Questões de Concurso Público Prefeitura de Bandeirantes - PR 2024 para Analista de Sistemas

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Q4197606 Português

As vantagens de aceitar ser mediano em vez de excepcional


   A Universidade Cornell em Ithaca, em Nova York (Estados Unidos), é conhecida pela sua excelência. A instituição de ensino costuma ser bem avaliada entre as principais universidades da “Ivy League” — o grupo composto por oito das universidades de maior prestígio dos Estados Unidos. Seus alunos sempre se destacam por suas importantes realizações.

    Quando Andrew Greene chegou a Cornell, ele foi tomado por uma grande ansiedade: sentiu que precisava se sobressair entre os demais. “A ambição é algo que normalmente está enraizado em muitas pessoas nessas faculdades de nível superior”, afirma Greene. “Não quero depreciar Cornell, que é um lugar que certamente adoro, mas dizer que ela não é competitiva também seria uma meia-verdade.” E essa expectativa de excelência no desempenho não se restringe ao setor acadêmico. Greene percebeu que a pressão pela perfeição também permeia muitas das agremiações em Cornell. Ele queria se dedicar a uma das grandes tradições musicais das faculdades americanas: o canto a capela, sem instrumentos, usando apenas a voz humana. 

      A música a capela é mais um campo que demonstra a excelência da Universidade Cornell em todos os setores. Ela foi uma das fontes de inspiração do filme A Escolha Perfeita, de 2012. Mas, por mais que Greene se entusiasmasse pela música, sua empolgação não se traduzia em talento. “O cenário do canto a capela em Cornell é competitivo”, diz ele. “Sabia que nunca iria conseguir entrar em nenhum daqueles grupos a capela. Por isso, comecei a desenvolver a ideia de talvez começar o meu próprio grupo.” Greene criou o nome perfeito para o seu grupo: Mediocre Melodies (“Melodias medíocres”, em inglês). Ele mencionou a ideia para os seus amigos e recebeu em resposta uma multidão de interessados. Greene fundou a agremiação, e 30 pessoas se inscreveram.

       Seus integrantes decidiram que iriam convencer as pessoas a apoiar seu grupo de qualidade mediana doando toda a receita para entidades beneficentes locais. Eles criaram o slogan “maus cantores por uma boa causa”. Mas, mesmo assim, o projeto enfrentou resistência. Greene se reuniu com uma pessoa influente no mundo do canto a capela, que zombou da sua ideia. Ela disse que eles nunca conseguiriam dinheiro suficiente para pagar os custos, tampouco apoiar entidades beneficentes. Greene ficou desanimado. “Voltei e disse ao grupo: ‘estamos ferrados’”, relembra.

     Por que mediano é uma palavra ruim? 

   “Por que precisamos ser excepcionais para progedir?”, questiona Thomas Curran, professor de psicologia e ciências do comportamento da London School of Economics (LSE) e autor do livro The Perfection Trap (“A armadilha da perfeição”, em tradução livre). Por que “mediano” se tornou uma “palavra ruim”?, insiste o professor.

    Curran estuda inúmeros dados sobre estudantes universitários e perfeccionismo desde 1989. Ele encontrou um aumento de 40% do chamado perfeccionismo socialmente prescrito. “O perfeccionismo socialmente prescrito nos torna obstinadamente hipervigilantes sobre o nosso desempenho em relação a outras pessoas”, explica ele. Geralmente, não consideramos o perfeccionismo como uma falha. Nós achamos que precisamos dele para ter sucesso. “Na verdade, observando os dados, você percebe que o perfeccionismo não tem absolutamente nenhuma correlação com o sucesso”, explica o professor. Pelo contrário: o perfeccionismo pode ter diversas desvantagens. “Prevenção, contenção, procrastinação”, afirma Curran. Podemos ter tanto medo de não parecer perfeitos que acabamos não tentando.

