Questões de Concurso Público Prefeitura de Guapirama - PR 2024 para Fisioterapeuta
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Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
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Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
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Considerando que o professor deseja calcular apenas o valor recebido pelas horas extras trabalhadas descritas na planilha, qual fórmula ele deve usar para obter o resultado correto?
I. A assinatura digital utiliza algoritmos de criptografia simétrica para garantir a autenticidade do documento.
II. O uso de uma chave privada na assinatura digital é essencial para verificar a autenticidade do remetente.
III. A assinatura digital não fornece garantias quanto à integridade do documento, focando exclusivamente na autenticidade.
IV. Na assinatura digital, a chave privada é utilizada para assinar o documento, enquanto a chave pública é usada para verificar a autenticidade.
Normalmente as gestantes buscam fisioterapia ou são encaminhadas ao acompanhamento fisioterapêutico com fins de preparação para o parto, alívio de dores e desconfortos, prevenção de doenças ou condições de saúde, como as neuromusculoesqueléticas e as disfunções do assoalho pélvico, ou com o objetivo de realizarem exercícios físicos orientados. Diante do exposto, analise as assertivas a respeito intervenção fisioterapêutica na gravidez e assinale a alternativa correta.
I. O fisioterapeuta deverá determinar os objetivos do atendimento, a proposta terapêutica e as respectivas condutas com base nos achados da avaliação funcional da paciente, o que inclui identificar as incapacidades e os problemas e propósitos levantados por ela. Se a conduta terapêutica for proposta a partir de um diagnóstico fisioterapêutico que desconsidera os objetivos da gestante, poderão surgir estratégias inapropriadas de intervenção, dificuldades de comunicação e diminuição da adesão ao tratamento.
II. Entre as modalidades terapêuticas utilizadas pela fisioterapia durante a gestação para a prevenção e para o tratamento das disfunções neuromusculoesqueléticas, estão: exercícios de fortalecimento e alongamento específicos, correções e treinamento de padrões de movimentos, termoterapia, massoterapia, eletroterapia, uso de órteses, correções ergonômicas e hidroterapia.
III. Com o crescimento do abdome e as adaptações hormonais, o sistema de estabilização lombopélvica tende a se tornar deficiente, podendo causar compensações em todo o corpo da gestante. Assim, o fisioterapeuta deve sempre incluir exercícios de estabilização lombopélvica para prevenir e tratar disfunções no sistema neuromusculoesquelético, especialmente se houver sintomas na cintura pélvica e lombar.
IV. Exercícios de fortalecimento e alongamento de músculos pélvicos e dos quadris devem ser realizados de acordo com os achados da avaliação da função muscular. A deficiência de ativação dos glúteos é muito frequente na gestação, o que, muitas vezes, contribui para tensões no músculo piriforme e dores na região lateral da pelve e dos quadris. Portanto, devem ser realizados exercícios de ativação e fortalecimento dos glúteos, preferencialmente simulando atividades funcionais da vida diária. O glúteo médio é muito solicitado em cadeia cinética fechada, sendo importante trabalhá-lo dessa maneira específica durante o período gestacional.
V. O fisioterapeuta deve agir no sentido de proporcionar mais conforto e amenizar os desequilíbrios musculares, porém, não se deve objetivar a correção da postura, visto que esta já se encontra fisiologicamente alterada para adaptar-se ao crescimento uterino. Na escolha dos exercícios, recomenda-se que os alongamentos passivos muito vigorosos que buscam o máximo de amplitude articular sejam evitados, já que as articulações na gestação encontram-se mais instáveis em decorrência da frouxidão ligamentar. Além disso, na execução dos exercícios, deve-se: evitar a manobra de Valsalva, que causa aumento da pressão intra-abdominal; alternar decúbitos, evitando permanência prolongada em decúbito dorsal; e, escolher exercícios que ofereçam estabilidade para a coluna lombar e a pelve.
Sensação de dormência, formigamento, hipoestesia ou hiperestesia em território de um ou mais nervos são características das parestesias subagudas e crônicas dos membros superiores. Há locais determinados de compressão para os nervos dos membros superiores, que são originados do plexo braquial. Cada um deles apresenta clínica diferente e o local de compressão pode ser identificado apenas com exame físico, além disso, essas parestesias acarretam grande prejuízo funcional ao paciente. Relacione as parestesias subagudas e crônicas dos membros superiores indicados e suas descrições e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Síndrome do túnel radial (STR).
2. Síndrome do pronador redondo (SPR).
3. Síndrome do canal de Guyon.
4. Síndrome do canal cubital.
5. Síndrome do túnel do carpo (STC).
A. Caracteriza-se pela compressão do nervo ulnar na região do cotovelo. O nervo passa por diversas estruturas no cotovelo que podem fisiologicamente comprimi-lo, como o ligamento de Struthers, o ligamento de Osborne, o túnel cubital e o ancôneo e eventualmente deformidades patológicas causadas por fraturas e/ou luxações de cotovelo e tumores.
B. É a neuropatia compressiva mais frequente dos membros superiores, caracteriza-se por sensações de hipoestesia e/ou parestesia e paresia dos dedos da mão, é uma doença crônica e evolutiva, causada pela compressão do nervo mediano no túnel do carpo.
C. É uma neuropatia compressiva do nervo radial e de seu ramo, o nervo interósseo posterior, no túnel radial. Essa síndrome é dificilmente identificada, pois seus sintomas são semelhantes aos de outras doenças, mas de forma geral, ocorre em indivíduos que realizam movimentos repetidos de pronossupinação do antebraço, como tenistas, digitadores e arremessadores de peso.
D. É a síndrome caracterizada pela compressão do nervo ulnar na região do punho, no canal ou túnel de Guyon. Associa-se a movimentos repetitivos, trabalho com vibração (britadeira) e ciclismo. É a compressão nervosa que com mais frequência se deve a causas extrínsecas ao canal, como tumores e malformações vasculares.
E. Resulta da compressão do nervo mediano em sua passagem pela região do cotovelo e é muito relacionada à ocupação do paciente. O nervo mediano é envolvido por várias estruturas na região do cotovelo e, o conhecimento anatômico dos locais de compressão permite um entendimento lógico dos testes a serem realizados para diagnóstico.
Quando o paciente não consegue eliminar o escarro de modo adequado, seja independentemente, seja com ajuda de fisioterapia respiratória, acontece a retenção de secreção, o que por sua vez, pode contribuir para problemas agudos, como obstrução das vias aéreas superiores e/ou inferiores, incompatibilidade de ventilação/perfusão (V/Q) e infecções, aumento do trabalho e insuficiência respiratórios. Há muitas opções de técnicas de desobstrução das vias aéreas, portanto, o fisioterapeuta deve selecionar a mais adequada para o paciente e, pode ser que seja necessário tentar vários métodos, com monitoramento completo, para decidir qual é o mais eficaz. Diante do exposto, analise as assertivas a respeito das intervenções de fisioterapia para pacientes intubados e ventilados e assinale a alternativa correta.
I. O posicionamento com o paciente deitado de lado para secreções generalizadas é usado sempre que possível. Posições de drenagem postural específicas podem ser indicadas quando as secreções forem abundantes e em segmentos específicos e, quaisquer mudanças na posição dependem da estabilidade cardiovascular e neurológica.
II. A hiperinsuflação manual (HM) ou com o aparelho de ventilação mecânica (HV) é usado para deixar o ar na frente das secreções, diminuir as taxas de fluxo expiratório e simular a tosse. Pode ser administrado com o auxílio do aparelho de ventilação mecânica, especialmente em pacientes que precisam de baixos níveis de pressão positiva expiratória final e nunca deve-se usar um manômetro no circuito.
III. As técnicas manuais podem ser usadas em conjunto com hiperinsuflação manual (HM) ou com o aparelho de ventilação mecânica (HV) durante a fase expiratória, usado quando a secreção for tenaz e não for eliminada de forma eficaz com a sucção ou com sucção e HM/HV.
IV. A sucção é usada após fisioterapia respiratória e/ou quando as secreções forem audíveis na cânula intratraqueal (CIT) e, um aumento no pico de pressão inspiratória observado no aparelho de ventilação mecânica (HV) pode indicar a presença de secreção, e a sucção é necessária.
V. A insuflação/exsuflação manual (MIE) pode ser usada via traqueostomia. Considerada para pacientes com fluxo de tosse de pico bom que consegue mover a secreção para as vias aéreas centrais.
Crianças com problemas neurológicos, como paralisia cerebral, têm maior suscetibilidade a infecções respiratórias e/ou retenção de secreções. Para otimizar a função respiratória dos pacientes, o fisioterapeuta desempenha funções de manejo precoce, de médio e longo prazos. As técnicas incluem mucolíticos, posicionamento, intervenções manuais no tórax, aspiração nasofaríngea e oral. Sendo assim, a respeito dos principais fatores a serem considerados pelo fisioterapeuta com relação ao manejo desses pacientes, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Crianças com imobilidade prolongada podem ter densidade óssea reduzida, se precisar de terapia manual no tórax, deve-se considerar a relação riscos versus benefícios.
( ) Crianças podem ser totalmente dependentes de outras pessoas para posicionamento, mobilidade na cama e sentar-se em uma cadeira. É particularmente importante que elas sejam reposicionadas com regularidade para facilitar a desobstrução das vias aéreas, otimizar a relação ventilação/perfusão (V/Q) e permitir suporte e desenvolvimento posturais. Uma criança pode não ser colocada em determinada posição devido a dores anteriores ou baixa tolerância. Tentar novamente essas posições pode ser importante para um tratamento eficaz e ajudar a prevenir desenvolvimento torácico assimétrico, escoliose e problemas associados.
( ) Tônus alterado e frouxidão dos tecidos moles nas vias aéreas superiores podem causar obstrução caracterizada por estridor, puxão traqueal e aumento da saturação de oxigênio. As secreções nas vias aéreas superiores também podem soar mais baixas na presença de estridor, porém a fisioterapia respiratória não é indicada. Se uma manobra de impulso da mandíbula aumentar o estridor e diminuir a saturação de oxigênio, isso confirma a obstrução das vias aéreas superiores, o que pode exigir intervenção clínica ou cirúrgica.
( ) Disfagia e fraqueza muscular na face podem causar acúmulo de secreções orais. Frequentemente, elas causam problema clínico sério, mas não precisam ser resolvidas se estiverem causando dificuldade respiratória ou aspiração. O manejo inclui sucção nasofaríngea, medicação anticolinérgica se as secreções estiverem espessas e mucolíticos se as secreções estiverem fluídas e abundantes. O manejo ineficaz da secreção de vias aéreas é um equilíbrio entre anticolinérgicos, mucolíticos e outras opções clínicas ou cirúrgicas potenciais.
( ) Tosse fraca ou sua frequência reduzida podem causar retenção de secreção nas vias aéreas superiores. Auxiliar de tosse, insuflação/exsuflação manual (MIE) ou empilhamento de ar, usando uma bolsa autoinflável podem não provocar tosse, mas aumentam os volumes pulmonares e potencialmente a mobilização de secreção.
Algumas patologias desencadeiam alterações que comprometem o trato urinário e se faz necessário para desenvolver o plano de tratamento mais adequado para o seu paciente, que o fisioterapeuta tenha conhecimento a respeito do sistema urinário e seus comprometimentos. Sendo assim, assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
“A bexiga ________ é uma disfunção da bexiga decorrente de alteração do mecanismo do controle vesicoesfincteriano que acomete portadores de doenças do sistema nervoso central ou periférico, que causa inadequação do armazenamento e do ________ da bexiga. O foco da disfunção pode localizar-se em qualquer dos elementos constituintes do sistema de retrocontrole voluntário e involuntário da função vesical. As alterações nervosas ou neurológicas anômalas alteram a contratilidade dos músculos da parede da bexiga. Quando a bexiga está _________, ela fica com uma grande capacidade funcional, geralmente indolor, “bexigoma” (bexiga grande) palpável, que pode ocasionar incontinência urinária por transbordamento (incontinência paradoxal). Já na bexiga _________, ela fica com uma pequena capacidade funcional, o que ocasiona aumento da frequência miccional, urgência, podendo ocorrer a urge-incontinência urinária.”