Questões de Concurso Público UNICENTRO 2022 para Vestibular

Foram encontradas 96 questões

Q3914352 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Do Saara à Cracolândia

A pedagogia de emergência preocupa-se com o sentir, pensar e querer de cada criança que vive em região de guerra, de catástrofe natural ou violência – este último tão naturalizado no Brasil. Com práticas pedagógicas e terapêuticas inspiradas nos princípios de Rudolf Steiner, filósofo e criador da pedagogia Waldorf, as intervenções ocorrem desde 2006 pelo mundo, como Faixa de Gaza, Iraque, Haiti, Quênia e Eslovênia. Em 2012, essa pedagogia chega ao Brasil para quatro anos depois se formalizar como uma associação. Ao todo, mais de 50 mil crianças já foram beneficiadas.

Engajado em desenvolver seres humanos melhores, Steiner lançou suas ideias na Europa logo após a Primeira Guerra Mundial, em 1919, período de medo e reconstrução social. Expressões artísticas que eliminam a rigidez e dão espaço para a leveza, criatividade, respiração e possibilitam aos pequenos colocarem a mão na massa (dança, argila e aquarela, por exemplo) foram defendidas pelo filósofo e adotadas nas intervenções da pedagogia de emergência.

“O trauma pega muito o físico, pode deixar paralisado. No segundo momento, abala o ritmo: não come, dificuldade de concentração, atinge aparelho digestivo e a criança volta a fazer xixi na cama. Terceira característica afeta a relação, interação. Trauma também pode trazer flash back. E tem a questão da identidade, do nosso eu, em que não sou mais capaz de lidar com a minha própria vida”, detalha Reinaldo Nascimento, cofundador da Associação de Pedagogia de Emergência Brasil e coordenador pedagógico do movimento internacional. Ele é também terapeuta social, psicopedagogo e educador físico.

Após uma catástrofe, o objetivo dos membros é chegar o mais rápido possível ao local, para que tais sintomas relatados sejam passageiros e não se desenvolvam para uma doença. Nascimento exemplifica que ninguém fica doente por um terremoto. São fases. “Quando vou ao Iraque sei por que a guerra começou e quando. Na Rocinha, no Rio, ou no Jardim Ângela, bairro de São Paulo em que nasci, não.” Na visão do terapeuta social, a violência que ocorre nas periferias brasileiras é precursora de traumas crônicos e o desafio é ajudar as crianças a saírem de um ciclo que acham ser normal.

O trabalho é feito com as crianças, mas há formação para os educadores locais, principalmente sobre o que é o trauma e como lidar com cada uma das fases. É comum também roda de conversas com as famílias. Para cada intervenção há cerca de 15 pessoas, dentre pedagogos, educadores, terapeutas e médicos, a depender da realidade.

Gabriela Winter faz parte da ONG Palhaços sem Fronteiras Brasil e também integra o time dos Estados Unidos. “Nosso lance é levar riso como ferramenta de regeneração”, diz. Presente em 15 países, a primeira expedição do Palhaços sem Fronteiras ocorreu em 1993, em um campo de refugiados na Croácia, período da Guerra da Bósnia. Já o Palhaços sem Fronteiras Brasil é o único presente na América Latina e foi fundado em 2016 por Aline Moreno, que é também diretora executiva. “Já fiz 15 projetos presenciais, do Saara à Cracolândia”, resume.

Outro ponto forte de transformação que Moreno reforça é com os espaços públicos. Segundo ela, é comum o local do tiroteio se tornar disseminador de ódio e estar atrelado a um trauma. “Se a gente ressignifica, faz um espetáculo ali, as pessoas olham de outra maneira.”

(Adaptado de: RACHID, Laura. Do Saara à Cracolândia. Disponível em: . Acesso em: 19 jul. 2022.)
Em relação ao terceiro parágrafo do texto, considere as afirmativas a seguir.
I. As aspas marcam um discurso direto, recurso utilizado pelo produtor do texto como argumento de autoridade.
II. O sujeito da oração “abala o ritmo” é elíptico e tem como referente “o trauma”, do enunciado anterior.
III. O sujeito da oração “não come” está subentendido e aparece posposto: “a criança”. IV. A vírgula usada após o nome de Reinaldo Nascimento desempenha a função de exemplificar o que foi dito.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3914353 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Do Saara à Cracolândia

A pedagogia de emergência preocupa-se com o sentir, pensar e querer de cada criança que vive em região de guerra, de catástrofe natural ou violência – este último tão naturalizado no Brasil. Com práticas pedagógicas e terapêuticas inspiradas nos princípios de Rudolf Steiner, filósofo e criador da pedagogia Waldorf, as intervenções ocorrem desde 2006 pelo mundo, como Faixa de Gaza, Iraque, Haiti, Quênia e Eslovênia. Em 2012, essa pedagogia chega ao Brasil para quatro anos depois se formalizar como uma associação. Ao todo, mais de 50 mil crianças já foram beneficiadas.