   O perfeccionismo não é “o segredo do sucesso que muitas vezes pensamos erroneamente que seja”. É não é só questão de nos tornar ineficientes. “O perfeccionismo socialmente prescrito pode ter profundos impactos sobre a nossa saúde mental”, afirma Curran. Pesquisas demonstram relações entre o perfeccionismo e o aumento dos níveis de depressão, ansiedade e burnout.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckd090zv40po



De acordo com o texto, é possível afirmar que 
Alternativas
Q4197607 Português

As vantagens de aceitar ser mediano em vez de excepcional


   A Universidade Cornell em Ithaca, em Nova York (Estados Unidos), é conhecida pela sua excelência. A instituição de ensino costuma ser bem avaliada entre as principais universidades da “Ivy League” — o grupo composto por oito das universidades de maior prestígio dos Estados Unidos. Seus alunos sempre se destacam por suas importantes realizações.

    Quando Andrew Greene chegou a Cornell, ele foi tomado por uma grande ansiedade: sentiu que precisava se sobressair entre os demais. “A ambição é algo que normalmente está enraizado em muitas pessoas nessas faculdades de nível superior”, afirma Greene. “Não quero depreciar Cornell, que é um lugar que certamente adoro, mas dizer que ela não é competitiva também seria uma meia-verdade.” E essa expectativa de excelência no desempenho não se restringe ao setor acadêmico. Greene percebeu que a pressão pela perfeição também permeia muitas das agremiações em Cornell. Ele queria se dedicar a uma das grandes tradições musicais das faculdades americanas: o canto a capela, sem instrumentos, usando apenas a voz humana. 

      A música a capela é mais um campo que demonstra a excelência da Universidade Cornell em todos os setores. Ela foi uma das fontes de inspiração do filme A Escolha Perfeita, de 2012. Mas, por mais que Greene se entusiasmasse pela música, sua empolgação não se traduzia em talento. “O cenário do canto a capela em Cornell é competitivo”, diz ele. “Sabia que nunca iria conseguir entrar em nenhum daqueles grupos a capela. Por isso, comecei a desenvolver a ideia de talvez começar o meu próprio grupo.” Greene criou o nome perfeito para o seu grupo: Mediocre Melodies (“Melodias medíocres”, em inglês). Ele mencionou a ideia para os seus amigos e recebeu em resposta uma multidão de interessados. Greene fundou a agremiação, e 30 pessoas se inscreveram.

       Seus integrantes decidiram que iriam convencer as pessoas a apoiar seu grupo de qualidade mediana doando toda a receita para entidades beneficentes locais. Eles criaram o slogan “maus cantores por uma boa causa”. Mas, mesmo assim, o projeto enfrentou resistência. Greene se reuniu com uma pessoa influente no mundo do canto a capela, que zombou da sua ideia. Ela disse que eles nunca conseguiriam dinheiro suficiente para pagar os custos, tampouco apoiar entidades beneficentes. Greene ficou desanimado. “Voltei e disse ao grupo: ‘estamos ferrados’”, relembra.

     Por que mediano é uma palavra ruim? 

   “Por que precisamos ser excepcionais para progedir?”, questiona Thomas Curran, professor de psicologia e ciências do comportamento da London School of Economics (LSE) e autor do livro The Perfection Trap (“A armadilha da perfeição”, em tradução livre). Por que “mediano” se tornou uma “palavra ruim”?, insiste o professor.

    Curran estuda inúmeros dados sobre estudantes universitários e perfeccionismo desde 1989. Ele encontrou um aumento de 40% do chamado perfeccionismo socialmente prescrito. “O perfeccionismo socialmente prescrito nos torna obstinadamente hipervigilantes sobre o nosso desempenho em relação a outras pessoas”, explica ele. Geralmente, não consideramos o perfeccionismo como uma falha. Nós achamos que precisamos dele para ter sucesso. “Na verdade, observando os dados, você percebe que o perfeccionismo não tem absolutamente nenhuma correlação com o sucesso”, explica o professor. Pelo contrário: o perfeccionismo pode ter diversas desvantagens. “Prevenção, contenção, procrastinação”, afirma Curran. Podemos ter tanto medo de não parecer perfeitos que acabamos não tentando.

