Questões de Concurso Sobre teorias e práticas para o ensino de literatura em pedagogia

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Q4100934 Pedagogia
Texto III


Estrela, estrela


Estrela, estrela

Como ser assim?

Tão só, tão só

E nunca sofrer


Brilhar, brilhar

Quase sem querer

Deixar, deixar

Ser o que se é


É bom saber que és parte de mim

Assim como és parte das manhãs


Eu canto, eu canto

Por poder te ver

No céu, no céu

Como um balão


Eu canto e sei que também me vês

Aqui, aqui com essa canção


Fonte: RAMIL, Vítor [Compositor]. Estrela, estrela. Intérprete: Gal Costa.In: Fantasia . Rio de Janeiro: Polygram/Phillips, 1981.
A canção “Estrela, estrela”, interpretada por Gal Costa, representa uma ótima oportunidade de explorar o gênero canção na Educação Básica, valorizando a interpretação de textos musicais como forma de desenvolver habilidades linguísticas e críticas nos alunos. Qual a abordagem CORRETA o se trabalhar essa canção em sala de aula? 
Alternativas
Q4100777 Pedagogia
Helena está recém-integrada à equipe de professores da educação infantil e foi convidada a planejar atividades de leitura acessível. Em diálogo com os profissionais da equipe multiprofissional, ela busca compreender como as narrativas orais e a contação de histórias podem favorecer a inclusão cultural e a formação de leitores ainda na primeira infância. Durante uma reunião pedagógica, uma colega afirma que a contação de histórias tem função predominantemente lúdica, servindo apenas para distrair as crianças. No entanto, Helena argumenta que essa prática, quando planejada com intencionalidade pedagógica e recursos acessíveis, é fundamental para o desenvolvimento da linguagem, da imaginação, da escuta ativa e da construção do gosto pela literatura. Com base nas práticas de acessibilidade literária, nos princípios da educação inclusiva e na formação do leitor na educação infantil, assinale a alternativa que melhor apresenta o papel pedagógico da contação de histórias no trabalho com crianças com deficiência visual. 
Alternativas
Q4098149 Pedagogia
No texto Literatura infantil e Educação Infantil: Um grande encontro, Gladis Kaercher enfatiza que “precisamos levar a sério a tarefa  de trabalhar com a Literatura Infantil, entender que sua presença no cotidiano deve visar à formação de leitores literários” (Kaercher, 2011, p. 135).
Fonte: KAERCHER, Gladis. Literatura infantil e Educação Infantil: Um grande encontro.  Caderno de formação: didática dos conteúdos formação de professores. São Paulo: Cultura Acadêmica; Universidade Virtual do Estado de São Paulo, 2011.

Pensando sobre encaminhamentos e ações para a efetivação deste objetivo nas escolas de Educação Infantil, analise as seguintes assertivas.
I- Os docentes devem ser responsáveis por organizar a biblioteca e equipar as salas com estantes adequadas, livros e tapetes.
II- Deve-se continuar a exploração da literatura na Educação Infantil, especificamente nas atividades relativas às datas comemorativas, quando são pensados jograis e declamações.
III- É preciso que os educadores promovam contações de história, com recursos diversificados, como sessões de leitura em voz alta, debates com as crianças, discussões sobre as histórias, imersões no universo literário.
IV- As famílias também devem ter ações voltadas para este fim, devendo cobrar projetos nessa linha. Também se deve possibilitar que as crianças vivenciem situações e ambiências leitoras, como feiras, livrarias e bibliotecas públicas.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4087136 Pedagogia
Texto para responder à questão.