Engajado em desenvolver seres humanos melhores, Steiner lançou suas ideias na Europa logo após a Primeira Guerra Mundial, em 1919, período de medo e reconstrução social. Expressões artísticas que eliminam a rigidez e dão espaço para a leveza, criatividade, respiração e possibilitam aos pequenos colocarem a mão na massa (dança, argila e aquarela, por exemplo) foram defendidas pelo filósofo e adotadas nas intervenções da pedagogia de emergência.

“O trauma pega muito o físico, pode deixar paralisado. No segundo momento, abala o ritmo: não come, dificuldade de concentração, atinge aparelho digestivo e a criança volta a fazer xixi na cama. Terceira característica afeta a relação, interação. Trauma também pode trazer flash back. E tem a questão da identidade, do nosso eu, em que não sou mais capaz de lidar com a minha própria vida”, detalha Reinaldo Nascimento, cofundador da Associação de Pedagogia de Emergência Brasil e coordenador pedagógico do movimento internacional. Ele é também terapeuta social, psicopedagogo e educador físico.

Após uma catástrofe, o objetivo dos membros é chegar o mais rápido possível ao local, para que tais sintomas relatados sejam passageiros e não se desenvolvam para uma doença. Nascimento exemplifica que ninguém fica doente por um terremoto. São fases. “Quando vou ao Iraque sei por que a guerra começou e quando. Na Rocinha, no Rio, ou no Jardim Ângela, bairro de São Paulo em que nasci, não.” Na visão do terapeuta social, a violência que ocorre nas periferias brasileiras é precursora de traumas crônicos e o desafio é ajudar as crianças a saírem de um ciclo que acham ser normal.

O trabalho é feito com as crianças, mas há formação para os educadores locais, principalmente sobre o que é o trauma e como lidar com cada uma das fases. É comum também roda de conversas com as famílias. Para cada intervenção há cerca de 15 pessoas, dentre pedagogos, educadores, terapeutas e médicos, a depender da realidade.

Gabriela Winter faz parte da ONG Palhaços sem Fronteiras Brasil e também integra o time dos Estados Unidos. “Nosso lance é levar riso como ferramenta de regeneração”, diz. Presente em 15 países, a primeira expedição do Palhaços sem Fronteiras ocorreu em 1993, em um campo de refugiados na Croácia, período da Guerra da Bósnia. Já o Palhaços sem Fronteiras Brasil é o único presente na América Latina e foi fundado em 2016 por Aline Moreno, que é também diretora executiva. “Já fiz 15 projetos presenciais, do Saara à Cracolândia”, resume.

Outro ponto forte de transformação que Moreno reforça é com os espaços públicos. Segundo ela, é comum o local do tiroteio se tornar disseminador de ódio e estar atrelado a um trauma. “Se a gente ressignifica, faz um espetáculo ali, as pessoas olham de outra maneira.”

(Adaptado de: RACHID, Laura. Do Saara à Cracolândia. Disponível em: . Acesso em: 19 jul. 2022.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a frase que pode ser comprovada pelo texto.
Alternativas
Q3914354 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Do Saara à Cracolândia

A pedagogia de emergência preocupa-se com o sentir, pensar e querer de cada criança que vive em região de guerra, de catástrofe natural ou violência – este último tão naturalizado no Brasil. Com práticas pedagógicas e terapêuticas inspiradas nos princípios de Rudolf Steiner, filósofo e criador da pedagogia Waldorf, as intervenções ocorrem desde 2006 pelo mundo, como Faixa de Gaza, Iraque, Haiti, Quênia e Eslovênia. Em 2012, essa pedagogia chega ao Brasil para quatro anos depois se formalizar como uma associação. Ao todo, mais de 50 mil crianças já foram beneficiadas.

Engajado em desenvolver seres humanos melhores, Steiner lançou suas ideias na Europa logo após a Primeira Guerra Mundial, em 1919, período de medo e reconstrução social. Expressões artísticas que eliminam a rigidez e dão espaço para a leveza, criatividade, respiração e possibilitam aos pequenos colocarem a mão na massa (dança, argila e aquarela, por exemplo) foram defendidas pelo filósofo e adotadas nas intervenções da pedagogia de emergência.

