Questões de Concurso Público Prefeitura de Itumbiara - GO 2025 para Professor de Educação Básica - PEB II - Histórias
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O manejo excessivo do solo traz problemas. Os agricultores em sua maioria normalmente não se preocupam com as consequências causadas por esse manejo, tais como: perda da fertilidade do solo, erosão, entre outras. As máquinas agrícolas pesadas, quando utilizadas no solo, provocam a compactação. As atividades agrícolas e a pecuária, vem acabando com as áreas naturais do Cerrado. Pensa-se apenas em aumento da produção, sem considerar com os danos ambientais causados pela agricultura moderna.
COSTA, R., SANTOS, F. Expansão agrícola e vulnerabilidade natural do meio físico no Sul Goiano. Geografia em Atos, n. 10, v.2, julho a dezembro de 2010, p 23-35. p. 28. Disponível em < http://observatoriodageografia.uepg.br/files/original/69a7984128c1a792c6d9dc 8ce6e9ca3a9a4d2831.pdf >. Acesso em 25 maio 2025. [Adaptado].
De que forma o manejo descrito no texto contribui para uma crise ambiental?
Em 1890, a criação da ferrovia no Triângulo Mineiro marcou um novo capítulo da ocupação de Goiás, especialmente na porção Sul do estado, que teve uma maior facilidade no intercâmbio de mercadorias em comparação com o cenário anterior de quase isolamento. A proximidade com os trilhos intensificou o comércio dos excedentes de produção dos fazendeiros e dos negócios devido à facilidade e velocidade do novo meio de transporte, trazendo consigo um espírito mercantil e até de financiadores da produção agropecuária nas áreas de influência da ferrovia. Contudo, a agricultura ainda era precária e não tinha organização suficiente para atender a demanda crescente.
CAMPOS, F. R., BRITO DE SÁ, Ê. K. B., CARVALHO, C. R. Desequilíbrios regionais em Goiás: o caso da região de planejamento Nordeste Goiano. Revista Formação (ONLINE), v. 26, n. 47, jan-abr/2019, p. 56. [Adaptado].
O texto relaciona a ferrovia com a expansão da economia através do
A partir do fato de que nesse estudo foi considerada a inclusão de benefícios sociais para a estimativa do déficit habitacional em Goiás, é possível avaliar o impacto desses benefícios na redução dessa carência. Em 2023, os programas sociais em Goiás, contribuíram para reduzir em mais de 40 mil famílias que comprometem mais de 30% do rendimento com aluguel, redução de 18,7% desse componente.
Souza Junior, E. M.; Lima, A. R. L. Déficit Habitacional em Goiás. Goiânia-GO: Instituto Mauro Borges – IMB, 2024, p. 15. [Adaptado].
Qual tipo de programa social contribuiu para a redução apresentada no texto?
Basta considerar que tudo o que havia em Goiás de civilização fora feito ainda no tempo colonial. Desde a independência que Goiás tornou-se um mundo-da-lua, uma terra de ninguém, uma ficção geográfica. Enquanto durava tal panorama, jazia o sertão no maior atraso, num momento em que a civilização humana alcançava elevado desenvolvimento em outros pontos da terra, graças à exploração de nossas riquezas.
ÉLIS, Bernardo. A vida são as sobras. Goiânia: Kelps, 2000, p. 119. [Adaptado].
O contraste apresentado no texto denuncia qual problema social?
Deputado federal na década de 1990, o atual prefeito de Itumbiara, José Gomes, compareceu a um comício de campanha eleitoral na sua cidade, em meio a ameaças insinuadas de adversários políticos. Ele denunciou as ameaças em seu discurso e disse que se preparava para enfrentá-las, tendo inclusive contratado um jagunço. Acrescentou com ironia: “Como faço tudo com transparência, vou lhes apresentar o meu jagunço”. Em seguida, levantou o braço direito, e mostrou ao público, o pequenino Vasconcelos - anão e figura popular na cidade. Como se diz popularmente, o público que assistia ao comício morreu de rir.
ROCHA, Hélio. Jaguncinho. In: ROCHA, Hélio. Folhetim Político – historietas do folclore político goiano. Goiânia: Kelps, 2010, p. 88. [Adaptado].
De acordo com o texto, qual ação o público esperava do candidato?
=SE($B$2>=25; C2*2; C2*3)
Se a célula B2 contém o valor 30, a célula B3 o valor 15, a célula C2 contém 10, e a célula C3 contém 20, qual será o valor exibido em D3 após copiar a fórmula para essa célula?
“Uma fonte não pode nos dizer nada daquilo que cabe a nós dizer. No entanto, ela nos impede de fazer afirmações que não poderíamos fazer (...). As fontes nos impedem de cometer erros, mas não nos revelam o que devemos fazer.”
Koselleck, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto. Ed. PUC RIO, 2006.
O argumento apresentado acima destaca qual característica das fontes históricas?
“A história proposta pela terceira versão da BNCC uma busca anódina por explicação e compreensão de um “passado histórico”, sem considerar os efeitos das narrativas, as lutas em torno delas e os usos do passado que impõem a perspectiva de um “passado prático”, atenta ao elemento ético-político do ensino”.
PEREIRA, Nilton Mullet; RODRIGUES, Mara Cristina. Ensino de história e passado prático: notas sobre a BNCC. In: RIBEIRO JÚNIOR, Halfred Carlos; VALÉRIO, Mairon Escorsi. (Orgs.). Ensino de história e currículo: reflexões sobre a Base Nacional Comum Curricular: formação de professores e prática de ensino. Jundiaí: Paco editorial, 2017.
A versão homologada da BNCC de História recebeu críticas dos pesquisadores de ensino de história, em virtude do seu caráter
“As relações de contato era, então, grosso modo, vistas como relações de dominação/submissão, na qual uma cultura se impunha sobre a outra, anulando-a. Nessa perspectiva os índios integrados à colonização, seja como escravos ou como aliados, eram vistos como submissos e aculturados, não constituindo, pois, categoria social merecedora de maiores investigações.”
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010. (Edição Kindle).
Que fator permitiu uma nova compreensão sobre os povos indígenas nas abordagens historiográficas das últimas décadas?
“A consciência histórica se torna um objeto da didática da história, que o ensino e a aprendizagem da história não perdem de vista, mas sim aguça o olhar didático: a consciência histórica significa, nesta perspectiva, em última análise, a aprendizagem histórica no nível fundamental e básico do trabalho de memória necessário para a vida prática.”
RÜSEN, Jörn. Aprendizagem Histórica. Fundamentos e Paradigmas. Curitiba: W.A. Editores, 2012.
A proposta de Jörn Rüsen de uma didática da história centrada na consciência histórica implica que a aprendizagem histórica
“O direito de não se submeter senão às leis, de não poder ser preso, nem detido, nem condenado, nem maltratado de nenhuma maneira, pelo efeito da vontade arbitrária de um ou de vários indivíduos.”
Disponível em: <https://estadodaarte.estadao.com.br/o-grande-teatro-domundo/constant-liberdades-gtm/>. Acesso em: 23 jan. 2025.
O texto citado indica as principais características da concepção de