Questões de Concurso
Sobre teorias e práticas para o ensino religioso em pedagogia
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Um ensino religioso não confessional é aquele que, apesar de abordar questões relacionadas à religião, não promove nem privilegia uma religião específica. Nesse sentido, são características do ensino religioso não confessional, EXCETO:
Um dos mitos religiosos mais conhecidos da mitologia grega é o mito de Deméter, Perséfone e Hades. Nesse mito, Deméter era a deusa da agricultura e das colheitas, enquanto Perséfone, sua filha, era uma jovem bela e inocente. Hades, o deus do submundo, apaixonou-se por Perséfone e a sequestrou para ser sua rainha no submundo. Nesse contexto, é correto afirmar sobre a função dos mitos para a sociedade, EXCETO:
Considere o fragmento abaixo:
"Se por um lado a temática religiosa vem se projetando como uma questão posta na contemporaneidade - opondo sujeitos e atores sociais em trincheiras distintas na sociedade - por outro lado, em nome de opções religiosas por vezes travestidas em discursos sociais voltados a grandes coletivos tem se imputado a escolas e seus currículos tentativas de normatização e regulação pautadas por forte conservadorismo e intolerância. É o que observamos no debate contemporâneo em torno do Programa Escola Sem Partido, por exemplo, quando verificamos seus sujeitos enunciantes a partir de suas filiações religiosas e/ou partidárias, sem que tais dimensões sejam vinculadas aos seus enunciados, propostos como unidades de sentido neutras e visando a produção de supostos consensos sociais."
(Fonte: Pereira, J. S., & Miranda, S. R.. (2017). Laicização e Intolerância Religiosa: desafios para a História ensinada. Educação & Realidade, 42(1), 99−120.)
Com base no texto, é correto afirmar que:
Trata-se da festa religiosa denominada
I. A única certeza para o budista é a mudança. Nada do que é físico dura para sempre; tudo está no fluxo de começar e acabar. Isso também se aplica a pensamentos e ideias que não deixam de ser influenciados pelo mundo físico.
II. Isso implica que não pode haver uma autoridade suprema ou uma verdade permanente, pois nossa percepção muda de acordo com os tempos e grau de desenvolvimento filosófico e moral. O que existem são níveis de compreensão mais adequados para cada tempo e lugar.
III. Uma vez que as condições e as aspirações, bem como os paradigmas, mudam, o que parece ser toda a verdade numa época é visto como imperfeita tentativa de se aproximar de algo noutra época. Nada, nem mesmo Buda, pode tornar-se fixo. Buda é mudança.
Assinale
I. Para as religiões, ou para as pessoas religiosas, existem diferenças entre o Tempo Sagrado e o Tempo Profano. Isso porque o tempo sagrado é tempo mítico, ou seja, primordial, o tempo da origem das coisas que se torna presente. Cada festa sagrada, cada tempo litúrgico consiste na atualização de um evento sagrado que teve lugar num passado mítico.
II. O tempo sagrado, que é relembrado por meio de festas e rituais, é um tempo inicial, original, o qual não é relacionado com o passado histórico, pois nada veio antes dele. O tempo sagrado é o momento memorável da criação ou origem, o homem religioso procura nas festas e rituais religiosos atualizar o pacto da criação.
III. A atualização do ritual do tempo primeiro é a base de todo calendário sagrado. Essa festa não é a comemoração de um evento mítico, mas a sua reatualização, visto que o tempo sagrado é o instante prodigioso em que uma realidade foi criada, em que ela se manifestou pela primeira vez, plenamente.
Assinale
I. As mandalas também são formas de textos pictóricos, pois têm como finalidade passar ensinamentos religiosos. “Mandala” provém da língua sânscrita e significa círculo sagrado.
II. As mandalas são uma forma de retratar o encontro entre a manifestação do sagrado com o homem.
III. Um exemplo de mandala é a Roda da Vida, que são as oito esferas em que o ser humano pode renascer, na tradição religiosa budista.
Assinale
I. A estrutura das religiões indígenas permite o equilíbrio do homem com o meio e a harmonia com a “Mãe Terra”, chamada nossa primeira mãe.
II. A religião é marcada por uma fundamentação teórica, tudo gira em torno dela, e não das experiências do sagrado.
III. Cada nação indígena possui a sua própria religião, com seus ritos, cantos, danças, acessórios, símbolos, indumentária, pinturas corporais (as cores mais usadas são o vermelho, o preto e o branco, cujas tintas são extraídas do urucum, jenipapo, carvão, barro e calcário), mitos e jeitos de celebrar os importantes momentos da vida.
Assinale
I. A Umbanda pode ser considerada um conjunto de experiências religiosas, de manifestações do sagrado por meio de suas experiências simbólicas, de seus orixás, de suas oferendas e de seus terreiros.
II. Já o Candomblé é a mistura de crenças e rituais africanos com outras religiões, como espiritismo e catolicismo.
III. Tanto no Candomblé como na Umbanda os ensinamentos sobre a religião são realizados oralmente, de geração a geração.
Assinale
O símbolo abaixo é representativo para qual religião?

I. A institucionalização das religiões segue lado a lado com a institucionalização das culturas, ou seja, tem relação com capacidade dos grupos de codificar significados culturais e fixar papéis sociais.
II. Essa capacidade remonta às primeiras formas de organização social da humanidade, quando cria os primeiros códigos de comunicação, a começar pelo código linguístico que propicia a formulação dos mitos de origem e das tradições e, ao mesmo tempo, introduz diferenciações entre membros.
III. O líder religioso tem a função de preservar e de repassar os ensinamentos religiosos, ele é considerado o guardião, aquele que é responsável em transmitir a palavra sagrada que deve ser preservada e repetida, com as inovações que julgar adequadas.
Assinale
I. A organização religiosa é formada por um determinado grupo social que participa da mesma crença, possuem valores e significados comuns. Sua finalidade é conservar a tradição, praticar a palavra sagrada e apresentar para quem não conhece sua estrutura religiosa, nos seus ritos, nos seus símbolos, na sua hierarquia etc.
II. Para que a organização religiosa conserve sua tradição ao longo da história, ela necessita passar pelo processo de legitimação, que pode ser definida através dos seguintes elementos: fundamentação, preservação e funcionamento.
III. A fundamentação auxilia na legitimação da instituição religiosa onde se formulam todos os dogmas e doutrinas da religião em sua estrutura, preceitos, papéis e mecanismos.
Assinale
Disponível em http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/curriculos_estados/documento_curricular_mg.pdf. Acesso em: 1 set. 2023.
Nesse processo, o ser humano articula duas dimensões que o constituem, denominadas
REVISTA SENSO. Princípio Pluralista: aplicações. Edição 25. 2023. Disponível em: https://revistasenso.com.br/principio-pluralista/ contribuicoes-do-principio-pluralista-para-o-ensino-religioso-as-aulas-de-religiao-nas-escolas-publicas-a-partir-da-perspectivadecolonial/. Acesso em: 12 set. 2023.
O princípio pluralista está sendo aplicado nos estudos das religiões e para orientar as aulas de Ensino Religioso.
Essa perspectiva valoriza, nas aulas de Ensino Religioso, a noção de
Qual é o nome do lugar sagrado localizado em Meca para onde os muçulmanos realizam essa peregrinação sagrada?
De acordo com o budismo, a causa do sofrimento é