Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem
cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir
mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a
regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda
de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg.
Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não
manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O
paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da
disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a
ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os
sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia
digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e
friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A
biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de
esôfago.
Qual a definição de câncer de esôfago precoce?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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