Questões de Concurso Público SES-DF 2023 para Residência - Grupo 5 – Programa(s)- Endoscopia

Foram encontradas 100 questões

Q3608637 Medicina
Ao realizar uma anastomose biliodigestiva, o cirurgião optou por utilizar um fio cirúrgico monofilamentar e absorvível de longa duração. Qual fio deve ser escolhido?
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Q3608638 Medicina
Durante uma hepatectomia central realizada por cirurgia robótica com o uso de acesso glissoniano, o cirurgião optou por utilizar o verde de indocianina para avaliação da perfusão hepática e melhor delimitação da área de necrose intraoperatória. Como o verde de indocianina age nesse contexto?
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Q3608639 Medicina
Acerca da comparação entre a cirurgia robótica e a cirurgia laparoscópica, assinale a alternativa correta
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Q3608640 Medicina
Um paciente jovem de 25 anos de idade apresenta um quadro clínico de diarreia crônica que evoluiu com obstrução intestinal. Após a realização de laparotomia e de uma enterectomia de segmento ileal, o anatomopatológico revelou sinais de doença de Crohn. Qual o tratamento medicamentoso mais indicado após a devida confirmação e rastreamento do diagnóstico, tendo em vista a manutenção do período sem crise?
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Q3608641 Medicina
Um paciente de 45 anos de idade chegou à emergência após um acidente de caminhão apresentando fratura de perna direita e líquido livre na cavidade abdominal. Durante o atendimento inicial, foi optado pela laparotomia exploradora, porém sem evidência de sangramento ativo e fixação externa da fratura. Algumas das complicações que podem ocorrer após a cirurgia e os tratamentos associados são
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Q3608642 Medicina
Uma paciente jovem de 28 anos de idade, portadora de doença de Crohn, apresenta um quadro clínico de abaulamento da região perianal, sendo submetida à drenagem do abscesso perianal. No entanto, a paciente evoluiu com piora do quadro com sudorese, leucocitose, além de crepitação e necrose de toda a região perianal e perineal. Qual o tratamento mais indicado para essa complicação tendo em vista a contaminação da região?
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Q3608643 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Qual a conduta seguinte tendo em vista o caso desse paciente.
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Q3608644 Patologia
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Qual a definição de câncer de esôfago precoce?
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Q3608645 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Captura_de tela 2025-09-18 105149.png (349×627)

Na investigação do megaesôfago, foi realizado um esofagograma. Com base na classificação de Rezende e na imagem apresentada, assinale a alternativa que indica o grupo e o respectivo tratamento. 
Alternativas
Q3608646 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Em relação ao tratamento do megaesôfago, qual procedimento possui melhor controle do refluxo gastroesofágico? 
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Q3608647 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades, natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar, borramento da gordura adjacente e colecistolitíase; leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL, plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL, INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
Segundo a classificação de Tokyo e supondo a disponibilidade de qualquer material, qual a classificação e a conduta mais adequadas para essa paciente. 
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Q3608648 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades, natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar, borramento da gordura adjacente e colecistolitíase; leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL, plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL, INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
Tendo em vista o caso da paciente anterior, não foi possível a visualização dos critérios de segurança para cirurgia segura, sendo submetida a cirurgia a Torek e colocação de dreno de vigília, qual o nome da visão crítica de segurança em uma colecistectomia laparoscópica? 
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Q3608649 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades, natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar, borramento da gordura adjacente e colecistolitíase; leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL, plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL, INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
Captura_de tela 2025-09-18 105350.png (195×275)

No terceiro dia de pós-operatório, a paciente evoluiu com saída de secreção biliar pelo dreno abdominal. Considerando a classificação de lesões da via biliar e a figura apresentada, qual classificação da lesão responsável pela transecção de parte da via biliar sem ligadura, comumente de ducto hepático direito anômalo?
Alternativas
Q3608650 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 66 anos de idade, branco, diabético descompensado, etilista e ex-tabagista, fez uso de cefalexina por sete dias por causa de celulite em membro superior e cetoprofeno esporádico para artrose de joelho direito. O paciente deu entrada no pronto-socorro com quadro de dor abdominal difusa iniciada a dois dias quando procurou a unidade de pronto atendimento, com PA = 130 mmHg x 70 mmHg, FC = 105 bpm, além de radiografia de tórax com pneumoperitônio, quando foi submetido à laparotomia exploratória com diagnóstico de úlcera perfurada pré-pilórica de 3 cm, sendo realizado tratamento cirúrgico, biópsia da úlcera e coleta de líquido abdominal.
Em relação à classificação de Johnson, a úlcera desse paciente é do tipo 
Alternativas
Q3608651 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 66 anos de idade, branco, diabético descompensado, etilista e ex-tabagista, fez uso de cefalexina por sete dias por causa de celulite em membro superior e cetoprofeno esporádico para artrose de joelho direito. O paciente deu entrada no pronto-socorro com quadro de dor abdominal difusa iniciada a dois dias quando procurou a unidade de pronto atendimento, com PA = 130 mmHg x 70 mmHg, FC = 105 bpm, além de radiografia de tórax com pneumoperitônio, quando foi submetido à laparotomia exploratória com diagnóstico de úlcera perfurada pré-pilórica de 3 cm, sendo realizado tratamento cirúrgico, biópsia da úlcera e coleta de líquido abdominal.
Tendo em vista o quadro do paciente do caso anterior a necessidade de abordagem cirúrgica e a estabilidade do paciente, qual a melhor conduta no intraoperatório?
Alternativas
Q3608652 Patologia
Caso clínico para responder à questão.