   O perfeccionismo não é “o segredo do sucesso que muitas vezes pensamos erroneamente que seja”. É não é só questão de nos tornar ineficientes. “O perfeccionismo socialmente prescrito pode ter profundos impactos sobre a nossa saúde mental”, afirma Curran. Pesquisas demonstram relações entre o perfeccionismo e o aumento dos níveis de depressão, ansiedade e burnout.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckd090zv40po



Assinale a alternativa cuja(s) vírgula(s) foi(ram) utilizada(s) com a mesma regra do trecho a seguir: “Prevenção, contenção, procrastinação”.
Alternativas
Q4197608 Português

As vantagens de aceitar ser mediano em vez de excepcional


   A Universidade Cornell em Ithaca, em Nova York (Estados Unidos), é conhecida pela sua excelência. A instituição de ensino costuma ser bem avaliada entre as principais universidades da “Ivy League” — o grupo composto por oito das universidades de maior prestígio dos Estados Unidos. Seus alunos sempre se destacam por suas importantes realizações.

    Quando Andrew Greene chegou a Cornell, ele foi tomado por uma grande ansiedade: sentiu que precisava se sobressair entre os demais. “A ambição é algo que normalmente está enraizado em muitas pessoas nessas faculdades de nível superior”, afirma Greene. “Não quero depreciar Cornell, que é um lugar que certamente adoro, mas dizer que ela não é competitiva também seria uma meia-verdade.” E essa expectativa de excelência no desempenho não se restringe ao setor acadêmico. Greene percebeu que a pressão pela perfeição também permeia muitas das agremiações em Cornell. Ele queria se dedicar a uma das grandes tradições musicais das faculdades americanas: o canto a capela, sem instrumentos, usando apenas a voz humana. 

      A música a capela é mais um campo que demonstra a excelência da Universidade Cornell em todos os setores. Ela foi uma das fontes de inspiração do filme A Escolha Perfeita, de 2012. Mas, por mais que Greene se entusiasmasse pela música, sua empolgação não se traduzia em talento. “O cenário do canto a capela em Cornell é competitivo”, diz ele. “Sabia que nunca iria conseguir entrar em nenhum daqueles grupos a capela. Por isso, comecei a desenvolver a ideia de talvez começar o meu próprio grupo.” Greene criou o nome perfeito para o seu grupo: Mediocre Melodies (“Melodias medíocres”, em inglês). Ele mencionou a ideia para os seus amigos e recebeu em resposta uma multidão de interessados. Greene fundou a agremiação, e 30 pessoas se inscreveram.

       Seus integrantes decidiram que iriam convencer as pessoas a apoiar seu grupo de qualidade mediana doando toda a receita para entidades beneficentes locais. Eles criaram o slogan “maus cantores por uma boa causa”. Mas, mesmo assim, o projeto enfrentou resistência. Greene se reuniu com uma pessoa influente no mundo do canto a capela, que zombou da sua ideia. Ela disse que eles nunca conseguiriam dinheiro suficiente para pagar os custos, tampouco apoiar entidades beneficentes. Greene ficou desanimado. “Voltei e disse ao grupo: ‘estamos ferrados’”, relembra.

     Por que mediano é uma palavra ruim? 

   “Por que precisamos ser excepcionais para progedir?”, questiona Thomas Curran, professor de psicologia e ciências do comportamento da London School of Economics (LSE) e autor do livro The Perfection Trap (“A armadilha da perfeição”, em tradução livre). Por que “mediano” se tornou uma “palavra ruim”?, insiste o professor.

    Curran estuda inúmeros dados sobre estudantes universitários e perfeccionismo desde 1989. Ele encontrou um aumento de 40% do chamado perfeccionismo socialmente prescrito. “O perfeccionismo socialmente prescrito nos torna obstinadamente hipervigilantes sobre o nosso desempenho em relação a outras pessoas”, explica ele. Geralmente, não consideramos o perfeccionismo como uma falha. Nós achamos que precisamos dele para ter sucesso. “Na verdade, observando os dados, você percebe que o perfeccionismo não tem absolutamente nenhuma correlação com o sucesso”, explica o professor. Pelo contrário: o perfeccionismo pode ter diversas desvantagens. “Prevenção, contenção, procrastinação”, afirma Curran. Podemos ter tanto medo de não parecer perfeitos que acabamos não tentando.

   O perfeccionismo não é “o segredo do sucesso que muitas vezes pensamos erroneamente que seja”. É não é só questão de nos tornar ineficientes. “O perfeccionismo socialmente prescrito pode ter profundos impactos sobre a nossa saúde mental”, afirma Curran. Pesquisas demonstram relações entre o perfeccionismo e o aumento dos níveis de depressão, ansiedade e burnout.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckd090zv40po



Analise: “Greene fundou a agremiação, e 30 pessoas se inscreveram.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4197609 Português

As vantagens de aceitar ser mediano em vez de excepcional


   A Universidade Cornell em Ithaca, em Nova York (Estados Unidos), é conhecida pela sua excelência. A instituição de ensino costuma ser bem avaliada entre as principais universidades da “Ivy League” — o grupo composto por oito das universidades de maior prestígio dos Estados Unidos. Seus alunos sempre se destacam por suas importantes realizações.

    Quando Andrew Greene chegou a Cornell, ele foi tomado por uma grande ansiedade: sentiu que precisava se sobressair entre os demais. “A ambição é algo que normalmente está enraizado em muitas pessoas nessas faculdades de nível superior”, afirma Greene. “Não quero depreciar Cornell, que é um lugar que certamente adoro, mas dizer que ela não é competitiva também seria uma meia-verdade.” E essa expectativa de excelência no desempenho não se restringe ao setor acadêmico. Greene percebeu que a pressão pela perfeição também permeia muitas das agremiações em Cornell. Ele queria se dedicar a uma das grandes tradições musicais das faculdades americanas: o canto a capela, sem instrumentos, usando apenas a voz humana. 

      A música a capela é mais um campo que demonstra a excelência da Universidade Cornell em todos os setores. Ela foi uma das fontes de inspiração do filme A Escolha Perfeita, de 2012. Mas, por mais que Greene se entusiasmasse pela música, sua empolgação não se traduzia em talento. “O cenário do canto a capela em Cornell é competitivo”, diz ele. “Sabia que nunca iria conseguir entrar em nenhum daqueles grupos a capela. Por isso, comecei a desenvolver a ideia de talvez começar o meu próprio grupo.” Greene criou o nome perfeito para o seu grupo: Mediocre Melodies (“Melodias medíocres”, em inglês). Ele mencionou a ideia para os seus amigos e recebeu em resposta uma multidão de interessados. Greene fundou a agremiação, e 30 pessoas se inscreveram.

       Seus integrantes decidiram que iriam convencer as pessoas a apoiar seu grupo de qualidade mediana doando toda a receita para entidades beneficentes locais. Eles criaram o slogan “maus cantores por uma boa causa”. Mas, mesmo assim, o projeto enfrentou resistência. Greene se reuniu com uma pessoa influente no mundo do canto a capela, que zombou da sua ideia. Ela disse que eles nunca conseguiriam dinheiro suficiente para pagar os custos, tampouco apoiar entidades beneficentes. Greene ficou desanimado. “Voltei e disse ao grupo: ‘estamos ferrados’”, relembra.

     Por que mediano é uma palavra ruim? 

   “Por que precisamos ser excepcionais para progedir?”, questiona Thomas Curran, professor de psicologia e ciências do comportamento da London School of Economics (LSE) e autor do livro The Perfection Trap (“A armadilha da perfeição”, em tradução livre). Por que “mediano” se tornou uma “palavra ruim”?, insiste o professor.

    Curran estuda inúmeros dados sobre estudantes universitários e perfeccionismo desde 1989. Ele encontrou um aumento de 40% do chamado perfeccionismo socialmente prescrito. “O perfeccionismo socialmente prescrito nos torna obstinadamente hipervigilantes sobre o nosso desempenho em relação a outras pessoas”, explica ele. Geralmente, não consideramos o perfeccionismo como uma falha. Nós achamos que precisamos dele para ter sucesso. “Na verdade, observando os dados, você percebe que o perfeccionismo não tem absolutamente nenhuma correlação com o sucesso”, explica o professor. Pelo contrário: o perfeccionismo pode ter diversas desvantagens. “Prevenção, contenção, procrastinação”, afirma Curran. Podemos ter tanto medo de não parecer perfeitos que acabamos não tentando.

