com PA = 170/110 mmHg, FC = 98 bpm e SpO₂ = 94% em ar ambiente. Diante desse quadro compatível com Eclâmpsia, assinale a conduta de enfermagem CORRETA a ser adotada pelo Técnico de Enfermagem sob orientação da Central de Regulação Médica:
Alternativas
Q4357101 Enfermagem
Uma equipe do Suporte Básico de Vida (SBV) do SAMU é acionada para atender um homem de 58 anos com dor torácica opressiva de início há 40 minutos, irradiada para o membro superior esquerdo, acompanhada de sudorese fria e náuseas. Durante a avaliação e prestação de cuidados pelo Técnico de Enfermagem, sob orientação do Médico Regulador e do Enfermeiro. Nesse contexto, assinale a conduta CORRETA:
Alternativas
Q4357100 Enfermagem
A Central de Regulação do SAMU despacha a equipe para atendimento de um paciente diabético encontrado por familiares em estado de sonolência profunda, sudorese profusa, tremores e taquicardia. O Técnico de Enfermagem realiza a aferição da glicemia capilar por glicosímetro, obtendo o valor de 38mg/dL. Considerando a assistência de enfermagem frente a esse quadro de emergência metabólica, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4357099 Enfermagem
A Resolução COFEN nº 713, de 1º de novembro de 2022, atualizou a norma sobre a atuação da equipe de enfermagem no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) Móvel Terrestre, Aquaviário e Aéreo, bem como na transferência inter-hospitalar de pacientes. Deste modo, considerando as atribuições e competências legais do Técnico de Enfermagem estabelecidas por esse normativo, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4357098 Enfermagem
Quando o paciente se apresenta inconsciente, com respiração ausente ou em gasping, sem pulso central palpável, deve-se posicioná-lo em decúbito dorsal sobre superfície plana, rígida e seca. Inicia-se a RCP pelas compressões torácicas, mantendo os seguintes parâmetros:

I. 30 compressões eficientes (frequência de 100 a 120/min, deprimindo o tórax em 5 a 6 cm e permitindo completo retorno).
II. Duas insuflações eficientes (de 1 seg cada e com visível elevação do tórax), utilizando bolsa-valva-máscara com reservatório e oxigênio adicional.
III. Deprimir o tórax em pelo menos 5 cm (sem exceder 6 cm) e permitir o completo retorno entre as compressões, mantendo a frequência de 100 a 120 compressões/min, aspectos essenciais para a qualidade da RCP.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4357097 Enfermagem
No que tange ao Atendimento Pré-Hospitalar (APH) Móvel, a Portaria GM/MS nº 2.048/2002 classifica os veículos terrestres e define a composição mínima das equipes que prestam assistência. Nos termos dessa regulamentação, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4357096 Enfermagem
A Portaria GM/MS nº 2.048/2002 é o principal marco regulatório dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência no Brasil. O texto normativo dedica especial relevância à figura do médico regulador e às Centrais de Regulação. Com base nas diretrizes e normas operacionais dispostas nessa portaria, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4357095 Direito Sanitário
A Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, estabelece normas para a fixação dos percentuais mínimos de aplicação de recursos em ações e serviços públicos de saúde (ASPS), além de regrar o planejamento, a fiscalização e a transparência do financiamento do SUS. De acordo com as disposições dessa legislação, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4357094 Direito Sanitário
A Lei nº 14.510, de 27 de dezembro de 2022, alterou a Lei nº 8.080/1990 para autorizar e disciplinar a prática da telessaúde em todo o território nacional. Considerando os princípios e regramentos estabelecidos por essa norma, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4357093 Direito Sanitário
A Lei nº 15.126/2025 promoveu uma importante alteração na Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990), impactando diretamente as diretrizes que regem as ações e serviços públicos de saúde. De acordo com essa atualização legislativa, foi expressamente incluído no rol de princípios do SUS o seguinte item: 
Alternativas
Q4357092 Atualidades
 O BRICS é um grupo de cooperação internacional formado por países emergentes que buscam fortalecer a cooperação econômica, política e em outras áreas de interesse comum. Considerando os países que integram o BRICS, assinale a alternativa que apresenta um país que não é membro do grupo.
Alternativas
Q4357091 Meteorologia
Fenômenos climáticos naturais são monitorados constantemente por instituições especializadas devido à influência que podem exercer sobre as condições meteorológicas em diferentes regiões do planeta. Entre esses fenômenos está o El Niño, monitorado por instituições especializadas, como o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE). Considerando as características desse fenômeno, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4357090 História
A Copa do Mundo FIFA é a principal competição internacional de futebol entre seleções nacionais, realizada a cada quatro anos e considerada um dos maiores eventos esportivos do mundo. Considerando o histórico da competição até sua última edição, realizada em 2026, assinale a alternativa que apresenta apenas seleções de países campeões desta competição em mais de uma edição.
Alternativas
Q4357089 Geografia
De acordo com dados oficiais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no último Censo Demográfico realizado pelo órgão, em 2022, qual das alternativas abaixo representa o número da população do Município de Santa Rosa do Sul/SC?
Alternativas
Respostas
10721: B
10722: D
10723: C
10724: D
10725: B
10726: D
10727: B
10728: C
10729: B
10730: C
10731: E
10732: C
10733: B
10734: D
10735: E
10736: C
10737: D
10738: C
10739: A
10740: D