Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q3892102 Pedagogia

Sassaki (2007) afirma que “Os conceitos são fundamentais para o entendimento das práticas sociais. Eles moldam nossas ações. E nos permitem analisar nossos programas, serviços e políticas sociais, pois os conceitos acompanham a evolução de certos valores éticos, como aqueles em torno da pessoa com deficiência”. Nesse contexto, o autor apresenta um conceito que “tem consistido no esforço de inserir na sociedade pessoas com deficiência que alcançaram um nível de competência compatível com os padrões sociais vigentes”. Sassaki considera que esse conceito tem o mérito de inserir socialmente a pessoa com deficiência, “mas desde que ela esteja de alguma forma capacitada a superar as barreiras físicas, programáticas e atitudinais nela existentes”.


Esse conceito é

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Q3892100 Pedagogia
De acordo com Ropoli (MEC, 2010), a realização do atendimento educacional especializado (AEE) dentro da própria escola do aluno
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Q3892099 Pedagogia
Mazzotta (2011) identifica dois tipos de visão sobre a relação entre o portador de deficiência e a educação escolar. A visão tradicionalmente assumida na política educacional brasileira opera uma “vinculação do portador de deficiência à educação especializada”, concepção ilustrada pela figura a seguir, extraída da obra referida.
Imagem associada para resolução da questão
Mazzotta denomina essa visão como 
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Q3892031 Pedagogia

Naturalizar é tornar algo habitual, comum, como se fosse parte da ordem natural das coisas. Naturalizar a não participação dos alunos com deficiência(s) nas atividades em grupo durante as aulas de Educação Física significa transmitir aos estudantes sem deficiência(s) a ideia de que é natural, compreensível e aceitável que os alunos com deficiência(s) não consigam participar.


Quando o professor de Educação Física age dessa maneira, é maior a probabilidade de os alunos sem deficiência(s) apresentarem, em relação aos alunos com deficiência(s), condutas de

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Q3892030 Pedagogia
Para que as competições que ocorrem no interior da escola estejam comprometidas com a educabilidade dos estudantes, Reverdito e colaboradores (“Competições escolares: reflexão e ação em pedagogia do esporte para fazer a diferença na escola”, 2008) propõem que os jogos escolares sejam um
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Q3892028 Pedagogia

Quando são discutidas as diferentes formas de se ensinar em aulas de Educação Física, o lazer aparece como uma dessas possibilidades.


A forma de ensinar que educa por meio do lazer é aquela em que o componente

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Q3892022 Pedagogia

A abordagem crítico-emancipatória afirma que a Educação Física escolar é deficiente quando não aborda uma concepção crítico-progressista, quando desconsidera as experiências externas dos educandos e quando se resume a transmitir procedimentos de limitadas modalidades esportivas ou atividades de condicionamento físico.


Segundo a abordagem crítico-emancipatória, o ensino do esporte na escola deve se orientar pelas categorias trabalho, interação e linguagem, partindo da premissa de que o estudante é um

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Q3892015 Pedagogia

A aula de Educação Física na escola é um cenário onde as manifestações de bullying podem ocorrer. O bullying manifesta-se de duas formas: direta e indireta. O professor desse componente curricular precisa conhecer as diferentes formas de manifestação desse comportamento e agir no sentido de extingui-lo.


Pensando nisso, é correto afirmar que a forma

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Q3892013 Pedagogia
Segundo Maldonado e Neira (“O lugar da cultura negra, afro-brasileira e indígena nas aulas de Educação Física”, 2021), o objetivo das aulas de Educação Física, no âmbito das relações étnico-raciais e na perspectiva de uma educação antirracista, perpassa a construção de narrativas e imaginários que visam à desconstrução de pensamentos sobre as culturas negra, afro-brasileira e indígena que as 
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Q3890956 Pedagogia
Práticas de ensino que promovem autonomia, cidadania e inclusão são aquelas que colocam o estudante como sujeito ativo do processo de aprendizagem, valorizando a diversidade e incentivando a participação crítica na sociedade. Nesse aspecto, indique a alternativa que apresenta a estratégia que pode ser utilizada para a promoção da equidade.
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Q3890953 Pedagogia
As orientações pedagógicas mais modernas motivam que o ensino seja praticado de forma mais ampla considerando as possibilidades de associação com outras disciplinas a partir de projetos interdisciplinares. Nessa perspectiva, é importante que ações formativas sejam pensadas, porque:  
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Q3890952 Pedagogia
Dentro de um panorama histórico, a educação é um processo que teve início no interior das comunidades primitivas: grupos, clãs, tribos. Nessas comunidades, não havia subordinação, legislação e métodos formais de passar/repassar conhecimento, ou seja, de educar. O processo de ensinar-aprender acontecia mediante trocas, em ações espontâneas, na convivência e no cotidiano. A aprendizagem se dava na prática e na observação. Não existia educação formal, institucional, organizada politicamente ou em ideologia, quer seja da igreja, seja do sistema governamental. No contexto educacional moderno, a relação escola-família comunidade é importante, porque:
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Q3890951 Pedagogia
O professor, além do conhecimento técnico sobre os conteúdos de aula, precisa fazer a mediação pedagógica e a gestão de sua sala. Nessa perspectiva, assinale a alternativa que apresenta a correta descrição de um gestor coerente em sala de aula.
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Q3890950 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), a partir de 2010, ampliaram o conceito de contextualização, enfatizando a inclusão, a valorização das diferenças e o respeito à pluralidade cultural, de modo a resgatar e reconhecer as diversas manifestações das comunidades brasileiras. As orientações da BNCC para a educação e a diversidade cultural levam em consideração:
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Q3890948 Pedagogia
O contexto escolar agrega estudantes diversos. De maneira geral, as diferenças podem ser no aspecto físico ou no aspecto cognitivo. Em algumas dessas situações, apenas o ambiente de sala de aula não é suficiente para garantir a aprendizagem significativa desses estudantes. Nesse sentido, a escola pode utilizar como recurso o atendimento educacional especializado, que exerce a função de:
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Q3890945 Pedagogia
Alfabetização e letramento são palavras bem conhecidas no contexto escolar. Na perspectiva de Soares (2003), dissociar alfabetização e letramento é um equívoco porque:
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Q3890941 Pedagogia
As práticas pedagógicas inclusivas têm se consolidado como um dos pilares fundamentais para a promoção de um ensino de qualidade. A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforçam a necessidade de um sistema educacional inclusivo e adaptado às necessidades de todos os alunos. Nesse sentido, uma prática escolar adaptativa precisa envolver:
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Q3890939 Pedagogia
A educação tradicional, ao longo do tempo, vem sendo criticada por métodos rígidos que nem sempre funcionam para todos os estudantes. Os estudos mais atuais demonstram que metodologias diferenciadas podem ser eficientes para a aprendizagem dos alunos. Nesse aspecto, pode-se dizer que a metodologia ativa é um(a):
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Q3890585 Pedagogia

