No terceiro dia de pós-operatório, a paciente evoluiu com s...
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Com base no mesmo assunto
Ano: 2023
Banca:
IADES
Órgão:
SES-DF
Provas:
IADES - 2023 - SES-DF - Residência - Grupo 3 – Programa(s)- Cir Ap Digestivo, Cir Pediátrica, Cir Plástica, Cir Torácica, Cir Vascular, Coloproctologia, Urologia, Cir Oncológica e Cir do Trauma
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IADES - 2023 - SES-DF - Residência - Grupo 6 – Programa(s)- Mastologia |
IADES - 2023 - SES-DF - Residência - Grupo 5 – Programa(s)- Endoscopia |
Q3608649
Medicina
Texto associado
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades,
natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no
serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com
irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal
à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda
de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado
exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de
abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar,
borramento da gordura adjacente e colecistolitíase;
leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL,
plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL,
INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
No terceiro dia de pós-operatório, a paciente evoluiu com saída de secreção biliar pelo dreno abdominal. Considerando a classificação de lesões da via biliar e a figura apresentada, qual classificação da lesão responsável pela transecção de parte da via biliar sem ligadura, comumente de ducto hepático direito anômalo?