    No ano de 1878, formei-me em medicina pela Universidade de Londres e logo parti para Netley, a fim de seguir o curso exigido aos médicos militares. Terminados os meus estudos, fui designado para o Quinto Regimento de Fuzileiros de Northumberland, como cirurgião assistente. Nessa época, o Quinto estava acantonado na Índia, e antes que eu pudesse me apresentar eclodiu a Segunda Guerra Afegã. Ao desembarcar em Bombaim, soube que o meu regimento já havia atravessado os desfiladeiros e se achava embrenhado em território inimigo. Tomei o mesmo caminho, com muitos outros oficiais que estavam em idêntica situação, e consegui chegar são e salvo a Kandahar, onde encontrei minha unidade e imediatamente assumi minhas novas funções.
    A campanha trouxe honras e promoções para muitos, mas a mim só proporcionou infortúnios e desastres. Fui transferido da minha brigada para as tropas de Berkshire, com as quais tomei parte na fatídica Batalha de Maiwand. Ali, a bala de um mosquete afegão atingiu-me o ombro, fraturando o osso e raspando a artéria subclávia. Teria caído nas mãos dos ferozes ghazis, se não fosse a devoção e a coragem do ordenança Murray, que me pôs num cavalo de carga e conseguiu levar-me são e salvo para as linhas britânicas.
    Combalido pelo sofrimento e pelas contínuas privações que havia suportado, fui removido, numa longa composição de feridos, para o hospital central de Peshawar. Ali fui me restabelecendo, e já tinha melhorado o suficiente para andar um pouco pelas enfermarias, ou estender-me ao sol na varanda, quando apanhei uma gastrenterite, essa praga das nossas possessões indianas. Durante meses, tive a vida por um fio, e quando, finalmente, voltei a mim e entrei em convalescença, estava de tal modo fraco e macilento que uma junta médica foi de parecer que deviam me fazer regressar imediatamente à Inglaterra. Consequentemente, fui recambiado no vapor Orontes e um mês depois desembarquei no cais de Portsmouth, com a saúde irremediavelmente arruinada, mas com a permissão, dada por um governo paternal, de tentar melhorá-la nos nove meses seguintes.
    Não tendo relações nem parentes na Inglaterra, achava-me tão livre como o ar... ou pelo menos tão livre quanto pode ser um homem cujo rendimento não passa de onze xelins e seis pence por dia. Em tais circunstâncias, fui naturalmente atraído por Londres, essa grande fossa a que irresistivelmente vão ter todos os vadios e desocupados do império. Ali fiquei algum tempo, instalado num hotel do Strand, levando uma existência sem conforto nem sentido, e gastando, com mais largueza do que devia, todo o dinheiro que me vinha às mãos. Tão alarmante se tornou o estado das minhas finanças que em breve me vi na contingência de deixar a metrópole e ir viver no campo, ou alterar completamente o meu modo de vida. Escolhendo esta última alternativa, resolvi sair do hotel e alojar-me num domicílio mais barato e menos pretensioso.