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Folklore and fairytales have been examined as effective means for teaching culture in a foreign language because they are an integral part of people’s everyday life. Morain (1997) proposed the idea that folklore is superior to literary writing because it depicts the attitudes of large groups of people. Gholson and Stumpf (2005) believe that folklore might help promote cultural dialogue in which L2 learners gain respect for differences between their native culture and L2 culture, as well as acknowledge the similarities in both cultures. Akpinar and Ozturk (2009) suggest that folklore can be taught in an L2 classroom through an inquiry approach: folklore engages the students in exploring the theme and structure of a folktale, relating these to their L1 background knowledge, and then drawing conclusions about the target culture, its beliefs, values, lifestyles, history, etc.


(DEMA, O., MUELLER, A. J. Teaching culture in the 21st century language classroom. IN: SILDUS, T. (ed.). Published in Touch the World: Selected Papers from the 2012 Central States Conference on the Teaching of Foreign Languages. Eau Claire: Crown Prints, pp. 75-91. Adaptado)

The text recommends the teaching of a foreign language through folklore because, among others, folklore
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Q3890583 Pedagogia

Leia o texto a seguir para responder à questão:


    So what languages do I know? I speak English, Spanish, Portuguese, a little French, and a little in a few others. But I would be a bit uncomfortable to say that I ‘know’ all of these languages. The reason for my discomfort is that language learning is such a slow, piece-by-piece process that it is hard to tell when someone has finally ‘arrived’.


    In fact, this idea of ‘arriving’ in language is misguided. Language, you see, is more of a journey than a destination, and most learners never feel comfortable saying they have arrived when asked about how much they know. This is especially true because, as in all educational pursuits, the more you learn, the more you are aware of what you do not know.


    To illustrate, many of my Asian English learning students studying here in Arizona, U.S., are quite proficient in English. However, when people ask them if they speak English, here are the answers I most often hear:


    “I speak okay.”

    “I’m not so good.”

    “I don’t know.”


    The truth is that even these excellent English speakers often feel the distance between them and native-like proficiency. They have accents, they do not know certain words, and they constantly second-guess their grammar. The question “Do you speak a language?” comes out sounding, in their ears, a lot like “Have you mastered the language?”


    So how can my foreign students, who by all accounts are doing amazing things in the United States, still feel like they have not arrived? The truth is this: when we focus on mastering a language - perfect pronunciation, complete command of the vocabulary, ability to speak in any and every possible situation -, we are always going to feel insufficient, because by that measure, we all fall short. This way of learning a language is exhausting. A better question than “Do you know the language?” is this: “In the language you are learning, are you creating friendships and experiences?” What I am suggesting is that learners reframe their perspectives. If they are fueled by meeting others, trying new things, and making memories and friendships for themselves, they have a great shot.


    I believe that language learning is, at its core, about relationships and experiences – about connecting and learning from those connections. It is my belief that every story (even those who fail) can teach us something about language learning.


(DIXON, S. The language learner guidebook: powerful tools to help you conquer any language. [S.l.]: Wayzgoose, 2018. Adaptado)

English teachers who, through their practices, lead students to believe that knowing a language is mastering its linguistics forms, tend to follow
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Respostas
4121: E
4122: E
4123: D
4124: E
4125: D
4126: B
4127: B
4128: D
4129: C
4130: D
4131: B
4132: C
4133: D
4134: C
4135: A
4136: B
4137: B
4138: D
4139: C
4140: A