Questões de Concurso Sobre teorias e práticas para o ensino de literatura em pedagogia

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Q2203831 Pedagogia
A leitura não deveria ser encarada como uma obrigação escolar, nem deveria ser selecionada, vamos dizer, na base do que ela tem de ensinamento, do que ela tem de 'mensagem'. A leitura deveria ser posta na escola como educação artística, ela devia posta na escola como uma atividade e não como uma lição, como uma aula, como uma tarefa. O texto não devia ser usado, por exemplo, para a aula de gramática, a não ser que fosse de uma maneira muito criativa, muito viva, muito engraçada, muito interessante, porque se assim não for faz com que a leitura fique parecendo uma obrigação, fique parecendo uma tarefa e aquela velha frase de Monteiro Lobato - 'É capaz de vacinar a criança contra a leitura para sempre'.
(ROCHA, Ruth. Pra não vacinar a criança contra a leitura. Leitura: teoria & prática, v. 2, p. 3- 10, out. 1983.)
(https://novaescola.org.br/conteudo/2605/literatura-do1-ao-5-ano-ajude-os-alunos-a-ler-com-autonomia)

Considerando o conteúdo do enunciado e a visão dos teóricos educacionais da "Nova Escola" sobre a "Literatura Infantil - 1º ao 5º ano", julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso):

(__)A "Literatura Infantil - 1º ao 5º ano" nos anos iniciais do Ensino Fundamental deve ser apresentada resumidamente, para que não cause espanto no aluno, evitando-se a perda do interesse enquanto leitor, iniciando seu desenvolvimento.
(__)Para que o aluno inicie a construção de sua autonomia como leitor, é importante intercalar a leitura feita pelo professor com momentos em que todos devem ler sozinhos, tanto na escola quanto na cada deles, entendendo-se a extensão da tarefa de exercitar a leitura no ambiente familiar.
(__)O início do Ensino Fundamental é essencial para os alunos desenvolverem autonomia e continuarem seu percurso para se tornar leitores, nesta etapa, o melhor é estimular a troca de livros e de opiniões sobre o que se lê.
(__)Nos anos iniciais do Ensino Fundamental é que o aluno começa a construir sua autonomia como leitor.

Marque a alternativa com a opção correta. 
Alternativas
Q2191537 Pedagogia
O papel fundamental do educador diante dos maus-tratos é amplamente discutido e reconhecido pela literatura científica. Em relação à postura do educador nessas situações, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2191394 Pedagogia
Na obra A psicogênese da língua escrita, Ferreiro e Teberosky (1999) pretendem demonstrar que a aprendizagem da leitura, entendida como questionamento a respeito da natureza, função e valor deste objeto cultural, que é a escrita, inicia-se muito antes do que a escola imagina. As autoras argumentam que a leitura e a escrita são formas variantes ou alternativas da mesma língua e, por isso,
Alternativas
Q2189341 Pedagogia
O ensino da leitura é uma das principais atividades desenvolvidas na escola e requer métodos e processos capacitados para que os alunos possam desenvolver habilidades de leitura eficientes e eficazes. Sobre esse assunto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2163421 Pedagogia
Julgue o item subsequente.
A literatura é uma arte exata, hermética e concisa. Sendo assim, uma obra escrita hoje em dia não poderia ter características do simbolismo ou do parnasianismo, por exemplo. Por isso, o conhecimento da linha do tempo das produções literárias é importante para que possamos entender e avaliar melhor as obras de cada período. 
Alternativas
Q2163400 Pedagogia
Julgue o item subsequente.
A literatura é uma arte muito antiga, a qual perdura imutável por vários momentos históricos sem que eles a afetem. Daí nasce o conceito de escolas literárias, também chamadas de movimentos literários, períodos literários ou estilos de época. 
Alternativas
Q2065866 Pedagogia

O tema central do livro A Bolsa Amarela é o conflito vivido por uma menina que tem três vontades para ser feliz. Essas três vontades são: 


Imagem associada para resolução da questão



Alternativas
Q2065861 Pedagogia
Sobre a importância da Literatura Infantil, assinale a alternativa que se contrapõe aos seus valores, na escola, na sala de aula e no dia a dia da criança: 
Alternativas
Q2063279 Pedagogia
Analise as afirmativas, a seguir, sobre os Precursores e seguidores da Literatura Infantil, no Brasil, coloque V para verdadeiro e F para falso. Posteriormente, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
(__) A Bolsa Amarela é um dos livros mais conhecidos de Ana Maria Machado. Em sua carreira, recebeu importantes troféus como o Prêmio Jabuti, o Prêmio Hans Christian Andersen, onde foi a primeira mulher fora dos Estados Unidos e Europa a conquistá-lo.
(__) Maurício de Souza é um dos mais famosos cartunistas do Brasil, membro da Academia Paulista de Letras e, é claro, criador da Turma da Mônica, que já estimulou várias gerações de crianças a criarem o hábito da leitura por meio das histórias em quadrinhos.
(__) Monteiro Lobato é conhecido como o pai da Literatura Infantil, no Brasil, por ter sido um dos primeiros a desenvolver um estilo de escrita com linguagem simples, onde realidade e fantasia estão lado a lado.
(__) Sylvia Ortkof deu início a jornada na literatura com o livro O Dinossauro que Fazia Au-Au. Além dessa obra, a autora também publicou a história O Fantástico Mistério de Feiurinha, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de literatura no ano de 1986.
Alternativas
Q4111693 Pedagogia
A literatura infantil desenvolve na criança a capacidade de entender melhor o mundo, o senso crítico e a facilidade para interpretar e narrar texto.
Fontes: OLIVEIRA, Ana Arlinda de. Literatura. O professor como mediador das leituras literárias. Coleção Explorando o Ensino. Volume 20. Texto utilizado como referência na disciplina de Literatura Infantil. http://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/1501/1/PDF%20-%20Regina%20Vicente%20da%2 0Silva%20Paulino.pdf

Com base neste princípio, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4087136 Pedagogia
Texto para responder à questão.


    No ano de 1878, formei-me em medicina pela Universidade de Londres e logo parti para Netley, a fim de seguir o curso exigido aos médicos militares. Terminados os meus estudos, fui designado para o Quinto Regimento de Fuzileiros de Northumberland, como cirurgião assistente. Nessa época, o Quinto estava acantonado na Índia, e antes que eu pudesse me apresentar eclodiu a Segunda Guerra Afegã. Ao desembarcar em Bombaim, soube que o meu regimento já havia atravessado os desfiladeiros e se achava embrenhado em território inimigo. Tomei o mesmo caminho, com muitos outros oficiais que estavam em idêntica situação, e consegui chegar são e salvo a Kandahar, onde encontrei minha unidade e imediatamente assumi minhas novas funções.
    A campanha trouxe honras e promoções para muitos, mas a mim só proporcionou infortúnios e desastres. Fui transferido da minha brigada para as tropas de Berkshire, com as quais tomei parte na fatídica Batalha de Maiwand. Ali, a bala de um mosquete afegão atingiu-me o ombro, fraturando o osso e raspando a artéria subclávia. Teria caído nas mãos dos ferozes ghazis, se não fosse a devoção e a coragem do ordenança Murray, que me pôs num cavalo de carga e conseguiu levar-me são e salvo para as linhas britânicas.
    Combalido pelo sofrimento e pelas contínuas privações que havia suportado, fui removido, numa longa composição de feridos, para o hospital central de Peshawar. Ali fui me restabelecendo, e já tinha melhorado o suficiente para andar um pouco pelas enfermarias, ou estender-me ao sol na varanda, quando apanhei uma gastrenterite, essa praga das nossas possessões indianas. Durante meses, tive a vida por um fio, e quando, finalmente, voltei a mim e entrei em convalescença, estava de tal modo fraco e macilento que uma junta médica foi de parecer que deviam me fazer regressar imediatamente à Inglaterra. Consequentemente, fui recambiado no vapor Orontes e um mês depois desembarquei no cais de Portsmouth, com a saúde irremediavelmente arruinada, mas com a permissão, dada por um governo paternal, de tentar melhorá-la nos nove meses seguintes.
    Não tendo relações nem parentes na Inglaterra, achava-me tão livre como o ar... ou pelo menos tão livre quanto pode ser um homem cujo rendimento não passa de onze xelins e seis pence por dia. Em tais circunstâncias, fui naturalmente atraído por Londres, essa grande fossa a que irresistivelmente vão ter todos os vadios e desocupados do império. Ali fiquei algum tempo, instalado num hotel do Strand, levando uma existência sem conforto nem sentido, e gastando, com mais largueza do que devia, todo o dinheiro que me vinha às mãos. Tão alarmante se tornou o estado das minhas finanças que em breve me vi na contingência de deixar a metrópole e ir viver no campo, ou alterar completamente o meu modo de vida. Escolhendo esta última alternativa, resolvi sair do hotel e alojar-me num domicílio mais barato e menos pretensioso.
    Exatamente no dia em que cheguei a essa conclusão, encontrava-me no Bar Criterion quando alguém me bateu no ombro. Voltando-me, reconheci Stamford, um jovem que fora meu assistente no Barts. Ver um rosto amigo no imenso deserto londrino é coisa deveras agradável para um homem solitário. Nos velhos tempos da universidade, não tínhamos lá grande intimidade, mas cumprimentei-o com entusiasmo, e ele, por sua vez, pareceu feliz de me ver. Na exuberância daquele momento, convidei-o para almoçar comigo no Holborn, e juntos tomamos uma carruagem.
    — Que diabo você tem feito, Watson? — perguntou-me ele, sem esconder o seu espanto, enquanto passávamos pelas ruas apinhadas de Londres. — Vejo-o magro como um sarrafo e escuro como uma castanha.
    Fiz-lhe um breve relato das minhas aventuras e mal o concluíra chegamos ao nosso destino.
    — Coitado! — exclamou ele, condoído pelos infortúnios que acabava de ouvir. — E que faz agora?
    — Procuro alojamento — respondi. — Tento resolver o problema de encontrar quartos confortáveis a preços razoáveis.
    — É curioso — disse o meu companheiro. — Você hoje é a segunda pessoa que fala dessa maneira.
    — E quem foi a primeira? — perguntei.
    —Um sujeito que trabalha no laboratório químico do hospital. Estava se queixando, ainda esta manhã, de não encontrar com quem dividir o aluguel de uns ótimos aposentos que tinha descoberto, mas que eram demasiado caros para a sua bolsa.
    — Magnífico! — exclamei. — Se ele procura alguém para compartilhar dos quartos e das despesas, sou exatamente essa pessoa. Prefiro ter um companheiro a morar sozinho.
      Stamford olhou-me de um modo estranho, por cima do seu copo de vinho.
    — Você ainda não conhece Sherlock Holmes — disse ele. — Não sei se lhe agradará como companheiro permanente.
    — Por quê? Haverá alguma coisa que não o recomende?
    — Oh! Eu não disse isso. Ele é um pouco esquisito... tem paixão por certos ramos da ciência. Que eu saiba, é uma pessoa muito correta.
     — Estudante de medicina?
    — Não. E não tenho a menor ideia a respeito da carreira que pretende seguir. Creio que entende muito de anatomia, e é um químico de primeira ordem. Mas, ao que me consta, nunca fez um curso sistemático de medicina. Estuda sem método, de uma maneira excêntrica, e já acumulou uma série de conhecimentos pouco vulgares que espantariam os seus professores.
     — Nunca lhe perguntou qual o ramo da ciência em que deseja especializar-se?   
    — Não — respondeu Stamford. — Não é dado a confidências, embora seja bastante comunicativo quando lhe dá na telha.
    — Pois eu gostaria de conhecê-lo. Visto que preciso morar com alguém, agrada-me que seja um homem tranquilo e estudioso. Ainda não estou bastante forte para suportar ruídos ou balbúrdias. Já tive muito dessas duas coisas no Afeganistão... e estou provido delas para o resto da existência. Como poderei travar relações com esse seu amigo?
    — Ele deve estar no laboratório — respondeu o meu companheiro. —Às vezes passa semanas inteiras semaparecer, mas noutras ocasiões não sai de lá o dia todo e boa parte da noite. Se quiser, vamos procurá-lo depois do almoço.
    —Combinado —respondi, e a conversação passou a outros assuntos.
    Quando nos dirigíamos para o hospital, ao sairmos do Holborn, Stamford deu-me mais algumas informações sobre o cavalheiro com quem eu me propunha morar.

(DOYLE, Arthur Conan. Um estudo em vermelho. Disponível em: https:// docero.com.br/doc/seces8. Adaptado.)
“Um estudo em vermelho” é um romance policial, escrito por um dos maiores representantes desse gênero. Ao levar textos como esse, pertencentes à literatura canônica, para sala de aula e discuti-los com os estudantes, seja por meio de leitura coletiva, protocolada ou individual, o professor demonstra uma compreensão 
Alternativas
Q4073182 Pedagogia
Registre V, para verdadeiro, e F, para falso, em relação aos princípios e objetivos da Literatura Infanto-juvenil:

(__)A literatura infantojuvenil pode apoiar o aprendizado na escola e contribuir para o desenvolvimento da postura cidadã e de valores dos alunos.
(__)A literatura Infantojuvenil desenvolve a atenção da criança, pois ela fica imersa na história e cria uma conexão com quem está lendo o livro.
(__)A literatura Infantojuvenil exercita o cérebro ao estimular habilidades como memória e compreensão.
(__)A literatura Infantojuvenil desenvolve conhecimento de mundo, levando a criança a outras realidades.
(__)A literatura Infantojuvenil embora desenvolva conhecimento de mundo, pouco contribuir para o desenvolvimento intelectual da criança.
(__)A literatura infantojuvenil é fonte enriquecedora de conhecimentos e informações, e oferece um método prazeroso e lúdico para que as crianças possam enveredar no mundo da leitura.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3009746 Pedagogia
Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira.

