Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades,
natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no
serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com
irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal
à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda
de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado
exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de
abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar,
borramento da gordura adjacente e colecistolitíase;
leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL,
plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL,
INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
Segundo a classificação de Tokyo e supondo a
disponibilidade de qualquer material, qual a classificação e a
conduta mais adequadas para essa paciente.