    Exatamente no dia em que cheguei a essa conclusão, encontrava-me no Bar Criterion quando alguém me bateu no ombro. Voltando-me, reconheci Stamford, um jovem que fora meu assistente no Barts. Ver um rosto amigo no imenso deserto londrino é coisa deveras agradável para um homem solitário. Nos velhos tempos da universidade, não tínhamos lá grande intimidade, mas cumprimentei-o com entusiasmo, e ele, por sua vez, pareceu feliz de me ver. Na exuberância daquele momento, convidei-o para almoçar comigo no Holborn, e juntos tomamos uma carruagem.
    — Que diabo você tem feito, Watson? — perguntou-me ele, sem esconder o seu espanto, enquanto passávamos pelas ruas apinhadas de Londres. — Vejo-o magro como um sarrafo e escuro como uma castanha.
    Fiz-lhe um breve relato das minhas aventuras e mal o concluíra chegamos ao nosso destino.
    — Coitado! — exclamou ele, condoído pelos infortúnios que acabava de ouvir. — E que faz agora?
    — Procuro alojamento — respondi. — Tento resolver o problema de encontrar quartos confortáveis a preços razoáveis.
    — É curioso — disse o meu companheiro. — Você hoje é a segunda pessoa que fala dessa maneira.
    — E quem foi a primeira? — perguntei.
    —Um sujeito que trabalha no laboratório químico do hospital. Estava se queixando, ainda esta manhã, de não encontrar com quem dividir o aluguel de uns ótimos aposentos que tinha descoberto, mas que eram demasiado caros para a sua bolsa.
    — Magnífico! — exclamei. — Se ele procura alguém para compartilhar dos quartos e das despesas, sou exatamente essa pessoa. Prefiro ter um companheiro a morar sozinho.
      Stamford olhou-me de um modo estranho, por cima do seu copo de vinho.
    — Você ainda não conhece Sherlock Holmes — disse ele. — Não sei se lhe agradará como companheiro permanente.
    — Por quê? Haverá alguma coisa que não o recomende?
    — Oh! Eu não disse isso. Ele é um pouco esquisito... tem paixão por certos ramos da ciência. Que eu saiba, é uma pessoa muito correta.
     — Estudante de medicina?
    — Não. E não tenho a menor ideia a respeito da carreira que pretende seguir. Creio que entende muito de anatomia, e é um químico de primeira ordem. Mas, ao que me consta, nunca fez um curso sistemático de medicina. Estuda sem método, de uma maneira excêntrica, e já acumulou uma série de conhecimentos pouco vulgares que espantariam os seus professores.
     — Nunca lhe perguntou qual o ramo da ciência em que deseja especializar-se?   
    — Não — respondeu Stamford. — Não é dado a confidências, embora seja bastante comunicativo quando lhe dá na telha.
    — Pois eu gostaria de conhecê-lo. Visto que preciso morar com alguém, agrada-me que seja um homem tranquilo e estudioso. Ainda não estou bastante forte para suportar ruídos ou balbúrdias. Já tive muito dessas duas coisas no Afeganistão... e estou provido delas para o resto da existência. Como poderei travar relações com esse seu amigo?
    — Ele deve estar no laboratório — respondeu o meu companheiro. —Às vezes passa semanas inteiras semaparecer, mas noutras ocasiões não sai de lá o dia todo e boa parte da noite. Se quiser, vamos procurá-lo depois do almoço.
    —Combinado —respondi, e a conversação passou a outros assuntos.
    Quando nos dirigíamos para o hospital, ao sairmos do Holborn, Stamford deu-me mais algumas informações sobre o cavalheiro com quem eu me propunha morar.