1. O sujeito e seu lugar no mundo. 2. Natureza, ambientes e qualidade de vida. 3. Mundo do trabalho. 4. Conexões e escalas.


( ) Foco na reflexão sobre atividades e funções socioeconômicas e o impacto das novas tecnologias.

( ) Foco na articulação da GeograJfia Física e da Geografia Humana.

( ) Foco na articulação de diferentes espaços e relações existentes entre os níveis local e global.

( ) Foco no aprendizado de noções de pertencimento e identidade.  
Alternativas
Q2386609 Pedagogia
Em “A literatura infantil na escola”, Zilberman discorre que a literatura infantil está envolvida por uma capa de enganos e preconceitos, que a diminuem intelectualmente e reprimem uma averiguação que evidencie sua validade estética, no entanto, espera-se atingir metas balizadas por teses diretoras. Sobre o assunto, analise as proposições abaixo.


I. A literatura infantil é um campo de ser privilegiado pela teoria literária, devido à rica contribuição que proporciona qualquer indagação intencionada sobre a natureza do literário.

II. É o enfoque estético que preside a abordagem do livro para crianças, porque somente a realização literariamente válida rompe os compromissos com a pedagogia e com a doutrinação.

III. Um gênero não pode ser questionado por tal ciência, porque a importância e o valor são retirados do conteúdo do texto e não da qualidade estética.

IV. A narrativa dá sentido à abordagem dos livros que estão na gênese histórica da produção infantil.

V. O fato da literatura infantil não ser subsidiária da escola e do ensino, não quer dizer que como medida de precaução ela deva ser afastada da sala de aula.

É correto o que se afirma, apenas, em
Alternativas
Q2081904 Pedagogia
Considerando a obra de Irandé Antunes (Aula de Português), analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Toda atividade pedagógica de ensino do português tem subjacente, de forma explícita ou apenas intuitiva, uma determinada concepção de língua. II – Nada do que se realiza na sala de aula deixa de estar dependente de um conjunto de princípios teóricos, a partir dos quais os fenômenos linguísticos são percebidos e tudo, consequentemente, se decide. III – Desde a definição dos objetivos, passando pela seleção dos objetos de estudo, até a escolha dos procedimentos mais corriqueiros e específicos, em tudo está presente uma determinada concepção de língua, de suas funções, de seus processos de aquisição, de uso e de aprendizagem.
Considerando que os três itens acima fazem parte de um texto ininterrupto, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q2054929 Pedagogia
De acordo com BNCC, no Ensino Fundamental, anos finais, a área de Linguagens é composta pelos seguintes componentes curriculares:

I. Língua Portuguesa. II. Arte. III. Educação Física. IV. História. V. Língua Inglesa.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q2053309 Pedagogia

Com relação à obra de Delia Lerner, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – Os comportamentos do leitor e do escritor são “conteúdos”, e não “tarefas”.

II – O conceito de “comportamentos do leitor e do escritor” não coincide com o de “conteúdos procedimentais”.

III – Ao exercer comportamentos de leitor e de escritor, os alunos têm também a oportunidade de entrar no mundo dos textos. 

Alternativas
Q2053305 Pedagogia

Novamente com relação à obra de Delia Lerner, analise as afirmativas abaixo e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – A inovação tem sentido quando faz parte da história do conhecimento pedagógico e quando, ao mesmo tempo, retoma e supera o anteriormente produzido.

II – As inovações que traduzem um progresso têm muita facilidade para adentrar o sistema escolar.

III – Há um abismo que separa a prática escolar da prática social da leitura e da escrita.

Alternativas
Q2053299 Pedagogia

Novamente sobre a obra de Delia Lerner, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – O desafio é formar praticantes da leitura e da escrita.

II – Decifrar o processo de escrita é irrelevante para a autora.

III – Formar seres humanos críticos não é um desafio. 

Alternativas
Q2053294 Pedagogia

No tocante à obra de Delia Lerner (Ler e escrever na escola), julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – Por serem práticas, a leitura e a escrita apresentam traços que facilitam sua escolarização.

II – A leitura e a escrita são totalidades indissociáveis.

III – É simples determinar com exatidão o que, como e quando os sujeitos aprendem a leitura e a escrita.

Alternativas
Respostas
61: B
62: D
63: B
64: B
65: E
66: E
67: B
68: E
69: D
70: C
71: C
72: A
73: E
74: C
75: E
76: B
77: E
78: D
79: A
80: B