“O trauma pega muito o físico, pode deixar paralisado. No segundo momento, abala o ritmo: não come, dificuldade de concentração, atinge aparelho digestivo e a criança volta a fazer xixi na cama. Terceira característica afeta a relação, interação. Trauma também pode trazer flash back. E tem a questão da identidade, do nosso eu, em que não sou mais capaz de lidar com a minha própria vida”, detalha Reinaldo Nascimento, cofundador da Associação de Pedagogia de Emergência Brasil e coordenador pedagógico do movimento internacional. Ele é também terapeuta social, psicopedagogo e educador físico.

Após uma catástrofe, o objetivo dos membros é chegar o mais rápido possível ao local, para que tais sintomas relatados sejam passageiros e não se desenvolvam para uma doença. Nascimento exemplifica que ninguém fica doente por um terremoto. São fases. “Quando vou ao Iraque sei por que a guerra começou e quando. Na Rocinha, no Rio, ou no Jardim Ângela, bairro de São Paulo em que nasci, não.” Na visão do terapeuta social, a violência que ocorre nas periferias brasileiras é precursora de traumas crônicos e o desafio é ajudar as crianças a saírem de um ciclo que acham ser normal.

O trabalho é feito com as crianças, mas há formação para os educadores locais, principalmente sobre o que é o trauma e como lidar com cada uma das fases. É comum também roda de conversas com as famílias. Para cada intervenção há cerca de 15 pessoas, dentre pedagogos, educadores, terapeutas e médicos, a depender da realidade.

Gabriela Winter faz parte da ONG Palhaços sem Fronteiras Brasil e também integra o time dos Estados Unidos. “Nosso lance é levar riso como ferramenta de regeneração”, diz. Presente em 15 países, a primeira expedição do Palhaços sem Fronteiras ocorreu em 1993, em um campo de refugiados na Croácia, período da Guerra da Bósnia. Já o Palhaços sem Fronteiras Brasil é o único presente na América Latina e foi fundado em 2016 por Aline Moreno, que é também diretora executiva. “Já fiz 15 projetos presenciais, do Saara à Cracolândia”, resume.

Outro ponto forte de transformação que Moreno reforça é com os espaços públicos. Segundo ela, é comum o local do tiroteio se tornar disseminador de ódio e estar atrelado a um trauma. “Se a gente ressignifica, faz um espetáculo ali, as pessoas olham de outra maneira.”

(Adaptado de: RACHID, Laura. Do Saara à Cracolândia. Disponível em: . Acesso em: 19 jul. 2022.)
Acerca dos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. No primeiro parágrafo, no trecho “como Faixa de Gaza, Iraque, Haiti, Quênia e Eslovênia”, o termo “como” tem função de introduzir uma sequência comparativa.
II. No terceiro parágrafo, no fragmento “Trauma também pode trazer flash back”, há um exemplo de estrangeirismo.
III. No quarto parágrafo, no trecho “para que tais sintomas relatados sejam passageiros”, o termo “para que” introduz sentido de finalidade e equivale à expressão “a fim de que”.
IV. No último parágrafo, em “Se a gente ressignifica, faz um espetáculo ali, as pessoas olham de outra maneira”, a conjunção “se” indica uma ideia de condicionalidade.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3914355 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O cão e a carne

Um cão vinha caminhando com um pedaço de carne na boca. Quando passou ao lado do rio, viu sua própria imagem na água. Pensando que havia na água um novo pedaço de carne, soltou o que carregava para apanhar o outro. O pedaço de carne caiu na água e se foi, assim como a sua imagem. E o cão, que queria os dois, ficou sem nenhum.

(ROCHA, Ruth. Fábulas de Esopo. São Paulo: Editora Salamandra, 2010.)
Sobre a fábula, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o dito popular que corresponde à moral da história.
Alternativas
Q3914356 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O cão e a carne

Um cão vinha caminhando com um pedaço de carne na boca. Quando passou ao lado do rio, viu sua própria imagem na água. Pensando que havia na água um novo pedaço de carne, soltou o que carregava para apanhar o outro. O pedaço de carne caiu na água e se foi, assim como a sua imagem. E o cão, que queria os dois, ficou sem nenhum.

