Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
Foram encontradas 58.550 questões
(Allan; Dalcorso, 2011.)
De acordo com Reis (2001), a observação de aulas tem pouco valor formativo se não for seguida de momentos em que se discute e reflite criticamente sobre os acontecimentos observados, identificando os aspectos positivos a manter e os aspectos a melhorar, definindo objetivos a atingir e estratégias a experimentar nas sessões seguintes. Destaca-se que feedback pode ser de tipo confirmativo ou corretivo, sendo que o corretivo também pode ser classificado como construtivo ou destrutivo, ou seja, a forma como a mensagem é transmitida pode desencadear reações consideravelmente diferentes nos professores. Em contextos avaliativos, destinados a assegurar que um professor atingiu os objetivos pretendidos e nos quais a observação pretende detectar determinados comportamentos desejados, podem se detectar os dois tipos de feedback. Considerando que o feedback proporcionado depois da observação constitui um componente decisivo do processo de supervisão pedagógica e que pode ter um forte impacto no desenvolvimento profissional dos professores, quando o pedagogo deseja realizar um feedback do tipo corretivo construtivo, NÃO é uma ação correta:
(Tamassia, 2011, p. 51.)
Considerando a importância da formação continuada no contexto da escola como possibilidade de transformação das práticas pedagógicas, promovendo espaços de diálogo e reflexão com os professores, Maria, pedagoga de determinada escola pública de ensino médio, deseja promover um espaço de diálogo com seu grupo de professores e com potenciais observadores para favorecer a criação de espaços de reflexão crítica acerca de como ensinar e de como fazer os alunos aprenderem melhor, desenvolvendo a confiança profissional e pessoal entre os professores. Tais encontros possibilitarão o incremento do trabalho cooperativo, nomeadamente ao nível da troca de experiências de ensino, o que dará a possibilidade de fazer com que eles criem condições para a mudança, através de trocas de opinião e reflexões críticas, pois se trata de uma estratégia para o compartilhamento dos conhecimentos. Além de proporcionar espaços de reflexões acerca dos objetivos de ensino, dos seus resultados, das propriedades da observação de suas aulas, ainda é uma oportunidade de discutir pessoalmente as situações apresentadas, tendo o pedagogo como mediador. Considerando a situação hipotética apresentada, trata-se da ação de formação continuada através de:
I. Objetivos da observação: devem ser claros e bem definidos, pois servem como guia para a coleta de dados e análise do desempenho do professor. O pedagogo e o professor concordam sobre os principais pontos de foco para a observação, garantindo que a análise será direcionada às áreas que mais precisam de atenção, como as dificuldades dos alunos e as estratégias pedagógicas do professor.
II. Data da observação: é crucial para que a avaliação da aula seja de fato validada, que o pedagogo não avise o dia e a hora que fará a observação na sala de aula. Dessa maneira, o professor não terá tempo para se organizar e a coleta de dados será mais real e representativa. Deve-se considerar o horário da aula, o planejamento do professor e o nível de dificuldades que a turma apresenta, para que a observação seja o mais característico possível da rotina de ensino.
III. Reunião de feedback: agendar uma reunião com o professor após a observação. A reunião deve ser um momento de diálogo aberto, onde o pedagogo compartilha suas impressões, sem ser excessivamente crítico. O foco é a reflexão conjunta, para que o professor se sinta encorajado a melhorar, não desmotivado. Deve-se criar um plano de ação para o professor aprimorar suas práticas pedagógicas, focando em melhorias tangíveis e práticas para a próxima aula.
Está correto o que afirma em
(Alarcão, 2002; Sá Chaves, 2002.)
Trata-se de um processo de observação, reflexão e ação sobre a prática, centrado na resolução de problemas concretos, que implica uma colaboração estreita entre o observador e o observado. Nesse processo, o observador assume o papel de colega crítico, que funciona como apoio e recurso para a superação das dificuldades sentidas.
(Alarcão e Tavares, 2003.)
A observação de aulas permite aceder, entre outros aspectos, às estratégias e metodologias de ensino utilizadas, às atividades educativas realizadas, ao currículo implementado e às interações estabelecidas entre professores e alunos. A observação de aulas assume diferentes tipologias – informais ou formais – de acordo com a cultura de cada instituição e os processos estabelecidos para o desenvolvimento profissional e a avaliação do desempenho dos professores. Sobre o exposto e, ainda, considerando a prática do pedagogo na observação da sala de aula formal, está correto o que afirma em:
I. Consideram-se alunos com deficiência aqueles que têm impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que em interação com diversas barreiras podem ter restringida sua participação plena e efetiva na escola e na sociedade. II. Os alunos com transtornos globais do desenvolvimento são aqueles que apresentam alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação, um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo. III. Alunos com altas habilidades/superdotação demonstram potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes.
