Questões de Concurso Público HU Brasil 2026 para Ano Adicional - Transplante de Rim (Urologia)
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Nega febre, calafrios, disúria ou redução do volume urinário. Ao exame físico apresenta-se em bom estado geral, afebril, hidratado, com frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 132/84 mmHg e dor à palpação profunda do flanco direito. Não apresenta sinais de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais: hemoglobina 14,2 g/dL; leucócitos 9.100/mm³; creatinina 1,0 mg/dL; EAS com hematúria microscópica (++). A tomografia computadorizada sem contraste evidencia cálculo de 7 mm localizado no ureter distal direito, aproximadamente 1,5 cm próximo à junção ureterovesical, associado a discreta ureterohidronefrose. O rim contralateral é normal.
A melhor conduta é
Ao exame físico apresenta-se toxemiada, com temperatura de 39,1°C, frequência cardíaca de 122 bpm, pressão arterial de 92/58 mmHg e frequência respiratória de 24 irpm. A punhopercussão lombar esquerda é intensamente dolorosa.
Exames laboratoriais: leucócitos 18.700/mm³; PCR 27 mg/dL; creatinina 2,1 mg/dL, com basal de 0,8 mg/dL; lactato 3,4 mmol/L. A tomografia computadorizada sem contraste demonstra cálculo de 12 mm impactado em ureter proximal esquerdo, associado a hidronefrose moderada.
A melhor conduta é
O escore IPSS é de 24 pontos. Ao exame físico, o toque retal evidencia próstata aumentada, fibroelástica e sem nódulos suspeitos.
Exames complementares: PSA total 2,8 ng/mL; ultrassonografia com próstata de 70 g; resíduo pós-miccional de 210 ml. O paciente faz uso regular de tansulosina e finasterida há 14 meses, sem melhora clínica significativa.
A melhor conduta é
Ao exame físico observa-se dor suprapúbica intensa e globo vesical palpável e doloroso. Exames laboratoriais não demonstram alterações significativas da função renal.
O paciente está afebril e não apresenta sinais de sepse ou trauma uretral.
A melhor conduta é
Ao exame físico observa-se testículo esquerdo elevado, em posição horizontalizada, reflexo cremastérico ausente e dor intensa à palpação. Não há febre ou sintomas urinários.
O paciente não refere trauma local e não apresenta secreção uretral.
A melhor conduta é
Nega trauma genital, uso de drogas ilícitas, medicações intracavernosas ou uso recente de inibidores da fosfodiesterase tipo 5.
Ao exame físico apresenta-se consciente, orientado, afebril e hemodinamicamente estável. O exame genital demonstra: corpos cavernosos intensamente rígidos e dolorosos a palpação.; glande parcialmente flácida.; ausência de sinais inflamatórios locais.; ausência de trauma peniano.
É realizada gasometria do sangue cavernoso, que demonstra: pH: 7,09; pO2: 24 mmHg; pCO2: 76 mmHg.
A melhor conduta é
Nega febre, perda de líquido amniótico, contrações uterinas ou sangramento vaginal. Antecedentes pessoais revelam episódio prévio de nefrolitíase há três anos, tratado conservadoramente.
Ao exame físico: Temperatura: 36,7 oC; Pressão arterial: 118/72 mmHg; Frequência cardíaca: 88 bpm; Dor a punho-percussão lombar direita.
Exames laboratoriais: Leucócitos: 8.400/mm3 ; Creatinina: 0,8 mg/dL; EAS: hematúria microscópica (++).
A ultrassonografia obstétrica demonstra feto compatível com a idade gestacional e sem alterações. A ultrassonografia das vias urinárias evidência discreta dilatação pielocalicial direita, sem visualização direta de cálculo.
O exame de imagem inicial mais adequado para investigação da suspeita diagnóstica é
Ao exame físico: Temperatura: 39,3 oC; Frequência cardíaca: 122 bpm; Pressão arterial: 96/58 mmHg.
Observam-se: edema importante do escroto; áreas de necrose cutânea; crepitação palpável em períneo; secreção fétida; dor desproporcional ao exame físico inicial.
Exames laboratoriais: Leucócitos: 25.100/mm3 ; PCR: 32 mg/dL; Creatinina: 2,0 mg/dL; Lactato: 3,8 mmol/L.
A melhor conduta é
Ao exame físico: pressão arterial: 126/78 mmhg; frequência cardíaca: 94 bpm; saturação: 98% em ar ambiente; Glasgow: 15. Apresenta dor à palpação profunda do flanco esquerdo, sem sinais de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais: hemoglobina: 13,8 g/dL; creatinina: 1,1 mg/dL.
A tomografia computadorizada com contraste demonstra: laceração renal esquerda profunda envolvendo córtex e medula; pequeno hematoma perirrenal contido; ausência de extravasamento urinário significativo; ausência de sangramento arterial ativo; rim contralateral normal.
A melhor conduta é
Ao exame físico: pressão arterial: 118/70 mmHg; frequência cardíaca: 102 bpm.
Observam-se: fratura pélvica confirmada por radiografia; uretrorragia evidente pelo meato uretral; globo vesical doloroso; equimose perineal.
A equipe da emergência considera realizar sondagem vesical para alívio da retenção urinária.
A próxima etapa diagnóstica, antes de qualquer tentativa de sondagem uretral, deve ser
Exame físico: temperatura: 38,2 °C; FC: 94 bpm; PA: 122/78 mmHg.
Exame genital: testículo esquerdo em posição anatômica normal.; epidídimo aumentado e doloroso.; reflexo cremastérico preservado.; sinal de Prehn positivo.
Exames: leucócitos: 13.200/mm³; EAS: piuria moderada; ultrassonografia doppler: fluxo arterial preservado.; hiper vascularização epididimária.
A melhor conduta é
Exame físico:
Temperatura: 39,1 °C; FC: 118 bpm; PA: 100/62 mmHg.
Exame abdominal: dor importante à punho-percussão lombar direita.
Exames laboratoriais: leucócitos: 18.500/mm³; PCR: 28 mg/dL; Creatinina: 1,6 mg/dL; EAS: leucocitária intensa e bacteriúria.
Tomografia: pielonefrite aguda direita sem obstrução urinária, abscesso ou coleções.
A melhor conduta inicial é
Nega febre, disúria ou sintomas urinários prévios.
Ao exame físico: temperatura: 36,8 oC; frequência cardíaca: 92 bpm; pressão arterial: 124/78 mmHg.
Exame genital: hemiescroto direito aumentado de volume; equimose escrotal extensa; dor intensa à palpação; dificuldade de identificação dos contornos testiculares; testículo esquerdo sem alterações.
Ultrassonografia Doppler escrotal demonstra: hematocele moderada; heterogeneidade do parênquima testicular; descontinuidade da túnica albugínea; fluxo vascular intratesticular parcialmente preservado.
Considerando o quadro clínico e os exames complementares, a melhor conduta é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia; extabagista.
Exames: creatinina: 0,9 mg/dL; TFG: 92 mL/min/1,73m².
tomografia contrastada: massa sólida no polo inferior do rim esquerdo de 3,2 cm; realce heterogêneo; sem invasão da gordura perirrenal; sem trombo venoso; sem linfonodomegalias.
A melhor conduta terapêutica, considerando a viabilidade de cirurgia preservadora de néfrons, é
Exame físico: PA: 148/92 mmHg; FC: 96 bpm; temperatura: 36,8 °C.
Exames laboratoriais: creatinina: aumento de 2,1 para 3,5 mg/dL; potássio: 5,8 mEq/L.
Ultrassonografia Doppler: ausência de fluxo arterial intrarrenal; ausência de fluxo na artéria renal do enxerto; veia renal pérvia; sem hidronefrose.
A hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta para o caso são:
Antecedentes: hipertensão arterial controlada; dislipidemia; extabagista.
História familiar: pai com câncer de próstata aos 71 anos.
Exame físico: PA: 126/78 mmHg; FC: 74 bpm; IMC: 27 kg/m².
Toque retal: próstata de 42 g; nódulo endurecido em lobo direito; comprometimento inferior a 50% do lobo.
PSA: total: 8,6 ng/mL; livre/total: 12%.
Ressonância magnética: PI-RADS 4 em zona periférica direita; sem invasão extracapsular; sem invasão de vesículas seminais.
Biópsia por fusão: adenocarcinoma acinar; Gleason 3+4 = 7; ISUP 2; 3/12 fragmentos positivos.
Tomografia e cintilografia óssea sem metástases.
Considerando os achados, assinale a afirmativa correta.
Antecedentes: diabetes Mellitus tipo 2; hipertensão arterial; dislipidemia.
Medicações: tansulosina 0,4 mg/dia; finasterida 5 mg/dia.
Exame físico: PA: 132/78 mmHg; FC: 78 bpm;
Toque retal: próstata de aproximadamente 88 g; consistência fibroelástica; sem nódulos suspeitos.
Exames: PSA: 3,9 mg/mL; creatinina: 1,0 mg/dL; resíduo pósmiccional: 240 mL; IPSS: 28 pontos.
A melhor conduta terapêutica é
Exames: hemoglobina: 13,8 g/dL; creatinina: 0,9 mg/dL; citologia urinária positiva para células uroteliais atípicas de alto grau.
Cistoscopia: lesão papilífera única em parede lateral esquerda da bexiga, com aproximadamente 2 cm.
RTU de bexiga: ressecção completa realizada.
Anatomopatológico: carcinoma urotelial papilífero; alto grau; estádio Ta; músculo detrusor presente; sem invasão muscular.
A melhor conduta complementar é
Exame físico: PA: 118/72 mmHg; FC: 74 bpm; afebril
Exames laboratoriais: creatinina: 0,8 mg/dL; ureia: 28 mg/dL; EAS sem alterações.
Ultrassonografia: hidronefrose moderada à esquerda; sem cálculos.
Urotomografia: dilatação da pelve renal esquerda; estreitamento da junção ureteropiélica; sem cálculos ou massas.
Renograma DTPA: função renal diferencial esquerda: 42%; obstrução funcional significativa.
A melhor conduta terapêutica é
Antecedentes: sem diabetes; sem hipertensão; não tabagista.
História sexual: função erétil normal antes da cirurgia.
Relatório cirúrgico: preservação bilateral dos feixes neurovasculares.
Exames: testosterona normal; PSA indetectável.
A melhor opção terapêutica inicial é