Questões de Concurso
Sobre papéis sociais e relações de gênero em psicologia
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I. O pensamento normativo e hegemônico de identidades de gênero polarizadas de masculino (para homens) e de feminino (para mulheres) levam a concepções patologizantes.
II. Um dos desafios encontrados na luta por direitos e combate à transfobia é o de que a maioria das(os) psicólogas(os) atuantes nos programas de saúde voltados aos transexuais e travestis é de voluntários e não fazem parte dos quadros formais dos hospitais e ambulatórios.
III. A patologização da intersexualidade e da transexualidade está baseada no pressuposto de que os gêneros são determinados pelo dimorfismo dos corpos e, portanto, é legítima para compor diagnósticos e intervenções.
Quais estão INCORRETAS?
Para pensar as questões de gênero, vale citar as contribuições de Judith Butler que, em seu conhecido livro Problemas de Gênero, apresenta a ideia central de que
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir:
I. A clínica ampliada pode ser um referencial para a conduta profissional daqueles que compõem as equipes de trabalho dos serviços de atendimento a mulheres em situação de violência, sejam da rede de saúde ou não, pois se mostra como ferramenta de articulação de diferentes enfoques.
II. A ideia de mulher vítima de violência foi substituída pela de mulher em situação de violência, na medida em que o rompimento da situação de violência não implica necessariamente condição de subalternidade, presente no conceito de vítima.
III. A formalização da denúncia por meio do boletim de ocorrência é um direito da mulher a ser informado pelos profissionais envolvidos e nunca imposto como condição para o atendimento e assistência.
Está correto o que se afirma em:
Uma das ideias centrais dessa teoria é
Julgue o item a seguir.
Os estudos sobre deficiência não possuem importância como o estudo de gêneros para a psicologia, pois estudos dessa área não têm a capacidade de ampliar o horizonte ético na formação e atuação do psicólogo. Os estudos sobre deficiência, tampouco possuem a capacidade de ampliar diálogos interdisciplinares da psicologia, considerando o seu isolamento das ciências sociais em razão de sua histórica influência da saúde e do campo biomédico.
Trata-se da fase conhecida como: