Questões de Concurso
Sobre teorias e práticas para o ensino de língua portuguesa em pedagogia
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Analise a veracidade das afirmações abaixo, de acordo com esse documento.
O domínio da língua tem estreita relação com a possibilidade de plena participação social, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento. Um projeto educativo comprometido com a democratização social e cultural atribui à escola a função e a responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania, direito inalienável de todos. Assim, a variedade padrão da língua deve ser privilegiada em detrimento de outras, já que ela é, por excelência, instrumento de inserção social. A linguagem é uma forma de ação interindividual orientada por uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes nos diferentes grupos de uma sociedade, nos distintos momentos da sua história. Produzir linguagem não significa produzir discursos. O discurso se realiza na interação entre pessoas. Isso significa que as escolhas feitas ao dizer, ao produzir um discurso, são aleatórias e não decorrentes das condições em que esse discurso é realizado. Pode-se considerar o ensino e a aprendizagem de Língua Portuguesa, como prática pedagógica, resultantes da articulação de três variáveis: o aluno, os conhecimentos com os quais se opera nas práticas de linguagem e a mediação do professor.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Segundo Jolibert, ler é
Analise as frases a seguir.

As frases acima são exemplos de discursos
Diz a professora: "Corrigi a composição [produção de texto] de vocês e fiquei muito preocupada porque vocês não põem ponto, acentuação, seguindo as regrinhas. Vocês têm ideias ótimas, jóias... Vocês têm que aprender. Vou colocar no quadro: vocês sabem mas têm que prestar atenção." [...]. O aluno FAB mostra sua lição. A professora diz: "Há alguma coisa que me doeu os olhos; o que tu escreveste aí? Ele arranca a folha do caderno. Depois reclama da professora: "O que está errado?" A professora insiste em que ele deve descobrir – mas não diz como – o que errou; e arremata: "Quem descobre porque errou não erra nunca mais". [...]. A professora faz "competentemente" a aula girar em torno do assunto. E o faz pela pergunta: "Quando eu quero perguntar eu ponho que ponto? Quando eu quero exclamar eu ponho que ponto? Quando eu quero afirmar... que ponto?
A análise do registro indica que se trata de
De acordo com MACHADO, em relação ao Educador Social, analisar os itens abaixo:
I - Tem a pedagogia social como referência.
II - Atua no campo de intervenção socioeducativa, ao mesmo tempo em que a ele compete a assistência social e a análise sistemática da realidade.
Segundo Quintana in MACHADO, a pedagogia social, como uma das áreas no campo de trabalho social, envolve uma série de especialidades que, dentre elas, podem ser citadas:
I - Atenção à infância com problemas (abandono, ambiente familiar desestruturado etc).
II - Atenção à terceira idade.
III - Animação sociocultural.
Estão CORRETOS:
Um determinado livro didático de Língua Portuguesa, destinado ao 6º ano do Ensino Fundamental, apresentava a célebre fábula de Esopo “A raposa e as uvas” para ser interpretada.
Entre as perguntas apresentadas nas opções a seguir, assinale a que lhe parece conceitualmente mais adequada a esse nível de ensino
Uma palavra só!
Era uma vez um rei mandão — como muitos — que resolveu castigar qualquer um que falasse uma mentira (mentira pelo menos no seu ponto de vista). Mas a primeira vítima do castigo real foi seu próprio filho, condenado a nunca mais abrir a boca para falar, a não ser, única e exclusivamente... a palavra “exclusivamente”. É assim que o príncipe sai pelo mundo, respondendo a tudo: “exclusivamente”. Até que um dia ele conhece Eva. Ele a seguia, tímido, meio de longe. Eva era fantástica. Sabia inclusive ler, o que era raríssimo naquele tempo. "Se ao menos eu soubesse ler e escrever", pensava o príncipe.
Talvez por pena, a contorcionista, que passava o seu tempo livre lendo romances, notando o interesse do príncipe pelas letras, decidiu que o ensinaria a ler e a escrever. Escreveu bem grande EXCLUSIVAMENTE e tentou lhe ensinar as letras dessa palavra. No princípio, para sermos sinceros, o príncipe não entendia nada. Eva repetia. Um dia já estava no finalzinho da palavra: -M-E-N, MEN, T-E, TE. MEN-TE, MENTE. De repente deu um clique no príncipe. Ele pegou o lápis e com certa dificuldade — não muita — escreveu alguma coisa. Depois cortou algumas letras de EXCLUSIVAMENTE e deixou apenas E - V - A. Ela não aguentou e lhe deu um beijo. O príncipe tinha descoberto a maior maravilha. Agora, por exemplo, se gritavam por ele, perguntando onde ele estava, podia pegar o C da sílaba CLU e o A que está em VAMENTE e dizer: CÁ.
Não era uma resposta muito longa, mas já era alguma coisa para quem tinha passado tanto tempo só com "exclusivamente". E podia também inventar [...] palavras meigas para acarinhar a contorcionista. Mas... os candongueiros do reino, que não percebiam que as novas palavras estavam dentro da palavra exclusivamente, foram mexericar para o rei que o príncipe não estava mais lhe obedecendo. E levaram o menino preso. A contorcionista foi atrás e tentou explicar que o príncipe só usava as letras de exclusivamente. Mas o rei não queria saber de explicações.
– Bem... — disse sua majestade. — Se o príncipe responder a três perguntas simples, só com a palavra exclusivamente, eu até lhe entrego minha coroa. Mas, se não der conta, vou ter que cortar a língua dele.
– Quantos anos você tem? – perguntou para começar.
– E - X - C - L - U - S - I - V - A - M - E - N - T - E - soletrou o príncipe e repetiu de novo, falando bem alto as letras S - E - T - E as outras bem baixinho.
