Questões de Concurso Sobre teorias e práticas para o ensino de literatura em pedagogia

Foram encontradas 118 questões

Q4265192 Pedagogia
 Em relação à formação do leitor, não se pode dizer que: 
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Q4246776 Pedagogia
Plantar uma árvore por semana, pelo menos quatro árvores por mês, cinquenta e duas árvores por ano… Em vinte anos eu poderia plantar mais de mil árvores e… Uau! Que sonho! Era isso o que eu queria mesmo! Quem sabe um dia as pessoas vão apontar para mim na rua e dizer:
ー Olha só, lá vai aquela garota que plantou mil árvores!
LINS E SILVA, Flavia. Diário de Pilar na Amazônia. Rio de Janeiro: Editora Pequena Zahar, 2023.
Ao utilizar esse trecho em uma atividade de produção textual com estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental, o professor pretende explorar o efeito das projeções futuras na continuidade narrativa. Para isso, a proposta de escrita deve
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Q4245225 Pedagogia
Compreendendo o papel da leitura e da literatura infantil na primeira infância, indique o item correto.
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Q4243395 Pedagogia

        A  concepção interdisciplinar do ensino de literatura passa pelo reconhecimento do processo de leitura como uma prática cultural de formação do leitor. Nesse processo, em que leitura e sociedade não podem ser desvinculadas, o gosto pela leitura é despertado como uma prática de reflexão social. Assim, o ensino de literatura pode ser explorado como um convite à leitura de diferentes coleções de textos que debatam temas voltados para os direitos humanos, como o fim do preconceito racial e de gênero/sexo e da violência doméstica, entre tantos outros. Nesse sentido, ao preparar uma aula ou um curso, devemos selecionar uma coleção de textos para compor nossas intertextualidades culturais, priorizando a questão dos direitos humanos e as representações identitárias com suas especificidades.


GOMES, Carlos Magno. Ensino de Literatura e Cultura.

Jundiaí: Paco Editorial, 2014, p. 25-26.



Em relação aos sentidos do texto acerca do ensino de literatura, julgue (C ou E) o item a seguir.

Ao planejar o ensino de literatura, deve-se reconhecer o processo de leitura como uma prática cultural de formação do leitor, conforme Carlos Magno.
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Q4243394 Pedagogia

        A  concepção interdisciplinar do ensino de literatura passa pelo reconhecimento do processo de leitura como uma prática cultural de formação do leitor. Nesse processo, em que leitura e sociedade não podem ser desvinculadas, o gosto pela leitura é despertado como uma prática de reflexão social. Assim, o ensino de literatura pode ser explorado como um convite à leitura de diferentes coleções de textos que debatam temas voltados para os direitos humanos, como o fim do preconceito racial e de gênero/sexo e da violência doméstica, entre tantos outros. Nesse sentido, ao preparar uma aula ou um curso, devemos selecionar uma coleção de textos para compor nossas intertextualidades culturais, priorizando a questão dos direitos humanos e as representações identitárias com suas especificidades.


GOMES, Carlos Magno. Ensino de Literatura e Cultura.

Jundiaí: Paco Editorial, 2014, p. 25-26.



Em relação aos sentidos do texto acerca do ensino de literatura, julgue (C ou E) o item a seguir.

A leitura das representações identitárias na sociedade contemporânea em textos literários do passado se contrapõe à proposta interdisciplinar do ensino de literatura.
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Q4240713 Pedagogia
Atualmente a dimensão da literatura infanto-juvenil é muito mais ampla e importante, pois proporciona à criança e ao jovem um desenvolvimento emocional, social e cognitivo indiscutível.
Nesse sentido, julgue os itens a seguir em relação às contribuições da literatura infanto-juvenil:

I.O contato com a literatura infanto-juvenil estimula uma maior aptidão para a aprendizagem.
II.Contribui para o desenvolvimento da autonomia e da criatividade.
III.Desenvolve as habilidades de ler, interpretar e escrever textos.
IV.Acumula repertório significativo de leituras que contribuirá para a formação de argumentos e opiniões.

É CORRETO o que se afirma em: 
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Q4226800 Pedagogia
No que diz respeito à presença dos textos literários nas aulas, os Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa (1998) condenam práticas em que eles sejam 
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Q4226787 Pedagogia
Em “Gramática e Literatura: desencontros e esperanças” (em Geraldi, 1997), Ligia Chiappini de Moraes Leite defende que o ensino de literatura se desenvolva a partir
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Q4220747 Pedagogia
A literatura infantil desempenha papel fundamental na formação da linguagem, na imaginação, no desenvolvimento cultural e na construção de valores sociais das crianças. Considerando essa perspectiva, analise a sentença a seguir:

O contato com livros deve ocorrer apenas em sala de aula, sem espaços lúdicos de exploração individual ou coletiva (1ª parte) As histórias infantis podem introduzir conceitos de diversidade, empatia e cidadania (2ª parte). O contato com diferentes gêneros literários na infância amplia o repertório cultural da criança (3ª parte).

A sentença está:
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Q4208219 Pedagogia
Em conformidade com COSTA, sobre a literatura infantil, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) A distinção entre os diferentes gêneros textuais, literários ou não, é atividade que dificulta o professor em sua tarefa de trabalhar com os textos, pois lhe amplia demais as escolhas, propondo de maneira inadequada seu trabalho docente.
(_) Para que a literatura cumpra seu papel no imaginário do leitor, é fundamental a mediação do professor na condução dos trabalhos em sala de aula e no exemplo que ele dá a seus alunos, lendo e demonstrando, sempre que possível, a utilidade do livro e o prazer que a leitura traz para o intelecto e a sensibilidade.
(_) O papel do professor no processo de conquistar seus alunos para a leitura é muito relevante, de tal maneira que, caso seu desempenho demonstre desconhecimento da natureza da literatura e da leitura, poderá criar em seus alunos a recusa e o afastamento dos livros.
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Q4163583 Pedagogia
Leia o texto a seguir e responda a questão subsequente.

TEXTO

Sem enfeite nenhum – Adaptado (Adélia Prado)

    A mãe era desse jeito: só ia em missa das cinco, por causa de os gatos no escuro serem pardos. Cinema, só uma vez, quando passou os Milagres do padre Antônio em Urucânia. Desde aí, falava sempre, excitada nos olhos, apressada no cacoete dela de enrolar um cacho de cabelo: se eu fosse lá, quem sabe?
    Sofria palpitação e tonteira, lembro dela caindo na beira do tanque, o vulto dobrado em arco, gente afobada em volta, cheiro de alcanfor. Quando comecei a empinar as blusas com o estufadinho dos peitos, o pai chegou pra almoçar, estudando terreno, e anunciou com a voz que fazia nessas ocasiões, meio saliente: companheiro meu tá vendendo um relogim que é uma gracinha, pulseirinha de crom', danado de bom pra do Carmo. Ela foi logo emendando: tristeza, relógio de pulso e vestido de bolér. Nem bolero ela falou direito de tanta antipatia. Foi água na fervura minha e do pai.
    Vivia repetindo que era graça de Deus se a gente fosse tudo pra um convento e várias vezes por dia era isto: meu Jesus, misericórdia! A senhora tá triste, mãe? eu falava. Não, tou só pedindo a Deus pra ter dó de nós.    
     Tinha muito medo da morte repentina e pra se livrar dela, fazia as nove primeiras sextas-feiras, emendadas. De defunto não tinha medo, só de gente viva, conforme dizia. Agora, da perdição eterna, tinha horror, pra ela e pros outros.
    Quando a Ricardina começou a morrer, no Beco atrás da nossa casa, ela me chamou com a voz alterada: vai lá, a Ricardina tá morrendo, coitada, que Deus perdoe ela, corre lá, quem sabe ainda dá tempo de chamar o padre, falava de arranco, querendo chorar, apavorada: que Deus perdoe ela, ficou falando sem coragem de aluir do lugar. 
    [...]
    Era a mulher mais difícil a mãe. Difícil, assim, de ser agradada. Gostava que eu tirasse só dez e primeiro lugar. Pra essas coisas não poupava, era pasta de primeira, caixa com doze lápis e uniforme mandado plissar. Acho mesmo que meia razão ela teve no caso do relógio, luxo bobo, pra quem só tinha um vestido de sair.
    Rodeava a gente estudar e um dia falou abrupto, por causa do esforço de vencer a vergonha: me dá seus lápis de cor. Foi falando e colorindo laranjado, uma rosa geométrica: cê põe muita força no lápis, se eu tivesse seu tempo, ninguém na escola me passava, inteligência não é estudar, por exemplo falar você em vez de cê, é tão mais bonito, é só acostumar. Quando o coração da gente dispara e a gente fala cortado, era desse jeito que tava a voz da mãe.
    Achava estudo a coisa mais fina e inteligente era mesmo, demais até, pensava com a maior rapidez. Gostava de ler de noite, em voz alta, com tia Santa, os livros da Pia Biblioteca, e de um não esqueci, pois ela insistia com gosto no titulo dele, em latim: Máguina pecatrís. Falava era antusiasmo e nunca tive coragem de corrigir, porque toda vez que tava muito alegre, feito naquela hora, desenhando, feito no dia de noite, o pai fazendo serão, ela falou: coitado, até essa hora no serviço pesado.
    Não estava gostando nem um pouquinho do desenho, mas nem que eu falava. Com tanta satisfação ela passava o lápis, que eu fiquei foi aflita, como sempre que uma coisa boa acontecia.
    [...]
   Dia ruim foi quando o pai entestou de dar um par de sapato pra ela. Foi três vezes na loja e ela botando defeito, achando o modelo jeca, a cor regalada, achando aquilo uma desgraça e que o pai tinha era umas bobagens. Foi até ele enfezar e arrebentar com o trem, de tanta raiva e mágoa.
    Mas sapato é sapato, pior foi com o crucifixo. O pai, voltando de cumprir promessa em Congonhas do Campo, trouxe de presente pra ela um crucifixo torneadinho, o cordão de pendurar, com bambolim nas pontas, a maior gracinha. Ela desembrulhou e falou assim: bonito, mas eu preferia mais se fosse uma cruz simples, sem enfeite nenhum.
   Morreu sem fazer trinta e cinco anos, da morte mais agoniada, encomendando com a maior coragem: a oração dos agonizantes, reza aí pra mim, gente.
    Fiquei hipnotizada, olhando a mãe. Já no caixão, tinha a cara severa de quem sente dor forte, igualzinho no dia que o João Antônio nasceu. Entrei no quarto querendo festejar e falei sem graça: a cara da senhora, parece que tá com raiva, mãe. 

    O Senhor te abençoe e te guarde, Volva a ti o Seu Rosto e se compadeça de ti, O Senhor te dê a Paz.

    Esta é a bênção de São Francisco, que foi abrandando o rosto dela, descansando, descansando, até como ficou, quase entusiasmado.

Era raiva não. Era marca de dor.

(Texto publicado em Prosa Reunida, Editora Siciliano: São Paulo, 1999, incluído por Ítalo Moriconi no livro “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”, Editora Objetiva, RJ. Fonte: http://contobrasileiro.com.br/sem-enfeitenenhum-conto-de-adelia-prado-2/)
Leia o fragmento a seguir retirado dos Parâmetros Curriculares Nacionais, à luz do texto literário oral e escrito:
É possível afastar uma série de equívocos que costumam estar presentes na escola em relação aos textos literários, ou seja, tomá-los como pretexto para o tratamento de questões outras (valores morais, tópicos gramaticais) que não aquelas que contribuem para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos, a extensão e a profundidade das construções literárias.
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais, sobre o trabalho com textos literários, está adequada a seguinte prática:
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português e Inglês |
Q4158893 Pedagogia
TEXTO 1
1 de maio Deixei o leito as 4 horas. Lavei as louças e fui carregar agua. Não havia fila. Não tenho radio, não vou ouvir o desfile. (...) Hoje é o Dia do Trabalho.
2 de maio ...Ontem eu comprei açúcar e bananas. Os meus filhos comeram banana com açúcar, porque não tinha gordura para fazer comida. Pensei no senhor Tomás que suicidou-se. Mas, se os pobres do Brasil resolver suicidar-se porque estão passando fome, não ficaria nenhum vivo.
3 de maio Hoje é domingo. Eu vou passar o dia em casa. Não tenho nada para comer. Hoje eu estou nervosa, desorientada e triste. Tem um purtuguês que quer morar comigo. Mas eu não preciso de homem. Eu já lhe supliquei para não vir aborrecer-me.
JESUS, M. C. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014, p. 139.

TEXTO 2
Seu blog estava indo bem, com milhares de visitantes por mês, ela ganhava bastante para dar palestras, tinha uma bolsa de estudos em Princeton e estava com Blaine — “Você é o amor da minha vida”, havia escrito ele em seu último cartão de aniversário. No entanto, tinha cimento na alma. Estava lá havia algum tempo, numa fadiga matutina, algo sombrio e sem contornos nítidos. E trouxe consigo anseios amorfos, desejos indistintos, vislumbres breves e imaginários de outras vidas que ela poderia estar vivendo, que ao longo dos meses se transformaram numa lancinante saudade de seu país. [...] A Nigéria passou a ser o lugar onde Ifemelu deveria estar, o único lugar onde poderia fincar suas raízes sem sentir a vontade constante de arrancá-las de novo e sacudir a terra. E, é claro, também havia Obinze. O primeiro homem que ela amou, o primeiro com quem fez amor, a única pessoa para quem nunca tinha sentido necessidade de se explicar. Ele agora era casado e tinha uma filha, e os dois não se falavam havia anos, mas Ifemelu não podia fingir que ele não era parte dessa saudade do país, ou que não pensava nele com frequência, revirando o passado, procurando por presságios de algo sem nome.
ADICHIE, C. N. Americanah. Tradução de Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2014, p. 12-13 (adaptado).

Considerando as obras “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, e “Americanah”, de Chimamanda Ngozi Adichie, assinale a opção que apresenta a melhor abordagem metodológica a fim de estimular uma postura investigativa e científica dos estudantes, voltada para a apropriação e construção de conhecimentos sócio e culturalmente relevantes.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português e Inglês |
Q4158877 Pedagogia
TEXT 1

Imagem associada para resolução da questão Available at: https://www.instagram.com. Accessed on: May. 6, 2024.

TEXT 2

Imagem associada para resolução da questão Available at: https://www.instagram.com. Accessed on: May. 6, 2024.

Considering a reading comprehension lesson plan focused on literacy and multimodality based on Texts 1 and 2, teaching modules should
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português e Inglês |
Q4158875 Pedagogia
Ao elaborar um plano de ensino para o componente didático Língua Portuguesa, uma professora opta por trabalhar aspectos da literatura decolonial produzida por mulheres brasileiras.

Uma ação adequada da professora para a abordagem de tais aspectos seria selecionar textos escritos por mulheres em diferentes momentos da literatura brasileira e utilizar uma metodologia
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português e Inglês |
Q4158874 Pedagogia
O trabalho com a Literatura pode ser efetivado a partir de certas práticas relevantes. Para tanto, um professor de Língua Portuguesa de uma turma dos anos finais do Ensino Fundamental prepara um plano de aula que tem como suporte a ideia de letramento literário.

Considerando esse contexto, identifique a opção que apresenta práticas efetivas de letramento literário.
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Q4156169 Pedagogia
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

    Nas aulas de português, muitas vezes, se desvirtua inteiramente o aspecto estranho do texto literário, a dimensão de encantamento estético do poema, quando, por exemplo, se reduz o texto a um ‘ponto de partida’ para a fixação de classificações gramaticais, desviando o olhar do aluno do encantamento que a literatura é chamada a produzir. É como se lhe tapassem os olhos, como se lhe fosse sonegada a oportunidade de desenvolver a capacidade de se emocionar, de sentir a graça possibilitada pelas analogias, pelas metáforas, pelas metonímias, e tantos outros expedientes de ‘trapacear’ a linguagem e atingir os seus ‘deslimites’. [...] Vale a pena lembrar que a leitura de uma crônica, uma fábula, um poema pode não ter outra finalidade senão oferecer aos alunos a experiência de verem como há coisas bonitas, como há coisas interessantes escritas entre nós! Não é necessário que, a cada leitura, se vincule uma tarefa.