(DOYLE, Arthur Conan. Um estudo em vermelho. Disponível em: https:// docero.com.br/doc/seces8. Adaptado.)
“Um estudo em vermelho” é um romance policial, escrito por um dos maiores representantes desse gênero. Ao levar textos como esse, pertencentes à literatura canônica, para sala de aula e discuti-los com os estudantes, seja por meio de leitura coletiva, protocolada ou individual, o professor demonstra uma compreensão 
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Q4073182 Pedagogia
Registre V, para verdadeiro, e F, para falso, em relação aos princípios e objetivos da Literatura Infanto-juvenil:

(__)A literatura infantojuvenil pode apoiar o aprendizado na escola e contribuir para o desenvolvimento da postura cidadã e de valores dos alunos.
(__)A literatura Infantojuvenil desenvolve a atenção da criança, pois ela fica imersa na história e cria uma conexão com quem está lendo o livro.
(__)A literatura Infantojuvenil exercita o cérebro ao estimular habilidades como memória e compreensão.
(__)A literatura Infantojuvenil desenvolve conhecimento de mundo, levando a criança a outras realidades.
(__)A literatura Infantojuvenil embora desenvolva conhecimento de mundo, pouco contribuir para o desenvolvimento intelectual da criança.
(__)A literatura infantojuvenil é fonte enriquecedora de conhecimentos e informações, e oferece um método prazeroso e lúdico para que as crianças possam enveredar no mundo da leitura.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4065913 Pedagogia
Durante a mediação de uma leitura literária na Educação Infantil, a Professora observa que as crianças formulam hipóteses, estabelecem relações entre a narrativa e suas vivências e recriam elementos da história a partir de suas próprias interpretações. Essa situação evidencia que a literatura infantil:
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Q3921476 Pedagogia
No campo da literatura infantil brasileira, considerando a correta associação entre autor e obra, assinale a alternativa em que a correspondência está adequadamente estabelecida. 
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Q3810864 Pedagogia
Embora a consolidação da literatura infantil brasileira seja frequentemente associada a Monteiro Lobato, sua formação antecede esse marco e envolve autores, correntes pedagógicas e transformações socioculturais que influenciaram tanto o conteúdo quanto a função educativa das obras destinadas às crianças. Considerando esse contexto histórico, assinale a alternativa correta:
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Q3677860 Pedagogia
No contexto do tema Precursores e seguidores da Literatura Infantil no Brasil, associe o autor apresentado na coluna 1 com o conteúdo a ele correspondente apresentado na Coluna 2:
Coluna 1:
1. Alberto Figueiredo Pimentel
2. Monteiro Lobato
3. Mobral
Coluna 2:
A. Primeiro autor a fazer traduções e adaptações de contos europeus para o contexto brasileiro.
B. Movimento Brasileiro de Alfabetização, que tentou erradicar o analfabetismo no Brasil, mas não obteve resultados positivos.
C. Primeiro autor a produzir literatura infantil originalmente brasileira, utilizando características típicas e lendas do folclore brasileiro em suas histórias.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
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Q3452533 Pedagogia
Dentro de uma retrospectiva, observa-se que alguns dos precursores da Literatura Infantil no Brasil recorreram ao folclore e às histórias populares, como os autores destacados abaixo, exceto:
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Q3452509 Pedagogia
No Brasil, o período compreendido entre 1920 a 1945, toma corpo a produção literária para crianças, aumentando o número de obras, o volume das edições, bem como o interesse das editoras dedicadas quase que exclusivamente ao mercado constituído pela infância. Nesse contexto, qual foi o autor do livro: “O reino das maravilhas” (1926) que, editado no conjunto da Biblioteca Quaresma, prolonga, nesse período, a dependência de adaptações dos contos tradicionais? 
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Q3450630 Pedagogia
Um agente de apoio educacional deve conhecer as características da literatura brasileira contemporânea. Com base nisso, analise as proposições abaixo:

I. A literatura contemporânea brasileira é marcada pela diversidade de estilos e formas.
II. A literatura contemporânea brasileira é caracterizada pelo predomínio do formalismo e pela estrita adesão às regras clássicas de poesia.
III. Autores contemporâneos brasileiros incluem nomes como Machado de Assis e Clarice Lispector.

Assinale a alternativa CORRETA:
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Q3296454 Pedagogia
A literatura, em suas diversas manifestações, utiliza múltiplas linguagens para enriquecer a experiência estética e educativa dos leitores. No contexto da educação infantil, como a literatura e essas linguagens se inter-relacionam para promover o desenvolvimento integral da criança?
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Q3274724 Pedagogia
Conforme Zilberman, ao estudar a gênese (início) da literatura infantil, na Europa moderna, qual dos cenários e temáticas abaixo merecem destaque, sendo observados também em contexto brasileiro? 
Alternativas
Q3216563 Pedagogia
De acordo com o Currículo Paulista (2019), uma habilidade voltada à produção de texto literário pelos alunos do Ensino Fundamental é:
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Q3216561 Pedagogia

Leia o texto a seguir para responder à questão  


    As primeiras cartas de Jorge foram todas à mãe. Eram longas e derramadas, entusiásticas, descuidosas e até pueris. Descontada a escassa porção de realidade que podia haver nelas, ficava um cálculo, que o coração de Valéria compreendeu: era adoçar-lhe a ausência e dissipar-lhe as apreensões.


    Cedo se familiarizou Jorge com a vida militar. O exército, acampado em Tuiuti1 , não iniciava operações novas; tratava-se de reunir os elementos necessários para prosseguir a campanha de modo seguro e decisivo. Não havendo nenhuma ação grande, em que pudesse provar as forças e amestrar-se, Jorge buscava as ocasiões de algum perigo, as comissões arriscadas, cujo êxito dependesse de espírito atrevido, sagacidade e paciência. Esse desejo captou-lhe a simpatia dos chefes imediatos.


    O coronel que o comandava atentou nele; sentiu-lhe a alma juvenil através do olhar brando e repousado. Ao mesmo tempo observou que, no meio dos gozos fáceis e múltiplos do acampamento, convertido pela inação em povoado de recreio, Jorge conservava um retraimento monacal2 , um casto horror de tudo o que pudesse diverti-lo de curar das armas, ou somente de pensar nelas. O coronel era homem de seu ofício; amava a guerra pela guerra; morreu talvez de nostalgia no regaço da paz. Era bravo e ríspido. O que lhe destoou a princípio na pessoa de Jorge foi o alinho e um resto de seus ademanes3 de sala. Jorge, entretanto, sem perder desde logo o jeito da vida civil, foi criando com o tempo a crosta de campanha. O desejo de trabalhar, de arriscar-se, de temperar a alma ao fogo do perigo, trocou os sentimentos do coronel, que entreviu nele um bom companheiro de armas, e ao fim de pouco tempo procurou distingui-lo.


(Machado de Assis, Iaiá Garcia)


1Tuiuti: pântano existente no Paraguai.

2Monacal: relativo a monge ou à vida nos conventos; monástico.

3Ademanes: gestos, sinais, geralmente feitos com as mãos.

De acordo com Lígia Chiappini de Moraes Leite (em GERALDI, 1997), quando uma obra como a de Machado de Assis é utilizada em sala de aula dentro de uma acepção tradicional de literatura, ela é concebida como
Alternativas
Q3206158 Pedagogia
O letramento literário, de acordo com Cosson (2009), é uma atividade que deve ser desenvolvida no contexto educacional, pois possibilita que os alunos sejam capazes de refletir criticamente acerca das obras literárias.

Desse modo, a contextualização histórica da obra literária é importante, porque
Alternativas
Q3206153 Pedagogia
Relacione as abordagens do ensino da literatura brasileira com suas respectivas descrições.

1. Desenvolvimento do pensamento crítico
2. Contextualização histórica e social
3. Leitura literária como experiência estética
4. Análise de gêneros literários
5. Valorização da diversidade cultural

A. Proporciona ao aluno leituras que estimulam o prazer estético e a reflexão sobre a linguagem.
B. Associa a obra literária com os eventos históricos e sociais do período em que foi escrita, promovendo uma compreensão crítica do contexto.
C. Explora contos, poemas e romances, com a finalidade de ampliar o conhecimento das características distintas de cada gênero literário.
D. Estimula reflexões críticas sobre a realidade, motivando o aluno a questionar as normas sociais, políticas e culturais por meio da literatura.
E. Valoriza as várias expressões culturais presentes na literatura, destacando autores de diferentes regiões e grupos sociais.

A associação correta entre números e letras é:
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Q3181663 Pedagogia
A partir do que está proposto no Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau , no trabalho com a leitura/escuta, espera-se como procedimentos a serem adotados pelo/a professor/a:
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Q3181659 Pedagogia
De acordo com o Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau , "Ao assumirmos a perspectiva teórica da linguagem sociointeracionista, concebemos as situações de interlocução como resultante de intercâmbio social (situação de comunicação social concreta) e a leitura como materialidade interlocutiva para a construção de sentidos. O ato da leitura passa":
Alternativas
Respostas
41: B
42: C
43: C
44: C
45: A
46: B
47: B
48: A
49: D
50: B
51: E
52: A
53: A
54: B
55: E
56: C
57: D
58: D
59: E
60: D