Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q3627848 Pedagogia
Marque a alternativa que expressa a prática pedagógica CORRETA em consonância com as diretrizes de educação ambiental voltadas à Educação Infantil.
Alternativas
Q3627843 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.
No CMEI Jardim das Flores, uma criança de 4 anos com paralisia cerebral frequenta a turma do Pré I. A professora percebe que, durante atividades de roda de conversa e brincadeiras de movimento, a criança encontra dificuldades de participação. A gestão escolar, preocupada em atender às demandas, sugere duas medidas: a criação de um “cantinho especial” para a criança realizar atividades diferenciadas em paralelo às propostas da turma e a transferência do aluno para uma instituição especializada, alegando que o espaço oferece recursos mais adequados. Diante disso, é CORRETO afirmar que:  
Alternativas
Q3627220 Pedagogia
A principal característica do desenvolvimento de projetos colaborativos e interdisciplinares em oficinas educativas é:
Alternativas
Q3627219 Pedagogia
Para assegurar a qualidade do processo de aprendizagem em oficinas educativas, é essencial que o instrutor: 
Alternativas
Q3627218 Pedagogia
As práticas pedagógicas inclusivas em oficinas educativas têm como finalidade:
Alternativas
Q3627215 Pedagogia
As metodologias ativas de aprendizagem estão se tornando cada vez mais comuns em oficinas interativas, uma vez que incentivam o envolvimento do estudante na construção do conhecimento, considerando que:
Alternativas
Q3627214 Pedagogia
Nas oficinas interativas, o papel do instrutor não é apenas transmitir conteúdos, mas sobretudo:
Alternativas
Q3627213 Pedagogia
A educação dialógica e participativa, baseada nos princípios propostos por Paulo Freire, visa a: 
Alternativas
Q3627212 Pedagogia
As teorias da aprendizagem interativa e colaborativa destacam a importância de:
Alternativas
Q3626975 Pedagogia
A concepção de interdisciplinaridade e transversalidade no currículo escolar, contemplam a:
Alternativas
Q3626974 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo sobre o Projeto Político-Pedagógico (PPP) e marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.

( ) É um instrumento político porque expressa escolhas coletivas e compromisso social da escola, e pedagógico porque organiza o processo de ensino-aprendizagem em consonância com esses princípios.
( ) É um instrumento pedagógico que considera apenas metas curriculares estabelecidas externamente, limitando a autonomia escolar prevista na LDB restringe-se à execução de diretrizes externas.
( ) É a identidade da instituição escolar, sendo construído a partir da participação da comunidade, mas sua legitimidade decorre do diálogo permanente com os sistemas de ensino.
( ) É o registro administrativo de dados da escola em relação a infraestrutura, o número de aluno e os recursos não se configurando como eixo norteador do trabalho pedagógico.
( ) É um processo dinâmico que se reconstrói na prática cotidiana, não podendo ser tratado como documento burocrático de validade meramente formal.

A sequência CORRETA de cima para baixo é: 
Alternativas
Q3626970 Pedagogia
A divulgação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana trouxe aos profissionais de história, professores e pesquisadores, novos desafios. Nesse contexto, o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na escola deve:
Alternativas
Q3626969 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.
Em uma escola municipal, a equipe docente organizou um projeto interdisciplinar sobre a mobilidade urbana do bairro onde vivem. Os alunos mapearam pontos de risco no trajeto casa-escola, coletaram relatos da comunidade, estudaram dados sobre transporte público e propuseram alternativas de melhoria para a prefeitura. A avaliação proposta pela professora Beatriz considerou tanto a qualidade das propostas quanto a capacidade dos alunos de relacionar conhecimentos de diferentes áreas do currículo ao problema investigado.
Nesse contexto, podemos afirmar que a tendência pedagógica que fundamenta a prática da professora Beatriz é:
Alternativas
Q3626968 Pedagogia
Leia o fragmento de texto abaixo.

Durante o conselho de classe, a equipe pedagógica discute a situação de Marcos, estudante de 12 anos, que apresenta dificuldades de aprendizagem e comportamento agitado. Alguns professores defendem que a escola concentre esforços apenas em garantir a aprovação, já que o desenvolvimento emocional e social seria responsabilidade da família.

Nesse contexto, e considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente, o encaminhamento CORRETO é:
Alternativas
Q3626958 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Marque a alternativa que aponta, de forma clara, o núcleo da crítica e a proposta correspondente apresentada no texto. 
Alternativas
Q3626957 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Assinale a alternativa que melhor sintetiza a tese e a organização do texto.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Física |
Q3626625 Pedagogia
As abordagens contemporâneas para o ensino de Física buscam superar a mera transmissão de fórmulas e conceitos, propondo uma aprendizagem que seja significativa, contextualizada e que promova uma visão da ciência como construção humana. A relação entre Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) é um dos eixos que orientam essa nova prática. Acerca dessas abordagens, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__)O ensino de Física mais eficaz é o que se baseia na transmissão de teorias e fórmulas de forma abstrata, para que, uma vez dominada a teoria, o aluno possa aplicá-la a qualquer problema, pois a contextualização social e tecnológica pode confundir o aprendizado dos conceitos puros.
(__)Uma abordagem de ensino de Física com enfoque CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade) parte de temas ou controvérsias sociocientíficas, como a questão energética ou o impacto das telecomunicações, para motivar e contextualizar o estudo dos conceitos físicos relacionados. (__)A finalidade da experimentação no ensino de Física é unicamente a de comprovar as Leis e teorias apresentadas pelo professor, servindo como uma ilustração prática de que o conhecimento do livro didático está correto.
(__)A utilização da História da Física no ensino é uma ferramenta pedagógica que ajuda a humanizar a ciência, mostrando que as ideias científicas são construídas por pessoas em contextos históricos específicos, e que a ciência evolui por meio de debates, controvérsias e rupturas de paradigmas.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Física |
Q3626606 Pedagogia
A Concepção Histórico-Crítica da Educação é uma abordagem pedagógica desenvolvida no Brasil a partir da década de 1980, fortemente influenciada pelo materialismo histórico-dialético de Karl Marx. Acerca desse assunto, julgue as frases abaixo:

I.Sua principal formuladora foi a educadora Dermeval Saviani, que buscava construir uma pedagogia comprometida com a transformação social e a superação das desigualdades. Essa concepção parte do princípio de que a educação não é neutra, mas está inserida em contextos históricos concretos e marcada pelas contradições da sociedade capitalista. Assim, ela compreende a escola como um espaço de disputa ideológica e como instrumento estratégico para a formação da consciência crítica dos sujeitos.
II.Inspirada em métodos espontaneístas, a pedagogia histórico-crítica valoriza acima de tudo a livre expressão e os interesses imediatos do aluno, entendendo que o conhecimento sistematizado pode limitar a criatividade e a autonomia. O professor atua como facilitador, permitindo que os estudantes escolham o que aprender e como aprender, sem impor conteúdos previamente organizados ou objetivos definidos, priorizando um ensino livre de intencionalidades político-pedagógicas.
III.A proposta histórico-crítica defende que a educação deve garantir o acesso dos estudantes aos conhecimentos historicamente sistematizados, valorizando os saberes científicos, artísticos e filosóficos acumulados pela humanidade. Para isso, a prática pedagógica deve articular a relação entre teoria e prática, partindo das condições reais dos alunos (a prática social) para, por meio do ensino, promover a mediação com o conhecimento científico (a teoria) e, posteriormente, retornar à prática de forma transformada. Essa dialética − prática social, mediação e prática social transformada − é central na proposta.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Filosofia |
Q3626472 Pedagogia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A Filosofia surge, portanto, quando alguns gregos, admirados e espantados com a realidade, insatisfeitos com as explicações que a tradição lhes dera, começaram a fazer perguntas e buscar respostas para elas, demonstrando que o mundo e os seres humanos, os acontecimentos e as coisas da Natureza, os acontecimentos e as ações humanas podem ser conhecidos pela razão humana, e que a própria razão é capaz de conhecer-se a si mesma.


Em suma, a Filosofia surge quando se descobriu que a verdade do mundo e dos humanos não era algo secreto e misterioso, que precisasse ser revelado por divindades a alguns escolhidos, mas que, ao contrário, podia ser conhecida por todos, através da razão, que é a mesma em todos; quando se descobriu que tal conhecimento depende do uso correto da razão ou do pensamento e que, além da verdade poder ser conhecida por todos, podia, pelo mesmo motivo, ser ensinada ou transmitida a todos.


CHAUI, Marilena de Souza. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.


Disponível em: https://www.home.ufam.edu.br/andersonlfc/Economia_Etica/Convite%2 0%20Filosofia%20-%20Marilena%20Chaui.pdf
Considerando a complexidade envolvida no processo de mediação pedagógica do saber filosófico na formação estudantil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Filosofia |
Q3626467 Pedagogia
A Concepção Histórico-Crítica da Educação é uma abordagem pedagógica desenvolvida no Brasil a partir da década de 1980, fortemente influenciada pelo materialismo histórico-dialético de Karl Marx. Acerca desse assunto, julgue as frases abaixo:

I.Sua principal formuladora foi a educadora Dermeval Saviani, que buscava construir uma pedagogia comprometida com a transformação social e a superação das desigualdades. Essa concepção parte do princípio de que a educação não é neutra, mas está inserida em contextos históricos concretos e marcada pelas contradições da sociedade capitalista. Assim, ela compreende a escola como um espaço de disputa ideológica e como instrumento estratégico para a formação da consciência crítica dos sujeitos.
II.Inspirada em métodos espontaneístas, a pedagogia histórico-crítica valoriza acima de tudo a livre expressão e os interesses imediatos do aluno, entendendo que o conhecimento sistematizado pode limitar a criatividade e a autonomia. O professor atua como facilitador, permitindo que os estudantes escolham o que aprender e como aprender, sem impor conteúdos previamente organizados ou objetivos definidos, priorizando um ensino livre de intencionalidades político-pedagógicas.
III.A proposta histórico-crítica defende que a educação deve garantir o acesso dos estudantes aos conhecimentos historicamente sistematizados, valorizando os saberes científicos, artísticos e filosóficos acumulados pela humanidade. Para isso, a prática pedagógica deve articular a relação entre teoria e prática, partindo das condições reais dos alunos (a prática social) para, por meio do ensino, promover a mediação com o conhecimento científico (a teoria) e, posteriormente, retornar à prática de forma transformada. Essa dialética − prática social, mediação e prática social transformada − é central na proposta.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Alternativas
Respostas
12521: A
12522: D
12523: B
12524: A
12525: B
12526: C
12527: A
12528: D
12529: C
12530: D
12531: A
12532: C
12533: D
12534: C
12535: B
12536: D
12537: E
12538: X
12539: B
12540: X