ANTUNES, Irandé. Território das palavras: estudo do léxico em sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. p. 133-134 (Adaptado).
No Texto 4, Irandé Antunes defende a ideia de que a formação do leitor literário deve ocorrer pela emoção e pelo prazer estético proporcionado por textos desse gênero. Um caminho metodológico apontado pela autora, no Texto 4, para que isso ocorra é 
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Q4155799 Pedagogia
Leia o texto para responder à questão a seguir.
According to Collie and Slater in Cruz (2010) literature can be regarded as a rich source of ‘authentic material’ because it conveys two features in its written text: one is ‘language in use,’ that is, the employment of linguistics by those who have mastered it into a fashion intended for native speakers; the second is an aesthetic representation of the spoken language which is meant to recover or represent language within a certain cultural context. . (…) Literature as aesthetic recreation (that is, as something artificial) can be considered a much more “authentic” source and can inspire more authority in the use and enrichment of language than English textbooks or even than direct samples of language, more so if learners develop an “aesthetic reading” of the text (Langer, 1991, 1998; Many, Gerla, Wiseman, & Ellis, 1995). Through this personal and social experience students can develop a closer relationship with language, since they are reconstructing the target language on their own for their own learning process. There are some genres in literature including poetry, short fiction, drama and novel. (…) Poetry offers wonderful opportunities for reading, writing, speaking, and listening practice for English language learners. Poetry also gives students a chance to expand vocabulary knowledge, to play with language, and to work with different rhythms and rhyme patterns. (…) There are three principles to consider in material selection; 1) readability, it means that the poem is able to be read. It has to be clear to read, listen, or watch it on video. 2) suitability, the children are going to read, hear, learn the words, and words convey information and content that are appropriate to their age, maturity, and culture. 3) exploitability, it may simply be for fun and motivation, for social enjoyment within the classroom and worthy purpose. FAUZIAH. The Approaches to Teaching Literature for Young Learners. Journal of English Language Teaching and Linguistics (JELTL) e-ISSN: 2502- 6062, 2016, Vol. 1 (2) www.jeltl.org p. 145-158. Disponível em: . Acesso em: 4 mar. 2020.
Baseando-se na leitura do texto,
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Q4152865 Pedagogia
Una profesora de español de una escuela de Enseñanza Media, impartió clases por primera vez para la Educación de Jóvenes y Adultos (EJA). Aunque muy contenta, se dio cuenta que tenía que adecuarse al nuevo grupo. Por ello, empezó a hacer cambios en sus estrategias pedagógicas para reducir la evasión escolar, considerando las características de los estudiantes. Delante de esa cuestión, la profesora decidió enfocar en la comprensión de textos literarios, pues esta, para una formación orientada a la ciudadanía, se convierte en un componente sustancial en la educación de estos alumnos.

Considerando la situación explicitada, señala la estrategia adecuada a ser utilizada con ese grupo.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português |
Q4152289 Pedagogia
Ser leitor de literatura na escola é mais do que fruir um livro de ficção ou se deliciar com as palavras exatas da poesia. É também posicionar-se diante da obra literária, identificando e questionando protocolos de leitura, afirmando ou retificando valores culturais, elaborando e expandindo sentidos. Esse aprendizado crítico da leitura literária não se faz sem o encontro pessoal com o texto enquanto princípio de toda experiência estética.
COSSON, R. Letramento Literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2006 (adaptado).

Em uma escola de Ensino Fundamental, uma professora deseja promover o letramento literário entre seus alunos. Ela percebe que muitos estudantes têm dificuldade de se envolver com a leitura de obras literárias e quer encontrar estratégias eficazes para despertar o interesse deles. A professora motiva os alunos a se envolverem com a leitura por meio de temas relevantes e interessantes e prepara os estudantes para receberem os textos, contextualizando-os e despertando a curiosidade deles. Além disso, ela organiza oficinas de leitura, nas quais os alunos exploram obras literárias de diferentes gêneros (contos, poesias, romances etc.) e de autores de diversas origens, culturas e épocas.

Considerando-se a perspectiva exposta no texto e a situação apresentada, a professora atingirá seu objetivo se levar a turma a compreender que o letramento literário
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português |
Q4152285 Pedagogia
Uma professora de Literatura está planejando uma aula para uma turma da 2ª série do Ensino Médio sobre a obra Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak. Ela deseja abordar a distinção entre obras canônicas e não canônicas, bem como a influência dessas obras na formação dos leitores. Nesse sentido, a professora destacará que Krenak é um autor não canônico, cujas obras desafiam as normas literárias tradicionais. Um dos trechos selecionados para a leitura com a turma é apresentado a seguir.
E os caras: “Não, toma essa roubada. Toma a Bíblia, toma a cruz, toma o colégio, toma a universidade, toma a estrada, toma a ferrovia, toma a mineradora, toma a porrada”. Ao que os povos responderam: “O que é isso? Que programa esquisito! Não tem outro, não?”.
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras. p. 29-30.

A partir da leitura desse trecho, a docente pretende destacar como a repetição da palavra “toma” cria um efeito de insistência, utilizado pelo autor como estratégia para enfatizar a imposição da civilização sobre os povos tradicionais. Ao considerar que a civilização impôs uma única visão de progresso, ignorando outras possibilidades, a professora promoverá a interdisciplinaridade com a disciplina de História, relembrando a resistência indígena no período da colonização e a preservação das tradições culturais ao longo do tempo.

Nessa situação, é adequado que a professora, ao contrapor a literatura canônica à não canônica, explique aos alunos que a literatura não canônica de Krenak
Alternativas
Respostas
1: C
2: C
3: C
4: C
5: E
6: A
7: B
8: A
9: D
10: D
11: C
12: A
13: C
14: C
15: B
16: B
17: C
18: C
19: B
20: B