Questões de Concurso Público Prefeitura de Mirante - BA 2025 para Assistente Social
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( ) Tanto o fiasco científico do lançamento do foguete em Alcântara, quanto a infeliz publicidade das Havaianas se equivalem, na visão autoral, quanto ao que ele chama de “proclamação ideológica”.
( ) “O que eu desejo é que você comece o ano com os dois pés” (1º par.) representa um pensamento ratificado pelo autor no mesmo parágrafo em termos de expectativas que se renovam com a virada de ano.
( ) A infeliz fala da atriz na propaganda representa uma ação que, na visão autoral, fora intencionalmente orquestrada, a fim de desviar o foco do real escândalo em evidência remissivo às denúncias de tentativa de favorecimento quanto ao processo do banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro Moraes.
( ) Em “É a sina das mulheres dos césares; se advogassem na comarca de Boa Vista ou Rio Branco, estariam acima de suspeitas. Mas em Brasília, e tendo clientes como J&F Master, as tentações são grandes e as suspeitas do mesmo tamanho – a menos que houvesse uma decisão ética dos parentes e afins de, por razões éticas, manterem distância sanitária entre as bancas de advocacia e o tribunal. Evitaria contaminação e seria moralmente saudável.” (5º par.), Alexandre Garcia, ao mesmo tempo que lança um comentário irônico, defende que, de forma ética e moral, deveria haver a suspeição no caso citado.
( ) Em “O Ministro, então, fez uma nova nota, afirmando que o escritório de Viviane e filhos jamais tratou de interesses do Master no Banco Central. Daí se deduz que ele já fala pelo escritório, e que lhe é literalmente familiar e, não menos revelador, que Vorcaro pagou R$ 3,6 milhões por mês, mas o escritório não o defendeu da liquidação pelo Banco Central. Pagou por que serviço?” (6º par.), o articulista sugere que tenham sido colocados em evidência interesses escusos no processo de contratação do réu por parte do escritório de advocacia da esposa do ministro Moraes, o que é reforçado pela pergunta retórica em destaque.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pela ordem, pode-se afirmar que a sequência correta é:
I. Em “Na semana do fiasco científico que foi o segundo fracasso consecutivo de lançamento em Alcântara, caminhamos também no nível do chinelo no debate político. Explodiu como o foguete espacial a fala publicitária de Fernanda Torres, de que não devemos entrar em 2026 com o pé direito.” (1º par.), os vocábulos em destaque possuem sentido ambivalente, na medida em que auxiliam na edificação crítica e satírica por parte do autor.
II. Em “O texto dado a Fernanda ressalva: ‘Não é nada contra a sorte’.” (2º par.), a fala apontada é tratada de maneira convergente por parte do articulista do texto quanto à proclamação ideológica citada no parágrafo anterior.
III. Perguntas como “Não deu certo?” (3º par.), “[...] quem Toffoli acha que deve ser protegido pelo sigilo no caso Master – e por quê?” (4º par.) e “Pagou por que serviço?” (6º par.) foram elaboradas com objetivos distintos a fim de exemplificarem a complexidade que a investigação sugere.
IV. Em “Uma CPI esclarece essas coisas, assim como a atuação de ministros do Supremo através de suas esposas, advogados de sucesso.” (5º par.), o articulista se vale de um tom laudatório a fim de reconhecer a habilidade profissional mencionada no contexto.
Pode-se dizer que está correto o que se afirmou somente em:
I. Em “E chinelos não têm rodas.” (1º par.), o verbo destacado tem a justificativa de acentuação remissiva à regra dos monossílabos tônicos.
II. Os vocábulos “próprio” (3º par.) e “polícia” (4º par.) têm a justificativa de acentuação baseada em duas regras: a primeira é a das paroxítonas terminadas em ditongo crescente; e a outra, a das palavras proparoxítonas, já que o encontro vocálico final pode ser compreendido, em separação silábica, como um Hiato.
III. Em “[...] quem Toffoli acha que deve ser protegido pelo sigilo no caso Master – e por quê?” (4º par.) e “Pagou por que serviço?” (6º par.), embora possuam diferentes justificativas quanto à regra de acentuação, as duas expressões foram usadas por serem locuções interrogativas de causa.
IV. Encontram-se em colocação proclítica obrigatória os pronomes oblíquos átonos destacados em “Daí se deduz que ele já fala pelo escritório, e que lhe é literalmente familiar e, não menos revelador, que Vorcaro pagou R$ 3,6 milhões por mês, mas o escritório não o defendeu da liquidação pelo Banco Central.” (6º par.)
Pode-se afirmar que se encontra correto o que foi afirmado apenas em:
O texto dado a Fernanda ressalva: “Não é nada contra a sorte”. Pois tampouco é uma questão de superstição. É cultural. Na nossa língua de origem, esquerda é sinistra. No Credo, Cristo está à direita de Deus-Pai. Está em Eclesiastes, 10-2: “O coração do sábio se inclina para a direita, mas o coração do tolo, para a esquerda”. “Senta-te à minha direita” está na literatura. Usa-se a mão direita para cumprimentar. E o pé direito para entrar. Ou, no ano eleitoral, estando em campanha, aconselha-se evitar o uso da direita. Como reação, o boicote contra as Havaianas não deu certo, pelo menos no shopping que eu frequentei: a loja estava lotada.
Sobre o uso ou não da Crase, assinale a alternativa cuja reescrita do fragmento acima manteve a correção gramatical.
I. Explodiu como o foguete espacial a fala publicitária de Fernanda Torres, de que não devemos entrar em 2026 com o pé direito. “O que eu desejo é que você comece o ano com os dois pés”. – as aspas isolam uma fala de outrem – que não o autor – por discurso direto.
II. “Com os dois pés na jaca, o Ministro Moraes emitiu uma segunda nota no mesmo dia...” – a vírgula que isola o termo destacado se justifica pelo deslocamento de termo sintático.
III. “O senador Alessandro Vieira (MDB Sergipe), delegado de polícia, quer comissão parlamentar para investigar.” – as duas vírgulas enumeram termos de mesma função sintática.
IV. “...mas o escritório não o defendeu da liquidação pelo Banco Central. Pagou por que serviço?” – a interrogação encerra uma pergunta indireta.
Pode-se dizer que se encontra correto o que foi afirmado apenas em:
• Cada grupo tenha um número de alunos que seja divisor de 84.
• Mas também quer que esse número seja múltiplo de 6.
Com base nessas condições, qual pode ser o número de alunos em cada grupo?
• Inglês (I)
• Espanhol (E)
• Francês (F)
Os resultados foram: 120 alunos fazem inglês, 90 alunos fazem Espanhol, 70 alunos fazem francês, 50 alunos fazem inglês e espanhol, 40 alunos fazem inglês e francês, 30 alunos fazem Espanhol e francês e 20 alunos fazem os três cursos. Assinale a alternativa correta: