Questões de Concurso Público HU Brasil 2026 para Ano Adicional - Transplante de Rim (Urologia)
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Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem história de litíase urinária.
Exame Físico: PA: 118/74 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Achados: dor leve à palpação profunda do flanco esquerdo.
Exames: creatinina: 0,9 mg/dL.
EAS: sem sinais de infecção; sem hematúria significativa.
Ultrassonografia: hidronefrose moderada à esquerda; ausência de cálculos.
Urotomografia: dilatação da pelve renal esquerda; estreitamento da junção ureteropiélica; presença de vaso polar inferior cruzando a junção.
Cintilografia renal MAG3: rim direito: 56%; rim esquerdo: 44%; obstrução funcional significativa.
A melhor conduta é
Refere perda urinária principalmente: ao tossir; ao espirrar; ao levantar peso; durante atividades físicas.
Nega: urgência miccional importante; perdas precedidas por forte desejo miccional; dor pélvica.
Antecedentes: três partos vaginais; menopausa aos 50 anos; hipertensão arterial sistêmica.
Exame Físico: PA: 132/78 mmHg; FC: 74 bpm.
Exame ginecológico: trofismo genital discretamente reduzido; sem prolapso genital significativo.
Teste de esforço: positivo para perda urinária.
Exames Complementares: EAS: sem infecção urinária.
Ultrassonografia: sem alterações significativas; resíduo pós-miccional: 20 ml.
Após tentativa adequada de fisioterapia do assoalho pélvico sem melhora clínica relevante, a melhor opção terapêutica é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; obesidade grau I; menopausa aos 52 anos.
Tratamentos prévios: treinamento vesical; fisioterapia do assoalho pélvico; oxibutinina; solifenacina; mirabegrona; sem melhora clínica satisfatória.
Exame Físico: PA: 128/76 mmHg; FC: 70 bpm.
Exames: EAS normal; urocultura negativa; ultrassonografia sem alterações; resíduo pós-miccional: 30 mL.
Estudo urodinâmico: hiperatividade detrusora; contrações involuntárias durante enchimento; capacidade vesical reduzida.
A melhor opção terapêutica é
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem cirurgias urológicas prévias.
Exame Físico: PA: 112/68 mmHg; FC: 108 bpm; FR: 22 irpm; SatO2: 97%.
Achados: distensão suprapúbica dolorosa; equimose perineal extensa; sangue no meato uretral; próstata elevada ao toque retal.
Exames Complementares: radiografia de pelve: fratura instável do anel pélvico.
FAST: negativo para líquido livre abdominal.
A melhor conduta inicial deve ser
Refere: dor lombar direita leve; sudorese noturna ocasional; redução do apetite.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; tabagismo prévio (35 maços-ano); obesidade.
Exame Físico: PA: 146/88 mmHg; FC: 82 bpm; temperatura: 36,6 °C.
Abdome: massa palpável no flanco direito.
Exames: hemoglobina: 11,2 g/dL; creatinina: 1,1 mg/dL; cálcio sérico: 10,9 mg/dL.
Tomografia de abdome e pelve: massa renal direita de 8,5 cm; realce heterogêneo; trombo tumoral limitado à veia renal direita; sem acometimento da veia cava inferior.
Tomografia de tórax: ausência de metástases pulmonares.
A melhor estratégia terapêutica é
Refere: noctúria duas vezes por noite; jato urinário discretamente enfraquecido; ausência de hematúria; ausência de dor óssea.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; ex-tabagista.
História familiar: irmão com câncer de próstata aos 62 anos.
Exame Físico: PA: 136/82 mmHg; FC: 74 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Toque retal: nódulo endurecido em lobo direito; perda parcial do sulco mediano.
Exames Complementares: PSA Total: 24,6 ng/mL.
Ressonância Magnética: lesão PI-RADS 5; contato capsular extenso; sem invasão de órgãos adjacentes.
Biópsia Prostática: adenocarcinoma acinar; gleason 4+4=8; ISUP Grupo 4; 8/12 fragmentos positivos.
PET-CT com PSMA: doença confinada à próstata; ausência de metástases.
A classificação de risco e a estratégia terapêutica potencialmente curativa mais adequada são:
Refere: dor tipo cólica intensa; irradiação para região inguinal esquerda; náuseas; dois episódios de vômitos.
Nega: febre; calafrios; disúria importante.
Antecedentes: episódio prévio de cálculo ureteral há 4 anos; sem cirurgias urológicas.
Exame Físico: PA: 126/78 mmHg; FC: 82 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Achados: dor à palpação profunda do flanco esquerdo; giordano positivo à esquerda; sem sinais de irritação peritoneal.
Exames: hemograma sem leucocitose; creatinina: 1,0 mg/dL.
EAS: hematúria microscópica; ausência de piúria.
Tomografia sem contraste: cálculo ureteral distal esquerdo; 6 mm; hidronefrose discreta; sem sinais de infecção.
A melhor conduta inicial é
História: transplante renal de doador falecido há 4 meses; etiologia da DRC: nefropatia diabética; evolução inicial sem intercorrências.
Medicações: tacrolimo; micofenolato mofetil; prednisona; sulfametoxazol-trimetoprim profilático.
Exame Físico: PA: 124/76 mmHg; FC: 96 bpm; temperatura: 38,2 °C.
Exame abdominal: sem dor sobre o enxerto.
Exames Laboratoriais: hemograma: leucócitos: 2.300/mm³; neutrófilos: 1.200/mm³; creatinina: atual: 1,4 mg/dL; basal: 1,2 mg/dL; transaminases: discretamente elevadas.
Investigação infecciosa: PCR quantitativo para CMV: 58.000 UI/mL; Hemoculturas: negativas; Urocultura: negativa.
A melhor conduta é
A mãe refere: jato urinário direcionado para baixo; necessidade ocasional de ajuste da posição durante a micção; ausência de infecção urinária; ausência de dor ou dificuldade miccional.
Antecedentes: gestação sem intercorrências; nascimento a termo; desenvolvimento neuropsicomotor adequado.
Exame Físico: bom estado geral; peso e estatura adequados para idade.
Exame genital: meato uretral localizado na face ventral distal da glande; prepúcio em capuz dorsal; curvatura peniana discreta (<20 graus); testículos tópicos bilateralmente; escroto normal.
Exames Complementares: ultrassonografia de vias urinárias: normal.
A melhor conduta é
História: vasectomia realizada há 8 anos; ausência de filhos com a atual parceira; relações sexuais regulares sem contracepção há 12 meses.
Parceira: 34 anos; avaliação ginecológica sem alterações relevantes.
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem criptorquidia; sem infecções genitais prévias.
Exame Físico: estado geral preservado.
Exame genital: testículos tópicos bilateralmente; volume testicular normal; epidídimos discretamente ingurgitados; falha palpável compatível com vasectomia bilateral.
Exames Complementares: Espermograma (2 amostras): azoospermia; perfil hormonal: FSH: normal; LH: normal; testosterona total: normal; ultrassonografia escrotal: ecotextura testicular preservada; sem lesões focais; sem varicocele significativa.
O diagnóstico mais provável e a melhor estratégia inicial são, respectivamente,
Refere: dor intensa no flanco esquerdo; hematúria macroscópica desde o acidente; náuseas sem vômitos; nega perda de consciência.
Exame Físico: estado geral: consciente e orientado.
Sinais vitais: PA: 124/78 mmHg; FC: 92 bpm; FR: 18 irpm; SatO2: 98%.
Exame abdominal: dor à palpação do flanco esquerdo; equimose lombar esquerda; sem sinais de peritonite.
Exames Laboratoriais: hemoglobina: 12,4 g/dL; creatinina: 1,0 mg/dL.
Tomografia Computadorizada com Contraste: laceração renal esquerda profunda atingindo sistema coletor; extravasamento urinário limitado; pequeno hematoma perirrenal; ausência de lesão vascular hilar; ausência de sangramento ativo significativo.
Classificação: trauma Renal Grau IV (AAST).
Evolução nas primeiras 12 horas: estabilidade hemodinâmica mantida; hemoglobina estável; sem necessidade transfusional.
A melhor conduta é
Refere: náuseas; vômitos; calafrios; redução do volume urinário; piora importante do estado geral nas últimas 24 horas.
Antecedentes: diabetes mellitus tipo 2 mal controlado; hipertensão arterial sistêmica; dois episódios prévios de pielonefrite no último ano.
Exame Físico: estado geral: toxemiada; sonolenta, porém responsiva.
Sinais vitais: PA: 86/52 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 26 irpm; temperatura: 39,2°C; SatO2: 94%.
Exame abdominal: dor intensa no flanco direito; giordano fortemente positivo à direita; sem sinais de peritonite.
Exames Laboratoriais: leucócitos: 24.800/mm³; bastonetes: 14%; creatinina: 2,6 mg/dL; lactato: 4,8 mmol/L; glicemia: 358 mg/dL.
EAS: piúria intensa; bacteriúria abundante.
Tomografia Computadorizada: gás no parênquima renal direito; gás no sistema coletor; inflamação perirrenal extensa; pequena coleção perirrenal.
A melhor conduta inicial é
Medicações: tacrolimo; micofenolato mofetil; prednisona.
Exame Físico: PA: 148/92 mmHg; FC: 84 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exame abdominal: enxerto renal indolor; sem sinais flogísticos locais.
Exames Laboratoriais: creatinina basal: 1,2 mg/dL; creatinina atual: 2,4 mg/dL; ureia: 78 mg/dL; hemograma: sem leucocitose;
PCR: normal.
Dosagem de tacrolimo: abaixo da faixa terapêutica.
Ultrassonografia Doppler do enxerto: fluxos preservados; ausência de hidronefrose; ausência de trombose vascular. Biópsia do enxerto: infiltrado linfocitário intersticial; tubulite significativa; compatível com rejeição aguda celular segundo critérios de Banff.
A melhor conduta inicial é
História: tentativa de gestação há 2 anos; relações sexuais regulares; ausência de uso de métodos contraceptivos; desconforto escrotal esquerdo ao final do dia.
Parceira: 31 anos; investigação ginecológica sem alterações.
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem cirurgias urológicas prévias; sem história de criptorquidia.
Exame Físico: estado geral preservado.
Exame genital: testículos tópicos bilateralmente; volume testicular preservado; dilatação venosa palpável acima do testículo esquerdo; varicocele palpável em ortostatismo e sem necessidade de manobra de Valsalva.
Classificação: varicocele Grau III à esquerda.
Exames Complementares: espermograma (duas amostras): volume: normal; concentração: 9 milhões/mL; motilidade progressiva: 24%; morfologia normal: 2%.
Ultrassonografia Doppler Escrotal: refluxo venoso significativo à esquerda; veias do plexo pampiniforme dilatadas; testículos sem lesões focais.
A melhor conduta é
História: dois episódios de febre alta desde o nascimento; urina com odor forte; irritabilidade importante; hidronefrose bilateral identificada na gestação; jato urinário fraco; gotejamento miccional; baixo ganho ponderal.
Exame Físico: temperatura: 37,8°C; FC: 138 bpm.
Abdome: bexiga palpável após micção.
Genitália: masculina típica; testículos tópicos bilateralmente.
Exames Laboratoriais: creatinina: 0,7 mg/dL.
EAS: piúria moderada; bacteriúria.
Urocultura: escherichia coli >100.000 UFC/mL.
Ultrassonografia: hidronefrose bilateral; espessamento da parede vesical; dilatação da uretra posterior; resíduo pós-miccional aumentado.
Uretrocistografia Miccional: dilatação da uretra posterior; bexiga trabeculada; refluxo vesicoureteral bilateral; achados compatíveis com válvula de uretra posterior.
A melhor conduta é
Relata: hematúria total com coágulos; resolução espontânea após dois dias; ausência de disúria; ausência de febre.
Antecedentes: tabagismo ativo (50 maços-ano); hipertensão arterial sistêmica; DPOC leve.
Exame Físico: PA: 142/84 mmHg; FC: 80 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exames Complementares: tomografia de abdome e pelve: lesão papilífera vesical única; parede lateral esquerda; aproximadamente 2,5 cm; sem hidronefrose; cistoscopia: lesão papilar única suspeita para neoplasia urotelial.
Tratamento inicial: ressecção transuretral completa da lesão.
Anatomopatológico: carcinoma urotelial de alto grau; estádio pT1; invasão da lâmina própria; sem invasão muscular própria.
Nova ressecção (Re-RTU): ausência de tumor residual; muscular própria presente e livre de neoplasia.
A melhor estratégia terapêutica subsequente é
História: jato urinário muito fraco; esforço miccional importante; sensação de esvaziamento incompleto; noctúria 5 a 6 vezes por noite; retenção urinária recorrente.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; uso de tansulosina e finasterida há 3 anos.
Exame Físico: PA: 144/86 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Abdome: globo vesical palpável.
Toque retal: próstata aumentada; consistência fibroelástica; sem nódulos suspeitos; volume estimado em aproximadamente 95 g.
Exames Complementares: PSA: 4,1 mg/mL; creatinina: 2,1 mg/dL.
Ultrassonografia: próstata de 102 g; resíduo pós-miccional de 420 mL; hidronefrose bilateral leve.
Urofluxometria: qmáx: 5 mL/s.
A melhor conduta é
História clínica: trauma raquimedular há 4 anos após acidente automobilístico; lesão medular completa ao nível de T8; uso prévio prolongado de sonda vesical de demora; esvaziamento vesical espontâneo inadequado.
Refere: perdas urinárias frequentes; infecções urinárias recorrentes; sensação de esvaziamento incompleto; redução progressiva da qualidade de vida.
Exame Físico: PA: 126/80 mmHg; FC: 74 bpm; temperatura: 36,6°C.
Exame neurológico: paraplegia; reflexos compatíveis com lesão medular suprasacral.
Exames Complementares: ceatinina: 1,2 mg/dL.
Ultrassonografia: espessamento vesical; resíduo pós-miccional elevado; ausência de hidronefrose.
Estudo Urodinâmico: hiperatividade neurogênica do detrusor; pressões vesicais elevadas durante enchimento; dissinergia detrusor-esfíncter.
A melhor estratégia de manejo inicial é
Refere: jato urinário fraco; esforço miccional; gotejamento terminal; sensação de esvaziamento incompleto; episódios ocasionais de retenção urinária parcial.
Antecedentes: trauma perineal em queda de bicicleta há 10 anos; duas dilatações uretrais prévias; uma uretrotomia interna há 18 meses com melhora temporária.
Nega: febre; hematúria macroscópica; infecção urinária recente.
Exame Físico: PA: 126/78 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5°C.
Genitália externa: sem alterações.
Toque retal: próstata de volume habitual; sem nódulos suspeitos.
Exames Complementares: urofluxometria: qmáx: 5 mL/s; curva em platô.
Ultrassonografia: resíduo pós-miccional: 190 mL; sem hidronefrose.
Uretrografia retrógrada e miccional: estenose bulbar única; extensão aproximada de 2 cm; calibre significativamente reduzido; sem acometimento da uretra peniana.
A melhor conduta definitiva é
História clínica: prostatectomia radical robótica realizada há 18 meses; adenocarcinoma prostático pT2N0M0; PSA indetectável desde a cirurgia; sem radioterapia adjuvante.
Refere: perda urinária aos esforços; uso de 5 a 6 absorventes por dia; limitação importante das atividades sociais; ausência de urgência miccional significativa.
Tratamentos prévios: fisioterapia do assoalho pélvico por 12 meses; treinamento vesical; sem melhora clínica relevante.
Exame Físico: PA: 128/76 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Teste de esforço: positivo para perda urinária.
Exames Complementares: EAS: normal; urocultura: negativa; cistoscopia: anastomose ureterovesical pérvia; ausência de estenose.
Estudo Urodinâmico: deficiência esfincteriana intrínseca; boa complacência vesical; ausência de hiperatividade detrusora significativa.
A melhor opção terapêutica é