(ROCHA, Ruth. Fábulas de Esopo. São Paulo: Editora Salamandra, 2010.)
Acerca dos recursos linguísticos e seus efeitos de sentido empregados no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. No fragmento “Quando passou ao lado do rio”, a noção de temporalidade está linguisticamente marcada no termo “quando”.
II. No trecho “Pensando que havia na água um novo pedaço de carne”, a ideia de causa está expressa na oração marcada pelo verbo no gerúndio.
III. No trecho “... soltou o que carregava para apanhar o outro”, o termo “o” é um pronome demonstrativo, na primeira ocorrência, e um artigo definido, na segunda.
IV. Na frase “O pedaço de carne caiu na água e se foi, assim como a sua imagem”, o termo “sua” refere-se ao cão.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3914357 Literatura
Leia o trecho do romance, a seguir.
– Deixe-me falar, deixe contar-lhe o que me enche o peito... Depois ficarei sossegada... Sou filha dos sertões; nunca morei em povoados, nunca li em livros, nem tive quem me ensinasse coisa alguma... Se eu o magoar, desculpe, será sem querer... Lembra-me que, há já um tempão, pararam aqui umas mulheres com uns homens e eu perguntei a papai por que é que ele não as mandava entrar cá para dentro, como é de costume com famílias... O pai me respondeu: – Não, Nocência, são mulheres perdidas, de vida alegre. Fiquei muito assombrada. – Mas, então, melhor, se são alegres hão de divertir-me. – Aquilo é gente airada, sem-vergonha, secundou ele. – Tive tanto dó delas que mecê não imagina. Depois fui espiar... caíam tontas no chão... pitavam e cantavam muito alto com modos tão feios, que me fizeram corar por elas! E são os homens que fazem ficar ansim as coitadas! ... Antes morrer...
(TAUNAY, Visconde de. Inocência. 2. ed. Porto Alegre: L&PM, 2008, p.140.)
Sobre o romance Inocência, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3914358 Português
Leia o trecho a seguir, que contém o último parágrafo do conto “Senhor diretor”, de Lygia Fagundes Telles.
Abriu a bolsa, tirou o lenço e enxugou os olhos. Através do vidro embaçado dos óculos, pressentiu que a fita chegava ao fim e desejou ardentemente que ela se prolongasse, agora não queria mais a claridade, espera, estava tão desalinhada, meus Céus, deixa me abotoar e este cabelo, onde foi parar o grampo? Apalpou depressa a lapela do casaco, desprendeu a camélia e guardou-a no fundo da bolsa. A lágrima contornou-lhe a boca, limpou a boca, como fui me comover desse jeito? Feito uma velha tonta, espera, eu estava querendo dizer que a nossa cidade, Senhor Diretor, que esta pobre cidade – que é que tem mesmo esta pobre cidade? Acabei falando em outras pessoas, em mim espera, vamos começar de novo, sim, a carta. Senhor Diretor: antes e acima de tudo. Antes e acima de tudo, Senhor Diretor. Senhor Diretor: Senhor Diretor:
(TELLES, Lygia Fagundes. O seminário dos ratos. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. p. 32.)
Com base na leitura do conto “Senhor diretor”, de Lygia Fagundes Telles, e no trecho transcrito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3914359 Português
Leia, a seguir, o trecho de Torto arado.
Na escola, sem Bibiana ao meu lado para me ajudar, minha vida se tornou um tormento. Desde o início, minha mãe avisou à dona Lourdes, a nova professora, da minha mudez. Ela foi cuidadosa, no começo, e bastante generosa para me ensinar as tarefas. Àquela altura eu já sabia ler, graças muito mais aos esforços de minha irmã mais velha e minha mãe, do que da professora sem paciência que dava aula na casa de dona Firmina. Para mim era o suficiente. Diferente de Bibiana, que falava em ser professora, eu gostava mesmo era da roça, da cozinha, de fazer azeite e de despolpar o buriti. Não me atraía a matemática, muito menos as letras de dona Lourdes. Não me interessava por suas aulas em que contava a história do Brasil, em que falava da mistura entre índios, negros e brancos, de como éramos felizes, de como nosso país era abençoado. Não aprendi uma linha do Hino Nacional, não me serviria, porque eu mesma não posso cantar. Muitas crianças também não aprenderam, pude perceber, estavam com a cabeça na comida ou na diversão que estavam perdendo na beira do rio, para ouvir aquelas histórias fantasiosas e enfadonhas sobre os heróis bandeirantes, depois os militares, as heranças dos portugueses e outros assuntos que não nos diziam muita coisa.
(VIEIRA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019. p. 97.)
Com base no trecho de Torto arado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3914360 Português
Leia o poema a seguir.
enchemos a vida de filhos que nos enchem a vida
um me enche de lembranças que me enchem de lágrimas
uma me enche de alegrias que enchem minhas noites de dias
outro me enche de esperanças e receios enquanto me incham os seios
(RUIZ, Alice. Dois em um. São Paulo: Iluminuras, 2018. p 127.)
Sobre o poema de Alice Ruiz, considere as afirmativas a seguir.
I. Apesar de ser um texto curto, com extensão inferior à de um soneto, o poema apresenta rimas como em “alegrias”/ “dias” e em “receios”/“seios”.
II. Há um jogo de palavras no poema, construído sob a repetição, nas estrofes, do verbo “encher” em suas flexões e com a inclusão de “incham” no penúltimo verso.
III. Apesar de evitar seguir métrica regular, há equilíbrio entre o primeiro verso de cada estrofe, uma redondilha menor, e o verso final de cada estrofe, mais breve do que os anteriores.
IV. O sujeito lírico feminino é mais evidente na terceira estrofe quando despontam termos como “uma” e “minhas”, embora a carga sentimental mais nítida esteja na segunda estrofe.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3914361 Literatura
Sobre Inocência e A hora da estrela, considere as afirmativas a seguir.
I. Há, em comum, entre Inocência e Macabéa, o fato de ambas serem cobiçadas por vários homens: Inocência é desejada por Cirino, Manecão e Meyer; Macabéa é disputada por Olímpico, pelo narrador e por outros homens com quem ela trava contato no trabalho.
II. O espaço físico de Inocência é o sertão, mas o romance evidencia o trânsito de valores entre o ambiente urbano e o rural; A hora da estrela ressalta as experiências das protagonistas nos dois espaços – o nordestino e a cidade do Rio de Janeiro –, privilegiando as vitórias e as realizações neste lugar.
III. O narrador de Inocência está em terceira pessoa, sem desempenhar o papel de personagem do romance, embora se detenha, em algumas passagens, para emitir comentários; o narrador de A hora da estrela já se manifesta em primeira pessoa, comentando sobre o ato de narrar e sobre a protagonista.
IV. Mais de cem anos separam Inocência e A hora da estrela: o primeiro é associado ao romance sertanejo romântico, embora já contenha traços realistas, como a ausência de um herói típico do Romantismo; o segundo traz a subjetividade de Clarice Lispector pela figura do narrador, mas focaliza mais intensamente as questões sociais do que na trajetória anterior da autora.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3914362 Inglês
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Mo Farah says he was trafficked to the U.K. and forced into child labor
July 12, 20229:50 AM ET Mo Farah says he was trafficked to the U.K. and forced into child labor : NPR

