Questões de Concurso Sobre psiquiatria infantil em psiquiatria

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Q3281300 Psiquiatria

É um método de terapia precoce e intensiva criado na década de 1980 para o tratamento de crianças com suspeita ou diagnóstico de transtorno do espectro do autismo, no qual são usados princípios da Análise do Comportamento Aplicado (ABA) e estratégias naturalísticas de ensino, de forma mais flexível, visando estímulo do desenvolvimento emocional, social, cognitivo e de linguagem através de eixos trabalhados nas sessões.


Essa é uma definição do seguinte método:

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Q3281299 Psiquiatria
A presença de apneia e hipopneia obstrutivas do sono pode levar a sintomas de ordem psiquiátrica tanto em crianças quanto em adultos, prejudicando a qualidade de vida. O DSM-5 descreve uma estimativa de prevalência, dizendo que pelo menos essa porcentagem de crianças é afetada pela condição, em concordância com a literatura na área. Qual é essa estimativa de prevalência mínima?
Alternativas
Q3281298 Psiquiatria

Menino de 5 anos apresenta-se em consulta acompanhado dos pais, que referem que ele tem muita dificuldade alimentar, parece não gostar de comer, come pouco e cada refeição é longa e conflituosa. Ele come de forma variada, mas sempre em pouca quantidade, reclamando de falta de fome e de sentir tédio na mesa. Os pais negam desencadeantes, referem que quando bebê comia bem e foi parando aos poucos no último ano. O paciente apresentou queda significativa na curva pôndero-estatural, estando agora abaixo do percentil 5. Ele não apresenta outros sintomas, conversa bem, vai à escola, brinca com colegas, tem um sono adequado. Avaliação pediátrica e exames laboratoriais sem anormalidades, exame físico normal, fora a alteração mencionada de peso e altura.


A principal hipótese diagnóstica atualmente para esse caso é:

Alternativas
Q3281297 Psiquiatria

Uma etapa importante e normal da evolução do brincar em crianças, em termos de socialização, é o brincar paralelo, que ocorre tipicamente entre 1 e 3 anos de idade.


O significado de brincar paralelo no contexto do desenvolvimento infantil é:

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Q3281291 Psiquiatria

Paciente de 4 anos vem em consulta acompanhado da mãe. Ela relata histórico de atraso no desenvolvimento da linguagem e recentemente tem percebido que seu filho, apesar de ter desenvolvido bem a fala, apresenta certa dificuldade para se comunicar com crianças e adultos em contextos sociais, por não entender nuances, trocas de turno e a necessidade de adaptar seu discurso em diferentes ambientes, parecendo uma criança “estranha”. Ele faz acompanhamento com fonoaudióloga há 2 anos, e esta profissional recentemente suspeitou do diagnóstico de transtorno da comunicação social pragmática (TCS).


Sendo esse um importante diferencial do transtorno do espectro do autismo (TEA), assinale uma característica que diferencia ambos, de acordo com o DSM-5.

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Q3281289 Psiquiatria
Uma ferramenta amplamente utilizada para avaliação de sintomas depressivos em crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, composta de 27 itens, de autoaplicação, traduzida e adaptada ao Brasil em 1995. Trata-se da seguinte ferramenta:
Alternativas
Q3281285 Psiquiatria
Assinale a alternativa correta a respeito do transtorno de ansiedade de separação, de acordo com os critérios da 5ª edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5).
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Q3281197 Psiquiatria
Assinale a alternativa correta sobre transtornos do humor e suicídio de crianças e adolescentes.
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Q3270473 Psiquiatria
Para diferenciar um caso de transtorno do espectro autista (TEA) de um caso de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) na infância, deve-se considerar:
Alternativas
Q3270470 Psiquiatria
O transtorno do espectro autista (TEA) é caracterizado por prejuízos no comportamento e alterações sensoriais que impactam a interação social dos indivíduos com o transtorno. Associe as descrições abaixo às categorias que configurem critérios diagnósticos do DSM-5-TR para TEA.

Descrições

I. Evitação de contato visual e dificuldade em compreender expressões faciais durante interações. 
II. Movimentos repetitivos, como balançar o corpo ou girar objetos, frequentemente associados a momentos de estresse.
III. Reações extremas a mudanças de rotina, como recusa em realizar tarefas em ordem diferente da habitual.
IV. Hipersensibilidade a sons, com desconforto desproporcional a ruídos de intensidade moderada.

Categorias

1. Déficits na comunicação e interação social.
2. Padrões restritos e repetitivos de comportamento.
3. Alterações sensoriais associadas ao transtorno.
4. Déficits cognitivos globais e atraso intelectual.
5. Fobias específicas relacionadas ao ambiente sensorial.

A associação correta é:
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Q3260961 Psiquiatria
No âmbito dos transtornos alimentares da infância, qual seria a melhor definição de Pica.
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Q3260949 Psiquiatria
Muitas crianças vivem em lares onde ocorreram divórcios. Aproximadamente 30 a 50% das crianças norte-americanas vivem em lares em que um dos genitores (em geral a mãe) é o chefe da família, e 61% das crianças nascidas em um determinado ano esperam viver apenas com um dos genitores antes de atingirem os 18 anos. A idade de uma criança no momento da separação dos pais afeta sua reação em relação ao divórcio. Logo após o evento, há um aumento na incidência de transtornos comportamentais e emocionais em todos os grupos etários. São efeitos do divórcio sobre as crianças, EXCETO
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Q3260948 Psiquiatria
Margaret Mahler (1897-1985) propôs uma teoria para descrever como as crianças adquirem um senso de identidade separado. A teoria de separação-individualização de Mahler baseava-se em observações das interações entre crianças e mães. São estágios desta teoria, EXCETO
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Psiquiatria |
Q3251701 Psiquiatria
Uma criança de 8 anos vem apresentando, há dois anos, um temperamento cronicamente irritável, com explosões de raiva desproporcionais praticamente diárias. Essas explosões são severas em alguns ambientes, por vezes acompanhadas de agressões aos pares e a si mesma.
Como ocorrem principalmente na escola e em casa, vem havendo prejuízo nas relações socias da criança nesses ambientes. Além disso, ela vivencia o divórcio conturbado dos pais, negligência emocional por parte da mãe, além de transtornos psiquiátricos na família.
Com base no caso relatado, o diagnóstico mais adequado é transtorno 
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Q3245292 Psiquiatria
Roger é um adolescente trans branco de 17 anos, solteiro. Há 1 mês teve seu primeiro episódio psicótico, sem gatilho esclarecido. Dizia que estava sendo perseguido pelo FBI porque queriam prender o demônio que estava dentro dele; também ouvia vozes que lhe davam ordens para se ferir. Buscou atendimento psiquiátrico acompanhado dos pais há 1 semana e lhe prescreveram Haloperidol 1 mg, 1 vez ao dia. Ele retorna hoje com você para reavaliação. Roger relata que as vozes já diminuíram bastante, já não o incomodam tanto. Porém, o que o mais tem incomodado é uma sensação intensa de inquietação que surgiu na última semana: não consegue ficar parado ou sentado em nenhum momento do dia e tem sido muito difícil para dormir. Nega uso de álcool ou outras drogas, faz uso contínuo apenas de bombinha para asma. Ao exame psíquico, paciente bastante agitado, levanta-se da cadeira algumas vezes durante a consulta, mexendo bastante as mãos e os pés; sem sinais indiretos de alteração de sensopercepção; discurso ainda com conteúdo delirante relacionado ao FBI. Diante da sua avaliação clínica, o mais adequado seria: 
Alternativas
Q3245291 Psiquiatria
Regina é uma criança preta de 7 anos que vem acompanhada da avó Mirtes na consulta. A avó traz de imediato a demanda por algum remédio para acalmar a criança. Ela refere que passou a ser cuidadora da neta há 8 meses, desde que as 2 mães da criança começaram a trabalhar em tempo integral. Nesse período, percebeu que a neta não para quieta, sempre correndo de um lado para o outro da casa e pulando no sofá. A Regina só se acalma quando fica no celular, mas fica muito tempo se deixarem, o que acaba resultando nas tarefas da escola ficarem para a última hora; a avó lamenta que nem sempre consiga parar os cuidados com a casa para dar atenção a isso. Mirtes queixa-se ainda de que a rotina com a criança tem sido exaustiva e gostaria de auxílio profissional. Você pergunta se a escola já fez alguma reclamação, a avó refere que apenas uma vez, porque a neta estava conversando muito durante a aula.
Durante a consulta, Regina fica sentada na cadeira ao lado da avó mexendo no celular durante toda a consulta. Quando Mirtes pede que pare de mexer no celular, a neta conversa brevemente com você sobre os desenhos que mais gosta, sem alterações notáveis de motricidade ou pressão de fala.
