Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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I – Acesso ao ensino regular, com participação, aprendizagem e continuidade nos níveis mais elevados do ensino.
II – Transversalidade da modalidade de Educação Especial desde o Ensino Fundamental até o Ensino Médio.
III – Inclusão na classe especial.
IV – Formação de todos os profissionais da escola para o atendimento na classe especial.
V – Participação da família e da comunidade.
VI – Acessibilidade arquitetônica, nos transportes, nos mobiliários, nas comunicações e informação.
VII – Articulação intersetorial na implementação das políticas públicas.
Com base nas afirmativas supracitadas, assinale a alternativa que contempla todos os objetivos propostos na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
O próximo texto é um fragmento de uma pesquisa acadêmica sobre dança e educação:

Do texto acima, podemos inferir que
Sobre a declaração da professora, NÃO podemos concluir que
Observe a imagem abaixo:

Coordenando a leitura da imagem e a leitura da legenda que qualifica a imagem, uma professora de arte poderia concluir
que
Examinando os itens referentes à diversidade cultural, encontrou as seguintes atividades para contemplar esse tema:

Apesar de não conhecer todos os eventos que ensejam tais atividades, o professor reconheceu se tratar de uma tentativa de contemplar a MULTICULTURALIDADE na escola. No entanto, essa forma de abordagem está relacionada com o MULTICULTURALISMO CELEBRATÓRIO OU ADITIVO. O que o professor de arte poderia fazer para colaborar com a proposta pedagógica com um ensino de arte MULTICULTURAL CRÍTICO?
Esses educadores se referem, especificamente, ao campo do ensino da arte relacionado com

Sobre a frase acima, podemos afirmar que
(Adaptado de Gaztambide-Fernández; R.A. (2013). Why the Arts Don’t Do Anything: Toward a New Vision for Cultural Production in Education. Harvard Educational Review, 83(1), 211-236 – tradução livre)
Esse pensamento do autor é resultado de suas experiências pessoais como músico profissional e professor de música, que incluíam, como ele confessa ao longo do texto, uma mistura de experiências, muitas vezes, enriquecedoras, mas, às vezes, indesejáveis.
O que podemos inferir do pensamento do professor de arte e músico canadense?
No que se refere às contribuições da neuroeducação para os processos de ensino aprendizagem, leia criticamente as frases abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
Resta-nos apenas acrescentar que, em relação ao desenvolvimento cultural dos meios internos de comportamento (atenção voluntária e pensamento abstrato), deve ser criada a mesma técnica de caminhos alternativos que existe em relação ao desenvolvimento dos meios externos do comportamento cultural. Para a criança intelectualmente atrasada, deve ser criado, em relação ao desenvolvimento de suas funções superiores de atenção e pensamento, algo que lembre o sistema Braille para a criança cega ou a dactilologia para a muda, isto é, um sistema de caminhos indiretos de desenvolvimento cultural, quando os caminhos diretos estão impedidos devido ao defeito.
VYGOTSKY, Lev S. A defectologia e o estudo do desenvolvimento e da educação da criança anormal, 2011.
Para a educação especial, esse sistema de caminhos indiretos indica que
Em uma escola municipal, recém-construída em Inhumas (GO), a diretora G.P. recebeu o estudante P.B. de 10 anos de idade, que veio transferido de outra instituição/cidade e tem histórico fundamentado em deficiência auditiva com muitas dificuldades de aprendizagem. A gestora nunca teve experiência anterior com um estudante com deficiência, mas, é totalmente favorável à inclusão. Ao conhecer um pouco a história do aluno com a família, verificou que foi transferido de escola por muitas vezes nos últimos anos e que isso impactou a sua aprendizagem. Uma das alternativas para o atendimento ao estudante será solicitar à Secretaria Municipal de Educação um tradutor e intérprete de Libras. Nesse sentido, G.P., inicia a redação de uma carta oficial para solicitar esse profissional.
De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão, para atuar na Educação Básica, esse profissional deve possuir a formação de
Estudos, no entanto, verificaram que, além do foco de atenção externo não produzir melhores efeitos na aprendizagem de novas habilidades motoras de crianças com Transtorno do Espectro Autista, o foco de atenção interno tende a ser mais adequado para essa população. Uma possível explicação reside no fato de que indivíduos com TEA confiam menos no feedback visual que indivíduos com desenvolvimento típico na aprendizagem de uma sequência motor e constroem uma associação mais forte que o esperado entre o comando motor voluntário e o feedback proprioceptivo. Depositando, dessa forma, uma maior confiança na propriocepção em comparação ao controle visual para o desempenho de habilidades motoras. Ou seja, ao ensinar, a habilidade de chutar a bola ao gol aos seus alunos nas aulas de educação física ou nas escolinhas de futebol, o professor poderia utilizar a instrução geral de foco externo (“prestar atenção na posição da bola”) para os alunos com desenvolvimento típico e utilizar a instrução específica de foco interno (“prestar atenção na posição do pé”) para os alunos com TEA.
Justapor, portanto, conceitos de aprendizagem motora às características cognitivas, sensório-motoras, sociais e comportamentais peculiares do TEA capacita os professores de educação física a elaborar soluções para os principais desafios, aumentando sua autoeficácia e consequente atitude em relação à inclusão desses indivíduos nas atividades físicas e esportivas.
SCHLIEMANN, A.; ALVES, M. L. T; DUARTE, E. Educação Física Inclusiva e Autismo: perspectivas de pais, alunos, professores e seus desafios. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, 2020 Jul;34 nesp:77-86, p.83.
De acordo com o texto, o objetivo do trabalho pedagógico com crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista deve centrar-se em