Está correto o que se afirma em
I. A professora, juntamente com a equipe pedagógica e a profissional de apoio, deve elaborar um Plano Individualizado para que o estudante possa se matricular novamente no 9º ano, realizando somente as atividades na Sala de Recursos Multifuncionais. II. O estudante deve ficar em dependência, cursando somente a disciplina de Geografia na escola, bem como as atividades da Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), as demais disciplinas ele pode cursar em uma escola que oferte o ensino médio. III. A professora pode aprovar o estudante mesmo sem que ele tenha atingido o rendimento, garantindo o seu direito à terminalidade específica para a conclusão do ensino fundamental.
Está correto o que se afirma apenas em
Dito de outro modo, a fratura de uma perna, a senilidade, a depressão profunda ocasionada pela perda de um ente querido, a obesidade mórbida, a necessidade de uso permanente de medicamentos, órteses ou próteses, entre tantas outras adversidades a que se está sujeito, caracterizam uma situação de necessidades especiais e não se referem, necessariamente, a uma situação de deficiência. Fica evidente em todos esses exemplos que:
IS. - FAZER IGREJA, LEMBRAR VOCÊS FAZER? CONVERSAR, LEMBRAR? VOCÊS CONHECER IGREJA, CONHECER VOCÊS. CONHECER? IGREJA CONHECER? (Mostra para Adélia a igreja na maquete) OK. (Uma das crianças faz um sinal que não é possível ver na vídeo-gravação) IS. - ONTEM? SEMANA ANTES HISTÓRIA EXPLICAR, CONVERSAR, IGREJA. LEMBRAR? CONHECER IGREJA? BOM. HOJE... Luana - ÁRVORE. IS. - CERTO! AGORA HISTÓRIA. (P. chama atenção das crianças para iniciar a história) IS. - AGORA HISTÓRIA VOCÊS OLHAR EU. HISTÓRIA COMEÇAR. AMIGO PASSEAR. P. - AMIGO QUANTOS? IS. - MUITOS AMIGO. P. - MUITOS? VOCÊ FALAR DOIS SEMANA ANTES. IS. - (Faz gesto positivo com a cabeça) DOIS. P. - OUTRA VEZ. TER-NÃO, MAS PODER IGUAL SEMANA ANTES. IS. - DOIS AMIGO PASSEAR PRAÇA. P. - (Olhando para as crianças) CONHECER PRAÇA? IS. - CONHECER PRAÇA? (Algumas crianças respondem que sim, outras que não) P. - (Olhando para Luís Fábio) VOCÊ FEZ-CARA-DE SABER-NÃO. NÃO? CONHECER PRAÇA? NÃO? P. - (Para IS.) VOCÊ EXPLICAR. IS. - LEMBRAR PRAÇA VER ÁRVORE MUITAS? TER CHAFARIZ, TER PÁSSARO, COMER. CONHECER? PÁSSARO VER? (Muitas crianças fazem muitos sinais ao mesmo tempo) IS. - CHAFARIZ, PRAÇA. Diego - ÁRVORE. João - RUA. IS. - RUA-EM-VOLTA-DA-PRAÇA TER ÁRVORE, BANCO, DINHEIRO GUARDAR, CAIXA-ELETRÔNICO, SABER? TER MILHO, DAR PÁSSARO. TER IGREJA, VER JÁ? IGREJA (Mostra a igreja na maquete). P. - SABER JÁ? SINAL TER PRAÇA, SABER? IS. - PRAÇA. P. - TUDO, RUA-EM-VOLTA-DA-PRAÇA, ÁRVORE, PRAÇA, TER BANCO MUITOS, SABER? SABER? CERTO. (Como as crianças fazem sinal positivo com a cabeça, olha para IS.) - CONTINUAR. IS. - PRAÇA VER OBS: IS, instrutora; P, pesquisadora; os nomes citados são de alunos surdos. (Disponível em: https://educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/. Acesso em: novembro de 2024.)
Considerando as observações compatíveis com a análise do material apresentado, é INCORRETO afirmar que a pesquisadora:
As informações e a imagem são concernentes à (ao):
A construção de práticas educacionais especializadas depende de sólido conhecimento de aspectos e peculiaridades inerentes ao desenvolvimento e comportamento dos aprendizes superdotados/altas habilidades.
(Winner, 1998.)
São consideradas algumas dessas características, EXCETO: