Questões de Concurso Sobre pedagogia
Foram encontradas 148.999 questões
() Precisa envolver situações de interesse das crianças, apresentando sentido para as situações da língua escrita.
() Deve partir da experiência da criança, levando em consideração o que a criança já sabe sobre a língua escrita quando chega à escola.
() Deve estar à margem dos aspectos comunicativos da língua, com foco na aquisição de elementos preparatórios para a alfabetização.
() É um processo mecânico que depende exclusivamente da aprendizagem técnica e operacional (manejo de instrumentos e materiais).
() Aparece quando a linguagem falada já alcançou seu progresso e desaparece quando a competência ideográfica está plenamente desenvolvida.
() Envolve a interação com outras pessoas e com as coisas do lugar onde se vive. Cada criança vai internalizar essa habilidade à sua própria maneira.
(1) Explorar.
(2) Expressar.
(3) Conviver.
() Como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens.
() Com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas.
() Movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura.
Leia o Texto I para responder à questão.
Toda criança aprende. A condição humana é aprendida. Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais e pedagógicas atuais, a maioria deles sustentada por uma concepção inatista de aprendizagem. Fundamenta-se no pressuposto de que já nascemos com certas disposições para aprender ou não. Isso gera controvérsias e complexidades: alguns teriam as “capacidades” de aprendizagem, outros e outras não “teriam” essas qualidades.
Para nossa concepção de educação, os chamados bloqueios de aprendizagem devem ser analisados em sua totalidade, muito mais como um problema da tradição pedagógica autoritária e da forma conservadora de organizar a escola e o currículo do que uma suposta “falha” da criança. Hoje, a ditadura da sociedade tecnológica, a apelação consumista, a raridade de espaços humanizadores, a lacuna na formação artística, teatral, musical, fazem com que a indústria cultural seja um grande poluente sonoro e visual, chegando aos corações e mentes das crianças sem dispositivos de crítica da proposta pedagógica da escola, na direção de mostrar outra música, outro repertório, outras brincadeiras, outras danças.
Criar espaços de humanização, de exposição serena das crianças a outras coordenadas antropológicas, a outra atmosfera de sentido, a outra música, de outra arte, de alegria, de teatro, de conversas, ajuda muito a “desbloquear” qualquer pessoa! A escola, para mim, deve ter clareza de ser contraponto, competente e lúcido, à indústria cultural alienante e consumista. Mostrar os grandes mestres e mestras da humanidade, neste tempo especial de aprender, é um trunfo inaudito! O conhecimento sensível e a sensibilidade esclarecida são os condutores do afeto e da lucidez crítica. Ensinar a pensar e a sentir!
Precisamos superar os ritos classificatórios e meritocráticos tradicionais. Os pais e professores podem começar avaliando o contexto pleno da criança, seu mundo, seus estímulos, internos e externos, ouvindo suas queixas, aceitando suas versões, buscando superar as contradições que levam àquele resultado. Relativizar as notas escolares, hoje, pode ser um bom começo; depreende-se que a nota é resultante de uma estrutura baseada na memória e na retenção de informação. Ora, tomada estritamente, esta suposta qualidade mnemônica assemelha-se ao depositário de um “chip”, que está disponível na internet, o Google ou o ChatGPT “sabem” mais de quantidade ou de volume de informação do que a escola.
A Escola que eu sonho é mais do que informação e memória, é aquela capaz de transformar a informação em algo subjetivo, agradável, pertinente, com sentido para a vida das crianças e dos adolescentes! Isto é o que se designa como aprendizagem significativa, que guarda sentido para a criança, para seu universo, para seu mundo. E dele, como sujeito, a criança poderá alçar aos mais longínquos horizontes.
(César Nunes. Toda criança aprende – aprender é existir. In: Da educação que ama ao amor que educa. Principis, 2023. Adaptado)
I. Nas instituições de Educação Infantil, as crianças devem ser acompanhadas o tempo todo por adultos, que têm o dever de cuidar para que elas estejam em segurança.
II. As crianças não devem circular pelas áreas onde se preparam os alimentos, evitando seu contato com facas e outros materiais cortantes, água fervente, fogo etc.
III. Os acidentes mais comuns na Educação Infantil são as queimaduras, sufocações, intoxicações medicamentosas, enforcamentos em berços, quedas, ingestão e aspiração de pequenos objetos.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Colocar o livro à altura dos olhos das crianças.
II. Evitar a utilização de recursos visuais, mantendo o foco da criança na história.
III. Ter boa entonação de voz.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Atividade dissociada de outras áreas expressivas (movimento, expressão cênica, artes visuais), visto que deve trabalhar questões especificamente musicais.
II. Excelente meio para o desenvolvimento de expressão, equilíbrio, autoestima e autoconhecimento, além de poderoso meio de integração social.
III. Meio de expressão e forma de conhecimento acessível a bebês e crianças, inclusive aquelas que apresentam necessidades especiais.
Está CORRETO o que se afirma: