Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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Trentin (2018) expõe o seguinte caso: Maria é professora do 3º ano do ensino fundamental, recebeu em sua turma um aluno com deficiência intelectual. No decorrer do ano, o aluno esteve inserido em sala de aula, no entanto, não participou das atividades realizadas na turma. O aluno não tem nada escrito no livro e muito menos no caderno. Na escola, nem o lápis ele pega. A turma, assim como a professora, o ignora, não havendo interações sociais.
O ambiente limitador e a ausência de relações sociais
Nunes (2013) enfatiza (…) para que uma situação de ensino inclusivo seja caracterizada, é preciso que estejam garantidas as três premissas: inserção, participação e aprendizagem acadêmica.
Dessa forma, o planejamento de ações pedagógicas direcionadas a alunos com deficiência intelectual na escola comum precisa
Ropoli et al. (2010) salientam que as parcerias intersetoriais e com a comunidade onde a escola está inserida estão entre as prioridades do Projeto Político-Pedagógico, pois a educação não é apenas uma área restrita aos órgãos do sistema educacional.
Nesse sentido, é correto afirmar:
Ropoli et al. (2010) afirmam que os professores comuns e os da Educação Especial precisam se envolver para que seus objetivos específicos de ensino sejam alcançados, compartilhando um trabalho interdisciplinar e colaborativo. As funções do professor de Educação Especial são abertas à articulação com as atividades desenvolvidas intra e extraescolar.
Assinale a alternativa que apresenta atividades de cunho extraescolar
O trabalho do professor de atendimento educacional especializado, voltado para o aluno com deficiência intelectual (DI), caracteriza-se essencialmente pela realização de ações específicas sobre os mecanismos de aprendizagem e desenvolvimento desses alunos.
Nesse sentido, o professor deve
Trentin (2018) apresenta um texto sobre a intervenção em estimulação precoce no processo de desenvolvimento da criança com deficiência.
Em relação a esse tema, é correto afirmar:
Pletsch (2014) focaliza as propostas de flexibilização e adaptação curricular em sintonia com os dispositivos do documento Adaptações Curriculares: estratégias para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais (Brasil, 1998), que integra o conjunto dos Parâmetros Curriculares Nacionais.
A autora faz uma crítica negativa ao documento no que diz respeito ao alunado com deficiência intelectual. Trata-se de:
Ropoli et al. (2010) ressaltam que é imprescindível uma articulação entre o professor de AEE e os do ensino comum.
O professor de AEE acompanha a trajetória acadêmica de seus alunos com deficiência intelectual (DI), no ensino regular, para que
Com base nos estudos de Nunes (2013) sobre a deficiência intelectual, os apoios constituem elementos fundamentais para promover o desenvolvimento e a participação da pessoa com deficiência nos diferentes contextos de vida.
De acordo com a autora, os apoios são classificados em categorias organizados por ambientes e diferenciados quanto à intensidade. Os apoios são definidos em duas categorias (recursos _________________ e de serviços), são organizados em três tipos de ambientes (microssistema, _________________ e macrossistema) e possuem três níveis de intensidade (_________________, extensivos e permanentes).
A alternativa que apresenta as palavras que completam, correta e respectivamente, as lacunas do excerto é:
As autoras Mendes, Vilaronga e Zerbato (2023), ao citarem os estudos de Friend & Hurlein-Chamberlain, apresentam os dez fatores a serem, inicialmente, considerados para a proposta do ensino colaborativo.
Assinale a alternativa que apresenta três desses fatores que devem ser, inicialmente, considerados.
Mendes, Vilaronga e Zerbato (2023) expõem sobre o Ensino Colaborativo como apoio à Educação Especial.
A afirmação que se refere corretamente sobre o modelo de ensino colaborativo é:
A nomenclatura “deficiência mental” foi substituída por “deficiência intelectual” no documento Declaração de Montreal sobre a Deficiência Intelectual, o qual foi o resultado de discussões feitas na Conferência Internacional sobre Deficiência Intelectual, em Montreal (Canadá), nos dias 5 e 6 de outubro de 2004.
A deficiência intelectual, segundo a American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAIDD, 2018, s.p.) é
Alvez, Ferreira e Damázio (2010) apontam que a educação escolar de pessoas surdas remonta a aproximadamente dois séculos, quando se instaurou um embate político e epistemológico. Esse confronto ganhou destaque nas políticas públicas, nos debates, nas pesquisas científicas e nas práticas pedagógicas.
O embate ocorria entre duas concepções principais, a saber: