Questões de Concurso
Sobre psiquiatria infantil em psiquiatria
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( ) O processo diagnóstico em crianças com TEA normalmente envolve entrevistas com os pais, familiares próximos e/ou educadores. A coleta de informações sobre o desenvolvimento da criança, observações diretas do comportamento e suas interações sociais são fundamentais nesse processo, que também inclui avaliações que identificam padrões de comportamento associados ao autismo.
( ) Não existe uma forma de prevenir o Transtorno do Espectro Autista, mas há opções de tratamento. O diagnóstico e a intervenção precoces são muito importantes, pois podem melhorar o desenvolvimento da linguagem, das habilidades e do comportamento.
( ) À medida que crescem, muitas crianças com TEA passam a socializar mais e apresentam menos alterações comportamentais, especialmente aquelas com sintomas mais leves. Inclusive, as dificuldades relacionadas às habilidades sociais e à comunicação tendem a desaparecer integralmente durante a adolescência, tornando desnecessário o acompanhamento especializado contínuo nessa etapa do desenvolvimento.
( ) O processo diagnóstico em crianças com TEA normalmente envolve entrevistas com os pais, familiares próximos e/ou educadores. A coleta de informações sobre o desenvolvimento da criança, observações diretas do comportamento e suas interações sociais são fundamentais nesse processo, que também inclui avaliações que identificam padrões de comportamento associados ao autismo.
( ) Não existe uma forma de prevenir o Transtorno do Espectro Autista, mas há opções de tratamento. O diagnóstico e a intervenção precoces são muito importantes, pois podem melhorar o desenvolvimento da linguagem, das habilidades e do comportamento.
( ) À medida que crescem, muitas crianças com TEA passam a socializar mais e apresentam menos alterações comportamentais, especialmente aquelas com sintomas mais leves. Inclusive, as dificuldades relacionadas às habilidades sociais e à comunicação tendem a desaparecer integralmente durante a adolescência, tornando desnecessário o acompanhamento especializado contínuo nessa etapa do desenvolvimento.
Uma adolescente de 16 anos retorna de uma visita familiar muito agitada. Após discussão com outra acolhida, tranca-se no banheiro e produz cortes superficiais no antebraço. Quando a equipe consegue se aproximar, ela afirma que “não aguenta mais”, mas alterna momentos de silêncio e irritação. Um educador propõe retirar objetos pessoais e aplicar sanção disciplinar; outro entende que qualquer pergunta sobre suicídio poderia estimular novas condutas.
Analise as providências:
I. Realizar avaliação imediata e direta do risco, investigando intenção, planejamento, acesso a meios, episódios anteriores, fatores precipitantes e elementos de proteção.
II. Providenciar cuidado físico, reduzir estímulos, manter presença protetiva e acionar a rede de urgência ou saúde mental conforme a gravidade identificada.
III. Tratar a autolesão como infração disciplinar, postergando a escuta clínica até que a adolescente reconheça a inadequação do comportamento.
IV. Construir plano de segurança, registrar as providências e rever, com a adolescente, a equipe e a rede, os fatores relacionados à crise e ao acompanhamento posterior.
Assinale a alternativa CORRETA:
Considerando as manifestações psicopatológicas mais frequentes na adolescência, o quadro descrito é mais compatível com transtorno