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Q3874350 Banco de Dados
Júlio chegou ao Departamento de Desenvolvimento de Sistemas de Informação Transacionais e Analíticos e começou a estudar as características dos bancos de dados que armazenavam as informações desses sistemas. Em seus estudos, Júlio constatou que os bancos de dados analíticos possuem:
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Q3874348 Governança de TI
Patrícia é uma gestora iniciante nas práticas de gerenciamento do ITIL. Com o intuito de atingir os objetivos de sua organização, ela está identificando o propósito de cada prática de gerenciamento. Patrícia identificou que o propósito da prática de gerenciamento de infraestrutura e plataforma é:
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Q3874344 Arquitetura de Software
Como arquiteto de software, Pedro optou por adotar um estilo arquitetural híbrido derivado de vários outros. Analisando as vantagens e desvantagens do estilo Representational State Transfer (REST), Pedro observou como vantagem:
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Q3874336 Redes de Computadores
Durante a análise do tráfego de rede em um ambiente corporativo, um analista identificou um grande volume de handshakes do protocolo TCP ocorrendo simultaneamente.
A princípio, o analista não deve se preocupar, pois o handshake do TCP é:
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Q3874334 Legislação Federal
Flora é mestranda em uma universidade pública e tem buscado dados e informações de fontes confiáveis para conduzir parte dos experimentos que apresentará em sua dissertação.
De acordo com a Lei nº 12.527/2011, que dispõe sobre os procedimentos a fim de garantir o acesso a informações de interesse público, Flora terá direito de obter informações:
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Q3874332 Engenharia de Software
O Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão de Processos e Documentos do Poder Judiciário (MoReq-Jus), aprovado pela Resolução CNJ nº 522/2023, explicita que: 
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Q3874325 Segurança da Informação
Uma equipe de analistas do TJRJ está revisando a maturidade da gestão de segurança da informação no Tribunal, à luz de normas internacionais. Ao utilizar o NIST Cybersecurity Framework (CSF) como referência, os analistas constataram que a capacidade do TJRJ de analisar anomalias recém-descobertas, em tempo hábil, com a utilização de informações de inteligência de ameaças, necessita de aprimoramento.
De acordo com o CSF, a capacidade do Tribunal a ser aprimorada está diretamente relacionada à função central de:
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Q3874321 Segurança da Informação
A empresa Data_Trust_Cloud, especializada em serviços de armazenamento em nuvem, identificou que, em virtude de algum erro na atribuição de permissões, alguns colaboradores estavam acessando dados confidenciais fora do escopo de suas funções. Uma auditoria foi contratada para avaliar o problema e trouxe como possibilidade algumas formas de controle de acesso.
O CTO decidiu, então, pelo RBAC (controle baseado em função), uma vez que esse tipo de acesso permite: 
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Q3874320 Segurança da Informação
A empresa Beta, que trabalha com soluções para o setor educacional, está migrando seus sistemas para a nuvem e adotando práticas DevSecOps para garantir segurança desde o desenvolvimento até a operação. Durante uma reunião de planejamento, o CTO (Chief Technology Officer) da empresa Beta propôs integrar ferramentas de segurança diretamente no pipeline de CI/CD.
Com base nas práticas DevSecOps, a ação alinhada com o modelo a ser implementada pela empresa Beta é: 
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Q3874319 Segurança da Informação
Uma corretora de valores, especializada em serviços financeiros digitais, buscou a implementação do modelo Zero Trust após sofrer um ataque de ransomware que explorou credenciais de um colaborador remoto.
Com o objetivo de evitar novos ataques nesse sentido e se adequar aos princípios do modelo, a ação alinhada com o processo a ser executado pela corretora é: 
Alternativas
Q3874318 Segurança da Informação
O Processo Judicial Eletrônico (PJe) é uma plataforma digital que permite a prática de atos jurídicos e acompanhamento do trâmite processual de forma padronizada.
Para acessar o sistema, o usuário precisa informar suas credenciais de acesso (login e senha) e o código de autenticação gerado fora da plataforma.
A forma descrita de acesso ao PJe é conhecida como:
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Q3874317 Segurança da Informação
O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, com a finalidade de ser a Autoridade Certificadora Raiz (AC Raiz) da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).
A cadeia de confiança no uso de certificados digitais é assegurada pelo(a):
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Q3874316 Segurança da Informação
O Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU) é a ferramenta que centraliza e uniformiza a gestão de processos de execução penal em todo o país.
O Sistema permite um trâmite processual mais eficiente e proporciona a gestão confiável dos dados da população carcerária do Brasil.
Para estabelecer conexão com o sistema, o advogado pode utilizar seu certificado digital da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) ou efetuar seu login utilizando sua conta de acesso à plataforma Gov.br.
No cenário descrito, a criptografia assimétrica: 
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Q3874315 Segurança da Informação
O sistema de processo judicial eletrônico utilizado pelo Tribunal de Justiça do Estado X oferece uma série de funcionalidades que tornam o andamento processual mais ágil, seguro e transparente. A área de segurança da informação do tribunal identificou uma tentativa de acesso aos dados sigilosos do sistema. O atacante utilizou credenciais falsas de um funcionário do tribunal e conseguiu capturar alguns pacotes de dados. Após analisar o ataque, o gestor de segurança da informação garantiu que o atacante não conseguiu ler os dados capturados.
No cenário descrito, a criptografia:
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Q3874314 Segurança da Informação
A Política de Segurança da Informação (PSI) do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro tem como objetivo geral garantir a confidencialidade, integridade, disponibilidade e autenticidade das informações e dos recursos de tecnologia da informação, visando à proteção do patrimônio informacional e à continuidade dos serviços prestados.
Para cumprir os preceitos da PSI, a Secretaria Geral de Tecnologia da Informação e Comunicações (SGTEC) implementou uma estratégia de segurança que compreende a utilização de defesa em profundidade.
A defesa em profundidade se caracteriza por:
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Q3874312 Segurança da Informação
Ao efetuar uma investigação de segurança, um analista de segurança do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) identificou um processo que tentava se comunicar com um domínio recém-criado, porém não categorizado.
Em seu relatório para o chefe de TI do TJRJ, o analista explica o que foi encontrado a partir da seguinte técnica de observabilidade:
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Q3874311 Segurança da Informação
Durante a gestão de uma infraestrutura automatizada via IaC, uma equipe de operações percebeu que alguns recursos estavam com configurações diferentes das definidas originalmente no código. Nenhuma alteração foi registrada nos repositórios ou pipelines. Esse cenário caracteriza um desvio (drift).
A abordagem adequada para lidar com as ações descritas é:
Alternativas
Q3874310 Segurança da Informação
Uma empresa de consultoria de segurança foi contratada pelo Tribunal de Justiça do Estado X (TJEX) para verificar como está o nível de segurança em sua rede local. Após algum tempo de trabalho, a consultoria identificou que o servidor de arquivos do Tribunal possuía os serviços de FTP e telnet ativos, mesmo sem uso.
De forma a aumentar o hardening do TJEX, a consultoria deve solicitar:
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Q3874309 Segurança da Informação
O analista Rafael implementou com sucesso uma função hash, que denominou H, para armazenar as senhas em um sistema. A fim de mitigar eventuais ataques de tabela arco-íris, Rafael implementou nas senhas a técnica padrão de salting, antes de aplicar a função H.
A técnica de salting implementada por Rafael mitiga o ataque de tabela arco-íris na medida em que:
Alternativas
Q3874308 Segurança da Informação
Uma equipe de analistas do TJRJ foi encarregada de aumentar o nível de proteção da rede 2 e, se possível, aprimorar sua gestão. Na rede 2, todas as aplicações web são hospedadas em servidores locais. Após uma análise detalhada, a equipe propôs a implementação de uma zona desmilitarizada (DMZ) na rede 2. As aplicações web voltadas ao público externo seriam movidas para a DMZ, enquanto os dados locais usados pelas aplicações permaneceriam fora dessa zona. Em sua análise, a equipe levou em consideração os princípios de defesa em profundidade e do menor privilégio.
O objetivo da DMZ no cenário apresentado é: 
Alternativas
Respostas
821: E
822: E
823: B
824: B
825: C
826: E
827: A
828: E
829: D
830: E
831: D
832: C
833: C
834: E
835: D
836: C
837: E
838: B
839: C
840: E