Olympic gold medalist Mo Farah says he was trafficked to the U.K. under a false name and forced into child labor, revealing stunning details about the painful path that culminated in him being awarded a knighthood.
“Most people know me as Mo Farah, but it’s not my name — or, it’s not the reality,” Farah said in a new documentary about the track star.
“The real story is, I was born in Somaliland, north of Somalia, as Hussein Abdi Kahin,” he added.
Farah has previously said he came to the U.K. as a young child with his parents, fleeing the war in Somalia. But he now says his father died when Farah was four years old, and that he was soon separated from his mother and other relatives.
“I was brought into the U.K. illegally under the name of another child, called Mohammed Farah,” he said. At the time, he was around 8 or 9 years old.
The documentary, made by the BBC and Red Bull Studios, includes footage of visa documents that Farah says were faked, bearing his photo and another child’s name.
“I know I’ve taken someone else’s place. And I do wonder, what is Mohammed doing now?” he said in the documentary, clips of which are posted on the BBC’s website.
The woman who brought Farah into the U.K. had told him he would soon join his relatives in the country. He carried a piece of paper with his family members’ contact information on it. But after arriving, the woman tore up the paper and threw it in the trash.
“The lady, what she did wasn’t right,” Farah said.
Farah described being exploited and threatened, as he worked in the household of another family. There, he was forced to cook and clean and tend to other children — and he was told to keep his mouth shut about his true origin, or the authorities would take him away.
“Often, I would just lock myself in the bathroom and cry, and nobody’s there to help. So after a while, I just learned not to have that emotion,” he said.
The celebrated runner says his unique abilities and luck are all that saved him from trafficking and forced servitude. When he was finally allowed to attend school, his talents quickly drew the attention of a teacher who connected with him — and who then helped Farah get placed into a foster home with a different Somali family.
Farah, who received a knighthood from Queen Elizabeth in 2017, says he’s speaking out now about what he went through to raise public awareness about other people who are caught in the same plight. The BBC says it attempted to contact the woman who brought Farah into the U.K. for her side of the story, but she hasn’t replied.