– Oh céus! Então é mesmo verdade que só tem usado a palavra exclusivamente? — assustou-se o rei.
– E quem foi que lhe ensinou esse truque dos diabos?
O príncipe apontou a contorcionista e de novo repetiu as letras de exclusivamente, enfatizando E - L - A. Hoje, o príncipe fala o que ele quer e o rei sem coroa, que não é mais o dono da verdade, anda tomando umas aulas com a contorcionista.
LAGO, Ângela. Uma palavra só! São Paulo: Moderna, 1996. [Adaptado].
Uma palavra só!
Era uma vez um rei mandão — como muitos — que resolveu castigar qualquer um que falasse uma mentira (mentira pelo menos no seu ponto de vista). Mas a primeira vítima do castigo real foi seu próprio filho, condenado a nunca mais abrir a boca para falar, a não ser, única e exclusivamente... a palavra “exclusivamente”. É assim que o príncipe sai pelo mundo, respondendo a tudo: “exclusivamente”. Até que um dia ele conhece Eva. Ele a seguia, tímido, meio de longe. Eva era fantástica. Sabia inclusive ler, o que era raríssimo naquele tempo. "Se ao menos eu soubesse ler e escrever", pensava o príncipe.
Talvez por pena, a contorcionista, que passava o seu tempo livre lendo romances, notando o interesse do príncipe pelas letras, decidiu que o ensinaria a ler e a escrever. Escreveu bem grande EXCLUSIVAMENTE e tentou lhe ensinar as letras dessa palavra. No princípio, para sermos sinceros, o príncipe não entendia nada. Eva repetia. Um dia já estava no finalzinho da palavra: -M-E-N, MEN, T-E, TE. MEN-TE, MENTE. De repente deu um clique no príncipe. Ele pegou o lápis e com certa dificuldade — não muita — escreveu alguma coisa. Depois cortou algumas letras de EXCLUSIVAMENTE e deixou apenas E - V - A. Ela não aguentou e lhe deu um beijo. O príncipe tinha descoberto a maior maravilha. Agora, por exemplo, se gritavam por ele, perguntando onde ele estava, podia pegar o C da sílaba CLU e o A que está em VAMENTE e dizer: CÁ.
Não era uma resposta muito longa, mas já era alguma coisa para quem tinha passado tanto tempo só com "exclusivamente". E podia também inventar [...] palavras meigas para acarinhar a contorcionista. Mas... os candongueiros do reino, que não percebiam que as novas palavras estavam dentro da palavra exclusivamente, foram mexericar para o rei que o príncipe não estava mais lhe obedecendo. E levaram o menino preso. A contorcionista foi atrás e tentou explicar que o príncipe só usava as letras de exclusivamente. Mas o rei não queria saber de explicações.
– Bem... — disse sua majestade. — Se o príncipe responder a três perguntas simples, só com a palavra exclusivamente, eu até lhe entrego minha coroa. Mas, se não der conta, vou ter que cortar a língua dele.
– Quantos anos você tem? – perguntou para começar.
– E - X - C - L - U - S - I - V - A - M - E - N - T - E - soletrou o príncipe e repetiu de novo, falando bem alto as letras S - E - T - E as outras bem baixinho.
– Oh céus! Então é mesmo verdade que só tem usado a palavra exclusivamente? — assustou-se o rei.
– E quem foi que lhe ensinou esse truque dos diabos?
O príncipe apontou a contorcionista e de novo repetiu as letras de exclusivamente, enfatizando E - L - A. Hoje, o príncipe fala o que ele quer e o rei sem coroa, que não é mais o dono da verdade, anda tomando umas aulas com a contorcionista.
LAGO, Ângela. Uma palavra só! São Paulo: Moderna, 1996. [Adaptado].
Leia atentamente os exercícios de interpretação transcritos abaixo. São exercícios usualmente aplicados em atividades de interpretações de textos. Julgue-os de acordo com a questão.
1. Com a morte do leão, houve a eleição para a escolha do ........... .
2. A eleição era através ( ) de votos ( ) de aplausos ( ) de outra forma.
3. Pelo parágrafo 3 do texto conclui-se que o novo rei dos bichos seria aquele em cuja cabeça se adaptasse a ........................................ .
4. A escolha do novo rei foi difícil porque ( ) ninguém queria o cargo ( ) todos queriam o cargo mas em nenhuma cabeça a coroa se adaptava perfeitamente.
5. Qual é a lição de moral transmitida pelo texto?
6. Reconstitua a ideia central do texto através de desenhos.
Leia atentamente os exercícios de interpretação transcritos abaixo. São exercícios usualmente aplicados em atividades de interpretações de textos. Julgue-os de acordo com a questão.
1. Com a morte do leão, houve a eleição para a escolha do ........... .
2. A eleição era através ( ) de votos ( ) de aplausos ( ) de outra forma.
3. Pelo parágrafo 3 do texto conclui-se que o novo rei dos bichos seria aquele em cuja cabeça se adaptasse a ........................................ .
4. A escolha do novo rei foi difícil porque ( ) ninguém queria o cargo ( ) todos queriam o cargo mas em nenhuma cabeça a coroa se adaptava perfeitamente.
5. Qual é a lição de moral transmitida pelo texto?
6. Reconstitua a ideia central do texto através de desenhos.
( ) O significado dos gestos enquanto linguagem corporal varia de acordo com o ambiente em que o indivíduo se desenvolveu.
( ) O professor, caso o aluno não deseje seguir adiante com a aula, deve insistir no seu planejamento, de forma que o desenvolvimento possa ser alcançado.
( ) O professor deve controlar as mensagens emitidas pelos alunos por meio dos movimentos corporais. As afirmativas são, respectivamente,