   O perfeccionismo não é “o segredo do sucesso que muitas vezes pensamos erroneamente que seja”. É não é só questão de nos tornar ineficientes. “O perfeccionismo socialmente prescrito pode ter profundos impactos sobre a nossa saúde mental”, afirma Curran. Pesquisas demonstram relações entre o perfeccionismo e o aumento dos níveis de depressão, ansiedade e burnout.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckd090zv40po



Analise: “Geralmente, não consideramos o perfeccionismo como uma falha.” E assinale o tipo de sujeito presente na oração.
Alternativas
Q4197610 Português

As vantagens de aceitar ser mediano em vez de excepcional


   A Universidade Cornell em Ithaca, em Nova York (Estados Unidos), é conhecida pela sua excelência. A instituição de ensino costuma ser bem avaliada entre as principais universidades da “Ivy League” — o grupo composto por oito das universidades de maior prestígio dos Estados Unidos. Seus alunos sempre se destacam por suas importantes realizações.

    Quando Andrew Greene chegou a Cornell, ele foi tomado por uma grande ansiedade: sentiu que precisava se sobressair entre os demais. “A ambição é algo que normalmente está enraizado em muitas pessoas nessas faculdades de nível superior”, afirma Greene. “Não quero depreciar Cornell, que é um lugar que certamente adoro, mas dizer que ela não é competitiva também seria uma meia-verdade.” E essa expectativa de excelência no desempenho não se restringe ao setor acadêmico. Greene percebeu que a pressão pela perfeição também permeia muitas das agremiações em Cornell. Ele queria se dedicar a uma das grandes tradições musicais das faculdades americanas: o canto a capela, sem instrumentos, usando apenas a voz humana. 

      A música a capela é mais um campo que demonstra a excelência da Universidade Cornell em todos os setores. Ela foi uma das fontes de inspiração do filme A Escolha Perfeita, de 2012. Mas, por mais que Greene se entusiasmasse pela música, sua empolgação não se traduzia em talento. “O cenário do canto a capela em Cornell é competitivo”, diz ele. “Sabia que nunca iria conseguir entrar em nenhum daqueles grupos a capela. Por isso, comecei a desenvolver a ideia de talvez começar o meu próprio grupo.” Greene criou o nome perfeito para o seu grupo: Mediocre Melodies (“Melodias medíocres”, em inglês). Ele mencionou a ideia para os seus amigos e recebeu em resposta uma multidão de interessados. Greene fundou a agremiação, e 30 pessoas se inscreveram.

       Seus integrantes decidiram que iriam convencer as pessoas a apoiar seu grupo de qualidade mediana doando toda a receita para entidades beneficentes locais. Eles criaram o slogan “maus cantores por uma boa causa”. Mas, mesmo assim, o projeto enfrentou resistência. Greene se reuniu com uma pessoa influente no mundo do canto a capela, que zombou da sua ideia. Ela disse que eles nunca conseguiriam dinheiro suficiente para pagar os custos, tampouco apoiar entidades beneficentes. Greene ficou desanimado. “Voltei e disse ao grupo: ‘estamos ferrados’”, relembra.

     Por que mediano é uma palavra ruim? 

   “Por que precisamos ser excepcionais para progedir?”, questiona Thomas Curran, professor de psicologia e ciências do comportamento da London School of Economics (LSE) e autor do livro The Perfection Trap (“A armadilha da perfeição”, em tradução livre). Por que “mediano” se tornou uma “palavra ruim”?, insiste o professor.

    Curran estuda inúmeros dados sobre estudantes universitários e perfeccionismo desde 1989. Ele encontrou um aumento de 40% do chamado perfeccionismo socialmente prescrito. “O perfeccionismo socialmente prescrito nos torna obstinadamente hipervigilantes sobre o nosso desempenho em relação a outras pessoas”, explica ele. Geralmente, não consideramos o perfeccionismo como uma falha. Nós achamos que precisamos dele para ter sucesso. “Na verdade, observando os dados, você percebe que o perfeccionismo não tem absolutamente nenhuma correlação com o sucesso”, explica o professor. Pelo contrário: o perfeccionismo pode ter diversas desvantagens. “Prevenção, contenção, procrastinação”, afirma Curran. Podemos ter tanto medo de não parecer perfeitos que acabamos não tentando.