(Mo Farah says he was trafficked to the U.K. and forced into child labor : NPR)
Leia o fragmento do texto a seguir .
Olympic gold medalist Mo Farah says he was trafficked to the U.K. under a false name and forced into child labor, revealing stunning details about the painful path that culminated in him being awarded a knighthood.
Com base no fragmento do texto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o sinônimo da palavra “stunning”.
Alternativas
Q3914363 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Mo Farah says he was trafficked to the U.K. and forced into child labor
July 12, 20229:50 AM ET Mo Farah says he was trafficked to the U.K. and forced into child labor : NPR

Olympic gold medalist Mo Farah says he was trafficked to the U.K. under a false name and forced into child labor, revealing stunning details about the painful path that culminated in him being awarded a knighthood.
“Most people know me as Mo Farah, but it’s not my name — or, it’s not the reality,” Farah said in a new documentary about the track star.
“The real story is, I was born in Somaliland, north of Somalia, as Hussein Abdi Kahin,” he added.
Farah has previously said he came to the U.K. as a young child with his parents, fleeing the war in Somalia. But he now says his father died when Farah was four years old, and that he was soon separated from his mother and other relatives.
“I was brought into the U.K. illegally under the name of another child, called Mohammed Farah,” he said. At the time, he was around 8 or 9 years old.
The documentary, made by the BBC and Red Bull Studios, includes footage of visa documents that Farah says were faked, bearing his photo and another child’s name.
“I know I’ve taken someone else’s place. And I do wonder, what is Mohammed doing now?” he said in the documentary, clips of which are posted on the BBC’s website.
The woman who brought Farah into the U.K. had told him he would soon join his relatives in the country. He carried a piece of paper with his family members’ contact information on it. But after arriving, the woman tore up the paper and threw it in the trash.
“The lady, what she did wasn’t right,” Farah said.
Farah described being exploited and threatened, as he worked in the household of another family. There, he was forced to cook and clean and tend to other children — and he was told to keep his mouth shut about his true origin, or the authorities would take him away.
“Often, I would just lock myself in the bathroom and cry, and nobody’s there to help. So after a while, I just learned not to have that emotion,” he said.
The celebrated runner says his unique abilities and luck are all that saved him from trafficking and forced servitude. When he was finally allowed to attend school, his talents quickly drew the attention of a teacher who connected with him — and who then helped Farah get placed into a foster home with a different Somali family.
Farah, who received a knighthood from Queen Elizabeth in 2017, says he’s speaking out now about what he went through to raise public awareness about other people who are caught in the same plight. The BBC says it attempted to contact the woman who brought Farah into the U.K. for her side of the story, but she hasn’t replied.

(Mo Farah says he was trafficked to the U.K. and forced into child labor : NPR)
Leia o fragmento do texto a seguir.
The documentary, made by the BBC and Red Bull Studios, includes footage of visa documents that Farah says were faked, bearing his photo and another child’s name.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o tipo de aposto presente no fragmento do texto.
Alternativas
Q3914364 Inglês
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Mo Farah says he was trafficked to the U.K. and forced into child labor
July 12, 20229:50 AM ET Mo Farah says he was trafficked to the U.K. and forced into child labor : NPR

Olympic gold medalist Mo Farah says he was trafficked to the U.K. under a false name and forced into child labor, revealing stunning details about the painful path that culminated in him being awarded a knighthood.
“Most people know me as Mo Farah, but it’s not my name — or, it’s not the reality,” Farah said in a new documentary about the track star.
“The real story is, I was born in Somaliland, north of Somalia, as Hussein Abdi Kahin,” he added.
Farah has previously said he came to the U.K. as a young child with his parents, fleeing the war in Somalia. But he now says his father died when Farah was four years old, and that he was soon separated from his mother and other relatives.
“I was brought into the U.K. illegally under the name of another child, called Mohammed Farah,” he said. At the time, he was around 8 or 9 years old.
The documentary, made by the BBC and Red Bull Studios, includes footage of visa documents that Farah says were faked, bearing his photo and another child’s name.
“I know I’ve taken someone else’s place. And I do wonder, what is Mohammed doing now?” he said in the documentary, clips of which are posted on the BBC’s website.
The woman who brought Farah into the U.K. had told him he would soon join his relatives in the country. He carried a piece of paper with his family members’ contact information on it. But after arriving, the woman tore up the paper and threw it in the trash.
“The lady, what she did wasn’t right,” Farah said.
Farah described being exploited and threatened, as he worked in the household of another family. There, he was forced to cook and clean and tend to other children — and he was told to keep his mouth shut about his true origin, or the authorities would take him away.
“Often, I would just lock myself in the bathroom and cry, and nobody’s there to help. So after a while, I just learned not to have that emotion,” he said.
The celebrated runner says his unique abilities and luck are all that saved him from trafficking and forced servitude. When he was finally allowed to attend school, his talents quickly drew the attention of a teacher who connected with him — and who then helped Farah get placed into a foster home with a different Somali family.
Farah, who received a knighthood from Queen Elizabeth in 2017, says he’s speaking out now about what he went through to raise public awareness about other people who are caught in the same plight. The BBC says it attempted to contact the woman who brought Farah into the U.K. for her side of the story, but she hasn’t replied.

