Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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I. Tais medidas propõem a universalização do acesso às tecnologias da informação e comunicação, sendo declaradas como ações de combate ao que se denomina por exclusão digital. II. Essas medidas, em termos gerais, são conhecidas como programas ou projetos de inclusão digital e vêm sendo implementadas tanto pelo setor público, quanto pelo setor privado e organizações do terceiro setor. III. A Inclusão digital vem sendo pauta política obrigatória em quase todos os governos e tema de estudos em diversas áreas do conhecimento.
Marque a alternativa CORRETA:
Marcuschi (2005) disserta sobre a importância de se compreender o gênero textual como algo dinâmico, fluido, incapaz de ser assimilado somente através de classificações e de descrições linguísticas e como modelos estáticos para se confeccionar textos. O autor concebe gênero como sendo fundamentalmente uma atividade social, e aponta à necessidade de se repensar as práticas pedagógicas. Como forma de transformação das mesmas, pode-se fazer uso de Sequências Didáticas (SD) organizadas em torno dos gêneros textuais, pois elas proporcionam a observação de possíveis mudanças no processo de ensino-aprendizagem de LI ao favorecer a análise das capacidades de linguagem desenvolvidas nos alunos que utilizam esse tipo de material.
De acordo com Schneuwly e Dolz (2004, p.97), uma sequência didática é considerada como um conjunto de atividades escolares organizadas sistematicamente em torno de um gênero textual oral ou escrito, guiada ou por um tema, ou por um objetivo geral, ou por uma produção de texto final, para melhorar uma determinada prática de linguagem.
Uma sequência didática divide-se em quatro componentes, quais sejam: apresentação da situação, produção inicial, módulos (atividades variadas que instrumentalizam o aluno no sentido de que ele consiga se apropriar do gênero em estudo em determinada esfera comunicativa), produção final.
Sobre o acima exposto, não é verdadeiro:
Segundo Taglieber (1998), a habilidade da leitura é uma das mais importantes a ser desenvolvida nas aulas de LE, uma vez que é fundamental para o aperfeiçoamento das outras habilidades da língua, assim como para a expansão do conhecimento. De tal modo, é possível notar a íntima ligação entre as habilidades de leitura e escrita, uma vez que a prática de uma reforça a outra.
Faz-se necessário tornar a leitura um meio para que os alunos exerçam sua cidadania. Cabe ao professor encontrar meios, como o ensino de estratégias, para que se efetive a leitura em LE na sala de aula e fora dela. As horas na sala de aula precisam ser usadas de forma a despertar no aprendiz o desejo de ultrapassar os limites de tempo e espaço da sala, em busca de novas experiências com a língua. Ou seja, o professor precisa dispor de estratégias de ensino que também despertem no aluno a curiosidade e o desejo de descobrir, fora da escola, possibilidades de utilizar a LE, tornando-o mais autônomo frente às situações de aprendizagem, uma vez que a prática de leitura - tanto em Língua Materna (LM) quanto na LE -, deve ser constante.
As estratégias de leitura são imprescindíveis para a leitura textual crítica. Sobre elas, é incorreta a afirmativa:
Cada vez mais, pesquisas e até mesmo o cotidiano, permeado pela globalização, pela corrida tecnológica e pelos avanços que ambos trazem continuamente, principalmente na área de comunicação, mostram a importância da consciência cultural para se fazer entender e para entender o "outro". Apesar disso, os projetos atuais de ensino de LE ainda dão ênfase maior aos aspectos linguísticos, limitando os aspectos culturais à mera transmissão de informações estanques, como se estas fossem verdades absolutas. Esse tipo de abordagem tradicional do ensino da LE vê a língua desvinculada da cultura, o que faz com que o aprendiz se limite a entender e a se comportar como o "outro".
Com o advento do Método Comunicativo, o ensino de aspectos culturais foi descartado temporariamente nas últimas três décadas. Entretanto, estudiosos da Linguística e da Didática têm incessantemente procurado reinserir o ensino de cultura nas aulas de LI. Autores como Holliday (1994), Byram (1989, 1997a), e Kramsch (1993, 1998) têm se dedicado a demonstrar o quanto língua e cultura são inseparáveis, o que tornaria impossível dissociar o ensino de língua dos aspectos culturais inerentes aos falantes dessa língua.
Sobre o acima exposto, não é verdadeiro o que se afirma na letra:
Segundo os PCN (1998),
A aprendizagem de Língua Estrangeira é uma possibilidade de aumentar a autopercepção do aluno como ser humano e como cidadão. Por esse motivo, ela deve centrar-se no engajamento discursivo do aprendiz, ou seja, em sua capacidade de se engajar e engajar outros no discurso de modo a poder agir no mundo social (BRASIL, 1998, p. 15).
O documento afirma que
A inclusão de uma área no currículo deve ser determinada, entre outros fatores, pela função que desempenha na sociedade. Em relação a uma língua estrangeira, isso requer uma reflexão sobre o seu uso efetivo pela população. No Brasil, tomando-se como exceção o caso do espanhol, principalmente nos contextos das fronteiras nacionais, e o de algumas línguas nos espaços das comunidades de imigrantes (polonês, alemão, italiano etc.) e de grupos nativos, somente uma pequena parcela da população tem a oportunidade de usar línguas estrangeiras como instrumento de comunicação oral, dentro ou fora do país (BRASIL, 1998, p. 20).
A BNCC (2017) menciona apenas da Língua Inglesa (LI) e afirma que
Aprender a língua inglesa propicia a criação de novas formas de engajamento e participação dos alunos em um mundo social cada vez mais globalizado e plural, em que as fronteiras entre países e interesses pessoais, locais, regionais, nacionais e transnacionais estão cada vez mais difusas e contraditórias. Assim, o estudo da língua inglesa pode possibilitar a todos o acesso aos saberes linguísticos necessários para engajamento e participação, contribuindo para o agenciamento crítico dos estudantes e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar as possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de conhecimentos e de continuidade nos estudos. É esse caráter formativo que inscreve a aprendizagem de inglês em uma perspectiva de educação linguística, consciente e crítica, na qual as dimensões pedagógicas e políticas estão intrinsecamente ligadas (BRASIL, 2017, p. 230).
Leia atentamente as afirmações feitas abaixo.
I- OS PCN afirmam que aprender línguas significa aprender conhecimento e seu uso, pois, diferentemente do que ocorre em outras disciplinas do currículo, na aprendizagem de línguas o que se tem a aprender é também, imediatamente, o uso do conhecimento, ou seja, o que se aprende e o seu uso devem vir juntos no processo de ensinar e aprender línguas.
II- A BNCC esclarece que o status da LI como língua franca implica firmá-la em um modelo de
falante universal e globalizado, ainda considerando a importância da cultura no ensino-aprendizagem
da língua e buscando treinar o mais possível os aspectos relativos à proficiência linguística.
III- Para os PCN, o uso da linguagem (tanto verbal quanto visual) é essencialmente determinado pela sua natureza sociointeracional, pois quem a usa considera aquele a quem se dirige ou quem produziu um enunciado. Todo significado é dialógico, isto é, é construído pelos participantes do discurso. O sócio construtivismo, desenvolvido por Lev Vygotsky (1896 – 1934), abrange a interação do aluno com o meio, buscando utilizar sempre a experiência que o aluno possui sobre determinados assuntos. O professor deve ser o mediador, deve incorporar o aluno à realidade, desenvolvendo um jovem crítico e construtor de conhecimentos.
IV- Para o trabalho pedagógico, no eixo Oralidade – presente na BNCC -, cabe ressaltar que diferentes recursos midiáticos verbo-visuais constituem insumos autênticos e significativos, imprescindíveis para a instauração de práticas de uso/interação oral em sala de aula e de exploração de campos em que tais práticas possam ser trabalhadas. Já no eixo Leitura, menciona que a vivência em leitura a partir de práticas situadas, envolvendo o contato com gêneros escritos e multimodais variados, de importância para a vida escolar, social e cultural dos estudantes, bem como as perspectivas de análise e problematização a partir dessas leituras, corroboram para o desenvolvimento da leitura crítica e para a construção de um percurso criativo e autônomo de aprendizagem da língua.
V- As práticas leitoras em LI, segundo os PCN, compreendem possibilidades variadas de contextos de uso das Línguas Estrangeiras (LE) para pesquisa e ampliação de conhecimentos de temáticas significativas para os estudantes, com trabalhos de natureza interdisciplinar ou fruição linguística de gêneros como poemas, peças de teatro etc.
Assinale a alternativa verdadeira.
I. ( ) Tecnologia assistiva refere-se ao conjunto de artefatos disponibilizados às pessoas com necessidades especiais, que contribui para prover-lhes uma vida mais independente, com mais qualidade e possibilidades de inclusão social. II. ( ) Ajudas técnicas são elementos que permitem substituir uma ou mais funções motoras, sensoriais ou mentais da PNE, com o objetivo de permitir-lhe superar as barreiras da comunicação e da mobilidade e de possibilitar uma plena inclusão social. III. ( ) Acessibilidade multirede é compreendida como a forma de garantir a mobilidade e a usabilidade de recursos computacionais, caracteriza-se por oferecer informações e serviços em meios virtuais de modo igual a todas as pessoas, independente do tipo de usuário. IV. ( ) Acessibilidade na Internet refere-se a sites que estejam disponíveis e acessíveis na web, a qualquer hora, local, ambiente, dispositivo de acesso e por qualquer tipo de usuário; e envolve acessibilidade ao computador, do navegador e no desenvolvimento de páginas web. V. ( ) Visando tornar a web acessível a todas as pessoas, o e-MAG, comitê formado por grandes empresas da Internet mundial, criou o WAI, cuja principal atribuição é elaborar e manter um conjunto de regras que, quando seguidas, garantem a construção de sites com conteúdo acessível a todos os tipos de usuários.
A alternativa CORRETA é
I. Permite que qualquer usuário alcance todos os componentes de uma maneira confortável, acomodando variações no tamanho da mão ou punho. II. Organiza as informações de acordo com a sua importância e oferece mecanismos de alerta e de resposta efetivos durante a realização de determinada tarefa. III. Oferece compatibilidade com uma variedade de técnicas ou ferramentas utilizadas por pessoas com limitações sensoriais. IV. Permite que o usuário possa manter-se numa posição corporal neutra, utilizando uma força operacional razoável. V. Acomoda um grande leque de habilidades e preferências individuais, oferecendo opções de diferentes formas de uso.
A – Uso flexível B – Tamanho e espaço para acesso e uso C – Pouca exigência de esforço físico D – Informação perceptível E – Simples e intuitivo
A alternativa em que é apresentada CORRETAMENTE a relação princípios/conceito é
Segundo as principais concepções sobre a aprendizagem, a qual se refere o trecho acima, podemos afirmar que se refere ao: