Questões de Concurso Público SEDUC-RS 2025 para Professor - Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua KainGang
Foram encontradas 34 questões
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
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Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
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Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
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Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
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Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
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Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
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Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
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Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
Acerca do uso de conectivos no Texto 1, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir, considerando a função semântica predominante de cada elemento, e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Em “Desde então, a araucária é celebrada [...]”, o conector “Desde então” marca relação temporal.
( ) Em “[...] além de representar a força da vida e da renovação.”, o conector “além de” indica adição.
( ) No trecho “[...] garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.”, o “e” expressa oposição.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com
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Texto 2
As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com
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Texto 2
As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com
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Texto 2
As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com
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As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com
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Texto 2
As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com
Assinale a alternativa que preenche a lacuna do excerto a seguir mantendo o sentido presente no Texto 2:
“A gente ensina e aprende ___________ árvore, com o som dos pássaros, com o vento.”
Vẽnh jyvãn
Ũri, inh kósin. Ũri ija ã mỹ, ã mỹ vãmén mỹ, hamã, inh kósin. Ũri, ẽg tỹ jagmré mỹsinsér kãn hamã, ã tỹ, ã kakrã ti krã, ti kósin fi tỹ vãsusa tag to, inh kósin, hamã.
Ũri ã tỹ, kósin fi tỹ ũri, ã mỹnh fi riken kỹ fi tỹ nĩj mũ gé. Ũri ã tỹ, ũ tỹ ã mỹ nén ũ han ge mũ fi vỹ tỹ ũri inh kósin fi nĩ ha, inh kósin. Ũri ã tỹ tỹ fi kafã nĩ, ã!
Ũri ã tỹ tỹ fi panh rike nĩ gé. Ke mũn kã ã tỹ ũri, fi jã’ỹn há han nĩ. Ã kakrã mỹ fi jã’ỹn há han nĩ. Ã má fi mỹ fi kósin fi jã’ỹn há han nĩ. Kỹ tỹ inh mỹ há tĩj. Inh kósin ne isỹ ti mỹ vĩ jãmã ja nĩ, ke jé isóg. (Adaptado de Nascimento, 2010).
Texto tipo tỹ ne nẽ tag ti?
Ministério da Educação tỹ Universidade Indígena to vẽmén
Prỹg tỹ 2024 kãmĩ, MEC tỹ instituição ũ ag mré Universidade Indígena han ke to vãmén mũ. Kỹ tóg prỹ tag kã, 2025 ki, kysẽ tỹ julho kãki portaria MEC nº 536 de 23 de julho de 2025 ki Grupo de Trabalho nĩm mũ, Universidade Indígena proposta to rãnhrãj jé. Povos Indígenas ag tỹ tovĩj fã si vã kanhgág mỹ universidade ti Educação Escolar Indígena jykre kãki. Kỹ governo tag tỹ vãhã política pública tag nĩm mũ Kanhgág ag mỹ.
Tag to jykrén kỹ alternativa tỹ ki hã ke nĩtón nĩ.
LEI Nº 12.852, KURÃ TỸ 5, KYSÃ TỸ AGOSTO, PRỸG TỸ 2013. Ũtỹgĩr Estatuto nĩm kar tóg, ũn tỹgĩr ẽn nirejto to ki vin mũ, ũtỹgĩr mỹ políticas públicas kar Ũtỹgĩr Sistema Nacional (SINAJUVE) ti princípios mré ti diretrizes to.
Alternativa tỹ ki hã tó ẽn nĩtón ra.
Escola mĩ gĩr tỹ fóg vĩ tỹvĩn tó mỹ ẽg vĩ kajrãn vỹ tỹ L2 ke mũ ẽn hẽ vẽ. Mỹr gĩr ũ tỹ ti ĩn tá fóg vĩ tỹvĩn tó kãmũ tĩ. Kỹ escola rãnhrãj vã ser gĩr tag mỹ kanhgág vĩ kajrãn ti. Kãnhgág vĩ vỹ ser tỹ gĩr tag vĩ régré nỹj mũ, segunda lingua hã vẽ ser. Kỹ metodologia kar abordagem vỹ ser tỹ ũ nỹtĩj mũ, mỹr ti tỹ ẽg vĩ tó kinhrẽg vén jé ke vẽ, ũ tỹ ẽg vĩ kinhra tỹ ẽg vĩ gramática to vẽnhkajrãn mũn javo. Kỹ vẽnhvĩ kajrãn kãki L1 kar L2 vỹ tỹ’ũ nĩ. Kanhgág escola mĩ tag tỹ vãmén tóg ver tẽg tỹvĩ tĩ. Hãra professor tóg nón vej ke nỹtĩ kãnhmar, mỹr gĩr tỹ fóg vĩ tỹvĩn tó tóg ver ẽg vĩ tó kinhrẽg vẽnh nỹtĩ escola mĩ.
Texto tag to jykrén kỹ alternativa tỹ ki ã ke nĩtón:
Kanhgág ga kãmĩ educação infantil Ũri ẽmã ‘e mĩ creche tóg nỹtĩ ha, gĩr kãsir tỹ tá vãm jé, ti nỹ tỹ rãnhrãj mũn javo. Kejẽn creche tag mĩ gĩr kãsir tỹ fóg vĩ hã kajrãnrãn nỹtĩg tĩ, professor tỹ fóg mré. Kanhgág vĩ krunhkrój tag mỹ tag tóg jagy nỹ hamã, mỹr fóg vĩ tỹ kanhgág vĩ jyrã kãn mũ ser. Ẽmã tỹ Nova Zelândia tá kanhgág ag, Māori ag tóg tỹ ke ũ han ja nĩgtĩ, ag vĩ vãfor kamãg kỹ. Educação infantil tỹ ag tóg ag vĩ jagfe han ja nĩgtĩ. Kỹ gĩr kãsir tỹ ag vĩ pẽ tỹvĩn ki kajrãnrãn nỹtĩj mũ, Māori ti. Ag metodologia hã vỹ tỹ imersão total ke mũ ẽn nĩ, Māori tỹvĩn ki ke vẽ ag educação ti escola mĩ. Tá fóg ag vĩ hã vỹ tỹ inglês nỹ, kỹ vẽnhvĩ tag mẽj ke tũ pẽ tóg nỹtĩ gĩr ti escola mĩ. Kỹ Māori ag vĩ tỹ tar ke mãn rã nĩ ha inh hã. Brasil ki ẽg tóg educação infantil mỹ kanhgág vĩ jagfe to jykrén nỹtĩ gé, gĩr tỹ kanhgág vĩ hã ki vẽnhkajrãnrãn vén jé (cf. Nascimento, 2022).
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