(Mo Farah says he was trafficked to the U.K. and forced into child labor : NPR)
Sobre a história de Mo Farah, considere as afirmativas a seguir.
I. Ele contou outra história sobre sua ida para a Grã-Bretanha.
II. Ele foi forçado a trabalho análogo a escravo durante sua infância.
III. Ele foi para a Grã-Bretanha sem nenhum contato de seus parentes.
IV. Ele decidiu contar sua real história graças à condecoração que ganhou da rainha Elizabeth.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3914365 Inglês
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Jackson, Mississippi has ‘no water to drink or flush toilets’
By Sam Cabral
BBC News, Washington

Some 180,000 residents in Jackson, Mississippi have “indefinitely” lost access to reliable running water after excessive rainfall and flooding.

Rising floodwaters over the weekend breached the city’s main water treatment facility, bringing it to the brink of collapse. A state of emergency has been declared, and schools, restaurants and businesses have temporarily closed. Raw reservoir water is coming through the pipes, residents were told. Both the city and state are distributing bottled drinking water to residents as well as non-potable water via tanker truck. 

Jackson residents are also experiencing low water pressure and have been under a boil-water notice for the past month. “Do not drink the water,” Governor Tate Reeves warned at a Monday news conference. “In too many cases, it is raw water from the reservoir being pushed through the pipes.” Problems at the OB Curtis Water Plant began after heavy rains caused the Pearl River to crest and spill over onto city streets over the weekend.

City hall confirmed on Monday that river water had entered the facility, which treats more than 50 million US gallons (190 million liters) per day. “Adjustments to the water-treatment process are being made and have led to a temporary decrease in water production for some areas,” it said in a statement. “This will remain an issue for the next couple days as we work to refill the tanks.” Jackson Mayor Chokwe Antar Lumumba said the “very fragile” city-run facility would not turn off its water supply, but officials needed time to change how they treat the contaminated water.

Governor Reeves, who described the plant as long understaffed and poorly operated, said its main motors had gone out and backup pumps too have failed. “Until it is fixed, it means we do not have reliable running water at scale,” he said. “It means the city cannot produce enough water to fight fires, to reliably flush toilets, and to meet other critical needs.”

Officials have boosted production at a second treatment facility from 20 to 30 million US gallons per day, but water pressure has dropped system-wide. All public schools in Jackson shifted to virtual learning on Tuesday amid the crisis, while businesses and restaurants reported needing to purchase ice and water jugs. The southern state’s capital is more than 80% African American.

Experts say climate change is driving more extreme weather events like the rainfall in Jackson. The heavy rains this August have forced evacuations, inundated homes and washed away roads. “Quite honestly this has become commonplace. We’re experiencing more rain in our rainy season, hotter summers, and colder winters, and it has taken a toll on our infrastructure,” Mr. Lumumba said.

(Jackson, Mississippi has ’no water to drink or flush toilets’ - BBC News)
Sobre a situação na cidade de Jackson, no estado do Mississipi, considere as afirmativas a seguir.
I. A cidade está sem água potável porque somente uma estação de tratamento atende a sua demanda.
II. O governo está distribuindo somente água potável, em garrafas, aos cidadãos.
III. O governo reconhece que a estação de tratamento afetada não tinha infraestrutura adequada.
IV. O governo reconhece que as inundações em Jackson, MI, são consequências das mudanças climáticas.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3914366 Inglês
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Jackson, Mississippi has ‘no water to drink or flush toilets’
By Sam Cabral
BBC News, Washington

Some 180,000 residents in Jackson, Mississippi have “indefinitely” lost access to reliable running water after excessive rainfall and flooding.

Rising floodwaters over the weekend breached the city’s main water treatment facility, bringing it to the brink of collapse. A state of emergency has been declared, and schools, restaurants and businesses have temporarily closed. Raw reservoir water is coming through the pipes, residents were told. Both the city and state are distributing bottled drinking water to residents as well as non-potable water via tanker truck. 

Jackson residents are also experiencing low water pressure and have been under a boil-water notice for the past month. “Do not drink the water,” Governor Tate Reeves warned at a Monday news conference. “In too many cases, it is raw water from the reservoir being pushed through the pipes.” Problems at the OB Curtis Water Plant began after heavy rains caused the Pearl River to crest and spill over onto city streets over the weekend.

City hall confirmed on Monday that river water had entered the facility, which treats more than 50 million US gallons (190 million liters) per day. “Adjustments to the water-treatment process are being made and have led to a temporary decrease in water production for some areas,” it said in a statement. “This will remain an issue for the next couple days as we work to refill the tanks.” Jackson Mayor Chokwe Antar Lumumba said the “very fragile” city-run facility would not turn off its water supply, but officials needed time to change how they treat the contaminated water.

Governor Reeves, who described the plant as long understaffed and poorly operated, said its main motors had gone out and backup pumps too have failed. “Until it is fixed, it means we do not have reliable running water at scale,” he said. “It means the city cannot produce enough water to fight fires, to reliably flush toilets, and to meet other critical needs.”

Officials have boosted production at a second treatment facility from 20 to 30 million US gallons per day, but water pressure has dropped system-wide. All public schools in Jackson shifted to virtual learning on Tuesday amid the crisis, while businesses and restaurants reported needing to purchase ice and water jugs. The southern state’s capital is more than 80% African American.

Experts say climate change is driving more extreme weather events like the rainfall in Jackson. The heavy rains this August have forced evacuations, inundated homes and washed away roads. “Quite honestly this has become commonplace. We’re experiencing more rain in our rainy season, hotter summers, and colder winters, and it has taken a toll on our infrastructure,” Mr. Lumumba said.

(Jackson, Mississippi has ’no water to drink or flush toilets’ - BBC News)
Leia o fragmento do texto a seguir.
Experts say climate change is driving more extreme weather events like the rainfall in Jackson.
Com base no fragmento do texto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o antônimo da palavra “driving”.
Alternativas
Q3914367 Artes Plásticas
Leia o texto a seguir.
Em 1905, em Paris, durante a realização do Salão de Outono, alguns jovens pintores foram chamados pelo crítico Louis Vauxcelles de Fauves, que em português significava “Feras”, por causa da intensidade com que usavam as cores puras, sem misturá-las ou matizá-las. Dois princípios regem esse movimento artístico: a simplificação das formas das figuras e o emprego das cores puras. As figuras fauvistas são apenas sugeridas e não representadas realisticamente pelo pintor.
(PROENÇA, G. História da Arte. São Paulo: Ática, 2001. p.153.)
Com base no texto e nas características do Fauvismo, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, uma obra fauvista.
Alternativas
Q3914368 Educação Artística
A dança é uma manifestação artística marcante na cultura popular brasileira. São expressões populares, como o frevo, bumba meu boi, baião, coco, pau de fita, fandango, que revelam a diversidade cultural e histórica do Brasil.
Com base nos conhecimentos sobre a linguagem da dança e seus elementos, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às linguagens artísticas que fazem parte das manifestações populares brasileiras.
( ) Corpo, teatro, música.
( ) Movimento, música, artes visuais.
( ) Som, teatro, forma.
( ) Movimento, teatro, espaço.
( ) Espaço, música, cor.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Alternativas
Q3914369 Música
Em uma música feita para “soar”, a Sonata é considerada uma forma musical, um estilo composto para instrumentistas.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, os instrumentos utilizados na Sonata do período Barroco. 
Alternativas
Q3914370 Artes Cênicas
Dança contemporânea, também considerada dança abstrata, reúne uma variedade de ritmos, formas e performances. Os elementos trabalhados são o processo criativo, as experimentações, o conceito e a ideia a ser coreografada.
Com base nos conhecimentos sobre dança contemporânea, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Os pontos fortes dessa dança são a inovação e a liberdade, misturando os ritmos balé, jazz e hip-hop.
( ) Um gênero da dança que destaca os padrões clássicos e técnicos, como simetria, leveza, compasso, ritmo e harmonia, que teve seu auge na década de 1930.
( ) Traz o conceito de coreografia, misturando as artes visuais, o teatro e a música, com ênfase na técnica e no conceito, levando a uma postura ereta e verticalizada com perfeição. 
( ) Sua concepção de dança se baseia em experimentações coreográficas, movimentos ilimitados, vestuário e espaços alternativos.
( ) Apresenta-se em um espaço teatral, um palco, utilizando a música clássica para exibir uma dança espetacular coreografada.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Alternativas
Q3914371 Artes Cênicas

As danças são expressões de uma cultura que, por meio de ritmos e movimentos, contam parte da história do país. São marcantes em determinadas regiões, tornando-se símbolos populares.


Relacione as imagens, na coluna da esquerda, com os tipos de dança, na coluna da direita.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que contém a associação correta.

Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: E
4: B
5: D
6: E
7: D
8: E
9: A
10: C
11: B
12: A
13: A
14: C
15: D
16: A
17: C
18: D
19: B
20: E