   O perfeccionismo não é “o segredo do sucesso que muitas vezes pensamos erroneamente que seja”. É não é só questão de nos tornar ineficientes. “O perfeccionismo socialmente prescrito pode ter profundos impactos sobre a nossa saúde mental”, afirma Curran. Pesquisas demonstram relações entre o perfeccionismo e o aumento dos níveis de depressão, ansiedade e burnout.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckd090zv40po



Analise: “Seus alunos sempre se destacam por suas importantes realizações” e assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4197611 Matemática
Quando está viajando, João come biscoito de polvilho com uma probabilidade de 0,42; e toma cafezinho na estrada com uma probabilidade de 0,23; e faz as duas coisas com uma probabilidade de 0,12. Nesse contexto, qual a probabilidade de João não comer biscoito de polvilho e nem tomar cafezinho na estrada enquanto faz uma viagem? 
Alternativas
Q4197612 Matemática
Considere os números complexos z1 = 3+3i e z2 = -2+i, assinale a alternativa que apresenta a terça parte do produto de z1 por z2. 
Alternativas
Q4197613 Segurança da Informação
Entre as diversas ameaças virtuais destaca-se o “phishing”, uma técnica de engenharia social que visa enganar os usuários para obtenção de informações confidenciais. Considerando essas informações, assinale a alternativa que descreve corretamente o “phishing”.
Alternativas
Q4197614 Noções de Informática
Considere que você está criando um relatório no Microsoft Word 365 e deseja adicionar um número de página no rodapé da página. Assinale a alternativa que apresenta os passos de como inserir essa informação.
Alternativas
Q4197615 Noções de Informática
Considere que você está trabalhando em uma planilha no Microsoft Excel 365 e precisa realizar operações matemáticas simples. Nesse contexto, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. A função =SOMA(A1:A5) pode ser utilizada para somar os valores contidos nas células A1 até A5.
II. A fórmula =(B1-B2) realiza corretamente a subtração do valor da célula B2 do valor da célula B1.
III. A função =MULT(A1:A5) é a fórmula mais apropriada para multiplicar os valores nas células A1 até A5.
IV. Para dividir o conteúdo da célula C1 pelo conteúdo da célula C2, a fórmula adequada é =(C1 / C2).
Alternativas
Q4197616 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Com base na Lei Orgânica de Bandeirantes-PR, o Município conta atualmente com um único Distrito, sendo 
Alternativas
Q4197617 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
De acordo com a Lei que dispõe sobre o Estatuto do Regime Jurídico dos servidores públicos do Município de Bandeirantes-PR, assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas. O servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo, adquirirá estabilidade no serviço público ao completar ________ de efetivo exercício. Como condição para a aquisição da estabilidade é obrigatório _________ em avaliação especial de desempenho, por comissão instituída para essa finalidade. 
Alternativas
Q4197618 Programação
Cada linguagem de programação tem seus tipos de dados, mas alguns são comuns em muitas delas. Nesse contexto, sobre os tipos de dados e sua definição, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Inteiro: armazena números inteiros, sem parte decimal.
II. Booleano: pode ter apenas dois valores: True ou False. Geralmente usados para expressar condições lógicas.
III. String: representa sequências de caracteres, como palavras ou frases.
IV. Ponto Flutuante: armazena números com parte decimal. Os pontos flutuantes podem representar números reais.
Alternativas
Q4197619 Algoritmos e Estrutura de Dados
Considere o trecho de pseudocódigo a seguir:

// Pseudocódigo para calcular a média de três números escrever("Digite o primeiro número: ") ler(primeiroNumero) escrever("Digite o segundo número: ") ler(segundoNumero) escrever("Digite o terceiro número: ") ler(terceiroNumero) soma <- primeiroNumero + segundoNumero + terceiroNumero media <- soma / 3 escrever("A média dos três números é: ", media)
Com base no trecho código apresentado, assinale a alternativa que apresenta a finalidade da parte do pseudocódigo que contém as linhas a seguir.
escrever("Digite o primeiro número: ") ler(primeiroNumero) escrever("Digite o segundo número: ") ler(segundoNumero) escrever("Digite o terceiro número: ") ler(terceiroNumero)
Alternativas
Q4197620 Algoritmos e Estrutura de Dados
Considere os trechos de código a seguir:
Código 01 contador <- 1 enquanto contador <= 5 faça     escrever("Iteração ", contador)     contador <- contador + 1 fim enquanto
Código 02 para contador de 1 até 5 passo 1 faça  escrever("Iteração ", contador) fim para

A partir da análise dos dois trechos de pseudocódigo apresentados, assinale a alternativa que apresenta a principal diferença entre as estruturas de repetição Enquanto e Para, conforme exemplificado nos pseudocódigos. 
Alternativas
Q4197621 Algoritmos e Estrutura de Dados

Considere a seguinte função recursiva em pseudocódigo:


função fatorial(n: inteiro) -> inteiro:

 se n = 0 ou n = 1 então

       retornar 1

 senão

       retornar n * fatorial(n - 1)

 fim se


Com base na análise da função, assinale a alternativa que apresenta o resultado da chamada da função fatorial(5). 

Alternativas
Q4197622 Algoritmos e Estrutura de Dados

Considere o seguinte pseudocódigo:

// Pseudocódigo para calcular a média de duas notas

// ??? (1)

nota1, nota2, media: real

// ??? (2)

escrever("Digite a primeira nota: ")

ler(nota1)

escrever("Digite a segunda nota: ")

ler(nota2)

// ??? (3)

media <- (nota1 + nota2) / 2

// ??? (4)

escrever("A média das duas notas é: ", media)


Com base no pseudocódigo, assinale a alternativa que apresenta corretamente cada elemento (// ???) a sua respectiva parte no pseudocódigo.

Alternativas
Q4197623 Algoritmos e Estrutura de Dados

Considere os dois pseudocódigos recursivos apresentados a seguir:


Código 01

função fibonacci(n: inteiro) -> inteiro:

 se n <= 1 então

 retornar n

 senão

 retornar fibonacci(n-1) + fibonacci(n-2)

 fim se


Código 02

função fatorial(n: inteiro) -> inteiro:

 se n <= 1 então

 retornar 1

 senão

 retornar n * fatorial(n-1)

 fim se


A partir da análise dos códigos apresentados, assinale a alternativa que apresenta a principal diferença entre os pseudocódigos recursivos 1 e 2 em termos de seu propósito e operação.

Alternativas
Q4197624 Engenharia de Software
Considere um sistema de gerenciamento de uma escola com três classes principais: Aluno, Professor e Disciplina. Cada aluno pode estar matriculado em várias disciplinas, e uma disciplina pode ter vários alunos matriculados. Cada disciplina é ministrada por um único professor. Com base nesse cenário, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Existe uma associação entre Aluno e Disciplina, pois um aluno pode estar matriculado em várias disciplinas.
II. Não há um relacionamento de composição nesse cenário, pois a destruição de uma classe (por exemplo, a exclusão de um aluno) não implica necessariamente a destruição de outra classe (por exemplo, a disciplina).
III. O relacionamento de agregação poderia ser aplicado ao cenário entre Disciplina e Professor, indicando que um Professor é parte de uma disciplina, mas a existência independente de ambos é permitida.
IV. Neste cenário, as classes Aluno, Professor e Disciplina são entidades independentes e não estão relacionadas por uma relação de herança. 
Alternativas
Q4197625 Administração Geral
Considere o seguinte cenário: um banco necessita melhorar seu sistema bancário para atender às necessidades de clientes e funcionários. A partir de uma análise criteriosa foram definidos os seguintes requisitos:
Cliente: realiza operações bancárias básicas, como saques, depósitos, transferências e consultas de saldo. Pode também utilizar funcionalidades avançadas, como gerenciamento de investimentos.
Atendente: funcionário do banco responsável por auxiliar os clientes em transações presenciais, fornecer suporte e realizar operações avançadas em nome dos clientes. Analista Financeiro: responsável por analisar dados financeiros, oferecer consultoria a clientes sobre investimentos e fornecer relatórios sobre gastos.
Com base no cenário apresentado, identifique corretamente os atores e casos de uso associados a esses atores. 
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: A
4: D
5: D
6: A
7: C
8: D
9: B
10: C
11: C
12: B
13: D
14: B
15: C
16: D
17: A
18: A
19: D
20: B