Qual seria a conduta mais adequada nesse contexto?
Alternativas
Q3245290 Psiquiatria
Júlia é uma adolescente cis parda de 16 anos, com parceria fixa no momento. Passou em consulta com você pela primeira vez há 2 semanas com queixa de que 3 meses antes havia começado a sentir muita tristeza, dormir demais, comer descontroladamente e sofrer com falta de prazer na vida e pensamentos de morte (sem ideação suicida). Na ocasião, recebeu prescrição de Venlafaxina e foi colocada na fila para psicoterapia. Retorna hoje acompanhada da namorada, relatando que está se sentindo muito melhor com a medicação, tem conseguido render muito mais na escola e que seguramente era a melhor da turma no momento - estuda até 4 horas da manhã e às 7 horas já está pronta para começar o dia. A namorada, no entanto, queixa-se de que tem sido difícil conversarem, sente que não tem vez porque "a Júlia não para de falar"; também pergunta a você se não tem algum remédio para reduzir a libido da Júlia, pois "tem sido impossível".
Você decide, então, substituir a Venlafaxina por uma outra medicação. Qual das prescrições abaixo não seria útil no manejo do quadro atual? 
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Q3245288 Psiquiatria
Manuela é uma criança parda de 7 anos, na primeira série da escola, e vem à consulta acompanhada da sua mãe Jasmine, que traz preocupações com o rendimento escolar da filha. Embora não esteja tendo um mau desempenho acadêmico, já faz alguns meses que os professores reclamam que Manuela é muito distraída. Jasmine explica que várias vezes no meio da aula a filha para o que está fazendo e fica olhando para o nada, como se estivesse "no mundo da lua", e assim que volta a prestar atenção fica pedindo para o professor se repetir. Durante a aula de educação física isso acontece com ainda mais frequência: para no meio do jogo de futebol e fica parada, olhando para longe, e só volta para o jogo depois de alguns segundos, depois da professora muito chamar sua atenção. Além disso, Jasmine não recebeu nenhuma outra reclamação sobre a filha, e também não notou outros problemas.
Quando você se vira para conversar com a Manuela, ela fala bem sobre sua relação com os amigos da escola e sobre os desenhos de que gosta, embora tenha parado de gostar de futebol porque sempre leva bronca. Após algum tempo de conversa, você percebe que Manuela fica cerca de 20 segundos sem falar, apenas olhando fixamente para você, antes de voltar a conversar normalmente.
Qual a principal hipótese diagnóstica para o caso e qual seria a próxima medida mais adequada para seguir a investigação?
Alternativas
Q3245285 Psiquiatria
José Carlos é um adolescente trans branco de 17 anos, solteiro, estudante do Ensino Médio no turno noturno, que vem à consulta com você hoje pela primeira vez, acompanhado da mãe. Ela relata que o filho sempre foi muito tímido, mas que no último ano começou a sair mais de casa. Entretanto, nos últimos 3 meses, a frequência com que sai de casa aumentou bastante, além de estar chegando sempre tarde. Não é raro que ele apareça agitado, com olhos arregalados, ofegante, irritado e até mesmo paranoico - a mãe chegou a presenciar crises sérias de ansiedade algumas vezes. Ela relata que, no dia seguinte, ele acorda no meio da tarde, letárgico e desanimado, e assim permanece até a hora de ir para a escola. A mãe teme que ele possa estar tendo problemas com dinheiro, pois recentemente vendeu seus vídeo-games e computador pela internet, mas ele não se abre muito com ela. Quando você pede a José Carlos a sua versão dos fatos, ele diz que anda estressado com algumas coisas, mas veio à consulta apenas para agradar a mãe insistente.
Diante do quadro apresentado, qual seria a conduta mais adequada? 
Alternativas
Q3240802 Psiquiatria
Sobre o desenvolvimento cognitivo infantil, analise as afirmativas:

I. Durante o estágio pré-operacional, a criança desenvolve a capacidade de representação simbólica.
II. No estágio sensório-motor, a aquisição do conceito de permanência do objeto é fundamental.
III. O estágio das operações formais caracteriza-se pela capacidade de pensar abstratamente.
IV. Durante o estágio das operações concretas, o pensamento lógico é limitado à aplicação prática.

Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Respostas
221: C
222: B
223: B
224: A
225: C
226: A
227: D
228: C
229: B
230: A
231: C
232: A
233: D
234: B
235: A
236: E
237: B
238: A
239: A
240: B