No Brasil, em 1987, o Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental assume-se enquanto um
movimento social, não apenas de técnicos e administradores, e lança o lema: “por uma sociedade sem
manicômios”. O lema estratégico remete para a sociedade a discussão sobre a loucura, a doença mental,
a psiquiatria e seus manicômios. No campo prático, passa-se a privilegiar a discussão e adoção de
experiências de desinstitucionalização. Esta, implica não apenas um processo de desospitalização, mas
de invenção de práticas assistenciais territoriais; um processo prático de desconstrução dos conceitos e
das práticas psiquiátricas. (AMARANTE, P. Algumas reflexões sobre ética, cidadania e
desinstitucionalização. In: Saúde em Debate, n. 45, p. 43-46. dez, 1994.) Considerando o texto e seus
conhecimentos sobre a reforma psiquiátrica, é correto afirmar: