Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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Neste sentido, podemos dizer que a escola oferece lugar para que os próprios educandos reinventem o conhecimento e criem e recriem cultura quando:
I. O trabalho docente é uma práxis em que a unidade teoria e prática se caracteriza pela ação-reflexão-ação.
II. O trabalho docente só pode ser compreendido se considerado no contexto da organização escolar e da organização do trabalho no modo de produção; no caso brasileiro, o capitalista.
III. A compreensão do trabalho docente só pode ocorrer no processo de elaboração de seu conceito, que emerge após estudo de sua gênese, de suas condições históricas gerais (o trabalho como forma histórica) e particulares (o cotidiano da ação docente).
Estão corretas as afirmativas
ENUMERE a coluna da direita de acordo com a coluna da esquerda, relacionando as ações correspondentes a cada passo:
1. Prática social inicial
2.Problematização
3. Instrumentalização
4. Catarse
5. Prática social final
( ) Detectar que questões precisam ser resolvidas no âmbito da prática social
( ) Trata-se de se apropriar dos instrumentos teóricos e práticos necessários ao equacionamento dos problemas detectados na prática social
( ) A expressão elaborada da nova forma de entendimento da prática social a que o aluno ascendeu.
( ) Nesse momento a compreensão do professor é sintética e a compreensão dos alunos é sincrética;
( ) Apropriação, por parte dos estudantes, das ferramentas culturais necessárias
( ) O professor, de um lado, e os alunos de outro, encontram-se em níveis diferentes de compreensão (conhecimento e experiência) da prática social;
( ) Compreendida agora não mais em termos sincréticos pelos alunos, pois nesse momento eles ascendem ao nível sintético em que, por suposto, já se encontrava o professor no ponto de partida
Assinale a opção que contenha a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Associe a coluna da direita de acordo com a coluna da esquerda, relacionando as falas dos professores entrevistados, apresentadas na coluna da direita às categorias construídas pela autora e elencadas na coluna da esquerda.
I. As relações que o professor estabelece com o “ser” e o “sentir”.
II. As relações que o professor estabelece com o “saber”.
III. As relações que o professor estabelece com o “fazer”.
( ) “Tenho preocupação no sentido de desenvolver uma maneira crítica de ver o mundo. Oriento os alunos para realizarem análise de pensamentos diferentes...”
( ) “...Sou exigente na conduta pessoal, na linguagem, na forma dos trabalhos, no cumprimento dos horários e tarefas. Faço isto porque creio que a ciência não compactua com falsidade, ela exige rigor...”
( ) “Nunca pensei em ser professor de outra coisa que não de Português. [...] A língua é instrumento de aprendizagem e da cultura.”
( ) “Levo muito tempo planejando, mesmo quase às vésperas de me aposentar.[...] Tudo que vejo, imagino se pode ser um material significativo para trabalhar com os alunos...”.
( ) “Gosto do que faço, gosto de estar com os alunos e de dar aulas”.
( ) “Procuro buscar no campo, na realidade rural o conteúdo para os alunos. Não quero ser repetidor de livros.”
( ) “Minha prática como advogado ajuda muito. Ensino Processo Civil que é o direito em movimento”.
( ) “Nem sempre preparo aulas. A convivência diária com a Neurologia é que me dá subsídios. Julgo importante, porém revisar constantemente o trabalho e atualizar as informações.
Marque a opção que contenha a sequência CORRETA, de cima para baixo:

Publicado no Hall de entrada do Câmpus Florianópolis do IFSC- Junho/2019
O cartaz acima tem como objetivo divulgar uma prática pedagógica realizada no Câmpus Florianópolis do IFSC. O trabalho foi desenvolvido de forma conjunta, num processo de ensino e aprendizagem onde os professores orientadores participaram ativamente do processo e não apenas repassaram um conhecimento estanque.
Ao propor esta prática pedagógica, os professores partem da premissa que a aprendizagem é um processo:

QUINO. Mafalda Inédita. São Paulo: Martins Fontes, 2001
A tirinha apresentada nos mostra como a professora, ao expor o conteúdo de matemática, causa desinteresse e cansaço nos alunos pois subestima suas capacidades e potenciais, não abrindo espaço para o ensino crítico. Ao mesmo tempo, induz apenas a decorar a matéria, não provocando a curiosidade pela descoberta. O teórico que faz crítica e este modelo de sala de aula e sua teoria chamam-se, respectivamente:
Assinale a alternativa CORRETA.
( ) Nesse modelo o estudante com deficiência participa de forma ativa de todas as atividades escolares.
( ) O objetivo é inserir um aluno ou grupo de alunos que historicamente foram excluídos.
( ) Propor que todas as pessoas estejam na escola desde o início da infância até os mais altos níveis de escolarização.
( ) Ocorre dentro de uma estrutura educacional que oferece ao aluno a oportunidade de transitar no sistema escolar — da classe regular ao ensino especial.
( ) Os professores participam de forma colaborativa do planejamento das atividades, visando contribuir com o pleno desenvolvimento dos estudantes com deficiência.
( ) O estudante com deficiência necessita se adequar a escola e as atividades que são desenvolvidas na mesma, caso não consiga acompanhar pode retornar a escola especial.
(1) Integração Escolar
( 2) Inclusão Escolar
A ordem CORRETA de associação, de cima para baixo, é:
O IFSC preconiza em seu Projeto Pedagógico Institucional (PPI), uma concepção de trabalho pedagógico. Complete a lacuna abaixo com a concepção teórica defendida pelo IFSC em seu PPI:
“Entende-se que a concepção de educação que fundamenta o trabalho no Instituto Federal de Santa Catarina é a concepção _________________, democrática e emancipadora, que entende a educação como prática social, “como um processo de humanização dos homens, [...] inserido no contexto de suas relações sociais”(LIBÂNEO, 2003,p.68).”
https://pdi.ifsc.edu.br/files/2015/07/Capitulo02_revisado.pdf
Leia um trecho da reportagem publicada no site da revista Nova Escola em maio de 2011:
A violência sexual é o segundo tipo de violência mais comum contra crianças de zero a nove anos, respondendo por 35%do total das notificações de violência infantil no país. [...] Só em 2011, foram registrados 14.625 casos de violência doméstica, sexual, física e outras agressões contra crianças menores de dez anos. A maior parte das agressões ocorreu na residência da criança (64,5%), em sua maioria, por pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente, como amigos e vizinhos.
[...] E na identificação destes casos, a escola tem um papel imprescindível, já que as crianças passam por lá boa parte do seu dia. O problema é que muitos professores ainda não estão preparados para reconhecer estes casos e auxiliar os alunos.
Para Claudia Ribeiro, especialista em violência sexual do departamento de Educação da Universidade de Lavras, em Minas Gerais, "Muitos educadores ainda não sabem o que fazer diante destas situações, mas muitas vezes, eles são os únicos que podem interromper o ciclo da violência", afirma.
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/1583/a-escola-pode-interromper-o-ciclo-da-violencia-sexual . Acesso em 18/11/2018.
Leia as situações abaixo:
I. Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente.
II. Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.
III. Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso.
IV. Simular a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual.
V. Submeter criança ou adolescente à prostituição ou à exploração sexual.
No que se refere a infrações contra o Estatuto da Criança e do Adolescente está CORRETO o que se afirma em