Captura_de tela 2025-09-18 105526.png (466×166)


Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0872817812000318>. Acesso em: 5 dez. 2023.


Uma paciente de 72 anos de idade, negra, superior completo, aposentada, natural e procedente de Ilhéus – BA, deu entrada no hospital com queixa de tosse produtiva com escarro esverdeado há três meses. Refere perda ponderal de 6 kg há três meses, e febre diária. Além disso, relata perda de apetite, negando vômito, diarreia e outras queixas. Nega tabagismo e etilismo. Realizou tomografias de tórax e abdome, evidenciando broncopneumonia lobar direita e lesão pancreática a esclarecer, por isso foi internada para tratamento da pneumonia e investigação de lesão pancreática com ressonância de abdome e protocolo de colangioressonância. A imagens são as apresentadas.


Laudo: Ducto pancreático principal em todo o seu trajeto (13 mm no segmento de maiores dimensões) de aspecto serpiginoso, com múltiplas imagens saculares laterais ao nível da região cefálica associado à atrofia parenquimatosa pancreática difusa. 
A neoplasia pancreática relacionada à imagem é
Alternativas
Q3608653 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Captura_de tela 2025-09-18 105526.png (466×166)


Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0872817812000318>. Acesso em: 5 dez. 2023.


Uma paciente de 72 anos de idade, negra, superior completo, aposentada, natural e procedente de Ilhéus – BA, deu entrada no hospital com queixa de tosse produtiva com escarro esverdeado há três meses. Refere perda ponderal de 6 kg há três meses, e febre diária. Além disso, relata perda de apetite, negando vômito, diarreia e outras queixas. Nega tabagismo e etilismo. Realizou tomografias de tórax e abdome, evidenciando broncopneumonia lobar direita e lesão pancreática a esclarecer, por isso foi internada para tratamento da pneumonia e investigação de lesão pancreática com ressonância de abdome e protocolo de colangioressonância. A imagens são as apresentadas.


Laudo: Ducto pancreático principal em todo o seu trajeto (13 mm no segmento de maiores dimensões) de aspecto serpiginoso, com múltiplas imagens saculares laterais ao nível da região cefálica associado à atrofia parenquimatosa pancreática difusa. 
Tendo em vista o caso anterior, foi realizado estadiamento sem novos achados além de ultrassonografia – endoscopia digestiva alta (USG-EDA), sinais de componente sólido e punção com líquido viscoso, CEA e amilases elevadas. Qual a melhor abordagem para esse paciente?
Alternativas
Q3608654 Medicina
Marque a alternativa que não faz parte das complicações da paratireoidectomia: 
Alternativas
Q3608655 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 69 anos de idade, negra, tabagista, hipertensa e diabética, dislipidêmica, apresentou em ultrassonografia aneurisma de aorta abdominal, durante investigação de um quadro de diarreia crônica. Nega história familiar, porém apresentou aneurisma de aorta medindo 5,4 cm e de artéria ilíaca direita de 4 cm de diâmetro, sem história de claudicação intermitente. Ao exame físico, a paciente apresenta tumor abdominal pulsátil e outro em fossa ilíaca direita com presença de sopro sistólico.
Tendo em vista o quadro apresentado pela paciente, assinale a alternativa incorreta em relação à indicação cirúrgica.
Alternativas
Q3608656 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 69 anos de idade, negra, tabagista, hipertensa e diabética, dislipidêmica, apresentou em ultrassonografia aneurisma de aorta abdominal, durante investigação de um quadro de diarreia crônica. Nega história familiar, porém apresentou aneurisma de aorta medindo 5,4 cm e de artéria ilíaca direita de 4 cm de diâmetro, sem história de claudicação intermitente. Ao exame físico, a paciente apresenta tumor abdominal pulsátil e outro em fossa ilíaca direita com presença de sopro sistólico.
Entre os aneurismas de aorta abdominal, qual é fator de risco para rotura? 
Alternativas
Respostas
21: C
22: B
23: D
24: D
25: B
26: D
27: C
28: C
29: A
30: B
31: D
32: C
33: C
34: D
35: A
36: B
37: A
38: C
39: B
40: A